Palavras conectam… 📚

Sempre nos demos bem..   suas histórias, seu interesse pela literatura,  seu gosto pela educação…  tanto “reparo” de admiração tenho por ela, minha tia.  Recente tomamos um café em casa e fomos ao cinema. Desses programas adoráveis… de muita prosa.

Ao passar pela livraria…  não havia como escapar.  Juntas, desfrutávamos do lugar.    E não é que ao procurar um livro de poesias ela descobriu alguns tesouros..??  Com um sorriso estampado, meio que justificando alguns achados comentou:  “ah, tenho certeza que eu escolhi a profissão certa”.

Descobriu dois livros.. . sobre o amor,  sobre relações, sobre a vida.   Eram livros compostos por frases..  inspirações.  Ela os folheava e encantava-se.  Conhecemos juntas o Lucão, publicitário de Goiás (do blog Abra o bico), e o Carpinejar, poeta dos guardanapos.  Ao folhear saboreávamos as palavras cheias de sentimento, de sentido. Muitas pareciam de dentro da gente. A literatura faz isso com, conecta.  Irresistíveis, ela levou os dois pra casa.

Ao sair do cinema fez questão de voltar lá e me comprar  mais um deles de presente… Aí não resisti, comprei o outro. rsss   Acabei carregando também os dois autores. ..  o poeta que escreve nos guardanapos.   O livro dele,  como se fosse um pacote de guardanapos destaca-se.. como que para  jogar com as frases, com as palavras numa boa mesa de convivências,  de “dedo de prosa”,  como falamos em Minas.

A d o r e i ..

 

p.s –

Algumas das pérolas dos dois livros aqui pra você leitor, também..

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Prática simples e útil pra ser mais produtivo! Yeah!!! 💪

Em tempos de grandes desafios  por maior concentração (foco), mais clareza de propósitos, gerencia do tempo, resultados e equilíbrio entre as várias áreas da vida, ressurge a recomendação por “escrever”por estabelecer uma rotina diária de registros. Pode favorecer a vida.

Quando pensa-se em  “diário”,  logo vem à mente aquele conceito tradicional do caderno onde se relata tudo… detalhes, memórias, lembrança.    Não é o caso aqui.   Nessa perspectiva, essa proposta não trata de escrever TUDO…   Refere-se à organizar melhor os conteúdos da sua vida.

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Um dos caminhos sugeridos por alguns autores é ter  dois registros ao dia:
a) um  pela manhã, contendo uma vista para o dia que se inicia e;
b) um registro ao final do dia,  com as conclusões e relevâncias, reflexões.

Num de meus posts sobre “mindset” mencionei sobre estar atento aos aprendizados do dia.  Sobre perguntar-se sempre,  o que aprendi hoje?  O quê, de novo,  acrescentei na minha vida?  São perguntas propícias para o final do dia.

Aprendi com Pecotche uma outra medida fabulosa…  simples e funcional.  Ao deitar, já elabore mentalmente o seu dia seguinte,  as atividades que estão programadas,  o que gostaria de viver.  Assim, quando acordar, já estará com esse planejamento prévio “pensado”.   Experimente!!

Uma das maiores tenistas mundiais, com uma coleção de prêmios, Martina Navratilova,  revelou,  numa entrevista  recente para o economista Tyler Cowen,  que o uso do diário  lhe ajudou a ter maior eficácia na vida e na carreira. Contribuiu para que pudesse canalizar esforços para seus objetivos de longo prazo, mas olhando o curto.  O dia a dia.  De acordo com ela,  essa prática te ajuda a se manter centrada nos seus projetos,  propósitos, nos seus objetivos primordiais.  Te mantem na “linha”.

Chamo a atenção também para  a necessidade de segmentar os projetos,  particionar as iniciativas,  alocando atividades menores na agenda, nos dias.  (sprints)

Enfim,   absolutamente  necessário “botar reparo” no seu dia,  em quê você investirá seu tempo,  seu esforço e por que.

Os benefícios da adoção dessa prática simples e útil podem ser ainda maiores.  Por exemplo, ao escrever,  trabalha-se mais a organização de ideias, a estruturação mental do tema.  Outro,  você terá possibilidade de utilizar o mecanismo para medir sua evolução.  As anotações vão favorecer sua visão sobre o caminho percorrido e seu cumprimento,  as distâncias para conquistar o que almeja.  Me lembrou uma frase muito conhecida no contexto de negócios – Você não consegue gerenciar,  o que você não mede. Consinto. Ponto.

“Os dias são caros. Quando você gasta um dia, você tem um dia a menos para gastar. Então tenha certeza de que irá gastar cada dia sabiamente.”

