Sobre “O amor que eu sinto agora”

Estimulada por uma amiga de infância que mora lá no Nordeste e que só vejo pontualmente pelas redes sociais,  li um livro de uma autora nossa conterrânea que adoro, seja pela forma de escrever,  pelas histórias, seja pelo nível de identificação com vários de seus sentimentos e pensamentos.  Em uma de suas obras,  que acontece pela troca de correspondências entre duas amigas (título – Que ninguém nos ouça),   pude compartilhar de várias situações colocadas. Algo incrível.  Aliás, preciso ler de novo (rs)…

Mas nesse seu último livro, em específico,   uma mistura de realidade e ficção,  ocorreu-me algo inusitado.

people-2605526_640Não sei você, mas eu quando estou assistindo um filme, cujas cenas são terríveis, desenhadas por dores intensas, por violências das mais diversas ou pela brutalidade,  eu, quase que automaticamente “fecho os olhos”.  Como que discordando, não querendo compartilhar desse tipo de expressão.   Me vejo levando as mãos `a frente dos olhos pra não assistir tamanha crueldade, barbaridades até.  Por vezes,  paro de assistir.

Com esse livro foi assim.  Por várias vezes,  minha mão (mental que seja) foi aos olhos em decorrência das passagens doloridas e do drama angustiante expresso pela autora. Em algumas passagens,   eu me identifiquei como de costume,  em outras sentia profunda tristeza de imaginar o que a protagonista  “Ana” viveu.  Como toda obra,  trás consigo  a essência e a “coisa interna” do autor,  acho que pretensiosamente,  passei a  compreendê-la muito mais, instigada pela reflexão  sobre o que seria ficção e o que seria real.   Pois,  ocasionalmente,  ela manifesta-se publicamente  sobre a luta vivida com a depressão e a síndrome do pânico.

Fiz uma breve observação a um amigo também conterrâneo sobre a obra e o que senti ao lê-la.  Ele

me respondeu: “mar revolto produz ótimos marinheiros”.

Pensei  sobre a fortaleza interna da “Ana”,  ao lidar com tudo aquilo,  e ainda,  depois de tudo,  converter todas as experiências em relatos mensageiros de amor.  Aquele amor profundo, que passou por muitas marcas… mas estava lá. Presente,  cuidando de mantê-la viva.   O amor sofrido de uma mãe e mais.. de uma filha que teve o coração dilacerado por tanto tempo,  vítima de um contexto histórico de família e de relações conturbadas.

A obra, um romance e drama  (real/fictício) intenso,  cheio de muita coragem pelo que expõe,   faz pensar,   faz o coração enternecer,  mas faz além de tudo,  pensar no quanto as experiências que vivemos interferem na nossa vida profundamente, nos remetendo a lugares inimagináveis.  Faz pensar nas relações e sentimentos.

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Na descrição da livraria consta: “O amor que sinto agora é o desabafo extremamente corajoso de uma filha que quebra o silêncio de uma vida… “

Leila, parabéns pela coragem e ousadia.  Pra poucos.  Só para os fortes.  É certo  que essa história não poderia passar em branco.    Receba meu afeto,  bjo.

Darlene

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Raiva suga sua energia.👊

Observou-se enfurecido por algo, ou por alguém?

Certa vez ouvi a seguinte resposta:  “Lógico,  ou você acha que tenho sangue de barata?” Rolei.. (rss)

Humanos são assim … tem emoções,  tem “repentes”,  temperos de toda ordem e por conta de alguns desses ficam até ensimesmados  (recolhidos em si), amargando.  Por vezes,  corroem-se  por dentro de tanto ficar pensando. Tem os que adoecem. Mas não arredam o pé da emoção.  A mantêm ali firme e forte, como um sanguessuga.

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O fato é que quando você se permite embolar nesse estado emocional / mental está deliberadamente entregando seu poder a  “isso”. 

