#asmelhorescoisasdavidanãosãocoisas

Consenti tannnnto com esse posicionamento do Mark (autor do livro “a sutil arte de ligar o foda-se”, que decidi compartilhar com você.

Isso não significa que compartilho de todas as ideias dele.  Algumas ainda têm me feito pensar sobre (rs).   Mas nada como dedicar nosso tempo de vida às questões realmente importantes e permanentes.  Essas sim, alimentam a alma e promovem a alegria de viver.

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tome nota..

“Nada contra bons negócios, mas ter necessidades demais faz mal para sua saúde mental.  Você acaba se agarrando demais ao que é superficial e falso, dedicando a vida à meta de alcançar uma miragem de felicidade e satisfação.

O segredo para uma vida melhor não é precisar de mais coisas; é se importar com menos,  e apenas com o que é verdadeiro, imediato e importante. “

Mark Manson

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Raiva suga sua energia.👊

Observou-se enfurecido por algo, ou por alguém?

Certa vez ouvi a seguinte resposta:  “Lógico,  ou você acha que tenho sangue de barata?” Rolei.. (rss)

Humanos são assim … tem emoções,  tem “repentes”,  temperos de toda ordem e por conta de alguns desses ficam até ensimesmados  (recolhidos em si), amargando.  Por vezes,  corroem-se  por dentro de tanto ficar pensando. Tem os que adoecem. Mas não arredam o pé da emoção.  A mantêm ali firme e forte, como um sanguessuga.

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O fato é que quando você se permite embolar nesse estado emocional / mental está deliberadamente entregando seu poder a  “isso”. 

Sentir raiva consome energia. você fica mais fraco.   Tem energia de sobra?  

A vida taí chamando..  gritando!!   A-cor-da!.

Existem  inúmeras outras questões precisando de sua energia, da sua capacidade de solução.  Há que considerar se  vale a pena colocar  “a raiva” em pauta.  E certamente a pessoa/situação que provocou isso em você não está nem ai.

É hora de pensar em  seguir em frente e concentrar as suas energias onde possa realmente ter realizações construtivas, onde possa transformar, fazer a diferença no seu entorno. 

Quando você se sentir prestes a ter um ataque de raiva,  busque um pensamento que lhe ajude a cortar o mal pela raiz.

Que tal esse:

“…não é viril ficar enfurecido. Pelo contrário, gentileza e civilidade são mais humanas e, portanto, mais masculinas. Um homem de verdade não cede à raiva e ao descontentamento, e essa pessoa tem força, coragem e perseverança – ao contrário da raiva e da queixa. Quanto mais próximo o homem chega a uma mente calma, mais perto ele está da força. ” 

tradução livre do stoic diary

Vida forte que segue,

bjos,


P.S.

 

Texto do blog  “O que significa”

Sangue de Barata 

Praticamente todo mundo já ouviu e até já utilizou essa expressão: “fulano tem sangue de barata”, “acham que eu tenho sangue de barata” e por aí vai.

Mas afinal, o que o dito popular quer dizer? Relaciona-se o ‘sangue de barata’ com a falta de atitude ou que esperem que você não tenha atitude. Alguém que aceita demais, não questiona. Apático. Não se opõe, não arrisca. Alguém medroso e que não responde a qualquer desaforo.sangue-de-barata

A barata, assim como a maioria dos insetos, não tem sangue (eles tem o que é chamado de hemolinfa que não apresenta pigmentos e é transparente). Dizem que o sangue é o condutor da nossa sensibilidade ao coração, e pela falta do ‘tradicional’ sangue na barata, a pessoa com o tal sangue de barata tem essa insensibilidade que a faz agir como descrevemos acima.

Há explicação também falando que quando estamos nervosos ficamos o sangue quente, o sangue sobe e como a barata não tem sangue convencional, teria sangue frio e não se abalaria por nada.

Créditos para –  https://oquesignifica.wordpress.com/2014/02/14/o-que-significa-ter-sangue-de-barata/

 

Não aceite a “mediocridade”… 🏆

Somos o resultado das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, das ações que realizamos.

Ao ler um livro sobre “realizações”  dia desses,  me chamou especial atenção a afirmativa de que a grande maioria das pessoas acomoda-se em ser “medíocre”,  ou  “mediano”.

