Prática simples e útil pra ser mais produtivo! Yeah!!! 💪

Em tempos de grandes desafios  por maior concentração (foco), mais clareza de propósitos, gerencia do tempo, resultados e equilíbrio entre as várias áreas da vida, ressurge a recomendação por “escrever”por estabelecer uma rotina diária de registros. Pode favorecer a vida.

Quando pensa-se em  “diário”,  logo vem à mente aquele conceito tradicional do caderno onde se relata tudo… detalhes, memórias, lembrança.    Não é o caso aqui.   Nessa perspectiva, essa proposta não trata de escrever TUDO…   Refere-se à organizar melhor os conteúdos da sua vida.

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Um dos caminhos sugeridos por alguns autores é ter  dois registros ao dia:
a) um  pela manhã, contendo uma vista para o dia que se inicia e;
b) um registro ao final do dia,  com as conclusões e relevâncias, reflexões.

Num de meus posts sobre “mindset” mencionei sobre estar atento aos aprendizados do dia.  Sobre perguntar-se sempre,  o que aprendi hoje?  O quê, de novo,  acrescentei na minha vida?  São perguntas propícias para o final do dia.

Aprendi com Pecotche uma outra medida fabulosa…  simples e funcional.  Ao deitar, já elabore mentalmente o seu dia seguinte,  as atividades que estão programadas,  o que gostaria de viver.  Assim, quando acordar, já estará com esse planejamento prévio “pensado”.   Experimente!!

Uma das maiores tenistas mundiais, com uma coleção de prêmios, Martina Navratilova,  revelou,  numa entrevista  recente para o economista Tyler Cowen,  que o uso do diário  lhe ajudou a ter maior eficácia na vida e na carreira. Contribuiu para que pudesse canalizar esforços para seus objetivos de longo prazo, mas olhando o curto.  O dia a dia.  De acordo com ela,  essa prática te ajuda a se manter centrada nos seus projetos,  propósitos, nos seus objetivos primordiais.  Te mantem na “linha”.

Chamo a atenção também para  a necessidade de segmentar os projetos,  particionar as iniciativas,  alocando atividades menores na agenda, nos dias.  (sprints)

Enfim,   absolutamente  necessário “botar reparo” no seu dia,  em quê você investirá seu tempo,  seu esforço e por que.

Os benefícios da adoção dessa prática simples e útil podem ser ainda maiores.  Por exemplo, ao escrever,  trabalha-se mais a organização de ideias, a estruturação mental do tema.  Outro,  você terá possibilidade de utilizar o mecanismo para medir sua evolução.  As anotações vão favorecer sua visão sobre o caminho percorrido e seu cumprimento,  as distâncias para conquistar o que almeja.  Me lembrou uma frase muito conhecida no contexto de negócios – Você não consegue gerenciar,  o que você não mede. Consinto. Ponto.

“Os dias são caros. Quando você gasta um dia, você tem um dia a menos para gastar. Então tenha certeza de que irá gastar cada dia sabiamente.”

Jim Rohm

Bjo,

Darlene

Encerrar CICLOS 🕹

Em que ciclo profissional você se encontra?

Quando fiz meu MBA na Fundação Getúlio Vargas tive a honra de ter uma aula inaugural com o professor Brandão.  Ele nem deve se dar conta do nível de contribuição que ele faz nesses momentos para os alunos, especialmente quando os leva a pensar sobre a necessidade de preparar-se para viver vários ciclos profissionais, com tipos de atuações diversificadas, inclusive.

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Dado que a expectativa de vida do brasileiro aumentou,  essa necessidade ampliou-se ainda mais.  Afinal,  outras oportunidades profissionais,   remuneradas ou não,  serão mais viáveis e possíveis.

Já ouvi várias vezes que no sistema e modelo atual das corporações brasileiras ( pelo menos para a maioria delas )  o profissional tem “data de validade”.   Você, que está aqui lendo, pode duvidar disso, mas é uma realidade.  Basta olhar os processos seletivos da iniciativa privada e constatará que a maioria das vagas abertas tem um limite de idade.  As empresas buscam por profissionais mais jovens, com experiências acadêmicas mais recentes,  com outras mentalidades,  etc.  etc.  etc….

