Não culpes ninguém (Neruda)

“Nunca te queixes de ninguém, nem de nada, porque fundamentalmente Tu fizeste o que querias da Tua vida.

Aceita a dificuldade de edificares-te a ti mesmo e o valor de começares a corrigir-te.

O triunfo do verdadeiro homem surge das cinzas do seu erro.

Nunca te queixes da Tua solidão ou da tua sorte, Enfrenta-a com valor e aceita-a.

De uma maneira ou de outra é o resultado dos teus actos e prova que Tu sempre hás-de ganhar.

Não te amargures com o teu próprio fracasso nem entregues o fardo a outro, aceita-te agora ou continuarás justificando-te como uma criança.

Recorda que qualquer momento é bom para começar e que nenhum é tão terrível para claudicar.

Não esqueças que a causa do Teu presente é o Teu passado assim como a causa do Teu futuro será o Teu presente.

Aprende com os audazes,com os fortes, com quem não aceita situações, com quem viverá apesar de tudo, pensa menos nos teus problemas e mais no Teu trabalho e os teus problemas sem os alimentares morrerão.

Aprende a nascer da dor e a ser maior que o maior dos obstáculos,

Olha-te no espelho de ti mesmo e serás livre e forte e deixarás de ser um fruto das circunstâncias porque Tu mesmo és o Teu destino.

Levanta-te e olha o sol cada manhã e respira a luz do amanhecer.

Tu és parte da força da Tua vida, agora desperta, luta, caminha, decide-te e triunfarás na vida; nunca penses na sorte, porque a sorte é: o pretexto dos fracassados.”

Pablo Neruda

Liderança Situacional: cada ocasião, uma nova oportunidade!🎊

Durante os preparos para os módulos do Programa SOS Liderança,   gosto muito de voltar aos conceitos fundamentais e fazer um repasse nos meus conteúdos,  realizar um “refresh“,  uma atualização. Normalmente, como há algum tempo não toco especificamente no tema em pauta, faço um mergulho e …. uau!!! Observo que os meus olhos já são outros.  Aí mora “certa” beleza de ver,  botar reparo no tempo de  “hoje”.    Como de lá pra cá,  já tive outras experiências, vivências, certamente a minha visão está consideravelmente diferente e na maioria das vezes, acrescida.

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Quero trazer um pouquinho desse olhar sobre o tema liderança situacional. Um dos seus princípios básicos  é a capacidade em “reconhecer”,  identificar,  fazer o diagnóstico de determinada “situação”.  Esse é um passo importante para lidar,  saber como se comportar melhor com seus liderados e com as necessidades específicas deles.

Como o próprio nome sugere “situacional”,   refere-se ao  “momento presente” e específico.    Daí a oportunidade imediata de “renovação”,   Mesmo já tendo vivido momentos similares, ou com variáveis análogas (mesma pessoa,  mesma empresa,  mesmo projeto),  essa é uma circunstância nova.

Liderança Situacional – Cada ocasião, uma nova oportunidade!!!

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Assim torna-se necessário e muito bem-vindo um novo olhar, um novo diagnóstico.

Receitas velhas não necessariamente são adequadas para situações novas.  A realização da leitura do contexto requer “conceitos”,  conhecimentos,  requer visão,  (que estão sempre em evolução) para que o líder consiga interpretar corretamente e para que aja, utilizando-se do estilo compatível.

Imagine um médico fazendo uma prescrição sem ter feito um diagnóstico correto.  Coitado do paciente.  Nem me fale sobre isso... tenho tido experiências críticas nesse campo (ufa!). Assuntos pra outra hora… (rs)

O fato é que nessa etapa são necessários conhecimentos e conceitos sobre níveis de desenvolvimento das pessoas,  suas necessidades,  sobre a maturidade profissional, sobre os requisitos técnicos de situação avaliada,  sobre os objetivos a serem alcançados, entre outros.  O autoconhecimento e a inteligência emocional são aliados fortes nesse percurso pois as emoções estarão sempre presentes em todos os momentos e relações e vale a pena estar atento a elas.

Esse processo de diagnóstico e a aplicação do estilo adequado podem render muitos frutos tais como:

  • uma  maior motivação dos liderados,
  • o aumento na produtividade da equipe,
  • uma comunicação mais fluida;  e,  consequentemente,
  • um clima mais propicio para resultados de toda ordem,

inclusive sobre a energia e alegria dos colaboradores.

Já parou pra pensar sobre isso??

Até sempre..

Da

 

Postergou algo muito importante?⏱

Postergou algo muito importante??

Cuidado.

Certifique-se, absolutamente, que conseguirá cumprir com esse intento em data futura.  Garanta.

Sabe por que ?

