Raiva suga sua energia.👊

Observou-se enfurecido por algo, ou por alguém?

Certa vez ouvi a seguinte resposta:  “Lógico,  ou você acha que tenho sangue de barata?” Rolei.. (rss)

Humanos são assim … tem emoções,  tem “repentes”,  temperos de toda ordem e por conta de alguns desses ficam até ensimesmados  (recolhidos em si), amargando.  Por vezes,  corroem-se  por dentro de tanto ficar pensando. Tem os que adoecem. Mas não arredam o pé da emoção.  A mantêm ali firme e forte, como um sanguessuga.

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O fato é que quando você se permite embolar nesse estado emocional / mental está deliberadamente entregando seu poder a  “isso”. 

Sentir raiva consome energia. você fica mais fraco.   Tem energia de sobra?  

A vida taí chamando..  gritando!!   A-cor-da!.

Existem  inúmeras outras questões precisando de sua energia, da sua capacidade de solução.  Há que considerar se  vale a pena colocar  “a raiva” em pauta.  E certamente a pessoa/situação que provocou isso em você não está nem ai.

É hora de pensar em  seguir em frente e concentrar as suas energias onde possa realmente ter realizações construtivas, onde possa transformar, fazer a diferença no seu entorno. 

Quando você se sentir prestes a ter um ataque de raiva,  busque um pensamento que lhe ajude a cortar o mal pela raiz.

Que tal esse:

“…não é viril ficar enfurecido. Pelo contrário, gentileza e civilidade são mais humanas e, portanto, mais masculinas. Um homem de verdade não cede à raiva e ao descontentamento, e essa pessoa tem força, coragem e perseverança – ao contrário da raiva e da queixa. Quanto mais próximo o homem chega a uma mente calma, mais perto ele está da força. ” 

tradução livre do stoic diary

Vida forte que segue,

bjos,


P.S.

 

Texto do blog  “O que significa”

Sangue de Barata 

Praticamente todo mundo já ouviu e até já utilizou essa expressão: “fulano tem sangue de barata”, “acham que eu tenho sangue de barata” e por aí vai.

Mas afinal, o que o dito popular quer dizer? Relaciona-se o ‘sangue de barata’ com a falta de atitude ou que esperem que você não tenha atitude. Alguém que aceita demais, não questiona. Apático. Não se opõe, não arrisca. Alguém medroso e que não responde a qualquer desaforo.sangue-de-barata

A barata, assim como a maioria dos insetos, não tem sangue (eles tem o que é chamado de hemolinfa que não apresenta pigmentos e é transparente). Dizem que o sangue é o condutor da nossa sensibilidade ao coração, e pela falta do ‘tradicional’ sangue na barata, a pessoa com o tal sangue de barata tem essa insensibilidade que a faz agir como descrevemos acima.

Há explicação também falando que quando estamos nervosos ficamos o sangue quente, o sangue sobe e como a barata não tem sangue convencional, teria sangue frio e não se abalaria por nada.

Créditos para –  https://oquesignifica.wordpress.com/2014/02/14/o-que-significa-ter-sangue-de-barata/

 

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Não aceite a “mediocridade”… 🏆

Somos o resultado das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, das ações que realizamos.

Ao ler um livro sobre “realizações”  dia desses,  me chamou especial atenção a afirmativa de que a grande maioria das pessoas acomoda-se em ser “medíocre”,  ou  “mediano”.

Embora sintam-se  não totalmente satisfeitas  em vários aspectos da vida, estão abaixo do que gostariam, aceitam isso passivamente, não se movem suficientemente ao contrário para encontrar soluções  e caminhos que as projetem  a níveis superiores.

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A questão que fica martelando é:  por que contentar-se com menos,  tendo em si o potencial de realizar mais?   Considerando a premissa de que todos nascem com as mesmas prerrogativas, então onde ficam guardadas as energias, motivações para a busca de melhores resultados?

