“Lei fundamental da liderança: seja humano primeiro, cientista segundo”

Ela sabe que eu curtiria esse texto.  Uma pessoa querida que me mandou esse link.  Gostei mesmo.  Trata-se de algo, aparentemente simples, mas pouco observado ou cuidado.  O cuidado com o tecido humano nas equipes.   Compartilho o texto,  com tradução automática.

“Eu fui humano primeiro e depois aprendi a ser cientista. Se eu esquecer a parte humana, então isso é um problema. Foi o que ouvi quando entrevistei 52 cientistas reconhecidos como exemplares por seus pares,  por suas realizações e condutas científicas.

Temas relacionados surgem em meu trabalho com cientistas que foram encaminhados para um programa de remediação formal após falhas na integridade da pesquisa.

Eu sou uma psicóloga organizacional, especializada no ambiente de trabalho científico. O que me interessa são as decisões e comportamentos que resultam em pesquisas inovadoras, rigorosas e éticas.

Os últimos meses chamaram a atenção para ambientes de trabalho insalubres, especialmente o bullying na academia. Também devemos nos concentrar em um problema comum e disseminado: mentores que têm excelentes intenções, mas conhecimento limitado de como criar um ambiente de trabalho saudável.

Muitos cientistas com quem trabalho sentem que não têm habilidades de gerenciamento e liderança. Eles querem ajuda com tarefas concretas, como coordenar projetos ou facilitar reuniões.

Mas o que surge de forma mais enfática é que a realização de pesquisas exige que estabeleçam e mantenham relacionamentos positivos no laboratório. Muitos pesquisadores em nosso programa de remediação tiveram interações tensas com os responsáveis ​​pela conformidade e enfrentaram dificuldades em suas funções de supervisores.

Por outro lado, os exemplos enfatizam enfaticamente como eles fomentam uma boa dinâmica de equipe por estarem envolvidos, acessíveis e conscientes da atmosfera do local de trabalho.

Como alguém me disse: “A regra número um no laboratório é a harmonia. Em primeiro lugar, temos que nos dar bem, temos que nos respeitar, temos que confiar um no outro, e esse é o princípio de funcionamento de todo o resto ”.

Equipe, Motivação, Trabalho Em Equipe, Juntos, Grupo

No entanto, dada a escolha entre trabalhar em um artigo científico ou abordar uma conversa difícil, muitos pesquisadores escolhem o primeiro – a tarefa que se sente mais diretamente ligada aos objetivos da pesquisa.

Os investigadores principais podem precisar trabalhar conscientemente contra a sensação de que “nada está sendo feito” durante as interações pessoais. Porque, seja orientando um trainee em dificuldades ou celebrando uma conquista duramente conquistada, investir em relacionamentos fortes e respeitosos é um investimento em ciência eficaz.

Então o que fazer? Todos os investigadores principais devem adicionar a construção de relacionamentos às suas listas de tarefas.

Tarefa 1:  coloque reuniões individuais recorrentes com os membros do seu grupo no seu calendário.
Configure um caderno ou planilha e anote tudo o que você deve mencionar durante essas reuniões. Defina um alerta por dez minutos antes do compromisso para decidir como abordar a reunião. O membro da equipe precisa de encorajamento? Orientação de carreira? Feedback sobre o seu projeto e direção para os próximos passos? Eles estão atrasados ​​ou sem confiança? Tente uma cutucada respeitosa, mas firme. Você expressou gratidão pela contribuição deles? Como um exemplo observou: “Eu valorizo ​​o que eles fazem e eu digo a eles”. Pergunte a si mesmo se é hora de uma conversa difícil. Se assim for, segure a urtiga. Isso faz parte do trabalho de um líder.
Às vezes, os investigadores principais preocupam-se com o fato de prejudicarem os relacionamentos fazendo discussões desafiadoras. No longo prazo, o oposto é verdadeiro. Use seus dez minutos para listar algumas observações. Declare o comportamento específico de preocupação; descreva como isso afetou você, a equipe ou o projeto. Em seguida, pergunte à pessoa por sua perspectiva. Se houver discórdia no laboratório, fale com as pessoas envolvidas, declare sua expectativa de respeito mútuo, peça-lhes que discutam e identifiquem uma solução.