Sentir raiva consome energia. você fica mais fraco.   Tem energia de sobra?  

A vida taí chamando..  gritando!!   A-cor-da!.

Existem  inúmeras outras questões precisando de sua energia, da sua capacidade de solução.  Há que considerar se  vale a pena colocar  “a raiva” em pauta.  E certamente a pessoa/situação que provocou isso em você não está nem ai.

É hora de pensar em  seguir em frente e concentrar as suas energias onde possa realmente ter realizações construtivas, onde possa transformar, fazer a diferença no seu entorno. 

Quando você se sentir prestes a ter um ataque de raiva,  busque um pensamento que lhe ajude a cortar o mal pela raiz.

Que tal esse:

“…não é viril ficar enfurecido. Pelo contrário, gentileza e civilidade são mais humanas e, portanto, mais masculinas. Um homem de verdade não cede à raiva e ao descontentamento, e essa pessoa tem força, coragem e perseverança – ao contrário da raiva e da queixa. Quanto mais próximo o homem chega a uma mente calma, mais perto ele está da força. ” 

tradução livre do stoic diary

Vida forte que segue,

bjos,


P.S.

 

Texto do blog  “O que significa”

Sangue de Barata 

Praticamente todo mundo já ouviu e até já utilizou essa expressão: “fulano tem sangue de barata”, “acham que eu tenho sangue de barata” e por aí vai.

Mas afinal, o que o dito popular quer dizer? Relaciona-se o ‘sangue de barata’ com a falta de atitude ou que esperem que você não tenha atitude. Alguém que aceita demais, não questiona. Apático. Não se opõe, não arrisca. Alguém medroso e que não responde a qualquer desaforo.sangue-de-barata

A barata, assim como a maioria dos insetos, não tem sangue (eles tem o que é chamado de hemolinfa que não apresenta pigmentos e é transparente). Dizem que o sangue é o condutor da nossa sensibilidade ao coração, e pela falta do ‘tradicional’ sangue na barata, a pessoa com o tal sangue de barata tem essa insensibilidade que a faz agir como descrevemos acima.

Há explicação também falando que quando estamos nervosos ficamos o sangue quente, o sangue sobe e como a barata não tem sangue convencional, teria sangue frio e não se abalaria por nada.

Créditos para –  https://oquesignifica.wordpress.com/2014/02/14/o-que-significa-ter-sangue-de-barata/

 

Não aceite a “mediocridade”… 🏆

Somos o resultado das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, das ações que realizamos.

Ao ler um livro sobre “realizações”  dia desses,  me chamou especial atenção a afirmativa de que a grande maioria das pessoas acomoda-se em ser “medíocre”,  ou  “mediano”.

Embora sintam-se  não totalmente satisfeitas  em vários aspectos da vida, estão abaixo do que gostariam, aceitam isso passivamente, não se movem suficientemente ao contrário para encontrar soluções  e caminhos que as projetem  a níveis superiores.

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A questão que fica martelando é:  por que contentar-se com menos,  tendo em si o potencial de realizar mais?   Considerando a premissa de que todos nascem com as mesmas prerrogativas, então onde ficam guardadas as energias, motivações para a busca de melhores resultados?

  • Será que as pessoas não se percebem merecedoras, dignas, capazes  de terem melhores desempenhos e conquistas?
  • Será que existe uma certa comodidade em terceirizar essa responsabilidade a outros?  (pessoas, instituições)  É mais confortável apontar a outros ao invés de dedicar-se, agir?
  • Será que há uma espera por “milagres”?   Se, por exemplo,  o aluno não estuda,  não passará pelo vestibular.  É uma questão de lógica.
  • Os problemas são os outros. ?!?!? Uma das formas de reconhecermos nossos erros e acertos é pelo olhar dos outros,  pelas convivências, que expõem nossas fragilidades, nossas dificuldades e problemas.  Ora,  então os  “outros é que são o inferno”,  já dizia o pensador francês, Sartre.