  • Será que as pessoas não se percebem merecedoras, dignas, capazes  de terem melhores desempenhos e conquistas?
  • Será que existe uma certa comodidade em terceirizar essa responsabilidade a outros?  (pessoas, instituições)  É mais confortável apontar a outros ao invés de dedicar-se, agir?
  • Será que há uma espera por “milagres”?   Se, por exemplo,  o aluno não estuda,  não passará pelo vestibular.  É uma questão de lógica.
  • Os problemas são os outros. ?!?!? Uma das formas de reconhecermos nossos erros e acertos é pelo olhar dos outros,  pelas convivências, que expõem nossas fragilidades, nossas dificuldades e problemas.  Ora,  então os  “outros é que são o inferno”,  já dizia o pensador francês, Sartre.

Enquanto isso a vida passa ,   e rápido.

“A vida é curta demais” é repetido com frequência suficiente para ser um clichê, mas desta vez é verdade. Você não tem empo para ser infeliz e medíocre. Isso não é apenas sem sentido; é doloroso.” Seth Godin

Aprendi que  uma das grandes dificuldades para a realização das pessoas,  reside no “COMO”.  Elas sabem o que gostariam de alcançar,  o sonho, objetivo. Mas nem sempre possuem a habilidade ou o conhecimento de  “como” fazer.

Faço também uma conexão  com a cultura e a educação.  Observo que o  contexto cultural e o processo educacional pelos quais  uma pessoa passa,  exerce importante influência na capacidade para essas conquistas.

Posto isso,  quero ressaltar o “desenvolvimento pessoal” como  um cenário estratégico para  viabilização dos resultados almejados.  Do “sucesso”,  para alguns.   Adotar uma mentalidade de aprendiz,  o tempo todo,    buscando aprender o que for necessário rumo aos planos e projetos.    Seja na área de relacionamentos,  financeira,  espiritual,  emocional, etc.

“Se você quer que sua vida seja diferente,  precisa estar disposto a fazer algo diferente, em primeiro lugar. ”  Kevin Bracy

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Outro dia  comentei aqui no blog sobre  escrever um rápido diário.  Considero uma das práticas simples e rápidas para uma reflexão contínua acerca das escolhas e ações.  Poder favorecer o caminho de evolução.

Rumo ao primeiro passo?

Conte comigo.  Por meio da metodologia do coaching,  tenho ajudado as pessoas a se capacitarem,  a pensarem sobre como conquistar suas metas e objetivos.

Bjo,
Darlene

Palavras conectam… 📚

Sempre nos demos bem..   suas histórias, seu interesse pela literatura,  seu gosto pela educação…  tanto “reparo” de admiração tenho por ela, minha tia.  Recente tomamos um café em casa e fomos ao cinema. Desses programas adoráveis… de muita prosa.

Ao passar pela livraria…  não havia como escapar.  Juntas, desfrutávamos do lugar.    E não é que ao procurar um livro de poesias ela descobriu alguns tesouros..??  Com um sorriso estampado, meio que justificando alguns achados comentou:  “ah, tenho certeza que eu escolhi a profissão certa”.

Descobriu dois livros.. . sobre o amor,  sobre relações, sobre a vida.   Eram livros compostos por frases..  inspirações.  Ela os folheava e encantava-se.  Conhecemos juntas o Lucão, publicitário de Goiás (do blog Abra o bico), e o Carpinejar, poeta dos guardanapos.  Ao folhear saboreávamos as palavras cheias de sentimento, de sentido. Muitas pareciam de dentro da gente. A literatura faz isso com, conecta.  Irresistíveis, ela levou os dois pra casa.

Ao sair do cinema fez questão de voltar lá e me comprar  mais um deles de presente… Aí não resisti, comprei o outro. rsss   Acabei carregando também os dois autores. ..  o poeta que escreve nos guardanapos.   O livro dele,  como se fosse um pacote de guardanapos destaca-se.. como que para  jogar com as frases, com as palavras numa boa mesa de convivências,  de “dedo de prosa”,  como falamos em Minas.

A d o r e i ..

 

p.s –

Algumas das pérolas dos dois livros aqui pra você leitor, também..

Postergou algo muito importante?⏱

Postergou algo muito importante??

Cuidado.

Certifique-se, absolutamente, que conseguirá cumprir com esse intento em data futura.  Garanta.

Sabe por que ?

Porque o tempo passa muito rápido e quando a gente se dá conta,  já foram semanas, meses e anos até,   como muito bem diz a poesia do Mário Quintana.  (anexada aqui)

 Deixamos pra trás muitos sonhos, projetos e ideias porque priorizamos a chamada “urgência” do agora.   Esse agora que carrega um saco de dificuldades.