Porque o tempo passa muito rápido e quando a gente se dá conta,  já foram semanas, meses e anos até,   como muito bem diz a poesia do Mário Quintana.  (anexada aqui)

 Deixamos pra trás muitos sonhos, projetos e ideias porque priorizamos a chamada “urgência” do agora.   Esse agora que carrega um saco de dificuldades.

  • Agora não dá,  tenho que juntar mais dinheiro.
  • Agora não dá,  precisa ser nas férias.
  • Agora não dá, tenho que acudir lá em casa.
  • Agora não dá, ainda não tenho diploma.
  • Agora não dá, preciso aprender melhor o inglês.
  • Agora não dá, não consigo tempo pra planejar isso.

Não Agora Não Depois??    É isso que vejo acontecer inúmeras vezes.  Projetos dentro da gaveta do criado mudo,  ou na do trabalho,  esperando uma atenção especial do dono –  “quando der vejo isso”.      Final do ano,  ele aparece um pouco na pauta,  nos votos para o novo ano, mas em seguida,  quase que imperceptivelmente, se apaga novamente.

Sinto te informar… agora já foi.

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Se isso não ocorre com você, receba meus efusivos e sinceros cumprimentos…  !!!!

Quer ver?  Tudo requer tempo  e ele está lá,  passando junto, inexoravelmente.   Pense, por exemplo,  no seu corpo físico.  Como ele mudou e responde bem diferente  à medida que você acumula algumas dezenas na idade.  Um corpo de vinte anos tem respostas  bem diferentes do corpo de cinquenta.

Certa vez li um livro chamado “Meu pescoço é um horror”,  de uma roteirista americana. Uma leitura leve, bem-humorada  e com muitas mensagens sobre o avançar a idade.   Até emprestei esse livro, mas nem sei mais pra quem.. (rsss).  Será problema de memória? (rss)   A autora disse algo muito simples e verdadeiro: depois de determinada idade,  os tempos são diferentes e a  gente precisa reservar mais boras na agenda pra  “manutenção”.   Eu interpretei assim… manutenção do físico,  da família,  das amizades,  dos relacionamentos,  das atividades, da energia,  da saúde…  etc. etc. etc.

É a mais pura REALIDADE.    Assim como as outras máquinas,  a máquina física,  utilizada a vida toda (sabe-se lá como)  começa a apresentar sinais provenientes do “uso”: a queda na produção dos hormônios,  dos cabelos,  as articulações começam apresentar por vezes, sinais de cansaço,  entre outras outras coisitas mais.

Mas .. o intuito aqui,  não é abordar os impactos do envelhecimento,  é ACORDAR as pessoas para a vida que têm nas mãos  e para que não deixem de abrir a gaveta, o criado “mudo”  e  tirar pra fora todos os seus projetos adormecidos.  Pensar, elaborar e criar condições para realizar  as experiências que anseiam viver.   Não postergue,  não protele,  não deixe guardado…

Porque quando vê … já foi.

bjo,

Darlene

 

O Poema de Mario Quintana, conhecido como  “O Tempo”, tinha um outro nome no seu original,  “Seiscentos e Sessenta e Seis”,  cuja publicação data de 1980 – na obra Esconderijos do Tempo.  Ele o escreveu aos setenta e quatro anos,  numa idade madura e cheia de sabedoria sobre a vida.

SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS

A vida é uns dos deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

 

Encerrar CICLOS 🕹

Em que ciclo profissional você se encontra?

Quando fiz meu MBA na Fundação Getúlio Vargas tive a honra de ter uma aula inaugural com o professor Brandão.  Ele nem deve se dar conta do nível de contribuição que ele faz nesses momentos para os alunos, especialmente quando os leva a pensar sobre a necessidade de preparar-se para viver vários ciclos profissionais, com tipos de atuações diversificadas, inclusive.

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Dado que a expectativa de vida do brasileiro aumentou,  essa necessidade ampliou-se ainda mais.  Afinal,  outras oportunidades profissionais,   remuneradas ou não,  serão mais viáveis e possíveis.

Já ouvi várias vezes que no sistema e modelo atual das corporações brasileiras ( pelo menos para a maioria delas )  o profissional tem “data de validade”.   Você, que está aqui lendo, pode duvidar disso, mas é uma realidade.  Basta olhar os processos seletivos da iniciativa privada e constatará que a maioria das vagas abertas tem um limite de idade.  As empresas buscam por profissionais mais jovens, com experiências acadêmicas mais recentes,  com outras mentalidades,  etc.  etc.  etc….

Não obstante a isso,  percebo uma nova onda de atividades surgirem no país,  novos trabalhos, novas profissões,  utilizando ou não o ecossistema maravilhoso das redes sociais,  viabilizadas pela internet.  Os encontros  com muitas outras  possibilidades deram um SALTO gigantesco.  E coloca à disposição das pessoas que realmente querem,  um mar de oportunidades,  de conteúdos e aprendizados novos.   Basta QUERER.