Jim Rohm

Bjo,

Darlene

Liderança Situacional: cada ocasião, uma nova oportunidade!🎊

Durante os preparos para os módulos do Programa SOS Liderança,   gosto muito de voltar aos conceitos fundamentais e fazer um repasse nos meus conteúdos,  realizar um “refresh“,  uma atualização. Normalmente, como há algum tempo não toco especificamente no tema em pauta, faço um mergulho e …. uau!!! Observo que os meus olhos já são outros.  Aí mora “certa” beleza de ver,  botar reparo no tempo de  “hoje”.    Como de lá pra cá,  já tive outras experiências, vivências, certamente a minha visão está consideravelmente diferente e na maioria das vezes, acrescida.

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Quero trazer um pouquinho desse olhar sobre o tema liderança situacional. Um dos seus princípios básicos  é a capacidade em “reconhecer”,  identificar,  fazer o diagnóstico de determinada “situação”.  Esse é um passo importante para lidar,  saber como se comportar melhor com seus liderados e com as necessidades específicas deles.

Como o próprio nome sugere “situacional”,   refere-se ao  “momento presente” e específico.    Daí a oportunidade imediata de “renovação”,   Mesmo já tendo vivido momentos similares, ou com variáveis análogas (mesma pessoa,  mesma empresa,  mesmo projeto),  essa é uma circunstância nova.

Liderança Situacional – Cada ocasião, uma nova oportunidade!!!

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Assim torna-se necessário e muito bem-vindo um novo olhar, um novo diagnóstico.

Receitas velhas não necessariamente são adequadas para situações novas.  A realização da leitura do contexto requer “conceitos”,  conhecimentos,  requer visão,  (que estão sempre em evolução) para que o líder consiga interpretar corretamente e para que aja, utilizando-se do estilo compatível.

Imagine um médico fazendo uma prescrição sem ter feito um diagnóstico correto.  Coitado do paciente.  Nem me fale sobre isso... tenho tido experiências críticas nesse campo (ufa!). Assuntos pra outra hora… (rs)

O fato é que nessa etapa são necessários conhecimentos e conceitos sobre níveis de desenvolvimento das pessoas,  suas necessidades,  sobre a maturidade profissional, sobre os requisitos técnicos de situação avaliada,  sobre os objetivos a serem alcançados, entre outros.  O autoconhecimento e a inteligência emocional são aliados fortes nesse percurso pois as emoções estarão sempre presentes em todos os momentos e relações e vale a pena estar atento a elas.

Esse processo de diagnóstico e a aplicação do estilo adequado podem render muitos frutos tais como:

  • uma  maior motivação dos liderados,
  • o aumento na produtividade da equipe,
  • uma comunicação mais fluida;  e,  consequentemente,
  • um clima mais propicio para resultados de toda ordem,

inclusive sobre a energia e alegria dos colaboradores.

Já parou pra pensar sobre isso??

Até sempre..

Da

 

Emoção não pede licença! 😡

A busca por mais consciência,  por uma vida em estado de atenção plena,  por ampliar a capacidade interna de resolução,  por decisões mais acertadas, por mais satisfação e  felicidade tem despertado a atenção de estudiosos, de cientistas que  realizam pesquisas das  variadas facetas do comportamento humano.
As emoções sempre foram temas instigantes, porque, assim como os pensamentos, surgem impulsivamente,  sem pedir licença,  sem dar aviso prévio,  sem qualquer autorização ou “burocracia”, por vezes, sem lógica.   Chamadas também de “sentimentos” e de “deficiências” (pelo caráter negativo) são involuntárias. Quando você vê,  já foi, ela se apresentou e está sentada no melhor lugar  da sua sala de visitas.   Provê ao ser humano,  um aviso, um movimento de cuidado,  para ajudar-lhe também em situações  críticas e de perigo.    O próprio nome já diz.  Emoção,  que vem do  latim  “emovere”  significa “por em movimento”.
Vamos trazê-las à mente…:
  • O mal comportamento do outro é motivo para que você desista?
  • Ao considerar atos de  desrespeito ou mesmo uma injustiça,  o que te move?
  • Ao irritar-se  por condutas alheias,  qual a sua reação imediata?
  • Foi, de alguma forma, traído por alguém de sua confiança?  Como lida com isso? O que isso movimenta em você?
Eu, você, nossos amigos,  nossos familiares…  Ninguém está ileso. Todos vamos viver essas situações hora ou outra.
Certa vez, há muitos anos atrás,  um desses episódios ocorreu-me no mundo corporativo.  Recordo que senti a presença da “Dona Raiva”,  do “Senhor medo”,   e me privei de continuar num projeto muito importante e totalmente vinculado à área que eu dirigia  (que eu curtia muito), para não submeter-me  a um

