Crie expertise em aprender

Fiz uma transição profissional relevante há alguns anos. Mergulhei em novos contextos e experiências bem diferentes das que eu estava habituada no mundo corporativo. Me vi criando roteiros, elaborando conteúdos digitais, configurando e implementando processos em plataformas de desenvolvimento e marketing digital, organizando estúdios de gravação e interagindo com palestrantes incríveis. Tudo para construir um Seminário online sobre liderança. O que, aliás, é um dos meus temas de estudo e leituras preferidos. Minha sorte foi ter encontrado uma super parceira, cheia de experiência em educação corporativa. Ao lançarmos juntas o SOS Liderança, aprendemos horrores. Uma experiência que não esquecemos.

Neste evento 100% online (e ainda longe de ter a pandemia) tivemos palestrantes com realidades e conhecimentos diversificados. O Fernando Jucá compartilhou suas atuações e pesquisas com o tema “Expertise em aprender”. Nome do livro que escreveu. Revendo o vídeo dele esses dias percebo algumas colocações ainda tão importantes e atuais!!!!

A velocidade das mudanças é real e instigante. E nós, seres humanos estamos convidados para a primeira fila do processo de adaptação e renovação constante. Resignificar, transformar, revolucionar, … São palavras que surgem com muita frequência no panorama desse mundo inundado de informações e mudanças. E aí entendemos que não basta ficar na plateia, no camarote. Há que repensar.

De acordo com nosso palestrante a nossa capacidade em aprender é ancorada em dois conceitos:

  • a humildade (abertura para crescer) e,
  • o estabelecimento de objetivos de aprendizagem, após o reconhecimento do que ainda precisa ser desenvolvido.

E acrescenta ainda outros ingredientes:

  • Abertura para novas experiências de aprendizagem. Também a capacidade para CRIAR estas experiências que proverão o conhecimento., a adaptação, as mudanças necessárias.
  • Observação, reflexão sobre o que se está aprendendo ao longo do tempo. Atenção para o novo e o desconhecido ao seu redor, questionando modelos e crenças atuais. Mentalidade de crescimento.
  • Efetiva realização, ação: a capacidade de colocar os insights ( pensamentos e experiências) em prática. De nada adiantar aprender se este conhecimento não é levado à vida.

Ao deixar o seu desenvolvimento individual sujeito às definições de outras pessoas ou de outros contextos significa transferir a outros o que não é transferível. Existe uma frase que gosto muito que diz: se você está dedicando todo o seu tempo e energia para realizar projetos de outras pessoas, você está deixando os teus na gaveta, guardados. E aí mora um perigo! O de não realizá-los.

A pressa, o corre corre diário e o consumo do tempo irrefletido leva ao esvaziamento de realizações próprias, do crescimento e desenvolvimento de habilidades pessoais. Tempo é vida. E atenção: nem sempre “MOVIMENTO” significa “AÇÂO”.

A lição aqui é não esperar que os outros façam por você e não adiar teus propósitos e projetos para um suposto momento perfeito. É preciso rever algumas crenças, eliminar justificativas verdadeiras e ser seu protagonista !

Fácil falar, difícil fazer.

Até sempre,
Darlene Dutra

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Belo “Professor polvo”

Outro dia mesmo eu estava aqui comentando sobre A odisseia de Jacques-Yves Cousteau – filme que nos chama atenção para as maravilhas do mar e da necessidade do cuidado com este ecossistema. Hoje vou trazer uma nova sugestão e alguns poucos comentários sobre o filme – Professor polvo.

Craig Foster, um cineasta que na infância teve a oportunidade de morar numa casa banhada pelo Oceano Atlântico é o protagonista deste documentário. Essa proximidade lhe rendeu estima e afinidade incríveis pelo mar e seus habitantes. Adulto e numa fase delicada da vida retorna a essas origens e vive uma beleza de história mergulhando muitos dias na região do Cabo Ocidental na África do Sul. Esse momento de grande beleza e realizações internas virou um documentário na Netflix. Uma delícia de assistir, seja pela maravilhosa fotografia, trilha sonora impecável, seja pelo roteiro sensível e elegante.