Vejo o MEDO, a INSEGURANÇA permear a mente das pessoas e impedi-las de  concluir  ciclos “vencidos”  para dar lugar e tempo à outras e  novas experiências.   Seja por questões financeiras, seja por questões emocionais ou por características individuais mesmo.  O fato é que as pessoas tem dois caminhos:

  1.  podem escolher o seu momento de concluir, encerrar um ciclo para abrir outro;  ou
  2. serão convidadas pelos seus empregadores,  ou pelo seu mercado,  a realizar essa mudança.

Se você encarar esses ciclos de forma  absolutamente naturais,  certamente estará mais aberto para vivê-los. Melhor até. Você vai querer vivê-los e até mesmo planejá-los, criá-los na sua vida.

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Para isso,  não deixe de consultar a pessoa mais importante – VOCÊ.  Escute bem seus movimentos internos,  o que diz sua alma, seu coração,  sua mente.  Esse autoconhecimento vai fortalecer ainda mais suas novas perspectivas e te ajudar a construir novos caminhos,  novas visões.

Aproveite os ciclos,  não perca essa oportunidade de vivê-los.

bjo,

Darlene

 

P.S.  – Hoje , depois de meditar um pouco,  encerrei duas iniciativas que havia iniciado no marketing digital,  porque absolutamente não me trouxeram o que eu gostaria em termos de resultados esperados.  Sem medo de ser feliz….  cortei do meu portfólio de projetos.   Depois escrevo um pouco mais sobre elas pra você.  Minha experiência pode ser útil e economizar o seu tempo, caso tenha planos similares.

Adiciono aqui,  o comentário e elementos importantes trazidos por  Daniela Pelosi – Desenvolvimento de Pessoas e Organizações.  

Adorei o texto Darlene Dutra! Muitas vezes as pessoas tem mesmo muito medo de encerrar ciclos já vencidos. E por razões diversas, que não nos cabe julgar.

Mas o fato é que a carreira e possibilidades profissionais são muito amplas, precisamos conseguir enxergar isso e dar vazão. Engana-se também quem pensa que estar fora do universo formal corporativo é “uma temporada vivida por necessidades pessoais ou falta de opção”.

Hoje empreender e ter carreira solo é sim é uma opção de carreira, que se for da escolha do profissional, se torna também sua opção de vida. As possibilidades são muitas e diversas.

#valerefletir #carreira #ciclos#empreendedorismo #escolhas #possibilidades

Liderar com sensibilidade 🤺

Numa pesquisa realizada recentemente sobre felicidade, pelo Economista Richard Layard,   demonstra que as pessoas preferem sozinhas a ter que interagir com seus líderes. As pessoas se reconhecem muito felizes ao lado de famílias,  amigos.  O líder vem por último.

Olhem essas impressionantes informações.
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Ainda,  as pessoas que sofrem com seus líderes tem desenvolvido doenças complexas,  estresse, depressão,  síndrome do pânico,  o que as tem afastado de suas atividades profissionais com muita regularidade.  A cobrança intensa e não necessariamente adequada por resultados cada vez maiores  e mais rápidos  faz crescer o nível do estresse que por sua vez,  pode transformar-se em doenças piores, como a depressão.   Além de serem uma das causas dos distúrbios de humor e de ansiedades.

Já se tornou um dos grandes motivos de afastamentos do trabalho,  conforme informações dos órgãos responsáveis.

Para alguns “chefes”,  com letras minúsculas, subordinados não têm o direito de ter família,  e tampouco,  problemas particulares,  familiares e situações emocionais.  São uns verdadeiros aniquiladores, do “ideal”, do sentido positivo do trabalho em si.

Colaboram para aumentar o conceito “depreciativo” que o trabalho carrega por conta da sua própria história.   Não é à toa que muitos o encaram como castigo e não como um prazer,  como uma oportunidade para aprender,  para crescer e ser produtivo.  E pensar que mais de 60% das satisfações permanentes dos seres humanos provêm das atividades produtivas !! (AHHH)

Captura de Tela 2018-03-02 às 20.01.27.pngNão seja um líder (ou melhor chefe) redutor  do desejo de trabalhar dos outros.

Naquele dia profissional inusitado entrei  na minha “baia” ou área de trabalho num estado deplorável. Vergonhoso! De um jeito, nunca antes ocorrido nos meus mais de trinta anos de trabalhos profissionais no mundo corporativo. Super abastecida de uma emoção negativa, de um sentimento de desrespeito. Não, daquela forma,  eu NUNCA havia sentido. Um nó na garganta e aos prantos! Literalmente.  Me deixei levar pela emoção negativa. Lembro como se fosse hoje, porque cenas como essas,  não são tão fáceis de esquecer.