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profissional verbalmente ameaçador (“não quero saber, faça o que eu mando ou te mando embora daqui”),  fisicamente agressivo (fisionomia e com fortes tapas na mesa) e que tinha o papel de proceder, teoricamente, ao contrário.  Detinha, além da oportunidade,  a responsabilidade de criar um belo resultado, por meio de um conjunto de profissionais de alto nível, muitos executivos, inclusive.   Ao me ver naquela situação, já tendo percorrido longos anos na carreira executiva e vivido muitas experiências complexas,  tinha dúvidas sobre o caminho correto a seguir.  Sentia-me desrespeitada pessoal e profissionalmente, além de considerar  uma baita  “injustiça”  com as pessoas do conjunto.
Minha reação foi de compartilhar, de forma discreta, com as pessoas “responsáveis”,  ou em posições que carregavam essa “responsabilidade”. Mesmo para a direção de recursos humanos (em geral atenta a essas questões humanas) mas eu talvez eu não tenha sido eficaz,  ou mesmo “bem vista”.  O fato é que nada foi feito.A conduta comum mais observada é o acatamento pelo medo e a uma confortável passividade.  (omissão é sempre um caminho mais fácil e cômodo).  E para quem recebe a informação é difícil ouvir e mais difícil ainda  “tratar”,  encaminhar ações  em ambientes organizacionais.  São muitas variáveis de contexto envolvidas: cultura, política, estrutura organizacional, interesses de toda ordem, etc.
Na minha ótica,  eu não poderia assistir tudo aquilo inerte,  desconsiderando e omitindo-me. Estaria traindo meu jeito de ser. Isso não fazia parte do meu “skill“,   do meu repertório natural de ações na época.   Era literalmente um “tradeoff” – um tema do Programa SOS Liderança e do Programa 4TOUCH,  que trata sobre a necessidade de fazer escolhas.
Aprofundando um pouco mais…
Por várias vezes pensei:
* Covardia minha?.   Me respondi:  Não,  preciso me dar ao respeito.
* Mudar de direção estrategicamente,   fazer escolhas alinhadas aos seus princípios  é ser covarde?  Nesse momento entra em jogo os conceitos de vida,  os valores e o que se quer ser e viver. O respeito começa por si mesmo,  nas suas escolhas.  Assim,  eu perdi a oportunidade de um projeto importante, mas ganhei uma paz interior inigualável. FEITO!
* Mas “o que é” e “o que não” é covardia?  Fui ao  conceito da palavra:
comportamento que denota ausência de coragem; atitude, gesto que se caracteriza pelo temor, pelo acanhamento, pela falta de ousadia, pela raiva ou por sentimento de injustiça.
Recentemente,  anos depois desse ocorrido,  li num dos estudos sobre neurociência, sobre emoção  raiva –  que em geral tem um componente de maldade, mas que pode ser também um caminho para exprimir uma indignação legítima diante de uma injustiça.  “Ela contém aspectos de clareza, atenção e eficácia que, em si mesmos,  não são perniciosos. ” Me fez acordar essa experiência e revisitá-la em perspectiva e análise.
Alegria, tristeza, raiva, irritação
Diante de obstáculos,  insatisfações,  expectativas não atendidas, ausência de reciprocidade, injustiças, seja no pessoal,  profissional,  social ou política, o que você faz com esse movimento  que,  sem pedir licença,  simplesmente “brota” dentro de você?
As relações humanas nos desafiam  e  ensinam a todo momento: namorados,  maridos/esposas,  filhos,  familiares,  amigos,  colegas de trabalho, chefes e superiores,  subordinados,  políticos,   etc.   Diria que são os nossos propulsores de emoções. (ou combustão rs).
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Além das relações humanas em si,  as nossas atividades diárias nos expõem:  o trânsito,  a carência de tempo,  a pressão do trabalho,   as necessidades de sobrevivência financeira,  os sonhos não realizados.
TODOS,  todos os seres humanos passam por elas,  mas nem todos estão conscientes ainda,  são capazes de gerencia-los adequadamente e principalmente agir de forma positiva, construtiva. São tantas as repercussões desses momentos que o  querido “equilíbrio”  tão necessário,  muitas vezes, passa longe.
As emoções são  as  “matérias primas”  da  “inteligência emocional”,  tema que se desenvolve-se progressivamente e ganha espaços e pesquisas desde 1995, com o lançamento do conceito no livro de mesmo nome,  do Professor de Harvard, Daniel Goleman.
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Identificá-las, qualificá-las e saber lidar com elas passa ser uma competência.   Torná-las movimentos positivos internos é um processo de desenvolvimento.   Para os líderes, especialmente, esse tema tem um significado crucial,  dado que um de seus importantes papéis é lidar com as pessoas e consequentemente com a emoções delas.  Isso  faz uma grande diferença.    Em 2011 escrevi um artigo que está aqui no site,  onde apresentei o conceito de liderança primal,  lidando com a sensibilidade e eficácia.  Se tiver interesse em mergulhar um pouco mais messe conceito acesse aqui ->  Liderança PRIMAL.
Também citei as bases da  ‘inteligência emocional”  no ebook,  “Segredos na arte de se relacionar”. 
Esse tema tem uma conexão direta com a neurociência, porque depende das aptidões mentais do indivíduo. Razão e sensibilidade (emoção) andam de mãos dadas.  Então não há como falar de emoções,  sem trazer à tona as  capacidades mentais.  Muitas conexões pela frente !!
Emoções – Aprender a lidar com elas,  treinar seu auto-controle,  desenvolver-se é um caminho viável e factível.  Quem quiser pode percorrer  e existem muitas ferramentas  e “tecnologias” disponíveis.  Cito o mindfulness,  por exemplo.    Como todo processo de capacitação, exigirá esforço,  paciência,  atenção, tempo.   Mas asseguro,  vale a pena!
Até sempre,
Darlene