Tarefa 2: convidar pessoas para compartilhar reclamações e destaques.
Vários cientistas exemplares exigem explicitamente que seus formandos relacionem uma preocupação ou lutem em algum momento em reuniões individuais. Eles querem ajudar as pessoas a se sentirem confortáveis ​​o suficiente para trazer problemas e erros à luz e, assim, resolver os problemas mais cedo, enquanto eles são administráveis. Vários exemplos observaram que os pesquisadores precisam de saídas para discutir frustrações e ansiedades. Eles sabem que é difícil aparecer e fazer o seu melhor quando atormentado pela preocupação. E eles querem saber o que está funcionando bem no laboratório, para aproveitar esses sucessos.

Tarefa 3: ande pelo “chão de fábrica”.
Mesmo quando os membros da equipe são bem-vindos para visitar seu escritório, a visibilidade oferece suporte a acessibilidade, brainstorming improvisado e resolução imediata de problemas.

Tarefa 4: modelar o comportamento desejado nas reuniões da equipe.
O modo como você se comunica será transferido para a interação ponto a ponto em seu grupo. Faça perguntas, espere participação e peça às pessoas que compartilhem seus pensamentos. Descubra onde estão os obstáculos. Incentivar a cooperação e o apoio mútuo. Explicitamente, declare que você valoriza um espírito colaborativo em seu grupo.

Tarefa 5: programe algumas ocasiões sociais para as pessoas passarem tempo juntas de uma forma mais relaxada.
Tais atividades podem parecer muito distantes da ciência, mas podem aliviar as tensões no laboratório. Comece pequeno. Certifique-se de acomodar as necessidades dos pais e responsáveis, pessoas com considerações culturais ou religiosas e aqueles que têm orçamentos apertados.

Tarefa 6: advogar fora do laboratório.
Fale sobre essas práticas em seu departamento, compartilhe aquelas que trabalham e aprenda com pessoas conhecidas por serem grandes líderes de equipe. Novos pesquisadores principais geralmente adotam as práticas de seus próprios mentores sem refletir, e muitas vezes seus modelos não eram ideais. Algumas tarefas de construção de relacionamento parecerão estranhas a princípio; tudo bem. Mostrar que você se importa é mais importante do que mostrar que você é perfeito.”

 

Texto de Alison Antes,  

Publicado originalmente no site – http://www.nature.com em 27.11.2018 –
(extraído em 02.12.2018)

 

 

 

 



Não aceite a “mediocridade”… 🏆

Somos o resultado das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, das ações que realizamos.

Ao ler um livro sobre “realizações”  dia desses,  me chamou especial atenção a afirmativa de que a grande maioria das pessoas acomoda-se em ser “medíocre”,  ou  “mediano”.

Embora sintam-se  não totalmente satisfeitas  em vários aspectos da vida, estão abaixo do que gostariam, aceitam isso passivamente, não se movem suficientemente ao contrário para encontrar soluções  e caminhos que as projetem  a níveis superiores.

stickies-2852375_640

A questão que fica martelando é:  por que contentar-se com menos,  tendo em si o potencial de realizar mais?   Considerando a premissa de que todos nascem com as mesmas prerrogativas, então onde ficam guardadas as energias, motivações para a busca de melhores resultados?