Havia recebido os meus primeiros cumprimentos de pêsames pelo falecimento do meu pai, sem que ele nem mesmo tivesse ainda falecido. Eu havia mencionado que o caso dele era crítico e que provavelmente não haveria mais recursos médicos.  Junto com os pêsames,  a mensagem de que estaria fora do projeto porque eu “estava vivendo uma situação difícil na esfera particular” (meu pai estava na UTI,  em fase terminal).  Não cabe detalhes, que certamente,  estava coberto de muitas outras variáveis.  Foi uma crueldade!

Por merecimento,  ou por lei de correspondência fui recebida e amparada por uma colega de trabalho,  sensível e solidária, que me aconchegou.   Somente ela presenciou e soube dessa minha passagem histórica.

A morte dele,  do meu querido pai,  ocorreu  poucos dias depois.Captura de Tela 2018-03-02 às 20.02.45.png

Sempre alimentei o pensamento de aprender com o que me acontece. Analiso, penso e estabeleço medidas.  Há sempre lições a serem capturadas  e especialmente nesse episódio não foi diferente.   Essa e outras tantas ocorrências  ajudaram-me  a reafirmar os meus propósitos por trabalhar para projetos e iniciativas conectadas ao ser humano, à vida.    Ao colaborar  com o desenvolvimento de pessoas posso contribuir na formação de novas mentalidades, mais humanas, mais dispostas a compreender as emoções uns dos outros,  mais sensível à integralidade dos indivíduos.   O profissional não pode ser considerado, tratado uma “coisa”,  um “recurso” a serviço dos resultados. É gente.  Bom, era assim que eu gostaria de ter sido tratada naquele momento.

Importante fazer ainda uma consideração:  uma pessoa, um único chefe não representa com suas atitudes,  a totalidade de uma organização.  Ou seja,  ter “uma” pessoa assim na sua trajetória profissional não necessariamente destitui o valor que você tem da organização. E posso afirmar que tive um imenso prazer em atuar nas empresas pelas quais passei e sou-lhes muito agradecida.

Mas como nada acontece por acaso,  e sempre para o nosso bem e crescimento, daquele dia em diante, um pensamento,  uma decisão começou a crescer comigo  internamente… EU PRECISO MUDAR!!!  Não posso permitir-me ser tratada, desrespeitosamente. NUNCA MAIS.  Qualquer tipo de dependência que eu tivesse naquele momento precisaria ser trabalhada, para criar condições de realizar. mobilizar um futuro diferente.

Aprenda a lidar por isso…

Antes que você veja sua auto-estima dizimada por essas questões, por esses fatores  propulsores  de emoções negativas, busque desenvolver estratégias e caminhos que te alimentem positivamente.

Você pode se deparar com situações muito legais e novas perspectivas de atuação, em contextos emocionalmente mais favoráveis, protegendo sua saúde e bem estar.  Ou mesmo,  descobrir razões fortes que ampliem suas motivações e engajamento no trabalho, mudando então o foco, reduzindo os impactos das relações negativas, tóxicas

Dizem que escrever é um santo remédio.  Ajuda a “aclarar” as ideias,  a tirar de dentro o que não nos faz bem,  e a ampliar as compreensões que temos.. Escrevo, porque, depois de tantos anos considero essa emoção negativa dissipada.    Penso que ao transferir em  palavras e compartilhar, posso ajudar outras pessoas a atuarem melhor em situações similares.

Não quero isso mais em mim. Ponto!

“que o perdão seja sagrado,  que a fé seja infinita, que o homem seja livre, que a justiça sobreviva.. aiai ”

Até sempre..

Darlene

Devassado? Trabalhe seus recursos internos… ⚙

Sabe aquele dia que você levanta da cama e acha que todas as coisas erradas resolveram  acontecer com você?  Alguns brincam dizendo que  “amanheceram com o pé esquerdo…” tamanhos problemas encontram pela frente.

Muita calma nessa hora.  Invoque seus recursos internos para retomar seu equilíbrio emocional.  Uma mente abarrotada de pensamentos conflituosos não conseguirá elaborar soluções adequadas.!!!!