Experimente sair do lugar comum. Vale a pena! 🏠

Nos últimos anos tenho sido adepta dos novos modelos de compartilhamentos de “ativos”, de coisas.   Alguns, especialmente os profissionais de negócios, os conhecem também como “sharing economy“,  a economia do compartilhamento,  onde se “divide” algo com outras pessoas,  desde casas, carros,  ferramentas, roupas, bicicletas, livros, …., o que fizer sentido ou o que a criatividade conseguir alcançar.

Tenho apreciado  as experiências como  UberAirbnbhostel,  e outras.  Já me hospedei, pelo Airbnb,  em casas inteiras, em quartos  de casas com os seus moradores,  e também em outros países (algumas cidades da Itália, por exemplo).

É um verdadeiro “aprender” com o inusitado. É sai do lugar comum! Cada situação é única, singular. Trata-se de um interessante,  e não necessariamente fácil,  exercício de desprendimento.  Por esses caminhos afora,  experimentei dificuldades, facilidades, mas o mais legal de tudo,  conheci muitas pessoas de bem.    Sou grata por isso!!!

Recentemente, após vários dias de intensa adaptação, vivendo uma  busca incessante por lugares “legais” para morar,  utilizei novamente o modelo.  Entrei pra ficar por 15 dias  na casa de alguém que não conheço.  Aliás, conheço sim. Calma, vou explicar.  Quando mencionei “conhecer” aqui não significa encontrar,  conversar, olhar no olho,  Significa sentir afinidades pelo estilo do seu lugar,  pela mobília e sua disposição,  pelas suas cores, pela textura das paredes, pelos objetos cuidadosamente colocados,  pelas sutilezas dos detalhes.

IMG_4863Encontrei peças e móveis em  “madeira de demolição” trabalhados na arte colorida parecendo coisa das Minas Gerais, minha terra de origem.   A mesa, coberta com um cuidadoso e colorido forro,  dando um ar de graça e de alegria, aquele jeito próprio da  “casa da gente”,  pronta pra chegar, sentar e comer.  Meio que convidando  pra um “dedo de prosa” ao melhor estilo mineiro.

Tem mais..

Me deparei com informações de países por onde passei e que de novo, me acordaram boas e felizes recordações:   os sapatinhos de Amsterdam,  as garrafas de vinho da Italia, os bibelôs da torre Eiffel,.  ah Paris…  Até o gosto pelos cafés,  vinhos, livros, artes e pelas viagens, coincidiu.  Diga-se de passagem,   são minhas  grandes preferências na vida.  Estava tudo ali…

Logo que li o anúncio desse lugar, gostei. E fui receptivamente aceita, pelo contato digital.  Ao chegar,  me esperava  um “elaborado” escrito de “instruções” de como viver melhor na casa.  Coisas do tipo:  horário do lixeiro,  o “abre e fecha” de torneiras,  funcionamento dos eletrodomésticos, jeito de lidar com o armário,  local onde se encontrava o detergente da lava-louças, entre outras.  Parecendo mesmo coisa de família,  conselhos e orientações de mãe pra filha(o) talvez.

Sou grata demais por esse aconchego..  por  sentir-me  literalmente em casa,  por esse calor gostoso de um canto vivo (é isso,  vivo) no meio da parte árida de São Paulo.  Olha, confesso, eu estava mesmo precisando disso.

 

Nunca imaginaria que um lugar pudesse me abraçar desse jeito.  Senti-me  parte dali. Seja lá quem for a dona ou o dono, posso afirmar,  já gostei de você!!  💜 (descobri depois que escrevi esse artigo, era um casal em viagem)

Amei, Darlene

Ops… … tem mais…

 

A coragem é um caso se amor com o desconhecido.  Osho

e por falar em coragem….

Vou pegar uma carona no assunto de ser aconchegado por outras pessoas e fazer uma provocação:  Quer testar novos modelos,  viver experiências diferentes?? Veja aqui algumas referências pra você pesquisar!!