  • Agora não dá,  tenho que juntar mais dinheiro.
  • Agora não dá,  precisa ser nas férias.
  • Agora não dá, tenho que acudir lá em casa.
  • Agora não dá, ainda não tenho diploma.
  • Agora não dá, preciso aprender melhor o inglês.
  • Agora não dá, não consigo tempo pra planejar isso.

Não Agora Não Depois??    É isso que vejo acontecer inúmeras vezes.  Projetos dentro da gaveta do criado mudo,  ou na do trabalho,  esperando uma atenção especial do dono –  “quando der vejo isso”.      Final do ano,  ele aparece um pouco na pauta,  nos votos para o novo ano, mas em seguida,  quase que imperceptivelmente, se apaga novamente.

Sinto te informar… agora já foi.

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Se isso não ocorre com você, receba meus efusivos e sinceros cumprimentos…  !!!!

Quer ver?  Tudo requer tempo  e ele está lá,  passando junto, inexoravelmente.   Pense, por exemplo,  no seu corpo físico.  Como ele mudou e responde bem diferente  à medida que você acumula algumas dezenas na idade.  Um corpo de vinte anos tem respostas  bem diferentes do corpo de cinquenta.

Certa vez li um livro chamado “Meu pescoço é um horror”,  de uma roteirista americana. Uma leitura leve, bem-humorada  e com muitas mensagens sobre o avançar a idade.   Até emprestei esse livro, mas nem sei mais pra quem.. (rsss).  Será problema de memória? (rss)   A autora disse algo muito simples e verdadeiro: depois de determinada idade,  os tempos são diferentes e a  gente precisa reservar mais boras na agenda pra  “manutenção”.   Eu interpretei assim… manutenção do físico,  da família,  das amizades,  dos relacionamentos,  das atividades, da energia,  da saúde…  etc. etc. etc.

É a mais pura REALIDADE.    Assim como as outras máquinas,  a máquina física,  utilizada a vida toda (sabe-se lá como)  começa a apresentar sinais provenientes do “uso”: a queda na produção dos hormônios,  dos cabelos,  as articulações começam apresentar por vezes, sinais de cansaço,  entre outras outras coisitas mais.

Mas .. o intuito aqui,  não é abordar os impactos do envelhecimento,  é ACORDAR as pessoas para a vida que têm nas mãos  e para que não deixem de abrir a gaveta, o criado “mudo”  e  tirar pra fora todos os seus projetos adormecidos.  Pensar, elaborar e criar condições para realizar  as experiências que anseiam viver.   Não postergue,  não protele,  não deixe guardado…

Porque quando vê … já foi.

bjo,

Darlene

 

O Poema de Mario Quintana, conhecido como  “O Tempo”, tinha um outro nome no seu original,  “Seiscentos e Sessenta e Seis”,  cuja publicação data de 1980 – na obra Esconderijos do Tempo.  Ele o escreveu aos setenta e quatro anos,  numa idade madura e cheia de sabedoria sobre a vida.

SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS

A vida é uns dos deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

 

Experimente sair do lugar comum. Vale a pena! 🏠

Nos últimos anos tenho sido adepta dos novos modelos de compartilhamentos de “ativos”, de coisas.   Alguns, especialmente os profissionais de negócios, os conhecem também como “sharing economy“,  a economia do compartilhamento,  onde se “divide” algo com outras pessoas,  desde casas, carros,  ferramentas, roupas, bicicletas, livros, …., o que fizer sentido ou o que a criatividade conseguir alcançar.

Tenho apreciado  as experiências como  UberAirbnbhostel,  e outras.  Já me hospedei, pelo Airbnb,  em casas inteiras, em quartos  de casas com os seus moradores,  e também em outros países (algumas cidades da Itália, por exemplo).

É um verdadeiro “aprender” com o inusitado. É sai do lugar comum! Cada situação é única, singular. Trata-se de um interessante,  e não necessariamente fácil,  exercício de desprendimento.  Por esses caminhos afora,  experimentei dificuldades, facilidades, mas o mais legal de tudo,  conheci muitas pessoas de bem.    Sou grata por isso!!!