Equilíbrio emocional é uma competência importante para viver as dificuldades com inteireza, para vencer os obstáculos e não perder a oportunidade de criar,  de reinventar-se.

vai por mim… Captura de Tela 2018-03-04 às 15.40.35.png

Emoção não pede licença! 😡

A busca por mais consciência,  por uma vida em estado de atenção plena,  por ampliar a capacidade interna de resolução,  por decisões mais acertadas, por mais satisfação e  felicidade tem despertado a atenção de estudiosos, de cientistas que  realizam pesquisas das  variadas facetas do comportamento humano.
As emoções sempre foram temas instigantes, porque, assim como os pensamentos, surgem impulsivamente,  sem pedir licença,  sem dar aviso prévio,  sem qualquer autorização ou “burocracia”, por vezes, sem lógica.   Chamadas também de “sentimentos” e de “deficiências” (pelo caráter negativo) são involuntárias. Quando você vê,  já foi, ela se apresentou e está sentada no melhor lugar  da sua sala de visitas.   Provê ao ser humano,  um aviso, um movimento de cuidado,  para ajudar-lhe também em situações  críticas e de perigo.    O próprio nome já diz.  Emoção,  que vem do  latim  “emovere”  significa “por em movimento”.
Vamos trazê-las à mente…:
  • O mal comportamento do outro é motivo para que você desista?
  • Ao considerar atos de  desrespeito ou mesmo uma injustiça,  o que te move?
  • Ao irritar-se  por condutas alheias,  qual a sua reação imediata?
  • Foi, de alguma forma, traído por alguém de sua confiança?  Como lida com isso? O que isso movimenta em você?
Eu, você, nossos amigos,  nossos familiares…  Ninguém está ileso. Todos vamos viver essas situações hora ou outra.
Certa vez, há muitos anos atrás,  um desses episódios ocorreu-me no mundo corporativo.  Recordo que senti a presença da “Dona Raiva”,  do “Senhor medo”,   e me privei de continuar num projeto muito importante e totalmente vinculado à área que eu dirigia  (que eu curtia muito), para não submeter-me  a um

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profissional verbalmente ameaçador (“não quero saber, faça o que eu mando ou te mando embora daqui”),  fisicamente agressivo (fisionomia e com fortes tapas na mesa) e que tinha o papel de proceder, teoricamente, ao contrário.  Detinha, além da oportunidade,  a responsabilidade de criar um belo resultado, por meio de um conjunto de profissionais de alto nível, muitos executivos, inclusive.   Ao me ver naquela situação, já tendo percorrido longos anos na carreira executiva e vivido muitas experiências complexas,  tinha dúvidas sobre o caminho correto a seguir.  Sentia-me desrespeitada pessoal e profissionalmente, além de considerar  uma baita  “injustiça”  com as pessoas do conjunto.
Minha reação foi de compartilhar, de forma discreta, com as pessoas “responsáveis”,  ou em posições que carregavam essa “responsabilidade”. Mesmo para a direção de recursos humanos (em geral atenta a essas questões humanas) mas eu talvez eu não tenha sido eficaz,  ou mesmo “bem vista”.  O fato é que nada foi feito.A conduta comum mais observada é o acatamento pelo medo e a uma confortável passividade.  (omissão é sempre um caminho mais fácil e cômodo).  E para quem recebe a informação é difícil ouvir e mais difícil ainda  “tratar”,  encaminhar ações  em ambientes organizacionais.  São muitas variáveis de contexto envolvidas: cultura, política, estrutura organizacional, interesses de toda ordem, etc.
Na minha ótica,  eu não poderia assistir tudo aquilo inerte,  desconsiderando e omitindo-me. Estaria traindo meu jeito de ser. Isso não fazia parte do meu “skill“,   do meu repertório natural de ações na época.   Era literalmente um “tradeoff” – um tema do Programa SOS Liderança e do Programa 4TOUCH,  que trata sobre a necessidade de fazer escolhas.
Aprofundando um pouco mais…
Por várias vezes pensei:
* Covardia minha?.   Me respondi:  Não,  preciso me dar ao respeito.
* Mudar de direção estrategicamente,   fazer escolhas alinhadas aos seus princípios  é ser covarde?  Nesse momento entra em jogo os conceitos de vida,  os valores e o que se quer ser e viver. O respeito começa por si mesmo,  nas suas escolhas.  Assim,  eu perdi a oportunidade de um projeto importante, mas ganhei uma paz interior inigualável. FEITO!
* Mas “o que é” e “o que não” é covardia?  Fui ao  conceito da palavra:
comportamento que denota ausência de coragem; atitude, gesto que se caracteriza pelo temor, pelo acanhamento, pela falta de ousadia, pela raiva ou por sentimento de injustiça.
Recentemente,  anos depois desse ocorrido,  li num dos estudos sobre neurociência, sobre emoção  raiva –  que em geral tem um componente de maldade, mas que pode ser também um caminho para exprimir uma indignação legítima diante de uma injustiça.  “Ela contém aspectos de clareza, atenção e eficácia que, em si mesmos,  não são perniciosos. ” Me fez acordar essa experiência e revisitá-la em perspectiva e análise.
Alegria, tristeza, raiva, irritação
Diante de obstáculos,  insatisfações,  expectativas não atendidas, ausência de reciprocidade, injustiças, seja no pessoal,  profissional,  social ou política, o que você faz com esse movimento  que,  sem pedir licença,  simplesmente “brota” dentro de você?
As relações humanas nos desafiam  e  ensinam a todo momento: namorados,  maridos/esposas,  filhos,  familiares,  amigos,  colegas de trabalho, chefes e superiores,  subordinados,  políticos,   etc.   Diria que são os nossos propulsores de emoções. (ou combustão rs).
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Além das relações humanas em si,  as nossas atividades diárias nos expõem:  o trânsito,  a carência de tempo,  a pressão do trabalho,   as necessidades de sobrevivência financeira,  os sonhos não realizados.
TODOS,  todos os seres humanos passam por elas,  mas nem todos estão conscientes ainda,  são capazes de gerencia-los adequadamente e principalmente agir de forma positiva, construtiva. São tantas as repercussões desses momentos que o  querido “equilíbrio”  tão necessário,  muitas vezes, passa longe.
As emoções são  as  “matérias primas”  da  “inteligência emocional”,  tema que se desenvolve-se progressivamente e ganha espaços e pesquisas desde 1995, com o lançamento do conceito no livro de mesmo nome,  do Professor de Harvard, Daniel Goleman.
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Identificá-las, qualificá-las e saber lidar com elas passa ser uma competência.   Torná-las movimentos positivos internos é um processo de desenvolvimento.   Para os líderes, especialmente, esse tema tem um significado crucial,  dado que um de seus importantes papéis é lidar com as pessoas e consequentemente com a emoções delas.  Isso  faz uma grande diferença.    Em 2011 escrevi um artigo que está aqui no site,  onde apresentei o conceito de liderança primal,  lidando com a sensibilidade e eficácia.  Se tiver interesse em mergulhar um pouco mais messe conceito acesse aqui ->  Liderança PRIMAL.
Também citei as bases da  ‘inteligência emocional”  no ebook,  “Segredos na arte de se relacionar”. 
Esse tema tem uma conexão direta com a neurociência, porque depende das aptidões mentais do indivíduo. Razão e sensibilidade (emoção) andam de mãos dadas.  Então não há como falar de emoções,  sem trazer à tona as  capacidades mentais.  Muitas conexões pela frente !!
Emoções – Aprender a lidar com elas,  treinar seu auto-controle,  desenvolver-se é um caminho viável e factível.  Quem quiser pode percorrer  e existem muitas ferramentas  e “tecnologias” disponíveis.  Cito o mindfulness,  por exemplo.    Como todo processo de capacitação, exigirá esforço,  paciência,  atenção, tempo.   Mas asseguro,  vale a pena!
Até sempre,
Darlene