Enquanto isso a vida passa ,   e rápido.

“A vida é curta demais” é repetido com frequência suficiente para ser um clichê, mas desta vez é verdade. Você não tem empo para ser infeliz e medíocre. Isso não é apenas sem sentido; é doloroso.” Seth Godin

Aprendi que  uma das grandes dificuldades para a realização das pessoas,  reside no “COMO”.  Elas sabem o que gostariam de alcançar,  o sonho, objetivo. Mas nem sempre possuem a habilidade ou o conhecimento de  “como” fazer.

Faço também uma conexão  com a cultura e a educação.  Observo que o  contexto cultural e o processo educacional pelos quais  uma pessoa passa,  exerce importante influência na capacidade para essas conquistas.

Posto isso,  quero ressaltar o “desenvolvimento pessoal” como  um cenário estratégico para  viabilização dos resultados almejados.  Do “sucesso”,  para alguns.   Adotar uma mentalidade de aprendiz,  o tempo todo,    buscando aprender o que for necessário rumo aos planos e projetos.    Seja na área de relacionamentos,  financeira,  espiritual,  emocional, etc.

“Se você quer que sua vida seja diferente,  precisa estar disposto a fazer algo diferente, em primeiro lugar. ”  Kevin Bracy

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Outro dia  comentei aqui no blog sobre  escrever um rápido diário.  Considero uma das práticas simples e rápidas para uma reflexão contínua acerca das escolhas e ações.  Poder favorecer o caminho de evolução.

Rumo ao primeiro passo?

Conte comigo.  Por meio da metodologia do coaching,  tenho ajudado as pessoas a se capacitarem,  a pensarem sobre como conquistar suas metas e objetivos.

Bjo,
Darlene

Você sabe mesmo o que te realiza?

Experimentando nesses dias um sabor de realização ao presenciar  o lançamento do livro de uma das minhas primeiras coachees  no “lifecoaching”.

Recordo como se fosse hoje, das inúmeras conversas e trocas que fizemos. Sarah teve a oportunidade de mergulhar em si mesmo,  se auto-reconhecer e criar perspectivas, caminhos novos. Alinhados às suas habilidades e principalmente, às suas afinidades.

Eu me realizao enormemente na realização das pessoas com as quais tenho a oportunidade de colaborar de alguma forma.  Daí a alegria de ver o lançamento do seu primeiro livro, um romance.   Ao identificar seu gosto por essa natureza de escritos, desenvolveu seu estilo próprio.  E o mais importante:  “partiu para a ação” efetivamente. Quantas e quantas pessoas ficam só no sonho, no desejo e não concretizam.  Seja por medo,  por insegurança ou por outros motivos.

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Por isso Sarah,  aproveite esse post para manifestar meu reconhecimento aos seus resultados. Parabéns por se organizar, sair da inércia e pelo lançamento do seu livro. Que venham muitas outras belas realizações. Sucesso!!

Bjo,

Darlene

 

P.S.

Conheçam o lançamento da Sarah  Aquino

 

Sinopse

Quem gosta de romance, com um toque de drama e um pouco de hot, vai se apaixonar pela narrativa e torcer por Sophie e Theo.

Sophie é uma jovem que sofreu o que nenhuma criança deveria sofrer no âmbito da própria família. Suportou seus traumas durante a adolescência e tornou-se uma adulta com mágoas profundas. Sophie nunca conseguiu se sentir amada.

O seu grande sonho era trabalhar no Museu de Artes Modernas, em New York. Teve que fugir do seu namorado de três anos, traumatizada com esse relacionamento. Fechada para o amor, o seu foco era o somente o trabalho. De repente, tudo pode mudar. Ela conhece Theo, um médico ortopedista lindo, cobiçado pela estudante da Pós-Graduação da Universidade de Yale.