Embora sintam-se  não totalmente satisfeitas  em vários aspectos da vida, estão abaixo do que gostariam, aceitam isso passivamente, não se movem suficientemente ao contrário para encontrar soluções  e caminhos que as projetem  a níveis superiores.

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A questão que fica martelando é:  por que contentar-se com menos,  tendo em si o potencial de realizar mais?   Considerando a premissa de que todos nascem com as mesmas prerrogativas, então onde ficam guardadas as energias, motivações para a busca de melhores resultados?

  • Será que as pessoas não se percebem merecedoras, dignas, capazes  de terem melhores desempenhos e conquistas?
  • Será que existe uma certa comodidade em terceirizar essa responsabilidade a outros?  (pessoas, instituições)  É mais confortável apontar a outros ao invés de dedicar-se, agir?
  • Será que há uma espera por “milagres”?   Se, por exemplo,  o aluno não estuda,  não passará pelo vestibular.  É uma questão de lógica.
  • Os problemas são os outros. ?!?!? Uma das formas de reconhecermos nossos erros e acertos é pelo olhar dos outros,  pelas convivências, que expõem nossas fragilidades, nossas dificuldades e problemas.  Ora,  então os  “outros é que são o inferno”,  já dizia o pensador francês, Sartre.

Enquanto isso a vida passa ,   e rápido.

“A vida é curta demais” é repetido com frequência suficiente para ser um clichê, mas desta vez é verdade. Você não tem empo para ser infeliz e medíocre. Isso não é apenas sem sentido; é doloroso.” Seth Godin

Aprendi que  uma das grandes dificuldades para a realização das pessoas,  reside no “COMO”.  Elas sabem o que gostariam de alcançar,  o sonho, objetivo. Mas nem sempre possuem a habilidade ou o conhecimento de  “como” fazer.

Faço também uma conexão  com a cultura e a educação.  Observo que o  contexto cultural e o processo educacional pelos quais  uma pessoa passa,  exerce importante influência na capacidade para essas conquistas.

Posto isso,  quero ressaltar o “desenvolvimento pessoal” como  um cenário estratégico para  viabilização dos resultados almejados.  Do “sucesso”,  para alguns.   Adotar uma mentalidade de aprendiz,  o tempo todo,    buscando aprender o que for necessário rumo aos planos e projetos.    Seja na área de relacionamentos,  financeira,  espiritual,  emocional, etc.

“Se você quer que sua vida seja diferente,  precisa estar disposto a fazer algo diferente, em primeiro lugar. ”  Kevin Bracy

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Outro dia  comentei aqui no blog sobre  escrever um rápido diário.  Considero uma das práticas simples e rápidas para uma reflexão contínua acerca das escolhas e ações.  Poder favorecer o caminho de evolução.

Rumo ao primeiro passo?

Conte comigo.  Por meio da metodologia do coaching,  tenho ajudado as pessoas a se capacitarem,  a pensarem sobre como conquistar suas metas e objetivos.

Bjo,
Darlene

Palavras conectam… 📚

Sempre nos demos bem..   suas histórias, seu interesse pela literatura,  seu gosto pela educação…  tanto “reparo” de admiração tenho por ela, minha tia.  Recente tomamos um café em casa e fomos ao cinema. Desses programas adoráveis… de muita prosa.

Ao passar pela livraria…  não havia como escapar.  Juntas, desfrutávamos do lugar.    E não é que ao procurar um livro de poesias ela descobriu alguns tesouros..??  Com um sorriso estampado, meio que justificando alguns achados comentou:  “ah, tenho certeza que eu escolhi a profissão certa”.

Descobriu dois livros.. . sobre o amor,  sobre relações, sobre a vida.   Eram livros compostos por frases..  inspirações.  Ela os folheava e encantava-se.  Conhecemos juntas o Lucão, publicitário de Goiás (do blog Abra o bico), e o Carpinejar, poeta dos guardanapos.  Ao folhear saboreávamos as palavras cheias de sentimento, de sentido. Muitas pareciam de dentro da gente. A literatura faz isso com, conecta.  Irresistíveis, ela levou os dois pra casa.

Ao sair do cinema fez questão de voltar lá e me comprar  mais um deles de presente… Aí não resisti, comprei o outro. rsss   Acabei carregando também os dois autores. ..  o poeta que escreve nos guardanapos.   O livro dele,  como se fosse um pacote de guardanapos destaca-se.. como que para  jogar com as frases, com as palavras numa boa mesa de convivências,  de “dedo de prosa”,  como falamos em Minas.