  • Será que as pessoas não se percebem merecedoras, dignas, capazes  de terem melhores desempenhos e conquistas?
  • Será que existe uma certa comodidade em terceirizar essa responsabilidade a outros?  (pessoas, instituições)  É mais confortável apontar a outros ao invés de dedicar-se, agir?
  • Será que há uma espera por “milagres”?   Se, por exemplo,  o aluno não estuda,  não passará pelo vestibular.  É uma questão de lógica.
  • Os problemas são os outros. ?!?!? Uma das formas de reconhecermos nossos erros e acertos é pelo olhar dos outros,  pelas convivências, que expõem nossas fragilidades, nossas dificuldades e problemas.  Ora,  então os  “outros é que são o inferno”,  já dizia o pensador francês, Sartre.

Enquanto isso a vida passa ,   e rápido.

“A vida é curta demais” é repetido com frequência suficiente para ser um clichê, mas desta vez é verdade. Você não tem empo para ser infeliz e medíocre. Isso não é apenas sem sentido; é doloroso.” Seth Godin

Aprendi que  uma das grandes dificuldades para a realização das pessoas,  reside no “COMO”.  Elas sabem o que gostariam de alcançar,  o sonho, objetivo. Mas nem sempre possuem a habilidade ou o conhecimento de  “como” fazer.

Faço também uma conexão  com a cultura e a educação.  Observo que o  contexto cultural e o processo educacional pelos quais  uma pessoa passa,  exerce importante influência na capacidade para essas conquistas.

Posto isso,  quero ressaltar o “desenvolvimento pessoal” como  um cenário estratégico para  viabilização dos resultados almejados.  Do “sucesso”,  para alguns.   Adotar uma mentalidade de aprendiz,  o tempo todo,    buscando aprender o que for necessário rumo aos planos e projetos.    Seja na área de relacionamentos,  financeira,  espiritual,  emocional, etc.

“Se você quer que sua vida seja diferente,  precisa estar disposto a fazer algo diferente, em primeiro lugar. ”  Kevin Bracy

outdoor-3263009_1280

Outro dia  comentei aqui no blog sobre  escrever um rápido diário.  Considero uma das práticas simples e rápidas para uma reflexão contínua acerca das escolhas e ações.  Poder favorecer o caminho de evolução.

Rumo ao primeiro passo?

Conte comigo.  Por meio da metodologia do coaching,  tenho ajudado as pessoas a se capacitarem,  a pensarem sobre como conquistar suas metas e objetivos.

Bjo,
Darlene

Hora da “PÁ de CAL” . 🗑

Ninguém está ileso a essa situação.  Você planeja, organiza,  constrói expectativas em um projeto,  em realizar algo e,  de repente, por questões “internas” individuais,  ou por força de circunstâncias “externas”,  precisa suspender.  Colocar no oxigênio, como diria Oscar Motomura.   Momento de colocar em ponto de espera, ou simplesmente,  momento de cancelar.  Literalmente,  jogar a pá de cal.  (rs)

snow-shovel-2001776_640

Você olha longe, mas seus olhos se perdem porque não estão vendo nada à frente.  A mente toma o controle,  se atordoa, um turbilhão de pensamentos a atravessam como raios.

E agora?

Aprendi com o autor da Logosofia que não se deve colocar a VIDA dentro dos problemas e sim,  os problemas dentro da vida.   Eles são sim, obstáculos, mas que podem e devem ser superados, por meio do aperfeiçoamento.

Gosto dessa frase:

“como oxigênio para o fogo, obstáculos e adversidades se tornam combustível para o seu potencial.”

Algumas dicas:

  1. Não fique remoendo o insucesso,   o fracasso,  ou a necessidade do cancelamento do seu projeto.  Pensamentos negativos, de esmorecimento ou vitimização de  nada resolverão.  Hora de mudar os pensamentos e olhar pra frente. Levante o olhar.