A história nos leva ao fundo do mar e suas belezas, suas cores e movimentos. Nos faz pensar na preservação ecológica, nos ensinamentos de muitas ordens. Foster, a partir de uma disciplina, conhecimento, paciência, observação minuciosa, resiliência e perseverança demonstra o quanto tudo isto foi instrumento para uma “reconfiguração”. Podemos aprender muito por meio de sua vivência e de seu olhar detalhista, o que tornou a experiência delicada e agradável.

Vale a pena!

“Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que ali jamais poderíamos viver sozinhos.
Então levamos mais alguém. E esta pessoa, chamada de dupla, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós. Porque, além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo que vimos e sentimos. E em duplas, passamos a ter equipes, e estas passam a ser cada vez maiores e mais unidas.

E assim entendemos que somos todos velhos amigos mesmo que não nos conheçamos. E esse elo que nos une é maior que todos os outros que já encontramos. E isso faz com que nós mais do que amigos, sejamos irmãos. Faz de nós, mergulhadores.

Jaques-Yves Cousteau

Darlene Dutra

#professorpolvo, #jacquescosteau, #mar, #ecologia, #desenvolvimentohumano, #comportamento, #cinema, #filmes, #netflix

A odisseia de Jacques-Yves Cousteau – filme

Filme de 2016 exibido no Prime Vídeo retrata uma parte das experiências de vida do cineasta francês Jacques-Yves Cousteau (Lambert Wilson), um explorador da vida aquática. Um aventureiro visionário que deixa a vida tradicional para morar e viajar no seu navio Calypso, em busca de descobertas.

Dado o seu principal foco e dedicação intensiva ás aventuras e pesquisas marítimas colecionou dificuldades em outros aspectos de sua vida: a relação com a esposa e os filhos. Desafios que precisou superar ao longo do tempo e vivências.

 A Odisseia

Obviamente deixou um legado e ficou mundialmente conhecido pelo seu trabalho e expedições. inventou escafandro autônomo e revelou ao mundo, através de livros e filmes, o universo oculto do oceano. Sua obra mais famosa foi “O mundo silencioso”, pela qual recebeu prêmios.

As suas preocupações e lutas pela preservação ambiental foram marcadas de conquistas e uma de suas mais importantes bandeiras.

Quando vamos até o fundo do mar, descobrimos que ali jamais poderíamos viver sozinhos.
Então levamos mais alguém. E esta pessoa, chamada de dupla, companheiro ou simplesmente amigo, passa a ser importante para nós. Porque, além de poder salvar nossa vida, passa a compartilhar tudo que vimos e sentimos. E em duplas, passamos a ter equipes, e estas passam a ser cada vez maiores e mais unidas.

E assim entendemos que somos todos velhos amigos mesmo que não nos conheçamos. E esse elo que nos une é maior que todos os outros que já encontramos. E isso faz com que nós mais do que amigos, sejamos irmãos. Faz de nós, mergulhadores.

Jaques-Yves Cousteau

Resultado de imagem para jacques cousteau

Algumas informações adicionais:

Esteve com sua expedição na Amazônia em 1982, percorrendo os 6.800 quilômetros da floresta tropical por terra, água e ar e levantou debates sobre o futuro da biodiversidade e do desmatamento da região. Em 2007 um de seus filhos retornou à região para observar as mudanças ocorridas desde o filme original.

Segue anexado o link de um vídeo desenho que retrata uma entrevista com Jacques Cousteau in 1978, feita por Roy Leonard na Rádio WGN Radio (link youtube). Ele tinha 65 anos e fez uma importante observação acerca da idade quando foi questionado a respeito disto. Um exemplo de que a idade não tem relevância quando a disposição e o propósito são guias mestres.

Informações de suas invenções no artigo da Revista Super Interessante – https://super.abril.com.br/historia/o-homem-que-inventou-o-fundo-do-mar/

Se, por qualquer razão,
uma pessoa tem a oportunidade de levar uma vida extraordinária,
ela não tem o direito de guardá-la para si.