A d o r e i ..

 

p.s –

Algumas das pérolas dos dois livros aqui pra você leitor, também..

Gerenciando suas escolhas!🖌

Para os profissionais que estão em busca de uma formação diferenciada,   que gostam de estabelecer metas desafiadoras para si mesmos e construir novos caminhos, compartilho uma palestra realizada pelo Filipe Nunes. Engenheiro agrônomo, graduado pela Universidade Federal de Uberlandia, com parte na França,  MBA e Mestrado em Relações Internacionais nos Estados Unidos.

Captura de Tela 2018-06-04 às 11.41.31Ele, logo no inicio da vida profissional já realizava reflexões sobre o trabalho, suas implicações e oportunidades.  Decidiu investir em seu desenvolvimento pessoal e para isso precisou revisitar seus hábitos diários,  reformular a forma como utilizava seu tempo e estabelecer outras práticas. Literalmente,  fazer ESCOLHAS importantes.

Conquistou, a partir de mudanças essenciais,  dedicar mais do seu tempo físico e mental para sua formação,  tendo sido aprovado em duas Universidades Americanas para cursar o conhecido MBA americano.   Optou por realizar o MBA na Wharton School,   juntamente com um Mestrado em Relações internacionais  no Lauder Institute, ambos na Universidade da Pensilvânia,  na Philadelphia.

Estive pessoalmente na Universidade e pude conhecer de perto a instituição, sua estrutura e organização, o que me impressionou fortemente.  A Universidade da Pensilvania foi a primeira universidade americana, criada no ano de 1740, por Benjamim Franklin.

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Essa palestra do Filipe foi proferida antes dele ir para os cursos que citei acima, onde ele compartilha um pouco de suas reflexões, boa parte ocorrida nesse momento de preparação.

Quer conhecer o Filipe, o que pensou, o que realizou.?

Assista no dia 11.06 – as 20 horas a reprise da palestra “Gerenciando suas escolhas” –

Basta clicar aqui e garantir sua vaga.

 

 

 

 

 

Hora da “PÁ de CAL” . 🗑

Ninguém está ileso a essa situação.  Você planeja, organiza,  constrói expectativas em um projeto,  em realizar algo e,  de repente, por questões “internas” individuais,  ou por força de circunstâncias “externas”,  precisa suspender.  Colocar no oxigênio, como diria Oscar Motomura.   Momento de colocar em ponto de espera, ou simplesmente,  momento de cancelar.  Literalmente,  jogar a pá de cal.  (rs)

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Você olha longe, mas seus olhos se perdem porque não estão vendo nada à frente.  A mente toma o controle,  se atordoa, um turbilhão de pensamentos a atravessam como raios.

E agora?

Aprendi com o autor da Logosofia que não se deve colocar a VIDA dentro dos problemas e sim,  os problemas dentro da vida.   Eles são sim, obstáculos, mas que podem e devem ser superados, por meio do aperfeiçoamento.

Gosto dessa frase:

“como oxigênio para o fogo, obstáculos e adversidades se tornam combustível para o seu potencial.”

Algumas dicas:

  1. Não fique remoendo o insucesso,   o fracasso,  ou a necessidade do cancelamento do seu projeto.  Pensamentos negativos, de esmorecimento ou vitimização de  nada resolverão.  Hora de mudar os pensamentos e olhar pra frente. Levante o olhar.

    fonte: https://www.youtube.com/watch?v=D9KiJHXYqTw
  2. Desapegue-se de coisas (anotações,  materiais,  equipes),  de ações que estavam ligadas ao projeto anterior.  Elas só servirão para ficar te acordando memórias e te impedindo de ir à frente.
  3. Identifique novas oportunidades para você. O mundo é cheio delas.  Comece a realizar um exercício de abstração (abertura de visão)  e elenque tudo que lhe venha à cabeça (brainstorming).  Atenção:  nesse momento faça isso sem filtros e julgamentos.  As restrições são mestres em aparecer e nos impedir de criar. Colocamos muitos empecilhos com os modelos mentais que construímos ao longo da vida.
  4. Escolhas – Faça pesquisas e aprofundamentos,  PENSE.  Pesquise, leia,  realize investigações sobre as novas oportunidades que identificou.   Além disso, pense,  reflita sobre os prós e contras de cada uma delas.  Isso lhe ajudará fazer escolhas e  colocar foco.   Em geral as pessoas querem abraçar muitas coisas ao mesmo tempo e isso exige cuidado.  O tempo é limitado e assumir mais do que se pode realizar é pedir  para não ter resultados.