    fonte: https://www.youtube.com/watch?v=D9KiJHXYqTw

  2. Desapegue-se de coisas (anotações,  materiais,  equipes),  de ações que estavam ligadas ao projeto anterior.  Elas só servirão para ficar te acordando memórias e te impedindo de ir à frente.
  3. Identifique novas oportunidades para você. O mundo é cheio delas.  Comece a realizar um exercício de abstração (abertura de visão)  e elenque tudo que lhe venha à cabeça (brainstorming).  Atenção:  nesse momento faça isso sem filtros e julgamentos.  As restrições são mestres em aparecer e nos impedir de criar. Colocamos muitos empecilhos com os modelos mentais que construímos ao longo da vida.
  4. Escolhas – Faça pesquisas e aprofundamentos,  PENSE.  Pesquise, leia,  realize investigações sobre as novas oportunidades que identificou.   Além disso, pense,  reflita sobre os prós e contras de cada uma delas.  Isso lhe ajudará fazer escolhas e  colocar foco.   Em geral as pessoas querem abraçar muitas coisas ao mesmo tempo e isso exige cuidado.  O tempo é limitado e assumir mais do que se pode realizar é pedir  para não ter resultados.

No meu post  “encerrando CICLOS‘,  comento um pouco sobre  concluir etapas relacionadas a profissão.  Se tiver interesse, dá um pulo lá..

É preciso mais que coragem par jogar a pá de cal no que não deu certo e partir para novos caminhos.

Abra espaço no seu tempo, na sua mente para o novo. Hora de adotar uma postura de “renovação”,   de novos horizontes,  de AÇÃO.  Se precisar de ajuda para isso, conte comigo. Os processos de Coaching podem ser muito úteis nessa hora.

Até sempre.

Darlene

P.S.  – a expressão popularmente utilizada “jogar a pá de cal”  refere-se ao costume antigo de  se encerrar um sepultamento com cal.  O pó ajuda na decomposição e  evitar a contaminação do solo, uma vez que absorve o liquido produzido.   Assim,  significa  encerrar, finalizar, concluir.

Estabeleça METAS !! E persiga-as!!!🎯

A gente tem muita “querência”.

“Quero isso, quero aquilo e também aquilo outro.”  São inúmeras as cenouras na nossa pauta de “desejos”,  de “desafios a conquistar”.

Mas não necessariamente dedicamos tempo para estabelecer uma organização mínima desses nossos objetivos e principalmente, para estabelecer metas a serem conquistadas ao longo do tempo.

Muitas pessoas querem emagrecer.  As segundas feiras são sempre dias de declarações enfáticas e novas promessas de condutas nesse sentido – “essa semana será diferente”. Entretanto,  nem bem é terça feira e o esmorecimento prepondera.  Assim, elas continuam querendo,   mas  debilitadas em sua vontade esperam as soluções milagrosas ao invés de estabelecer um plano e medidas realistas para que isso aconteça.

Daí que nada acontece.

Ao pensar sobre a formulação dos seus objetivos e metas, leve em consideração a ferramenta SMART,  desenvolvida para favorecer esse processo.  Ela nada mais é do que um guia para você não deixar de pensar em nenhum desses pontos.   Entenda um pouco mais o que cada uma das letras significa com a figura abaixo.

Captura de Tela 2018-05-31 às 14.58.00

 

Defina bem  o seu objetivo e o que pretende alcançar em termos de metas.  A falta de clareza prejudica a realização,  e pode lhe fazer  desviar-se do caminho. O desafio estimula a conquista, então, seja ESPECÍFICO.

Se for definir um objetivo corporativo, por exemplo,  que visa o desenvolvimento de pessoas, equipes. Não basta definir  “desenvolver os colaboradores”.   Recomenda-se detalhar um pouco mais essa necessidade.  Perguntas cabíveis: desenvolver em quê,  por que,  para atender qual necessidade de capacitação,  para  cumprir com quais  objetivos estratégicos da organização?  Note que essa última parte faz uma conexão com os objetivos estratégicos da empresa. As iniciativas, projetos e objetivos precisam estar alinhados aos caminhos de futuro desenhados para a organização.  Isso para garantir que todos esforços estão sendo canalizados numa mesma direção.