Jacques-Yves Cousteau

Enjoy..

Darlene

Afinal, o que é um cientista?
É um homem curioso olhando por um buraco de fechadura,
o buraco de fechadura da natureza, tentando saber o que está acontecendo

Jacques-Yves Cousteau

#jacques-yvescousteau, #filme, #odisseia, #cientista, #desenvolvimentohumano, #ciência, #cience, #pesquisas, #mundoaquático, #waterworld, #darlenedutra, #movies, #sustentabilidade, #ecologia, #proteçãoambiental, #environmentprotection, #environment, #sustentability

thx.. thx.. thx..

2020 foi um ano de muita escrita.
Um verdadeiro afago à alma.
Um caminho de expressão e conexão.
Leitores, escritores e seguidores de
37 países passaram por aqui.
Só tenho a agradecer !! thx, thx, thx …
Seguiremos juntos cuidando de expandir
nossos interesses e conhecimentos.
Por um mundo mais humano!!!

Que 2021 seja de muita saúde e fé a todos!!
Darlene Dutra

Toma a embalagem pelo conteúdo.

No Brasil das décadas de 50, 60 e 70 os carrões faziam o maior sucesso: Dodge Dart, Landau ou Studebaker. Eram coqueluches. Tão logo o primeiro Studebaker chegou na pequena cidade interiorana de Araxá foi adquirido pelo meu avô materno, um declarado apreciador das máquinas: motos, carros e caminhões em geral. Um sujeito simples e despretensioso, dono de uma bela história de vida e trabalho foi pauta de comentários maldosos alheios: “mas como ele pode comprar um carro se nem roupa pra vestir direito ele tem.” Sr. Domingos, o dono da concessionária, respondia a esses comentários com gosto: “sim, ele comprou e pagou à vista”.

Imagem de Lisa Larsen por Pixabay

Eu mesmo já entrei em shoppings caros e lojas sofisticadas vestida de forma simples e por esta conta sequer tive a atenção das vendedoras. Situações análogas sob o ponto de vista de “percepção” e que denunciam a cultura de valorização da imagem, da valorização do “TER” , do suposto “sinal aparente de riqueza”, e das condutas exercidas por um expressivo número de pessoas. Nada contra a posse de produtos e bens. O que trago aqui é o “valor” humano que se é dado mediante a sua “propriedade”.

Esta análise poderia ser ampliada a muitos outros caminhos de preconceitos, mas não é o caso aqui. Eu recordei de várias destas passagens e vivências ao ler um pequeno trecho do discurso feito por Mia Couto, num Instituto de Ciências e Tecnologia de Moçambique, publicado na integra no livro dele “Se Obama fosse africano?“. Ele compartilha muito bem sua visão desta cultura e da importância de promover mudanças.

Transcrevo parte do texto de Mia aqui:

“A pressa em mostrar que não se é pobre é, em si mesma, um atestado de pobreza. A nossa pobreza não pode ser motivo de ocultação. Quem deve sentir vergonha não é o pobre mas quem cria pobreza.

Vivemos hoje uma atabalhoada preocupação em exibirmos falsos sinais de riqueza. Criou-se a ideia que o estatuto do cidadão nasce dos sinais que o diferenciam dos mais pobres.

Recordo-me que certa vez de quando fui comprar uma viatura em Maputo. Quando o vendedor reparou no carro que eu tinha escolhido quase lhe deu um ataque. “Mas esse, senhor Mia, o senhor necessita de uma viatura compatível”. O termo é curioso: “compatível”.

Estamos vivendo num palco de teatro e de representações: uma viatura já é não um objeto funcional. É um passaporte para um estatuto de importância, uma fonte de vaidades. O carro converteu-se num motivo de idolatria, numa espécie de santuário, numa verdadeira obsessão promocional.

Esta doença, esta religião que se podia chamar viaturolatria atacou desde o dirigente do Estado ao menino da rua. Um miúdo que não sabe ler é capaz de conhecer a marca e os detalhes todos dos modelos de viaturas. É triste que o horizonte de ambições seja tão vazio e se reduza ao brilho de uma marca de automóvel.