Airbnb – casas e quartos de outras pessoas que você pode alugar por alguns dias – http://www.airbnb.com.br

WorldPackers – Encontre oportunidades em mais de 100 países para viajar trocando suas habilidades por hospedagem – intercâmbio de trabalho.
http://www.worldpackers.com

Couchsurfing -a expressão pode significar  “surfe no sofá”,   a proposta é exatamente essa: os surfistas (viajantes) procuram encontrar pessoas pelo mundo com a disponibilidade de compartilhar o seu sofá por uma ou mais noites. (gratuitamente). \  http://www.couchsurfing.com

Trocacasa – um site que viabiliza a troca de casa nas férias,  em vários países do mundo.  os moradores podem trocar de casa por um período.
http://www.trocacasa.com

Compartilhamento de carros – (favorece a mobilidade urbana)  – Dirija  um  carro, sem se preocupar com IPVA, seguro, etc… etc.. e às vezes com  vaga de estacionamento garantida no centro da cidade… (ohh). Várias empresas estão apostando nesse modelo pelo mundo afora.  Modelos: Free Floating, One Way, Round Trip e Peer to Peer.  Cada modelo oferece características próprias.    Algumas empresas: ZAZCAR no Brasil, Car2go,  Drivenow,  Autolib,  Vulog, Turo,  Getaround,  Fleety,  Pegcar.  entre outras.

Uber – carros de outras pessoas e com motorista, o próprio dono. ( esse todo mundo conhece) (kkk) –
http://www.uber.com

 

Até mais,

Darlene

 

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Satisfação!!! Cadê? 👩🏻‍🎓👩‍🍳👨🏾‍🌾👨‍🚀👩🏾‍🔬👩‍🎤👨‍💻

A fonte de verdadeira satisfação  provém,  em torno de 60% ou mais,  de atividades produtivas, e também de realizações do trabalho.  Quando tive acesso a essa informação,  me veio à tona,  a busca incessante das pessoas,  por prazeres de todo tipo e em toda parte,  para “aproveitar a vida”.   Daí que acabam encontrando boas sensações, entretanto,  aparecem como fugazes.  Obviamente que não se pode generalizar,  existem casos e casos.

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Entretanto,   e o mais legal  é  considerar que o trabalho,  “maldito” por muitos,  por ser “penoso”,   “difícil”  e  até mesmo  “um castigo” –  predicados que aprendemos ao longo da vida –    é fonte de muitas realizações positivas e duradouras.

Certa vez,  faz muitos anos,  assisti um show do Toquinho, num encontro anual de executivos,  promovido pela empresa e algo que  ele disse ao final,  me marcou  e  tenho comigo até hoje:

“Estou fazendo a coisa que mais gosto,  música.   E ainda ganho dinheiro pra isso.”

Pensei comigo,   que privilégio poder ganhar dinheiro com a realização de gostos, de prazeres da vida.  Muitos anos depois,  participei de um evento em São Paulo,  com o Rick Jarow,   o autor do livro “Criando o trabalho que você ama”.,   e mais uma vez essas reflexões vieram  à tona.

  • É possível trabalhar com o que se ama?  Ou é uma utopia?
  • Será um privilégio para poucos,  como o Toquinho?
  • Fazer o que se gosta,  o que se ama, nem sempre “dá dinheiro”.

O fato é que a gente para muito pouco pra pensar no que “de fato”, no que  “realmente” gostamos, no que realmente somos.   Inundados por influências,  por modelos pre-concebidos,  muitas vezes “achamos” que gostamos.  Vez ou outra,  uma voz interna cochicha o contrário.  Parece nossa consciência ou nossa alma querendo um espaço pra respirar (rs)…

Lendo a Revista Vida Simples,  um texto(capa),  assinado pela querida e editora  Ana Holanda,  entitulado “Como encontrar o trabalho dos sonhos” me deparei de novo com essas mesmas questões.   Palavras afetuosas e que me fizeram pensar  novamente nas motivações que nos impulsionam a agir na vida.   Mais especialmente a agir para o trabalho.    Ela adiciona o elemento “alma”…  qual o trabalho sua alma quer?.   E menciona:

“E essa escuta,  a da alma, é algo que a gente demora a apurar. “

Arrisco dizer que muitos não chegam lá (rs).  Lembrei daquele número que mencionei no início desse artigo, que repito,  “em torno de 60%”  das realizações com satisfação verdadeira provêm de  atividades produtivas. Conectei com a frase citada na revista,  do filósofo Albert Camus,  que gostei muito:

˜Sem trabalho, toda a vida apodrece, mas, quando o trabalho é desprovido de alma, a vida sufoca e morre.

Encontrar o que nos motiva,  o que realmente nos mobiliza à realizações profundas e positivas  requer o exercício do autoconhecimento.  Requer parar pra pensar,  requer fazer escolhas.  Quando desenvolvi o 4TOUCH,   um programa destinado ao desenvolvimento pessoal,   que ajuda as pessoas a saírem da inércia e serem mais realizadoras,  eu mantinha essas reflexões cultivadas por anos,  como pano-de-fundo. Logo instituí o primeiro módulo voltado ao autoconhecimento. Para estimulá-las a pensarem sobre si mesmas,  seus valores,  seus gostos pessoais,  suas habilidades, suas motivações,  seus propósitos e significados.