Captura de Tela 2018-05-31 às 17.28.23.png
Se for um objetivo pessoal,  que visa um plano de formação profissional, pense nas finalidades das formações em pauta. Elas são elencadas para atender qual necessidade e visão de futuro na sua vida?

O que você definir carece ser mensurável, quantificável, para que você possa acompanhar sua evolução.  Medir é muito necessário, para que possa gerenciar sua execução.

“O que não é medido, não é gerenciado”. Adaptado de Edward Deming

Atenção aos motivadores, aos porquês dos seus objetivos. Que sejam relevantes, para que você encontre os estímulos que precisa para realizá-los.  Já ouviu a frase que diz “O que não te desafia, não te transforma”?

Escolha dedicar seu tempo, sua vida aos projetos desafiadores,  mas cuide que sejam também exequíveis, alcançáveis.   O inalcansável desmotiva,  desmobiliza.

Por fim,  é preciso ter um horizonte temporal para a implementação, para a realização do propósito, do objetivo.

Algo que li recentemente num livro muito especial sobre liderança é que nós, os homens, somos orientados visualmente.   Em geral queremos “ver pra crer”.  Ja ouviu isso antes?  Então,  isso reafirma a importância de “registrar”,   de   “escrever”  nossas metas  para materializá-las.   Há uma certa verdade nisso, veja:

“Se você não passar suas metas para o papel,  não vai cumpri-las”.

A probabilidade de atingi-las, ao manifestá-las,  descrevê-las,  especificá-las, aumenta.

“Cada ponto de nossa jornada é uma oportunidade para sentir que estamos progredindo rumo a algo que é maior do que nós. “

Concluo aqui reforçando a necessidade de pensarmos mais sobre o que nos move,  o que move nossos liderados,  o que move nossos filhos,  o que nos faz levantar estimulados da cama e partir para a ação. Que sejam estímulos construtivos e duradouros. Que sejam metas de significado pra você

Ah… um lembrete –  não pense só,  escreva (rs).

Até mais,

Darlene

 

Postergou algo muito importante?⏱

Postergou algo muito importante??

Cuidado.

Certifique-se, absolutamente, que conseguirá cumprir com esse intento em data futura.  Garanta.

Sabe por que ?

Porque o tempo passa muito rápido e quando a gente se dá conta,  já foram semanas, meses e anos até,   como muito bem diz a poesia do Mário Quintana.  (anexada aqui)

 Deixamos pra trás muitos sonhos, projetos e ideias porque priorizamos a chamada “urgência” do agora.   Esse agora que carrega um saco de dificuldades.

  • Agora não dá,  tenho que juntar mais dinheiro.
  • Agora não dá,  precisa ser nas férias.
  • Agora não dá, tenho que acudir lá em casa.
  • Agora não dá, ainda não tenho diploma.
  • Agora não dá, preciso aprender melhor o inglês.
  • Agora não dá, não consigo tempo pra planejar isso.

Não Agora Não Depois??    É isso que vejo acontecer inúmeras vezes.  Projetos dentro da gaveta do criado mudo,  ou na do trabalho,  esperando uma atenção especial do dono –  “quando der vejo isso”.      Final do ano,  ele aparece um pouco na pauta,  nos votos para o novo ano, mas em seguida,  quase que imperceptivelmente, se apaga novamente.

Sinto te informar… agora já foi.

hourglass-620397_1280

Se isso não ocorre com você, receba meus efusivos e sinceros cumprimentos…  !!!!

Quer ver?  Tudo requer tempo  e ele está lá,  passando junto, inexoravelmente.   Pense, por exemplo,  no seu corpo físico.  Como ele mudou e responde bem diferente  à medida que você acumula algumas dezenas na idade.  Um corpo de vinte anos tem respostas  bem diferentes do corpo de cinquenta.