É urgente que as nossas escolas exaltem a humildade e a simplicidade como valores positivos.

A arrogância e o exibicionismo não são, como se pretende, emanações de alguma essência da cultura africana do poder. São emanações de quem toma a embalagem pelo conteúdo.”

Onde estão reais pobrezas? As pobrezas de espírito, as pobrezas de amor e afeto?
Que condutas podemos ter na nossa esfera de influência para contribuir nesta mudança?

Saudações,

Darlene Dutra

Um dos lados bons da pandemia: somos mais adaptáveis do que pensamos

“Embora eventos estressantes nos tirem do jogo, nosso “sistema imunológico psicológico” tem o poder de se recuperar muito mais rápido do que se pensava anteriormente. Essa é a conclusão de um novo estudo que começou a rastrear um grupo de funcionários em meados de março, assim que os pedidos para ficar em casa começaram a entrar em vigor nos EUA. Depois que Covid-19 foi declarada uma pandemia global.

“Quando acontece um grande estressor, ele nos tira do nosso padrão. Sentimos que não temos controle e simplesmente não somos como nós normais ”, disse o coautor do estudo Trevor Foulk, professor da Escola de Negócios Robert H. Smith da Universidade de Maryland, em um comunicado à imprensa. “Sempre tendemos a pensar que só recuperaremos nosso senso de normalidade quando o estressor passar.”

Em vez disso, Foulk diz que a pesquisa de sua equipe descobriu que a “recuperação psicológica” de eventos intensamente estressantes pode começar enquanto ainda estamos lutando com a experiência.

O estudo acompanhou 122 funcionários, pesquisando-os várias vezes ao dia durante duas semanas sobre como a pandemia Covid-19 influenciou suas vidas. A pesquisa começou em 16 de março de 2020, apenas dois dias depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a Covid-19 havia atingido o status de pandemia global.

O estudo se concentrou na rapidez com que as pessoas encontram o caminho de volta a uma forma de “normalidade”, especificamente observando duas marcas da normalidade: “impotência e autenticidade”.

Consistente com o que a maioria de nós já experimentou, os participantes da pesquisa relataram altos níveis de impotência e inautenticidade durante os primeiros dias do estudo. A pandemia drenou o senso de controle de suas vidas, impedindo-os de participar das atividades e rotinas que informam a autopercepção.

Em apenas duas semanas, no entanto, os participantes começaram a encontrar o caminho de volta à normalidade.

“As pessoas se sentiam menos impotentes e mais autênticas – mesmo enquanto seus níveis de estresse subjetivo estavam subindo”, disse Foulk. “O ritmo no qual as pessoas se sentiram normais novamente é notável e destaca o quão resilientes podemos ser diante de desafios sem precedentes.”

Ironicamente, os participantes mais adaptativos neste estudo também foram os mais “neuróticos” pela definição psicológica padrão. Aqueles que experimentaram os níveis mais altos de “ansiedade, depressão e autoconsciência” no início tenderam a se recuperar em um ritmo mais rápido. Embora este estudo não consiga explicar o porquê, pesquisas anteriores sugeriram que o “neuroticismo saudável” pode resultar em mais vigilância e pró-atividade diante de eventos estressante.

No geral, a maioria dos participantes começou a se sentir normal muito mais rápido do que o esperado, relataram os pesquisadores.

Como este estudo se baseou em autorrelato, é limitado em termos de quanto pode nos dizer sobre como e por que as pessoas se adaptam a diferentes taxas de participantes, e também não pode nos dizer como continuou após o período de duas semanas. Mas o momento ideal do estudo fornece vislumbres de insights sobre o processo de adaptação a eventos sem precedentes.

“Ao contrário de grande parte da desgraça e tristeza que estamos ouvindo, nosso trabalho oferece um pouco de um raio de esperança, que nosso sistema imunológico psicológico começa a funcionar muito mais rápido do que pensamos e que podemos começar a nos sentir ‘normais ‘mesmo enquanto tudo isso está acontecendo.” acrescentou Foulk.