Esses caminhos de descobertas,  de diálogos internos podem ser muito valiosos,  seja para confirmar os caminhos já escolhidos, seja para decidir por outros.   O fato é que,  ampliar o nível de consciência do que se é favorece muito a conquista de uma vida mais plena, com mais significado e porque não dizer,  mais feliz?

Até sempre,

Darlene

 

 

 

Você escolhe o que quer ser!! Ou não?

As escolhas  (tradeoffs),  em qualquer época da vida, não são triviais e ou necessariamente fáceis.  Pense em quantas e relevantes escolhas você realizou  ao longo do seu caminho: escolher o seu curso superior,  escolher sua profissão,  sua escola/universidade,  seu trabalho,  seu chefe,  escolher a empresa para a qual trabalhar,  escolher seus amigos,   seu namorado (a),  seu marido (esposa)..  e por aí vai.

Abrir mão de algo,  fazer concessões,  optar por algumas perdas.  Compõem o processo  natural de tomada de decisões. Pressupõem  ganhos e perdas.   Se você quer ter uma trajetória profissional,  qualquer que seja a área,  precisa escolher dedicar-se, concentrar esforços,  aprofundar-se em estudos e práticas,   em detrimento de outras atividades. Isso,  óbvio,  se se pretende alcançar seus objetivos.

Já dizia um antigo conhecido meu,   “there is no free lunch“…  ou seja,  não existe almoço grátis,  tudo tem seu preço.  Prefiro até dizer que tudo tem seu valor.   Implicitamente,  as escolhas são realizadas a partir do que representam,  do que valem  para cada uma das pessoas.  Algo de muito valor para mim  não necessariamente tem o mesmo valor para você e vice-versa.

Cada ser humano carrega em si,  uma individualidade própria,  uma história construída pelas suas próprias decisões.   Saber o que não fazer, é também tão importante, quanto saber o que fazer.  Por vezes, representa uma grande parte das nossas conquistas,  já que nosso tempo é exíguo.   Como Gonzales Pecotche diz:  “tempo é vida” e por isso não podemos desperdiçá-lo    De nada adianta  “lotar” a vida de atividades,  de “prazeres”,  e não conseguir dar foco, realizar e conquistar suas metas pessoais, por insuficiência de atenção dirigida!!

E você?  Como está escolhendo o que quer ser?  Ou está deixando o mundo escolher por você?

Dentre os meus vários vídeos de um minuto (disponíveis no youtube.com/darlenedutra),   destaquei um pra você, que fala de escolhas.   Me dê seu feedback -darlene@pothum.com.br.

 

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Há vida lá fora!

 

Acredite!  Grande parte das  horas diárias das pessoas são gastas em comportamentos absolutamente automáticos. Dentro do táxi, do metrô, do ônibus, do carro, … Podem passar por paisagens lindas, porém,  sem de fato vê-las,  apreciá-las,  desfrutá-las.knight-122838_640

Ao final de um período (dia, mês, ano) constatam  o sentimento de insatisfação por não terem feito o que gostariam. Permeia  a sensação de que poderiam ter feito mais ou de forma diferente.   Com tantos desenvolvimentos tecnológicos, inovações,  modernos padrões de vida as pessoas ainda estão abarrotadas de atividades, sem tempo para muitas outras que gostariam de realizar. Não parece contraditório?

Estamos correndo atrás do que mesmo?  

Se a resposta for “da felicidade”,   será esse o caminho?   Dedicamos uma enormidade de tempo na busca, do que  “achamos”  que nos fará mais felizes e ainda assim nos sentimos insatisfeitos,  infelizes até.  Se esse não é o seu caso,  tiro o meu chapéu pra você e o cumprimento efusivamente.

Ao assistir  cenas,  imagens  de pessoas  se acotovelando,   “loucos pra comprar”  num desses dias de black friday,  a famosa data de promoções fantásticas,  “pasmei”.  O que move tamanho desejo pelas compras, pelo consumo desenfreado?  Por que tantas pessoas querem ter mais e mais,  a qualquer custo?  Compulsivas por conquistar sempre mais e melhor, movimentadas pelos modelos e “padrões” divulgados incessantemente pelo marketing.  Estão tentando comprar a felicidade?

O que mais tem movido as pessoas? 

Gosto muito do projeto Walk & Talk – Histórias que Inspiram  realizado pela Luah e o Danilo,  projeto onde visitaram 28 países em 5 continentes ouvindo as pessoas sobre o que as motivavam viver.   Trata-se de um conteúdo que nos convida a pensar sobre essa questão:  o que nos move e  motiva?  O que te faz levantar da cama e agir ?

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fonte: Walk & Talk – Histórias que Inspiram

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Existem muitas pessoas que são teoricamente “bem sucedidas”, que têm tudo que gostariam (coisas), viagens, carros, casa confortável, status social, um trabalho que as remunera de forma diferenciada.  E por que,  ainda assim, não se sentem plenas, satisfeitas  ou felizes.