 Será que ela vai conseguir se livrar dos seus traumas de infância? E conseguirá abrir o seu coração para viver novamente um relacionamento amoroso?

Esta história envolve, problemas famílias, traumas, solidão, mas também o prazer das descobertas, do amor e  da superação.

” Em alguns casos, a criança passa a ver aquele trauma causado como um ato de amor. Talvez ela soubesse que algo não estava certo, mas aquele gesto era uma expressão de amor. Um dia Sophie vai descobrir que não era dessa forma …’’

Palavras conectam… 📚

Sempre nos demos bem..   suas histórias, seu interesse pela literatura,  seu gosto pela educação…  tanto “reparo” de admiração tenho por ela, minha tia.  Recente tomamos um café em casa e fomos ao cinema. Desses programas adoráveis… de muita prosa.

Ao passar pela livraria…  não havia como escapar.  Juntas, desfrutávamos do lugar.    E não é que ao procurar um livro de poesias ela descobriu alguns tesouros..??  Com um sorriso estampado, meio que justificando alguns achados comentou:  “ah, tenho certeza que eu escolhi a profissão certa”.

Descobriu dois livros.. . sobre o amor,  sobre relações, sobre a vida.   Eram livros compostos por frases..  inspirações.  Ela os folheava e encantava-se.  Conhecemos juntas o Lucão, publicitário de Goiás (do blog Abra o bico), e o Carpinejar, poeta dos guardanapos.  Ao folhear saboreávamos as palavras cheias de sentimento, de sentido. Muitas pareciam de dentro da gente. A literatura faz isso com, conecta.  Irresistíveis, ela levou os dois pra casa.

Ao sair do cinema fez questão de voltar lá e me comprar  mais um deles de presente… Aí não resisti, comprei o outro. rsss   Acabei carregando também os dois autores. ..  o poeta que escreve nos guardanapos.   O livro dele,  como se fosse um pacote de guardanapos destaca-se.. como que para  jogar com as frases, com as palavras numa boa mesa de convivências,  de “dedo de prosa”,  como falamos em Minas.

A d o r e i ..

 

p.s –

Algumas das pérolas dos dois livros aqui pra você leitor, também..

Before I die…

Esses dias estava mergulhada nos meus guardados,  tentando fazer uma limpeza geral, o que, aliás, gosto muito (sou daquelas pessoas que de vez em quando “faz uma faxina”), quando encontrei algumas anotações valiosas.     Sempre fui adepta dos registros, dos cadernos de anotações.  Eles sempre me ajudaram e ainda me auxiliam a elencar pontos relevantes da vida, planos, reflexões.

E por falar em anotações diárias, recentemente escrevi um artigo aqui no blog sobre o hábito de manter um diário,  um procedimento produtivo e simples.  Não daqueles diários tradicionais, mas uma técnica super  fácil e que pode facilitar muitos resultados.

Mas voltando aos guardados… Me deparei com a minha lista “to do before i die…”.  Embora o título  pareça um tanto  “macabro”,  é algo que recomendo  pensar.  Refletir sobre o que se quer viver ainda nessa vida e o quanto está empenhado efetivamente para realizá-lo.

Fiquei muito feliz de ver que vários dos itens que eu registrei,  quase cinquenta por cento, eu já havia percorrido.  “done”  (clap clap clap).  Obviamente que faltam alguns,  mas  vou colocá-los em pauta ainda, com certeza.

Captura de Tela 2018-06-25 às 15.39.23.pngEssa imagem é do filme “Já estou com saudades de vocë”.

Também assisti um filme,  onde esse tema esteve à tona novamente porque a protagonista estava com uma doença terminal.  Quando se tem pouco tempo de vida,  há uma corrida contra o tempo para realizar muitas coisas.  Paaara… Mas por que não pensar nisso sem ter que estar nessas condições, à beira do limite?