A pesquisa será publicada no Journal of Applied Psychology como parte de um pacote de estudos focados no trabalho e emprego durante a pandemia de Covid-19.”

o autor deste artigo é – David DiSalvo, também autor do livro best-seller “O que faz seu cérebro feliz e por que você deve fazer o oposto”, que foi publicado em 15 idiomas.


Texto traduzido do original em inglês – publicado no site da FORBES em 30 de julho de 2020 – no link: https://www.forbes.com/sites/daviddisalvo/2020/07/30/on-the-brighter-side-of-the-covid-19-pandemic-we-are-more-adaptive-than-we-think-finds-new-study/?sh=126709a21cc5


A força do professor

A FORÇA DO PROFESSOR

Um guerreiro sem espada
Sem faca, foice ou facão
Armado só de amor
Segurando um giz na mão
O livro é seu escudo
Que lhe protege de tudo
Que possa lhe causar dor
Por isso eu tenho dito
Tenho fé e acredito
Na força do professor.

Ah… se um dia governantes
Prestassem mais atenção
Nos verdadeiros heróis
Que constroem a nação
Ah… se fizessem justiça
Sem corpo mole ou preguiça
Lhe dando o real valor
Eu daria um grande grito
Tenho fé e acredito
Na força do professor.

Porém não sinta vergonha
Não se sinta derrotado
Se o nosso pais vai mal
Você não é o culpado
Nas potências mundiais
São sempre heróis nacionais
E por aqui sem valor
Mesmo triste e muito aflito
Tenho fé e acredito
Na força do professor.

Um arquiteto de sonhos
Engenheiro do futuro
Um motorista da vida
Dirigindo no escuro
Um plantador de esperança
Plantando em cada criança
Um adulto sonhador
E esse cordel foi escrito
Porque ainda acredito
Na força do professor.

Bráulio Bessa

Qual sua posição na fila ?

Eu e a vida

Dah

Estamos todos na fila…..
A cada minuto alguém deixa esse mundo pra trás. Não sabemos quantas pessoas estão na nossa frente.
Não dá pra voltar pro “fim da fila”. Não dá pra sair da fila. Nem evitar essa fila.
Então, enquanto esperamos a nossa vez:-
Faça valer a pena cada momento vivido aqui na Terra.
Tenha um propósito.
Motive pessoas !!
Elogie mais, critique menos.
Faça um “ninguém” se sentir um alguém do seu lado.
Faça alguém sorrir.
Faça a diferença.
Faça amor.
Faça as pazes.
Faça com que as pessoas se sintam amadas.
Tenha tempo pra você.
Faça pequenos momentos serem grandes.
Faça tudo que tiver que fazer e vá além.
Viva novas experiências.
Prove novos sabores.
Não tenha arrependimentos por ter tentado além do que devia, por ter valorizado alguém mais do que deveria, por ter feito mais ou menos do que podia.
Tudo está no lugar certo.
As coisas só acontecem quando têm quem acontecer.
Releve.
Não guarde mágoas.
Guarde apenas os aprendizados.
Liberte o rancor.
Transborde o amor.
Doe amor.
Ame, mesmo quem não merece.
Ame, sem querer receber nada em troca.
Ame, pelo simples fato de vc vibrar amor e ser amor.
Mas sempre, ame a si mesmo antes de qualquer coisa.” Esteja preparado para partir a qualquer momento. Vc não sabe seu lugar na Fila, então se prepare prá deixar aqui apenas boas lembranças.
Suas mãos vão embora vazias.
Não dá pra levar malas, nem bens…
Se prepare DIARIAMENTE prá levar consigo, somente aquilo que tens guardado no coração.”


Lya Luft

Traços dos líderes genuínos e humanos

Num dia corriqueiro de trabalho João, um profissional sério e dedicado foi surpreendido com algo quase incompreensível. Foi advertido pelo seu superior sobre um email que teria enviado. Parece que uma frase no meio da mensagem escrita por ele teria despertado a “ira” do “chefe-mor” (do alto escalão) .