Certa vez li um livro chamado “Meu pescoço é um horror”,  de uma roteirista americana. Uma leitura leve, bem-humorada  e com muitas mensagens sobre o avançar a idade.   Até emprestei esse livro, mas nem sei mais pra quem.. (rsss).  Será problema de memória? (rss)   A autora disse algo muito simples e verdadeiro: depois de determinada idade,  os tempos são diferentes e a  gente precisa reservar mais boras na agenda pra  “manutenção”.   Eu interpretei assim… manutenção do físico,  da família,  das amizades,  dos relacionamentos,  das atividades, da energia,  da saúde…  etc. etc. etc.

É a mais pura REALIDADE.    Assim como as outras máquinas,  a máquina física,  utilizada a vida toda (sabe-se lá como)  começa a apresentar sinais provenientes do “uso”: a queda na produção dos hormônios,  dos cabelos,  as articulações começam apresentar por vezes, sinais de cansaço,  entre outras outras coisitas mais.

Mas .. o intuito aqui,  não é abordar os impactos do envelhecimento,  é ACORDAR as pessoas para a vida que têm nas mãos  e para que não deixem de abrir a gaveta, o criado “mudo”  e  tirar pra fora todos os seus projetos adormecidos.  Pensar, elaborar e criar condições para realizar  as experiências que anseiam viver.   Não postergue,  não protele,  não deixe guardado…

Porque quando vê … já foi.

bjo,

Darlene

 

O Poema de Mario Quintana, conhecido como  “O Tempo”, tinha um outro nome no seu original,  “Seiscentos e Sessenta e Seis”,  cuja publicação data de 1980 – na obra Esconderijos do Tempo.  Ele o escreveu aos setenta e quatro anos,  numa idade madura e cheia de sabedoria sobre a vida.

SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS

A vida é uns dos deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

 

Encerrar CICLOS 🕹

Em que ciclo profissional você se encontra?

Quando fiz meu MBA na Fundação Getúlio Vargas tive a honra de ter uma aula inaugural com o professor Brandão.  Ele nem deve se dar conta do nível de contribuição que ele faz nesses momentos para os alunos, especialmente quando os leva a pensar sobre a necessidade de preparar-se para viver vários ciclos profissionais, com tipos de atuações diversificadas, inclusive.

motor-loop-3260697_1920

Dado que a expectativa de vida do brasileiro aumentou,  essa necessidade ampliou-se ainda mais.  Afinal,  outras oportunidades profissionais,   remuneradas ou não,  serão mais viáveis e possíveis.

Já ouvi várias vezes que no sistema e modelo atual das corporações brasileiras ( pelo menos para a maioria delas )  o profissional tem “data de validade”.   Você, que está aqui lendo, pode duvidar disso, mas é uma realidade.  Basta olhar os processos seletivos da iniciativa privada e constatará que a maioria das vagas abertas tem um limite de idade.  As empresas buscam por profissionais mais jovens, com experiências acadêmicas mais recentes,  com outras mentalidades,  etc.  etc.  etc….

Não obstante a isso,  percebo uma nova onda de atividades surgirem no país,  novos trabalhos, novas profissões,  utilizando ou não o ecossistema maravilhoso das redes sociais,  viabilizadas pela internet.  Os encontros  com muitas outras  possibilidades deram um SALTO gigantesco.  E coloca à disposição das pessoas que realmente querem,  um mar de oportunidades,  de conteúdos e aprendizados novos.   Basta QUERER.

Vejo o MEDO, a INSEGURANÇA permear a mente das pessoas e impedi-las de  concluir  ciclos “vencidos”  para dar lugar e tempo à outras e  novas experiências.   Seja por questões financeiras, seja por questões emocionais ou por características individuais mesmo.  O fato é que as pessoas tem dois caminhos:

  1.  podem escolher o seu momento de concluir, encerrar um ciclo para abrir outro;  ou
  2. serão convidadas pelos seus empregadores,  ou pelo seu mercado,  a realizar essa mudança.