Eu proponho que a gente pense nisso de uma outra forma.    Não sabemos o que será o dia de amanhã.   Então que tal se a gente pensasse que todo dia poderia ser o nosso último dia ??   O que deveríamos fazer e que não estamos fazendo?

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  • por que ter tantos medos?
  • por que adiar momentos importantes que gostaríamos de viver?
  • por que postergarmos decisões necessárias?
  • por que reclamarmos e não agimos?
  • por que não gostamos da forma como usamos nosso tempo e repetimos?
  • por que,  por que,  por que….

Cada um carrega  seus porquês e boa parte, por vezes, os mantém bem “reservados”.  Ficam confortáveis no seu “interno”.   Alguns .. só de pensar…  assustam, dão trabalho,  oferecem muito risco.. (uhh).  Assim é mais fácil mantê-los a sete chaves do que encará-los de frente…

Faça seu “before I die…”.   Só de  anotar,  registrar expressamente  seus pontos, eles ficarão mais concretos e você começará a mover-se a favor deles.

Lembre-se…  hoje pode ser o último dia..

A vida é breve…

bjo

Darlene

” Algumas pessoas passam a vida vendo o tempo passar.  Eu prefiro as que fazem o tempo parar para que elas passem. ”

Lucão

O que vc faz está ligado ao seu propósito?

Nas minhas atividades, tenho tido a oportunidade de encontrar e conhecer muitas belas pessoas.   

Dra. Natália (especialista jurídica em advocacia na saúde e outros) é uma dessas lindezas. Uma Coachee empenhada em várias áreas da vida: nos seus relacionamentos, no profissional, no familiar. Enfim, busca ser uma pessoa melhor na vida. É nisso que esse trabalho vale realmente a pena!!!

Parabéns Natália pelo seu envolvimento e principalmente pelos seus resultados nesse curto período. Você vai longe!! Bjo grande.

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Sou grata por esse trabalho porque me coloca perto de pessoas que querem ser melhores seres humanos, melhores pessoas.  Isso está diretamente vinculado aos meus propósitos como Consultora em Humanização.

Assim eu vejo a vida…

Assim eu vejo a vida   por Cora Coralina

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A vida tem duas faces:

Positiva e negativa

O passado foi duro

mas deixou o seu legado

Saber viver é a grande sabedoria

Que eu possa dignificar

Minha condição de mulher,

Aceitar suas limitações

E me fazer pedra de segurança

dos valores que vão desmoronando.

Nasci em tempos rudes

Aceitei contradições

lutas e pedras

como lições de vida

e delas me sirvo

Aprendi a viver.

Gerenciando suas escolhas!🖌

Para os profissionais que estão em busca de uma formação diferenciada,   que gostam de estabelecer metas desafiadoras para si mesmos e construir novos caminhos, compartilho uma palestra realizada pelo Filipe Nunes. Engenheiro agrônomo, graduado pela Universidade Federal de Uberlandia, com parte na França,  MBA e Mestrado em Relações Internacionais nos Estados Unidos.

Captura de Tela 2018-06-04 às 11.41.31Ele, logo no inicio da vida profissional já realizava reflexões sobre o trabalho, suas implicações e oportunidades.  Decidiu investir em seu desenvolvimento pessoal e para isso precisou revisitar seus hábitos diários,  reformular a forma como utilizava seu tempo e estabelecer outras práticas. Literalmente,  fazer ESCOLHAS importantes.

Conquistou, a partir de mudanças essenciais,  dedicar mais do seu tempo físico e mental para sua formação,  tendo sido aprovado em duas Universidades Americanas para cursar o conhecido MBA americano.   Optou por realizar o MBA na Wharton School,   juntamente com um Mestrado em Relações internacionais  no Lauder Institute, ambos na Universidade da Pensilvânia,  na Philadelphia.

Estive pessoalmente na Universidade e pude conhecer de perto a instituição, sua estrutura e organização, o que me impressionou fortemente.  A Universidade da Pensilvania foi a primeira universidade americana, criada no ano de 1740, por Benjamim Franklin.