No meu post  “encerrando CICLOS‘,  comento um pouco sobre  concluir etapas relacionadas a profissão.  Se tiver interesse, dá um pulo lá..

É preciso mais que coragem par jogar a pá de cal no que não deu certo e partir para novos caminhos.

Abra espaço no seu tempo, na sua mente para o novo. Hora de adotar uma postura de “renovação”,   de novos horizontes,  de AÇÃO.  Se precisar de ajuda para isso, conte comigo. Os processos de Coaching podem ser muito úteis nessa hora.

Até sempre.

Darlene

P.S.  – a expressão popularmente utilizada “jogar a pá de cal”  refere-se ao costume antigo de  se encerrar um sepultamento com cal.  O pó ajuda na decomposição e  evitar a contaminação do solo, uma vez que absorve o liquido produzido.   Assim,  significa  encerrar, finalizar, concluir.

 

Hora de escrever uma história diferente! Acende a luz! 🖌

Por ocasião de uma das certificações internacionais em Coaching tive acesso a uma diversidade de informações interessantes  e úteis,  que ampliaram ainda mais minhas referências sobre os seres humanos,  seus comportamentos e oportunidades.  Esses conhecimentos  me ajudaram a revisitar meus próprios paradigmas. Hora de dar o crédito ao Rhandy,  e aproveitar para ser grata a ele por esse insight.

Quero compartilhar com você uma delas, de forma muito simplificada, obviamente, mas que represento aqui pela imagem de um interruptor.   Isso,  um interruptor,  que se você  pressionar,   obterá mais clareza,  terá luz.

Mais luz pra você, mais luz para seu espaço, mais luz  pra sua vida.

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Os seres humanos  (eu, você e todo mundo)   crescem cercados de rótulos, de conceitos encaixotados. Na grande maioria das vezes, assimilamos isso como nosso.   Esses rótulos ou “embutidos” acabam por incorporar  aos nossos comportamentos,  nossos pensamentos e  às nossas histórias.  Vou te dar alguns exemplos:
“Mané é agressivo”,
“Fátima é ciumenta.”,
“Joãozinho se irrita facilmente.”,  “Pedro não é confiável”.

Mas é exatamente aí que mora a oportunidade.  Essas características representam apenas  rótulos.  Não são as pessoas.

Repetindo, que é pra ligar a luz (rs).  São rótulos, não são as pessoas.

Se não se der conta do potencial disso na vida,  poderá passar a vida toda carregando esses bonecos e fazendo e refazendo suas histórias com eles.  A oportunidade aqui é desencadear a possibilidade de escrever novas histórias.  Só que,  SEM  os embutidos.  Sem eles, os rótulos.  Não parece simples?  Só parece.  O processo para identificar esses  “incorporados”  não é tão óbvio e fácil e exige uma vontade interna importante para auto-observação, para a revisão necessária e para promover a mudança.

Hoje, especialmente estava refletindo sobre um rótulo que incorporei por conta de uma experiência infeliz que vivi.  É como se essa vivência tivesse criado uma ferida e pior,  passou a fazer parte de mim, das minhas histórias.   Me pego observando a “repetência”. Se estivesse na escola, teria repetido o ano.  (bombado). Por isso a importância de criar um ferramenta pra fazer isso mudar.  O papel do coach é muito esse, de ajudar a realizar as mudanças que as pessoas precisam.

TEORICAMENTE  parece simples.  Mas não é.  No papel,  nas palavras.. pode até  ser.

Na prática, na realidade,  são  necessários,  além da identificação dos rótulos,  os esforços concentrados para remoção.  E a teoria nem sempre anda junto com a prática.

O grande de tudo é que “você pode escrever uma história diferente”  e não ficar preso aos modelos passados,  embutidos e inculcados ao longo do caminho percorrido.

Liga o interruptor ….   a história tá só começando…

bjo

Darlene