Recentemente, após vários dias de intensa adaptação, vivendo uma  busca incessante por lugares “legais” para morar,  utilizei novamente o modelo.  Entrei pra ficar por 15 dias  na casa de alguém que não conheço.  Aliás, conheço sim. Calma, vou explicar.  Quando mencionei “conhecer” aqui não significa encontrar,  conversar, olhar no olho,  Significa sentir afinidades pelo estilo do seu lugar,  pela mobília e sua disposição,  pelas suas cores, pela textura das paredes, pelos objetos cuidadosamente colocados,  pelas sutilezas dos detalhes.

IMG_4863Encontrei peças e móveis em  “madeira de demolição” trabalhados na arte colorida parecendo coisa das Minas Gerais, minha terra de origem.   A mesa, coberta com um cuidadoso e colorido forro,  dando um ar de graça e de alegria, aquele jeito próprio da  “casa da gente”,  pronta pra chegar, sentar e comer.  Meio que convidando  pra um “dedo de prosa” ao melhor estilo mineiro.

Tem mais..

Me deparei com informações de países por onde passei e que de novo, me acordaram boas e felizes recordações:   os sapatinhos de Amsterdam,  as garrafas de vinho da Italia, os bibelôs da torre Eiffel,.  ah Paris…  Até o gosto pelos cafés,  vinhos, livros, artes e pelas viagens, coincidiu.  Diga-se de passagem,   são minhas  grandes preferências na vida.  Estava tudo ali…

Logo que li o anúncio desse lugar, gostei. E fui receptivamente aceita, pelo contato digital.  Ao chegar,  me esperava  um “elaborado” escrito de “instruções” de como viver melhor na casa.  Coisas do tipo:  horário do lixeiro,  o “abre e fecha” de torneiras,  funcionamento dos eletrodomésticos, jeito de lidar com o armário,  local onde se encontrava o detergente da lava-louças, entre outras.  Parecendo mesmo coisa de família,  conselhos e orientações de mãe pra filha(o) talvez.

Sou grata demais por esse aconchego..  por  sentir-me  literalmente em casa,  por esse calor gostoso de um canto vivo (é isso,  vivo) no meio da parte árida de São Paulo.  Olha, confesso, eu estava mesmo precisando disso.

 

Nunca imaginaria que um lugar pudesse me abraçar desse jeito.  Senti-me  parte dali. Seja lá quem for a dona ou o dono, posso afirmar,  já gostei de você!!  💜 (descobri depois que escrevi esse artigo, era um casal em viagem)

Amei, Darlene

Ops… … tem mais…

 

A coragem é um caso se amor com o desconhecido.  Osho

e por falar em coragem….

Vou pegar uma carona no assunto de ser aconchegado por outras pessoas e fazer uma provocação:  Quer testar novos modelos,  viver experiências diferentes?? Veja aqui algumas referências pra você pesquisar!!

Airbnb – casas e quartos de outras pessoas que você pode alugar por alguns dias – http://www.airbnb.com.br

WorldPackers – Encontre oportunidades em mais de 100 países para viajar trocando suas habilidades por hospedagem – intercâmbio de trabalho.
http://www.worldpackers.com

Couchsurfing -a expressão pode significar  “surfe no sofá”,   a proposta é exatamente essa: os surfistas (viajantes) procuram encontrar pessoas pelo mundo com a disponibilidade de compartilhar o seu sofá por uma ou mais noites. (gratuitamente). \  http://www.couchsurfing.com

Trocacasa – um site que viabiliza a troca de casa nas férias,  em vários países do mundo.  os moradores podem trocar de casa por um período.
http://www.trocacasa.com

Compartilhamento de carros – (favorece a mobilidade urbana)  – Dirija  um  carro, sem se preocupar com IPVA, seguro, etc… etc.. e às vezes com  vaga de estacionamento garantida no centro da cidade… (ohh). Várias empresas estão apostando nesse modelo pelo mundo afora.  Modelos: Free Floating, One Way, Round Trip e Peer to Peer.  Cada modelo oferece características próprias.    Algumas empresas: ZAZCAR no Brasil, Car2go,  Drivenow,  Autolib,  Vulog, Turo,  Getaround,  Fleety,  Pegcar.  entre outras.