Você vai precisar de um ombro amigo…

Perdeu o emprego ? 

Saiu de um relacionamento importante?

Perdeu um ente querido?

É absolutamente NORMAL,  que em vários momentos durante a vida,  as pessoas sintam-se  “menores”,  tristes,  cabisbaixas,  ansiosas,  depressivas até,  sem saber o que fazer., que rumo tomar.  Seja porque perderam o emprego,  porque não fecharam um contrato que tanto gostariam e precisavam,  porque brigaram com a esposa (marido), porque perderam uma pessoa querida,  porque saíram de um relacionamento importante ou porque sentem-se, por motivos diversos,  no fundo do poço.

girls-462072_1920.jpgNessa hora é recomendável levantar o olhar para aqueles seus três ou cinco  principais amigos, aqueles mais próximos,  aqueles queridos mesmo, que você pode confiar seus sentimentos, seus momentos e suas angústias.

Amizade que é amizade mesmo… estará ali,  pra te amparar,  pra segurar tua mão,  te indicar um caminho e mesmo te criticar.  Sim,  amigo que é amigo,  critica,  fala o que pensa pra você!  Ele quer te ver bem!!  Esteja pronto para ouvir.

Um desses motivos que levam as pessoas a a um estado profundo de  angústia, de desespero até,  é a perda de emprego.  Há alguns anos,  li numa reportagem que trata-se da segunda maior dor do ser humano,  que ele perde o literalmente o chão.  (a primeira dor é a perda de pessoas queridas) No Brasil, nos últimos anos,  essa situação tem se ampliado, dado a problemática da crise política e econômica instalada.

Pensando nisso,   nós do Instituto POTHUM,  em parceria com a expert Marina Cavalcanti,  desenvolvemos um programa que chamados GUINADA PROFISSIONAL.  Ele tem como objetivo ajudar as pessoas que estão também nessa condição de “desempregados”  a redesenharem sua trajetória profissional.  Esse programa orienta desde as questões emocionais como mostra caminhos e condutas importantes a serem consideradas nessas circunstâncias.

É um oportuno programa a ser inserido também pelas empresas, nos seus pacotes de desligamentos,  visando  tratar esse momento com a maior  “humanidade” possível,  com o maior respeito pelo indivíduo que lhe prestou serviços,  possibilitando que as pessoas tenham um assessoramento de carreira e de recolocação no mercado de trabalho.