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Essa palestra do Filipe foi proferida antes dele ir para os cursos que citei acima, onde ele compartilha um pouco de suas reflexões, boa parte ocorrida nesse momento de preparação.

Quer conhecer o Filipe, o que pensou, o que realizou.?

Assista no dia 11.06 – as 20 horas a reprise da palestra “Gerenciando suas escolhas” –

Basta clicar aqui e garantir sua vaga.

 

 

 

 

 

Hora da “PÁ de CAL” . 🗑

Ninguém está ileso a essa situação.  Você planeja, organiza,  constrói expectativas em um projeto,  em realizar algo e,  de repente, por questões “internas” individuais,  ou por força de circunstâncias “externas”,  precisa suspender.  Colocar no oxigênio, como diria Oscar Motomura.   Momento de colocar em ponto de espera, ou simplesmente,  momento de cancelar.  Literalmente,  jogar a pá de cal.  (rs)

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Você olha longe, mas seus olhos se perdem porque não estão vendo nada à frente.  A mente toma o controle,  se atordoa, um turbilhão de pensamentos a atravessam como raios.

E agora?

Aprendi com o autor da Logosofia que não se deve colocar a VIDA dentro dos problemas e sim,  os problemas dentro da vida.   Eles são sim, obstáculos, mas que podem e devem ser superados, por meio do aperfeiçoamento.

Gosto dessa frase:

“como oxigênio para o fogo, obstáculos e adversidades se tornam combustível para o seu potencial.”

Algumas dicas:

  1. Não fique remoendo o insucesso,   o fracasso,  ou a necessidade do cancelamento do seu projeto.  Pensamentos negativos, de esmorecimento ou vitimização de  nada resolverão.  Hora de mudar os pensamentos e olhar pra frente. Levante o olhar.

    fonte: https://www.youtube.com/watch?v=D9KiJHXYqTw
  2. Desapegue-se de coisas (anotações,  materiais,  equipes),  de ações que estavam ligadas ao projeto anterior.  Elas só servirão para ficar te acordando memórias e te impedindo de ir à frente.
  3. Identifique novas oportunidades para você. O mundo é cheio delas.  Comece a realizar um exercício de abstração (abertura de visão)  e elenque tudo que lhe venha à cabeça (brainstorming).  Atenção:  nesse momento faça isso sem filtros e julgamentos.  As restrições são mestres em aparecer e nos impedir de criar. Colocamos muitos empecilhos com os modelos mentais que construímos ao longo da vida.
  4. Escolhas – Faça pesquisas e aprofundamentos,  PENSE.  Pesquise, leia,  realize investigações sobre as novas oportunidades que identificou.   Além disso, pense,  reflita sobre os prós e contras de cada uma delas.  Isso lhe ajudará fazer escolhas e  colocar foco.   Em geral as pessoas querem abraçar muitas coisas ao mesmo tempo e isso exige cuidado.  O tempo é limitado e assumir mais do que se pode realizar é pedir  para não ter resultados.

No meu post  “encerrando CICLOS‘,  comento um pouco sobre  concluir etapas relacionadas a profissão.  Se tiver interesse, dá um pulo lá..

É preciso mais que coragem par jogar a pá de cal no que não deu certo e partir para novos caminhos.

Abra espaço no seu tempo, na sua mente para o novo. Hora de adotar uma postura de “renovação”,   de novos horizontes,  de AÇÃO.  Se precisar de ajuda para isso, conte comigo. Os processos de Coaching podem ser muito úteis nessa hora.

Até sempre.

Darlene

P.S.  – a expressão popularmente utilizada “jogar a pá de cal”  refere-se ao costume antigo de  se encerrar um sepultamento com cal.  O pó ajuda na decomposição e  evitar a contaminação do solo, uma vez que absorve o liquido produzido.   Assim,  significa  encerrar, finalizar, concluir.