Se você encarar esses ciclos de forma  absolutamente naturais,  certamente estará mais aberto para vivê-los. Melhor até. Você vai querer vivê-los e até mesmo planejá-los, criá-los na sua vida.

plan-1725510_1920

Para isso,  não deixe de consultar a pessoa mais importante – VOCÊ.  Escute bem seus movimentos internos,  o que diz sua alma, seu coração,  sua mente.  Esse autoconhecimento vai fortalecer ainda mais suas novas perspectivas e te ajudar a construir novos caminhos,  novas visões.

Aproveite os ciclos,  não perca essa oportunidade de vivê-los.

bjo,

Darlene

 

P.S.  – Hoje , depois de meditar um pouco,  encerrei duas iniciativas que havia iniciado no marketing digital,  porque absolutamente não me trouxeram o que eu gostaria em termos de resultados esperados.  Sem medo de ser feliz….  cortei do meu portfólio de projetos.   Depois escrevo um pouco mais sobre elas pra você.  Minha experiência pode ser útil e economizar o seu tempo, caso tenha planos similares.

Adiciono aqui,  o comentário e elementos importantes trazidos por  Daniela Pelosi – Desenvolvimento de Pessoas e Organizações.  

Adorei o texto Darlene Dutra! Muitas vezes as pessoas tem mesmo muito medo de encerrar ciclos já vencidos. E por razões diversas, que não nos cabe julgar.

Mas o fato é que a carreira e possibilidades profissionais são muito amplas, precisamos conseguir enxergar isso e dar vazão. Engana-se também quem pensa que estar fora do universo formal corporativo é “uma temporada vivida por necessidades pessoais ou falta de opção”.

Hoje empreender e ter carreira solo é sim é uma opção de carreira, que se for da escolha do profissional, se torna também sua opção de vida. As possibilidades são muitas e diversas.

#valerefletir #carreira #ciclos#empreendedorismo #escolhas #possibilidades

Liderança TRANSFORMADORA!

Eu e minha querida parceira Andreia Nalesso realizamos um projeto que “adoro”,  o SOS Liderança.    Tenho um apreço especial por esse tema e há muitos anos sigo pesquisando, praticando e escrevendo sobre ele.  Aqui mesmo no blog,  tenho vários artigos nesse sentido.  E olha,  sempre descubro que há muito mais a ser aprendido, principalmente quando observo a realidade atual.

Especialmente no Programa SOS Liderança tivemos  palestrantes incríveis, que são grandes  referências em  suas áreas de atuação.    Hoje quero citar um deles:  Paulo Braune,  que nos ensinou de forma brilhante sobre a LIDERANÇA TRANSFORMADORA

De acordo com ele,   a liderança transformadora é um dos pilares que compõe  o tripé da Liderança INTEGRAL  (autêntica, inspiradora e transformadora).   É notória a relevância do tema, haja vista a carência de líderes não somente no Brasil, como também, no mundo.  Estamos assistindo aberrações  nos contextos políticos, econômicos  e sociais  no que tange aos “ditos líderes”.

Uma das características principais dos líderes transformadores compartilhada pelo Paulo é a postura e visão crítica sobre a realidade,  persistindo mediante  injustiças;  e convictos de suas crenças, princípios e valores.    Não abrindo mão deles, independente dos interesses em jogo.

Tem muito mais…  acompanhe conosco por aqui.  Veja uma “palhinha” e se inspire com a mensagem do Paulo.

 

Em breve teremos novas noticias sobre o SOS Liderança..
Me siga por aqui e tenha acesso rápido a esses conteúdos e notícias.

 

👍🏻 Curta
✍🏻 Comente
👉🏻 Compartilhe👈 🥊


✅ Siga-nos também nas redes sociais:

📺: http://youtube.com/darlenedutra
🖼: http://facebook.com/darlenedutra00
🖼: http://instragram.com/darlenedutra00
💼: http://linkedin.com/company/darlenedutra


✅ Saiba mais em:
http://www.darlenedutra.com