Indique o Guinada Profissional às pessoas que podem se beneficiar dele.

até mais,
Darlene

 

Não vale largar tudo, entregar-se!!!🤦🏻‍♂

Uma dificuldade, um problema,  uma situação ruim,  uma separação, uma demissão,  qualquer que seja “o grau” da questão  … não representa motivo para fugir,  sumir,  entregar-se.

Muitas vezes,  a resposta automátela nao aceitaica diante dos obstáculos é fugir deles ao invés de enfrentá-los,  superá-los.  Em geral,  as pessoas preferem escolher pelo caminho  mais fácil,   o que dá menos trabalho,  os caminhos de poucos esforços,  reflexões e empenho.

Entretanto,  todavia, contudo, .. (rs)   a realidade não é assim.  Estaremos sempre deparando-nos com esses tipos situações durante a vida toda,  ocasiões para as quais não temos alguma habilidade específica, não temos o conhecimento necessário  ou que exigirá uma saída estratégica  da zona de conforto.

Hoje mesmo,  pela manhã,  recebi uma mensagem de uma seguidora da minha página no facebook,  perguntando sobre os objetivos dos cursos digitais que temos disponíveis, pois estava precisando de uma ajuda.   O Guinada Profissional  trabalha exatamente nisso,  ajudando as pessoas a se reposicionarem, inclusive emocionalmente,  para criarem novos caminhos de atuação profissional.  Essa pessoa, que mencionei, sentia-se péssima por não ter sido a escolhida num processo seletivo.  Mas isso não quer dizer que ela não é boa.  Talvez aquela posição não fosse compatível com o perfil dela,  ou com seus planos para o futuro.

Além disso, é preciso tomar cuidado com as influências “subliminares”  a que somos submetidos pelo mundo digital.   Veja:  Queremos o trabalho “dos sonhos”,   o relacionamento “dos sonhos”,   a viagem “dos sonhos” e é tamanha a ilusão construída que turva nossa visão e acaba por gerar expectativas irrealizáveis.    As redes sociais e a forma como muitas coisas e vidas são  apresentadas alimentam ainda mais as ilusões pois representam verdadeiros “paraísos” que atraem a mente dos automáticos de plantão.

ACORDA!!! 

A – cor – dar  –  Significa dar a cor.   Ampliando um pouco,  podemos interpretar como  olhar diferente,  como criar  seu próprio mundo sem se deixar influenciar pela  “inundação” de informações e imagens que nos atropelam todos os dias.

A maneira de encarar as situações difíceis e os obstáculos que encontramos depende muito do nosso “olhar”.   Podemos olhar com olhos de vítima (óh céus,  óh vida,  óh destino)  ou podemos considerar uma oportunidade para aprender,  para exercitar outras visões, para realizar um melhoramento pessoal, para sair mais preparado e mais fortalecido depois.

Certa vez ouvi de um amigo uma frase, que nunca mais esqueci:

 “Apelou, perdeu!”.

Ou seja, se fugiu, desistiu,  já perdeu uma oportunidade de fazer diferente.

Coragem é uma palavra que cabe bem nesse momento,   coragem para assumir nossas imperfeições e inabilidades, coragem para lidar com o outro, com a situação.

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O passado está escrito,  feito e não tem como mudar. Agora o  futuro??  Ahhh .. esse sim, eu, você,  NÓS todos temos o “PODER”  de criar,  de escrever a nossa  história.

Não tem como “ganhar” fugindo…  desistindo …

Então, peito aberto,  e vamos a  luta!!!!

Abraços,

Darlene

 

P.S.  Para as pessoas que estão em transição e carreira e que querem construir novos olhares e criar seus próprios cenários de trabalho e atividade,  não deixem de visitar o site Guinadaprofissional.com .    Trata-se de um programa que ajuda as pessoas que estão nessa condição, seja porque escolheram sair dos seus empregos para desenvolverem-se em novos trabalhos, seja porque foram demitidos pelos seus empregadores.

Passe lá e conheça um pouco mais!!!

 

Experimente sair do lugar comum. Vale a pena! 🏠

Nos últimos anos tenho sido adepta dos novos modelos de compartilhamentos de “ativos”, de coisas.   Alguns, especialmente os profissionais de negócios, os conhecem também como “sharing economy“,  a economia do compartilhamento,  onde se “divide” algo com outras pessoas,  desde casas, carros,  ferramentas, roupas, bicicletas, livros, …., o que fizer sentido ou o que a criatividade conseguir alcançar.

Tenho apreciado  as experiências como  UberAirbnbhostel,  e outras.  Já me hospedei, pelo Airbnb,  em casas inteiras, em quartos  de casas com os seus moradores,  e também em outros países (algumas cidades da Itália, por exemplo).