A menção feita por joão era algo quase banal e existia uma preocupação genuína dele ao dizer que deveriam aguardar um direcionamento para que o trabalho fosse encaminhado. Isso porque o projeto era de alta complexidade e eles, naquela posição da hierarquia, não tinham alçada para as decisões que se impunham. Eles realmente não tinham “autoridade” suficientemente outorgada.

Aí vem algo que costumeiramente ocorre quando o contexto reúne variáveis como poder, competência, comunicação e especialmente contextos humanos. Por detrás das posições corporativas existem indivíduos e junto com eles todo um arsenal de histórias, acertos, desacertos e até traumas, egos.

Aquela “bronca” era uma surpresa aos olhos do João. Ele, ao escrever a mensagem entendia que estava valorizando e respeitando a posição daquela chefia. Entendia que não deveriam seguir sem que “o poder instituído” desse seu comando e parecer. Mas ao contrário disso, a percepção do superior era de que o profissional estava “dizendo o que o chefe deveria fazer”. Por algum motivo a frase remexeu em algo seriamente abalado dele, talvez acordou questões de “ego trêmulo” e provocou um “quem ele pensa que é”, “quem manda aqui sou eu”, “não aceito subordinados me dizendo o que devo fazer.”

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Nesse caso, assim como em inúmeros outros na história de empresas e executivos, a comunicação por mensagem escrita provocou entendimentos contraditórios. Pontos de vistas absolutamente diferentes sobre o mesmo fato. Essa história voltou à tona nesses tempos de pandemia e que tenho assistido o presidente da república repetir várias vezes a mesma frase, ainda que com outras palavras: “quem manda aqui sou eu”.

“Ser líder é como ser uma dama: se você precisa provar que é, então você não é. ”

Margareth Thatcher

Em momentos de grandes crises as pessoas, especialmente as que ocupam cargos de gestão pública ou privada são convidadas a apresentar suas competências, suas habilidades para lidar com adversidades de toda ordem. Escancaram suas carências de desenvolvimento enquanto humanos e gestores.

Me fez lembrar também de um determinado período profissional quando cheguei a pensar que “acreditar nas características humanas dos líderes” fosse puro romantismo ou um olhar com óculos “cor-de-rosa” demais. Via uma combustão de interesses diversos. Meio que uma ingenuidade instalada pensar na bondade e generosidade de algumas mentes. Isso porque estava convivendo com muitas situações criticas e até cruéis. Percebi que me molestaram emocionalmente. O mais incrível é que foi daí uma grande oportunidade de aprendizado. Me levaram a um aprofundamento sobre comportamentos humanos como eu nunca havia estudado. Vi percepções caírem por terra e muitos conceitos positivos sobre liderança foram colocados “sob judici”.

Esse amadurecimento de conhecimentos foi extraordinário. Uma das lições da época, na história do João que contei, é que pude comprovar algo que já havia lido: chefes ou gestores não necessáriamente são líderes, embora ocupem posições de autoridade e responsabilidades maiores. E o contrário, na maioria das vezes é verdadeiro. Líderes em geral são bons gestores.

Recentemente lendo o livro que conta a admirável história do Starbucks, me deparei com várias questões sobre escolhas na liderança. compartilho um parágrafo que grifei, entre outros tantos:

“Os céticos sorriem maliciosamente quando me ouvem falar em “tratar as pessoas com respeito e dignidade”, uma frase que posteriormente incorporamos à Declaração de Missão da Starbucks. Eles acham que é papo furado, ou uma realidade evidente. Mas algumas pessoas não vivem conforme essa regra. Se eu sinto que uma pessoa sofre com falta de integridade ou princípios, encerro qualquer acordo com ela. A longo prazo, não vale a pena.

Schultz, Howard. Dedique-se de coração (p. 99). Buzz Editora. Edição do Kindle.

Sigo em outros escritos e postagens nesse tema que está entre os meus preferidos..

Atéeeee..

Da

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Assumo minha incompetência.