Não obstante a isso,  percebo uma nova onda de atividades surgirem no país,  novos trabalhos, novas profissões,  utilizando ou não o ecossistema maravilhoso das redes sociais,  viabilizadas pela internet.  Os encontros  com muitas outras  possibilidades deram um SALTO gigantesco.  E coloca à disposição das pessoas que realmente querem,  um mar de oportunidades,  de conteúdos e aprendizados novos.   Basta QUERER.

Vejo o MEDO, a INSEGURANÇA permear a mente das pessoas e impedi-las de  concluir  ciclos “vencidos”  para dar lugar e tempo à outras e  novas experiências.   Seja por questões financeiras, seja por questões emocionais ou por características individuais mesmo.  O fato é que as pessoas tem dois caminhos:

  1.  podem escolher o seu momento de concluir, encerrar um ciclo para abrir outro;  ou
  2. serão convidadas pelos seus empregadores,  ou pelo seu mercado,  a realizar essa mudança.

Se você encarar esses ciclos de forma  absolutamente naturais,  certamente estará mais aberto para vivê-los. Melhor até. Você vai querer vivê-los e até mesmo planejá-los, criá-los na sua vida.

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Para isso,  não deixe de consultar a pessoa mais importante – VOCÊ.  Escute bem seus movimentos internos,  o que diz sua alma, seu coração,  sua mente.  Esse autoconhecimento vai fortalecer ainda mais suas novas perspectivas e te ajudar a construir novos caminhos,  novas visões.

Aproveite os ciclos,  não perca essa oportunidade de vivê-los.

bjo,

Darlene

 

P.S.  – Hoje , depois de meditar um pouco,  encerrei duas iniciativas que havia iniciado no marketing digital,  porque absolutamente não me trouxeram o que eu gostaria em termos de resultados esperados.  Sem medo de ser feliz….  cortei do meu portfólio de projetos.   Depois escrevo um pouco mais sobre elas pra você.  Minha experiência pode ser útil e economizar o seu tempo, caso tenha planos similares.

Adiciono aqui,  o comentário e elementos importantes trazidos por  Daniela Pelosi – Desenvolvimento de Pessoas e Organizações.  

Adorei o texto Darlene Dutra! Muitas vezes as pessoas tem mesmo muito medo de encerrar ciclos já vencidos. E por razões diversas, que não nos cabe julgar.

Mas o fato é que a carreira e possibilidades profissionais são muito amplas, precisamos conseguir enxergar isso e dar vazão. Engana-se também quem pensa que estar fora do universo formal corporativo é “uma temporada vivida por necessidades pessoais ou falta de opção”.

Hoje empreender e ter carreira solo é sim é uma opção de carreira, que se for da escolha do profissional, se torna também sua opção de vida. As possibilidades são muitas e diversas.

#valerefletir #carreira #ciclos#empreendedorismo #escolhas #possibilidades

Emoção não pede licença! 😡

A busca por mais consciência,  por uma vida em estado de atenção plena,  por ampliar a capacidade interna de resolução,  por decisões mais acertadas, por mais satisfação e  felicidade tem despertado a atenção de estudiosos, de cientistas que  realizam pesquisas das  variadas facetas do comportamento humano.
As emoções sempre foram temas instigantes, porque, assim como os pensamentos, surgem impulsivamente,  sem pedir licença,  sem dar aviso prévio,  sem qualquer autorização ou “burocracia”, por vezes, sem lógica.   Chamadas também de “sentimentos” e de “deficiências” (pelo caráter negativo) são involuntárias. Quando você vê,  já foi, ela se apresentou e está sentada no melhor lugar  da sua sala de visitas.   Provê ao ser humano,  um aviso, um movimento de cuidado,  para ajudar-lhe também em situações  críticas e de perigo.    O próprio nome já diz.  Emoção,  que vem do  latim  “emovere”  significa “por em movimento”.
Vamos trazê-las à mente…:
  • O mal comportamento do outro é motivo para que você desista?
  • Ao considerar atos de  desrespeito ou mesmo uma injustiça,  o que te move?
  • Ao irritar-se  por condutas alheias,  qual a sua reação imediata?
  • Foi, de alguma forma, traído por alguém de sua confiança?  Como lida com isso? O que isso movimenta em você?
Eu, você, nossos amigos,  nossos familiares…  Ninguém está ileso. Todos vamos viver essas situações hora ou outra.
Certa vez, há muitos anos atrás,  um desses episódios ocorreu-me no mundo corporativo.  Recordo que senti a presença da “Dona Raiva”,  do “Senhor medo”,   e me privei de continuar num projeto muito importante e totalmente vinculado à área que eu dirigia  (que eu curtia muito), para não submeter-me  a um