É um verdadeiro “aprender” com o inusitado. É sai do lugar comum! Cada situação é única, singular. Trata-se de um interessante,  e não necessariamente fácil,  exercício de desprendimento.  Por esses caminhos afora,  experimentei dificuldades, facilidades, mas o mais legal de tudo,  conheci muitas pessoas de bem.    Sou grata por isso!!!

Recentemente, após vários dias de intensa adaptação, vivendo uma  busca incessante por lugares “legais” para morar,  utilizei novamente o modelo.  Entrei pra ficar por 15 dias  na casa de alguém que não conheço.  Aliás, conheço sim. Calma, vou explicar.  Quando mencionei “conhecer” aqui não significa encontrar,  conversar, olhar no olho,  Significa sentir afinidades pelo estilo do seu lugar,  pela mobília e sua disposição,  pelas suas cores, pela textura das paredes, pelos objetos cuidadosamente colocados,  pelas sutilezas dos detalhes.

IMG_4863Encontrei peças e móveis em  “madeira de demolição” trabalhados na arte colorida parecendo coisa das Minas Gerais, minha terra de origem.   A mesa, coberta com um cuidadoso e colorido forro,  dando um ar de graça e de alegria, aquele jeito próprio da  “casa da gente”,  pronta pra chegar, sentar e comer.  Meio que convidando  pra um “dedo de prosa” ao melhor estilo mineiro.

Tem mais..

Me deparei com informações de países por onde passei e que de novo, me acordaram boas e felizes recordações:   os sapatinhos de Amsterdam,  as garrafas de vinho da Italia, os bibelôs da torre Eiffel,.  ah Paris…  Até o gosto pelos cafés,  vinhos, livros, artes e pelas viagens, coincidiu.  Diga-se de passagem,   são minhas  grandes preferências na vida.  Estava tudo ali…

Logo que li o anúncio desse lugar, gostei. E fui receptivamente aceita, pelo contato digital.  Ao chegar,  me esperava  um “elaborado” escrito de “instruções” de como viver melhor na casa.  Coisas do tipo:  horário do lixeiro,  o “abre e fecha” de torneiras,  funcionamento dos eletrodomésticos, jeito de lidar com o armário,  local onde se encontrava o detergente da lava-louças, entre outras.  Parecendo mesmo coisa de família,  conselhos e orientações de mãe pra filha(o) talvez.

Sou grata demais por esse aconchego..  por  sentir-me  literalmente em casa,  por esse calor gostoso de um canto vivo (é isso,  vivo) no meio da parte árida de São Paulo.  Olha, confesso, eu estava mesmo precisando disso.

 

Nunca imaginaria que um lugar pudesse me abraçar desse jeito.  Senti-me  parte dali. Seja lá quem for a dona ou o dono, posso afirmar,  já gostei de você!!  💜 (descobri depois que escrevi esse artigo, era um casal em viagem)

Amei, Darlene

Ops… … tem mais…

 

A coragem é um caso se amor com o desconhecido.  Osho

e por falar em coragem….

Vou pegar uma carona no assunto de ser aconchegado por outras pessoas e fazer uma provocação:  Quer testar novos modelos,  viver experiências diferentes?? Veja aqui algumas referências pra você pesquisar!!

Airbnb – casas e quartos de outras pessoas que você pode alugar por alguns dias – http://www.airbnb.com.br

WorldPackers – Encontre oportunidades em mais de 100 países para viajar trocando suas habilidades por hospedagem – intercâmbio de trabalho.
http://www.worldpackers.com

Couchsurfing -a expressão pode significar  “surfe no sofá”,   a proposta é exatamente essa: os surfistas (viajantes) procuram encontrar pessoas pelo mundo com a disponibilidade de compartilhar o seu sofá por uma ou mais noites. (gratuitamente). \  http://www.couchsurfing.com

Trocacasa – um site que viabiliza a troca de casa nas férias,  em vários países do mundo.  os moradores podem trocar de casa por um período.
http://www.trocacasa.com

Compartilhamento de carros – (favorece a mobilidade urbana)  – Dirija  um  carro, sem se preocupar com IPVA, seguro, etc… etc.. e às vezes com  vaga de estacionamento garantida no centro da cidade… (ohh). Várias empresas estão apostando nesse modelo pelo mundo afora.  Modelos: Free Floating, One Way, Round Trip e Peer to Peer.  Cada modelo oferece características próprias.    Algumas empresas: ZAZCAR no Brasil, Car2go,  Drivenow,  Autolib,  Vulog, Turo,  Getaround,  Fleety,  Pegcar.  entre outras.

Uber – carros de outras pessoas e com motorista, o próprio dono. ( esse todo mundo conhece) (kkk) –
http://www.uber.com

 

Até mais,

Darlene

 

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