Olham pra dentro de si mesmas e  não conseguem encontrar as respostas para esse sentimento de “falta”  que mora ali.   Comprar coisas,  ter coisas,  não resolve isso. Viver para receber o salário e gastá-lo simplesmente não é o suficiente.

O que estou trazendo aqui pode soar  meio utópico, meio romântico.  Falar de sentimentos,  de realidades internas desatendidas não é usual à maioria.   E pode parecer fraqueza (para muitos).   Mas não é. Assisto movimentos significativos ao redor do mundo que retratam exatamente essa busca por uma vida de maior significância e menos “coisas”.   Veja:

a) Simplicidade voluntária,  de acordo com a wikipedia, e que transcrevo aqui, a  “Vida simples ou simplicidade voluntária é um estilo de vida no qual os indivíduos shoes-2465908_640conscientemente escolhem minimizar a preocupação com o “quanto mais melhor”, em termos de riqueza e consumo. Seus adeptos escolhem uma vida simples por diferentes razões que podem estar ligadas a espiritualidade, saúde, qualidade de vida e do tempo passado com a família e amigos, redução do stress, preservação do meio ambiente, justiça social ou anticonsumismo, enquanto outros escolhem viver mais simplesmente por preferência pessoal ou por razões econômicas – embora a vida simples seja essencialmente uma escolha e nada tenha a ver com “pobreza forçada”. A pobreza é involuntária e debilitante, a simplicidade é voluntária e mobilizadora, adverte Duane Elgin, autor do livro Simplicidade Voluntária. Significa fazer um esforço consciente para descobrir o que realmente é importante e abrir mão do que é supérfluo, descobrindo assim que uma vida mais frugal exteriormente pode ser muito mais rica e abundante interiormente. “

b) Downshifting – termo frequentemente utilizado para descrever um movimento quenote-415143_640 promove a redução da velocidade (diminuir a marcha),  redução da intensidade no nível de atividades e  que promove uma mudança no estilo de vida,  de maior para menor consumo. Um fenômeno que envolve renúncias voluntárias de cargos de chefia e de trabalho em prol do auto-desenvolvimento  ou de uma auto-realização baseada em outros fatores, culturais,  familiares,  de relações.   É desencadeado, por vezes,  nos momentos de alto stress no trabalho,  seja pelas péssimas condições oferecidas pelos empregadores, seja por trabalhar em algo que desgosta, por obrigação ou por despender muito mais tempo ao trabalho do que gostaria (problemas de trânsito, deslocamentos, etc.).

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c) Minimalismo,   é uma  palavra muito utilizada atualmente por pessoas que decidiram reduzir seu consumismo e voltando sua atenção para outros aspectos da vida. Aqueles que o dinheiro não pode comprar. Significa uma revisão geral no estilo de vida, no emprego inteligente do tempo  (tempo é luxo)  e na aplicação otimizada de recursos (financeiros ou não). Pode ser bem representado pela frase:  “o menos é mais”.

As pessoas que estão, de certa forma,  se familiarizando com esses movimentos privilegiam  mais a “qualidade” dos seus momentos de vida,  desfrutando com intensidade de suas relações,  aportando um valor mais real  e justo à outras variáveis,  que não só o trabalho.  Escolhem viver fora do “modelo automático”  do  “ganha-gasta”.

As dezenas de histórias que tenho tido contato no mundo moderno,  os seres que percorreram caminhos como esses – hoje mais conhecidos por conta do acesso fácil à informação – ajudam os demais a ampliar a visão acerca de escolhas e fazem pensar sobre caminhos alternativos e bem possíveis.    Arrisco dizer que acabam contribuindo para acordar medos guardados em gavetas e levar as pessoas  a assumirem mais as próprias inquietações internas a favor de mudanças.

Defendo a busca peloequilíbrio  entre as várias dimensões da vida.  No 4TOUCH, por meio de um processo “autocoaching” digital,  estimulo as pessoas a pensarem em seus vários cenários:  pessoal, família, trabalho, sociedade, etc.  O melhor dos mundos é ter um  trabalho que se desfrute e se curta muito,   que permita ser  uma pessoa produtiva sob condições razoáveis,  preservando a qualidade de vida,   permitindo uma conciliação com diversos  outros interesses.

Citado pelo Walk & Talk, e dito pelos gregos:

“as pessoas que encontram seus talentos e fazem aquilo que amam são mais entusiasmadas e motivadas que as demais. “

Manter-se sempre em atividades é fundamental,  sejam elas quais forem.  E se essas forem remuneradas, melhor ainda.  Já dizia Confúcio:  “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.”   Afinal, precisamos sobreviver – alimentação, vestuário,  saúde,  mobilidade, etc –   suprir nossas necessidades físicas minimamente.  (lembrei de Maslow rs).