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profissional verbalmente ameaçador (“não quero saber, faça o que eu mando ou te mando embora daqui”),  fisicamente agressivo (fisionomia e com fortes tapas na mesa) e que tinha o papel de proceder, teoricamente, ao contrário.  Detinha, além da oportunidade,  a responsabilidade de criar um belo resultado, por meio de um conjunto de profissionais de alto nível, muitos executivos, inclusive.   Ao me ver naquela situação, já tendo percorrido longos anos na carreira executiva e vivido muitas experiências complexas,  tinha dúvidas sobre o caminho correto a seguir.  Sentia-me desrespeitada pessoal e profissionalmente, além de considerar  uma baita  “injustiça”  com as pessoas do conjunto.
Minha reação foi de compartilhar, de forma discreta, com as pessoas “responsáveis”,  ou em posições que carregavam essa “responsabilidade”. Mesmo para a direção de recursos humanos (em geral atenta a essas questões humanas) mas eu talvez eu não tenha sido eficaz,  ou mesmo “bem vista”.  O fato é que nada foi feito.A conduta comum mais observada é o acatamento pelo medo e a uma confortável passividade.  (omissão é sempre um caminho mais fácil e cômodo).  E para quem recebe a informação é difícil ouvir e mais difícil ainda  “tratar”,  encaminhar ações  em ambientes organizacionais.  São muitas variáveis de contexto envolvidas: cultura, política, estrutura organizacional, interesses de toda ordem, etc.
Na minha ótica,  eu não poderia assistir tudo aquilo inerte,  desconsiderando e omitindo-me. Estaria traindo meu jeito de ser. Isso não fazia parte do meu “skill“,   do meu repertório natural de ações na época.   Era literalmente um “tradeoff” – um tema do Programa SOS Liderança e do Programa 4TOUCH,  que trata sobre a necessidade de fazer escolhas.
Aprofundando um pouco mais…
Por várias vezes pensei:
* Covardia minha?.   Me respondi:  Não,  preciso me dar ao respeito.
* Mudar de direção estrategicamente,   fazer escolhas alinhadas aos seus princípios  é ser covarde?  Nesse momento entra em jogo os conceitos de vida,  os valores e o que se quer ser e viver. O respeito começa por si mesmo,  nas suas escolhas.  Assim,  eu perdi a oportunidade de um projeto importante, mas ganhei uma paz interior inigualável. FEITO!
* Mas “o que é” e “o que não” é covardia?  Fui ao  conceito da palavra:
comportamento que denota ausência de coragem; atitude, gesto que se caracteriza pelo temor, pelo acanhamento, pela falta de ousadia, pela raiva ou por sentimento de injustiça.
Recentemente,  anos depois desse ocorrido,  li num dos estudos sobre neurociência, sobre emoção  raiva –  que em geral tem um componente de maldade, mas que pode ser também um caminho para exprimir uma indignação legítima diante de uma injustiça.  “Ela contém aspectos de clareza, atenção e eficácia que, em si mesmos,  não são perniciosos. ” Me fez acordar essa experiência e revisitá-la em perspectiva e análise.
Alegria, tristeza, raiva, irritação
Diante de obstáculos,  insatisfações,  expectativas não atendidas, ausência de reciprocidade, injustiças, seja no pessoal,  profissional,  social ou política, o que você faz com esse movimento  que,  sem pedir licença,  simplesmente “brota” dentro de você?
As relações humanas nos desafiam  e  ensinam a todo momento: namorados,  maridos/esposas,  filhos,  familiares,  amigos,  colegas de trabalho, chefes e superiores,  subordinados,  políticos,   etc.   Diria que são os nossos propulsores de emoções. (ou combustão rs).
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Além das relações humanas em si,  as nossas atividades diárias nos expõem:  o trânsito,  a carência de tempo,  a pressão do trabalho,   as necessidades de sobrevivência financeira,  os sonhos não realizados.
TODOS,  todos os seres humanos passam por elas,  mas nem todos estão conscientes ainda,  são capazes de gerencia-los adequadamente e principalmente agir de forma positiva, construtiva. São tantas as repercussões desses momentos que o  querido “equilíbrio”  tão necessário,  muitas vezes, passa longe.
As emoções são  as  “matérias primas”  da  “inteligência emocional”,  tema que se desenvolve-se progressivamente e ganha espaços e pesquisas desde 1995, com o lançamento do conceito no livro de mesmo nome,  do Professor de Harvard, Daniel Goleman.
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Identificá-las, qualificá-las e saber lidar com elas passa ser uma competência.   Torná-las movimentos positivos internos é um processo de desenvolvimento.   Para os líderes, especialmente, esse tema tem um significado crucial,  dado que um de seus importantes papéis é lidar com as pessoas e consequentemente com a emoções delas.  Isso  faz uma grande diferença.    Em 2011 escrevi um artigo que está aqui no site,  onde apresentei o conceito de liderança primal,  lidando com a sensibilidade e eficácia.  Se tiver interesse em mergulhar um pouco mais messe conceito acesse aqui ->  Liderança PRIMAL.
Também citei as bases da  ‘inteligência emocional”  no ebook,  “Segredos na arte de se relacionar”. 
Esse tema tem uma conexão direta com a neurociência, porque depende das aptidões mentais do indivíduo. Razão e sensibilidade (emoção) andam de mãos dadas.  Então não há como falar de emoções,  sem trazer à tona as  capacidades mentais.  Muitas conexões pela frente !!
Emoções – Aprender a lidar com elas,  treinar seu auto-controle,  desenvolver-se é um caminho viável e factível.  Quem quiser pode percorrer  e existem muitas ferramentas  e “tecnologias” disponíveis.  Cito o mindfulness,  por exemplo.    Como todo processo de capacitação, exigirá esforço,  paciência,  atenção, tempo.   Mas asseguro,  vale a pena!
Até sempre,
Darlene