O que vejo neste exato momento são buracos e estragos grandes nas paredes. Desalento talvez seja uma boa palavra para a cena. Hoje é sábado e acordei decidida a dar cabo de alguns itens daquela usual “to do list” , vulgo “lista de pendências” ou lista de afazeres.

Ahhhh quanta valentia!!! Observo pensamentos de autosuficiência dançando na mente. “Eu posso lidar com isso, é simples e basta conseguir as ferramentas certas”. Arranjei emprestado o martelo do zelador e com os pregos e trena nas mãos me vi equipada. Cheia de “poder”! (pra não dizer empoderada, palavra cansativa dos últimos tempos).

Em instantes já estava em cima de um “banquinho” fazendo barulhos de sábado para os vizinhos. Medidas feitas, buracos e pregos entraram em ação. Vários deles foram sendo desfilados na parede. Ufa..!!!! Que legal!!! Ia ver meus quadros de mais de uma década, montados com os bibelôs e lembranças trazidos cuidadosamente de uma viagem ao continente africano, na parede da minha sala atual. Desde que me mudei há alguns meses os olhava diariamente encostados no canto, pedindo um lugar pra ficar. Hoje eu iria resolver isto. Ah se não!!!!

O que estava indecorosamente fora do planejamento, pelo menos para mim, é que os pregos não aguentariam o peso dos quadros. Estrondos à parte, viam-se cacos de vidros e pedaços de molduras esparramados pelo chão.

Uma atividade, que a princípio parecia simples (ao meu juízo) transformou-se num insucesso desalentador. E ainda colecionando prejuízos. Sabe aquele pensamento de “autosuficiência” ?? Um racional enganoso. “Coitada”!!!

Embora seja um acontecimento corriqueiro exemplifica bem as situações com as quais nos deparamos diversas vezes na vida e que resultam em fracassos. Ressalta-se então a necessidade de saber como lidar com elas, como aprender com o fato, e principalmente como se preparar melhor para vivê-las novamente.

Como trabalho especialmente com o desenvolvimento de pessoas essas análises são frequentes pra mim. Ao avaliar as “reais” habilidades e competências é preciso oportunamente pedir ajuda à pessoas e profissionais que estejam mais capacitados em determinadas áreas. Um processo que requer autoconhecimento, paciência e humildade para a conquista de melhores resultados.

Se pararmos para pensar é muito mais usual sermos condescendentes conosco, não enxergando nossas reais condições. Fácil demais é reconhecer e apontar as limitações dos outros. Olhar para o próprio umbigo e identificar as próprias imperfeições, insuficiências é bem mais desafiador.

Enfim, nosso dia a dia é cheio de boas lições. Agora é procurar um lugar que me ajude a consertar o estrago que fiz!!

Bom final de semana!!

“Conexões cerebrais entre generosidade, ansiedade e bem estar.”

“O poder da generosidade em aumentar o bem-estar humano, não apenas por gerar sentimentos positivos, é apoiado por uma boa quantidade de ciência, mas o “porquê” isso acontece ainda é difícil definir.

Agora, um novo estudo identificou mais especificamente como diferentes tipos de generosidade afetam o cérebro. Como se constata, um tipo parece ter um efeito especialmente potente, com evidências,  sugerindo que é um elixir anti-ansiedade, além de proporcionar boas sensações.

Os pesquisadores testaram dois tipos de generosidade, que eles chamaram de “direcionados” e “não direcionados”. A generosidade não direcionada é o que a maioria de nós faz quando doamos a instituições de caridade ou agimos generosamente com aqueles que fazem parte de um grupo impessoal. A generosidade direcionada se concentra naqueles que sabemos precisar de ajuda, quer os conheçamos pessoalmente ou não – em outras palavras, é generosidade em relação a determinados rostos fora da multidão.

Feminino, Jaquetas, Outono, Inverno, Cabelo, Juventude

Para testar os efeitos de ambos os tipos de generosidade, a equipe de pesquisa realizou dois experimentos. No primeiro, eles disseram a 45 participantes que seu desempenho em uma tarefa específica resultaria em ganhar bilhetes de rifa para um prêmio de $ 200.  Cada vez que eles completaram a tarefa, eles foram informados de que estavam “jogando” para ganhar o dinheiro por três causas diferentes:  para alguém que eles pessoalmente sabem que precisa, para uma instituição de caridade ou para si mesmos.