Recordo de uma frase minha,  que  utilizava por ocasião das  férias,  durante minha estada do mundo corporativo, e que fui entender mais profundamente muito, muito tempo depois.

“Há vida lá fora.”

Ela denotava um certo desequilíbrio que eu vivia entre as várias dimensões da vida. Nessas ocasiões  representava pra mim a possibilidade, mesmo que temporária,   de  “ter o domínio,  a liberdade de gerenciar  o meu tempo”.

Ser capaz de sentir a vida com a calma necessária, capturando as delicadezas, as sutilezas dos momentos, saboreando as experiências é algo encantador.

Reconheço a complexidade e as dificuldades  para mudança nos padrões de comportamentos,  para quebra de modelos e sistemas transmitidos por gerações.  Isso requer um conhecimento apurado de si mesmo (autoconhecimento) e uma boa dose de coragem.  Sempre que divulgo essas reflexões,   várias pessoas curtem, comentam  e colaboram com elas.   Confirmam assim esse existe um  desejo latente em viver diferente,  transformar,  mudar o “status quo”.   Feliz por isso! Afinal,  há vida lá fora. (rs)

Se você tem o vírus do incômodo positivo,  da inquietação por uma vida mais plena, pense nisso.  Se gostou desse tema – desse “dedo de prosa”,  como dizem os mineiros do interior –  me escreva contando sua história.    Vou adorar conhecer.  darlene@pothum.com.br

 

Indicações:

Filme  Alike (youtube)

Projeto Walk & Talk – Histórias que Inspiram

 

 

 

“Minha mãe fazia” Crônicas e Receitas & Curso de Escrita – Etapa II em Uberlândia

No final de maio tivemos em Uberlândia, a Ana Holanda,  editora chefe da Revista Vida Simples,  com o curso Escrita Criativa e Afetuosa.    Foi uma belíssima oportunidade não só para aprender,  mas para entender um pouco mais sobre onde nasce a escrita dentro da gente…   Por onde anda nosso  “olhar”  e como traduzimos isso em palavras.

Agora,  dia 23 de junho,  ela estará de volta aqui,  na Livraria Saraiva, (19 horas) fazendo o lançamento do seu livro    “Minha mãe fazia”.     Esse livro vai além das receitas em sí e nos transporta para os contextos de vidas envoltas no alimento. Nos faz pensar que o alimento em si é só um pequeno pedaço dos relacionamentos e convivências em volta dele.  Alimentos são fontes de lembranças, de emoções, de afeto,  de pessoas.

“Cozinhar, pode acreditar,  acalma os pensamentos, põe as ideias em ordem. Porque, entre um ovo que se quebra,  a mistura que ganha forma e o caldo da carne que apura,  os pensamentos e sentimentos vão  reduzindo o passo e ocupando o espaço devido.  ”  Ana Holanda

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No dia 24,  das 08.30 as 12.30  teremos uma segunda etapa do Curso Escrita Criativa e Afetuosa, com duração de 4 horas.  Para os que não puderam participar da primeira etapa e tiverem interesse em aproveitar essa oportunidade,  basta entrar em contato comigo.  999763434 –

Te encontro lá!!

Até sempre,
Darlene

Conversas difíceis

Ao longo da vida… serão inúmeras…. e em  situações de todo tipo.

Em um dos bons livros sobre esse tema, os autores  mencionam que  DIÁLOGO DIFÍCIL é aquele que causa “desconforto”. E se propõem “colaborar” com as pessoas, para que elas atuem melhor em situações importantes e que exijam argumentações, posicionamentos.

Veja e se recorde de algumas das  situações  em que ocorrem esses tipos de “diálogos”:
– dificuldades nos relacionamentos
– cobrança de resultados de outras pessoas
– discordância de posição, principalmente de autoridades ou chefias
– dizer não para uma situação
– dar uma má notícia
– dar um feedback mais difícil

Uma imagem que gostei muito foi a comparação de  uma mensagem difícil com uma granada. Sempre causará estragos. E se você não o fizer, estará com a granada sem pino nas suas  próprias mãos.  Ou seja, algo não resolvido permanece com você.

Pensar sobre a forma de abordar o assunto,  o melhor momento,  o local,   as possíveis reações  é uma forma de você se preparar para lidar melhor com a situação.

É bom lembrar que todo o universo,  com uma exceção insignificante, é composto de outros.

John Andrew Holmes

Com esforço e dedicação  é possível sim, evoluir.  Em tudo  aquilo que colocamos energia, foco e especialmente ação encontramos alguns resultados.   As pessoas que percorreram esse caminho relataram a diminuição da ansiedade e maior auto-confiança,  maior sensação de integridade.

Elas  (as conversas difíceis) fazem parte da vida!!! NÂO podemos  e não devemos evitá-las. Então vamos aprender como lidar melhor com elas??

Até sempre..

Darlene

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