Uber – carros de outras pessoas e com motorista, o próprio dono. ( esse todo mundo conhece) (kkk) –
http://www.uber.com

 

Até mais,

Darlene

 

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Satisfação!!! Cadê? 👩🏻‍🎓👩‍🍳👨🏾‍🌾👨‍🚀👩🏾‍🔬👩‍🎤👨‍💻

A fonte de verdadeira satisfação  provém,  em torno de 60% ou mais,  de atividades produtivas, e também de realizações do trabalho.  Quando tive acesso a essa informação,  me veio à tona,  a busca incessante das pessoas,  por prazeres de todo tipo e em toda parte,  para “aproveitar a vida”.   Daí que acabam encontrando boas sensações, entretanto,  aparecem como fugazes.  Obviamente que não se pode generalizar,  existem casos e casos.

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Entretanto,   e o mais legal  é  considerar que o trabalho,  “maldito” por muitos,  por ser “penoso”,   “difícil”  e  até mesmo  “um castigo” –  predicados que aprendemos ao longo da vida –    é fonte de muitas realizações positivas e duradouras.

Certa vez,  faz muitos anos,  assisti um show do Toquinho, num encontro anual de executivos,  promovido pela empresa e algo que  ele disse ao final,  me marcou  e  tenho comigo até hoje:

“Estou fazendo a coisa que mais gosto,  música.   E ainda ganho dinheiro pra isso.”

Pensei comigo,   que privilégio poder ganhar dinheiro com a realização de gostos, de prazeres da vida.  Muitos anos depois,  participei de um evento em São Paulo,  com o Rick Jarow,   o autor do livro “Criando o trabalho que você ama”.,   e mais uma vez essas reflexões vieram  à tona.

  • É possível trabalhar com o que se ama?  Ou é uma utopia?
  • Será um privilégio para poucos,  como o Toquinho?
  • Fazer o que se gosta,  o que se ama, nem sempre “dá dinheiro”.

O fato é que a gente para muito pouco pra pensar no que “de fato”, no que  “realmente” gostamos, no que realmente somos.   Inundados por influências,  por modelos pre-concebidos,  muitas vezes “achamos” que gostamos.  Vez ou outra,  uma voz interna cochicha o contrário.  Parece nossa consciência ou nossa alma querendo um espaço pra respirar (rs)…

Lendo a Revista Vida Simples,  um texto(capa),  assinado pela querida e editora  Ana Holanda,  entitulado “Como encontrar o trabalho dos sonhos” me deparei de novo com essas mesmas questões.   Palavras afetuosas e que me fizeram pensar  novamente nas motivações que nos impulsionam a agir na vida.   Mais especialmente a agir para o trabalho.    Ela adiciona o elemento “alma”…  qual o trabalho sua alma quer?.   E menciona:

“E essa escuta,  a da alma, é algo que a gente demora a apurar. “

Arrisco dizer que muitos não chegam lá (rs).  Lembrei daquele número que mencionei no início desse artigo, que repito,  “em torno de 60%”  das realizações com satisfação verdadeira provêm de  atividades produtivas. Conectei com a frase citada na revista,  do filósofo Albert Camus,  que gostei muito:

˜Sem trabalho, toda a vida apodrece, mas, quando o trabalho é desprovido de alma, a vida sufoca e morre.

Encontrar o que nos motiva,  o que realmente nos mobiliza à realizações profundas e positivas  requer o exercício do autoconhecimento.  Requer parar pra pensar,  requer fazer escolhas.  Quando desenvolvi o 4TOUCH,   um programa destinado ao desenvolvimento pessoal,   que ajuda as pessoas a saírem da inércia e serem mais realizadoras,  eu mantinha essas reflexões cultivadas por anos,  como pano-de-fundo. Logo instituí o primeiro módulo voltado ao autoconhecimento. Para estimulá-las a pensarem sobre si mesmas,  seus valores,  seus gostos pessoais,  suas habilidades, suas motivações,  seus propósitos e significados.

Esses caminhos de descobertas,  de diálogos internos podem ser muito valiosos,  seja para confirmar os caminhos já escolhidos, seja para decidir por outros.   O fato é que,  ampliar o nível de consciência do que se é favorece muito a conquista de uma vida mais plena, com mais significado e porque não dizer,  mais feliz?

Até sempre,

Darlene

 

 

 

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