Após cada sessão do jogo,  os cérebros dos participantes foram digitalizados via fMRI, enquanto eles faziam outra tarefa projetada para avaliar sua resposta emocional. A imagem cerebral apresentou alguns resultados esperados e um que foi significativamente inesperado.

O resultado esperado, também visto em estudos anteriores, foi que tanto a generosidade direcionada quanto a não direcionada aumentaram a atividade em duas áreas do cérebro ligadas ao altruísmo, área septal e estriado ventral,  que também estão ligadas aos pais que cuidam de seus filhotes em humanos e outros mamíferos.  O corpo estriado ventral é mais conhecido como uma parte fundamental do “sistema de recompensa” do cérebro, fundamental para toda realização, aprendizado e amor (junto com o lado sombrio da busca por recompensas: compulsões e vícios).

O resultado inesperado foi que a generosidade direcionada também diminuía a atividade na amígdala – o epicentro do cérebro de emoção sentida, inserido profundamente no sistema límbico, que dá início à reação de luta ou fuga. Aumento da atividade da amígdala é uma característica dos transtornos de ansiedade de todas as variedades, desde ansiedade generalizada até fobias e TEPT.

Um segundo experimento de pouco mais de 380 pessoas assumiu um ângulo diferente sobre a mesma questão. Desta vez, os participantes auto-relataram sobre seus generosos hábitos de doação e, em seguida, completaram a mesma tarefa emocional enquanto seus cérebros eram escaneados. Novamente, ambos os tipos de generosidade foram associados com a atividade cerebral ligada ao altruismo, e novamente os participantes que disseram que sua generosidade foi direcionada mostraram diminuição da atividade da amígdala, enquanto aqueles cuja generosidade não foi direcionada ao alvo não mostraram este efeito.

Em conjunto, os resultados desses experimentos sugerem que a generosidade direcionada tem tanto efeitos de aumentar o altruísmo quanto de diminuir a ansiedade. Recebemos algo extra de generosidade quando sabemos mais especificamente como alguém será ajudado.

“Dar apoio direcionado a um indivíduo identificável em necessidade está associado exclusivamente à redução da atividade da amígdala, contribuindo assim para uma compreensão de como e quando dar suporte pode levar à saúde”, disseram os pesquisadores na conclusão do estudo.

Esses resultados se sobrepõem bem aos do estudo de 2017, mostrando que atos generosos desencadeiam atividade em áreas do cérebro ligadas à tomada de decisão e à busca de recompensas. Mesmo quando agir generosamente envolve uma decisão difícil de fazer um sacrifício, mesmo um sacrifício significativo, ainda resulta em maiores sentimentos de felicidade, de acordo com o estudo, e as correlações neurais parecem apoiar isso.

Como em todos os estudos de imagens cerebrais como esses, precisamos ter cuidado ao tirar conclusões causais. É impossível dizer com certeza que mais ou menos atividade em várias áreas do cérebro tem resultados específicos – ainda estamos correlacionando uma coisa a outra, não mostrando causa e efeito. Mas, a cada novo estudo mostrando resultados semelhantes, as correlações ficam um pouco mais fortes.

Por enquanto, uma conclusão segura é simplesmente que, juntamente com todas as razões óbvias para agir generosamente, parece provável que nossos cérebros também sejam afetados de maneiras consistentes com uma melhor saúde mental, o que é mais uma boa razão para continuar fazendo o bem.

O último estudo foi publicado na revista Psychosomatic Medicine.

A recém-revisada e atualizada edição de 2018 do What Makes Your Brain Happy e por que você deve fazer o oposto está agora disponível.”

Este texto foi escrito e postado originaldo por David DiSalvo, em  23 de novembro de 2018 – no site http://www.daviddisalvo.org

Se quiser conhecer um pouco mais sobre ele  acesse sua BIO – em http://www.daviddisalvo.org/daviddisalvo/

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