Belo “Professor polvo”

Outro dia mesmo eu estava aqui comentando sobre A odisseia de Jacques-Yves Cousteau – filme que nos chama atenção para as maravilhas do mar e da necessidade do cuidado com este ecossistema. Hoje vou trazer uma nova sugestão e alguns poucos comentários sobre o filme – Professor polvo.

Craig Foster, um cineasta que na infância teve a oportunidade de morar numa casa banhada pelo Oceano Atlântico é o protagonista deste documentário. Essa proximidade lhe rendeu estima e afinidade incríveis pelo mar e seus habitantes. Adulto e numa fase delicada da vida retorna a essas origens e vive uma beleza de história mergulhando muitos dias na região do Cabo Ocidental na África do Sul. Esse momento de grande beleza e realizações internas virou um documentário na Netflix. Uma delícia de assistir, seja pela maravilhosa fotografia, trilha sonora impecável, seja pelo roteiro sensível e elegante.

A história nos leva ao fundo do mar e suas belezas, suas cores e movimentos. Nos faz pensar na preservação ecológica, nos ensinamentos de muitas ordens. Foster, a partir de uma disciplina, conhecimento, paciência, observação minuciosa, resiliência e perseverança demonstra o quanto tudo isto foi instrumento para uma “reconfiguração”. Podemos aprender muito por meio de sua vivência e de seu olhar detalhista, o que tornou a experiência delicada e agradável.

Vale a pena!

“Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que ali jamais poderíamos viver sozinhos.
Então levamos mais alguém. E esta pessoa, chamada de dupla, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós. Porque, além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo que vimos e sentimos. E em duplas, passamos a ter equipes, e estas passam a ser cada vez maiores e mais unidas.

E assim entendemos que somos todos velhos amigos mesmo que não nos conheçamos. E esse elo que nos une é maior que todos os outros que já encontramos. E isso faz com que nós mais do que amigos, sejamos irmãos. Faz de nós, mergulhadores.

Jaques-Yves Cousteau

Darlene Dutra

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A odisseia de Jacques-Yves Cousteau – filme

Filme de 2016 exibido no Prime Vídeo retrata uma parte das experiências de vida do cineasta francês Jacques-Yves Cousteau (Lambert Wilson), um explorador da vida aquática. Um aventureiro visionário que deixa a vida tradicional para morar e viajar no seu navio Calypso, em busca de descobertas.

Dado o seu principal foco e dedicação intensiva ás aventuras e pesquisas marítimas colecionou dificuldades em outros aspectos de sua vida: a relação com a esposa e os filhos. Desafios que precisou superar ao longo do tempo e vivências.

 A Odisseia

Obviamente deixou um legado e ficou mundialmente conhecido pelo seu trabalho e expedições. inventou escafandro autônomo e revelou ao mundo, através de livros e filmes, o universo oculto do oceano. Sua obra mais famosa foi “O mundo silencioso”, pela qual recebeu prêmios.

As suas preocupações e lutas pela preservação ambiental foram marcadas de conquistas e uma de suas mais importantes bandeiras.

Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que ali jamais poderíamos viver sozinhos.
Então levamos mais alguém. E esta pessoa, chamada de dupla, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós. Porque, além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo que vimos e sentimos. E em duplas, passamos a ter equipes, e estas passam a ser cada vez maiores e mais unidas.

E assim entendemos que somos todos velhos amigos mesmo que não nos conheçamos. E esse elo que nos une é maior que todos os outros que já encontramos. E isso faz com que nós mais do que amigos, sejamos irmãos. Faz de nós, mergulhadores.

Jaques-Yves Cousteau

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Algumas informações adicionais:

Esteve com sua expedição na Amazônia em 1982, percorrendo os 6.800 quilômetros da floresta tropical por terra, água e ar e levantou debates sobre o futuro da biodiversidade e do desmatamento da região. Em 2007 um de seus filhos retornou à região para observar as mudanças ocorridas desde o filme original.

Segue anexado o link de um vídeo desenho que retrata uma entrevista com Jacques Cousteau in 1978, feita por Roy Leonard na Rádio WGN Radio (link youtube). Ele tinha 65 anos e fez uma importante observação acerca da idade quando foi questionado a respeito disto. Um exemplo de que a idade não tem relevância quando a disposição e o propósito são guias mestres.

Informações de suas invenções no artigo da Revista Super Interessante – https://super.abril.com.br/historia/o-homem-que-inventou-o-fundo-do-mar/

Se, por qualquer razão,
uma pessoa tem a oportunidade de levar uma vida extraordinária,
ela não tem o direito de guardá-la para si.

Jacques-Yves Cousteau

Enjoy..

Darlene

Afinal, o que é um cientista?
É um homem curioso olhando por um buraco de fechadura,
o buraco de fechadura da natureza, tentando saber o que está acontecendo

Jacques-Yves Cousteau

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