Estou desempregado, e agora? 🙇🏻

Trata-se de um momento muitíssimo delicado para a grande maioria.  Se você se enquadra nessa condição,  compõe os 13,5 milhões de brasileiros impactados especialmente pelo contexto político-econômico brasileiro.

Alguns estudos citam essa circunstância como uma das mais complexas de serem administradas emocionalmente.  Mencionam tratar-se do segundo motivo de maior tristeza, de dor e abatimento das pessoas.  O primeiro motivo?  A perda de entes queridos.

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Pairam sentimentos de ansiedade, de insegurança e que podem causar esgotamentos críticos e até mesmo doenças.  As emoções nessa fase ficam tão mais afloradas por conta das dificuldades que se apresentam que dependendo da intensidade pode ser necessário uma ajuda clínica,  especializada.

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Por isso, muita calma nessa hora!    Cultivar a resiliência e buscar encarar a situação como uma  possibilidade para expansão de perspectivas.

Talvez seja uma ocasião oportuna para mudanças  anteriormente pensadas e ou para encontrar novos significados.

As pessoas às vezes se perguntam como decidir um novo rumo profissional, mas com certeza você não irá saber se não tiver tempo para explorar essas possibilidades – tempo este que agora você possui!

Eu (do Instituto POTHUM) e minha parceira Marina Cavalcanti, Psicóloga e Coach  (da Cia do Desenvolvimento & Carreira) desenvolvemos  um Programa dirigido a esse momento humano.  Nosso objetivo é ajudar as pessoas a se resgatarem,  se reposicionarem emocional e profissionalmente. Temos a certeza de que a forma de encarar e lidar com essa circunstância faz muita diferença na vida das pessoas.

Captura de Tela 2018-01-17 às 20.45.07.pngO Guinada Profissional é um aconselhamento especializado,  desenvolvido totalmente  em modelo digital,  que alcança todas as pessoas do país.  Tem a vantagem de poder ser assistido na hora e local de melhor conveniência de cada um.

Quer  mais informações?  acesse http://guinadaprofissional.com.br  ou    me escreva  contato@pothum.com.br

Até sempre,

Darlene

 

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