Raiva suga sua energia.👊

Observou-se enfurecido por algo, ou por alguém?

Certa vez ouvi a seguinte resposta:  “Lógico,  ou você acha que tenho sangue de barata?” Rolei.. (rss)

Humanos são assim … tem emoções,  tem “repentes”,  temperos de toda ordem e por conta de alguns desses ficam até ensimesmados  (recolhidos em si), amargando.  Por vezes,  corroem-se  por dentro de tanto ficar pensando. Tem os que adoecem. Mas não arredam o pé da emoção.  A mantêm ali firme e forte, como um sanguessuga.

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O fato é que quando você se permite embolar nesse estado emocional / mental está deliberadamente entregando seu poder a  “isso”. 

Sentir raiva consome energia. você fica mais fraco.   Tem energia de sobra?  

A vida taí chamando..  gritando!!   A-cor-da!.

Existem  inúmeras outras questões precisando de sua energia, da sua capacidade de solução.  Há que considerar se  vale a pena colocar  “a raiva” em pauta.  E certamente a pessoa/situação que provocou isso em você não está nem ai.

É hora de pensar em  seguir em frente e concentrar as suas energias onde possa realmente ter realizações construtivas, onde possa transformar, fazer a diferença no seu entorno. 

Quando você se sentir prestes a ter um ataque de raiva,  busque um pensamento que lhe ajude a cortar o mal pela raiz.

Que tal esse:

“…não é viril ficar enfurecido. Pelo contrário, gentileza e civilidade são mais humanas e, portanto, mais masculinas. Um homem de verdade não cede à raiva e ao descontentamento, e essa pessoa tem força, coragem e perseverança – ao contrário da raiva e da queixa. Quanto mais próximo o homem chega a uma mente calma, mais perto ele está da força. ” 

tradução livre do stoic diary

Vida forte que segue,

bjos,


P.S.

 

Texto do blog  “O que significa”

Sangue de Barata 

Praticamente todo mundo já ouviu e até já utilizou essa expressão: “fulano tem sangue de barata”, “acham que eu tenho sangue de barata” e por aí vai.

Mas afinal, o que o dito popular quer dizer? Relaciona-se o ‘sangue de barata’ com a falta de atitude ou que esperem que você não tenha atitude. Alguém que aceita demais, não questiona. Apático. Não se opõe, não arrisca. Alguém medroso e que não responde a qualquer desaforo.sangue-de-barata

A barata, assim como a maioria dos insetos, não tem sangue (eles tem o que é chamado de hemolinfa que não apresenta pigmentos e é transparente). Dizem que o sangue é o condutor da nossa sensibilidade ao coração, e pela falta do ‘tradicional’ sangue na barata, a pessoa com o tal sangue de barata tem essa insensibilidade que a faz agir como descrevemos acima.

Há explicação também falando que quando estamos nervosos ficamos o sangue quente, o sangue sobe e como a barata não tem sangue convencional, teria sangue frio e não se abalaria por nada.

Créditos para –  https://oquesignifica.wordpress.com/2014/02/14/o-que-significa-ter-sangue-de-barata/

 

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Estabeleça METAS !! E persiga-as!!!🎯

A gente tem muita “querência”.

“Quero isso, quero aquilo e também aquilo outro.”  São inúmeras as cenouras na nossa pauta de “desejos”,  de “desafios a conquistar”.

Mas não necessariamente dedicamos tempo para estabelecer uma organização mínima desses nossos objetivos e principalmente, para estabelecer metas a serem conquistadas ao longo do tempo.

Muitas pessoas querem emagrecer.  As segundas feiras são sempre dias de declarações enfáticas e novas promessas de condutas nesse sentido – “essa semana será diferente”. Entretanto,  nem bem é terça feira e o esmorecimento prepondera.  Assim, elas continuam querendo,   mas  debilitadas em sua vontade esperam as soluções milagrosas ao invés de estabelecer um plano e medidas realistas para que isso aconteça.

Daí que nada acontece.

Ao pensar sobre a formulação dos seus objetivos e metas, leve em consideração a ferramenta SMART,  desenvolvida para favorecer esse processo.  Ela nada mais é do que um guia para você não deixar de pensar em nenhum desses pontos.   Entenda um pouco mais o que cada uma das letras significa com a figura abaixo.

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Defina bem  o seu objetivo e o que pretende alcançar em termos de metas.  A falta de clareza prejudica a realização,  e pode lhe fazer  desviar-se do caminho. O desafio estimula a conquista, então, seja ESPECÍFICO.

Se for definir um objetivo corporativo, por exemplo,  que visa o desenvolvimento de pessoas, equipes. Não basta definir  “desenvolver os colaboradores”.   Recomenda-se detalhar um pouco mais essa necessidade.  Perguntas cabíveis: desenvolver em quê,  por que,  para atender qual necessidade de capacitação,  para  cumprir com quais  objetivos estratégicos da organização?  Note que essa última parte faz uma conexão com os objetivos estratégicos da empresa. As iniciativas, projetos e objetivos precisam estar alinhados aos caminhos de futuro desenhados para a organização.  Isso para garantir que todos esforços estão sendo canalizados numa mesma direção.

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Se for um objetivo pessoal,  que visa um plano de formação profissional, pense nas finalidades das formações em pauta. Elas são elencadas para atender qual necessidade e visão de futuro na sua vida?

O que você definir carece ser mensurável, quantificável, para que você possa acompanhar sua evolução.  Medir é muito necessário, para que possa gerenciar sua execução.

“O que não é medido, não é gerenciado”. Adaptado de Edward Deming

Atenção aos motivadores, aos porquês dos seus objetivos. Que sejam relevantes, para que você encontre os estímulos que precisa para realizá-los.  Já ouviu a frase que diz “O que não te desafia, não te transforma”?

Escolha dedicar seu tempo, sua vida aos projetos desafiadores,  mas cuide que sejam também exequíveis, alcançáveis.   O inalcansável desmotiva,  desmobiliza.

Por fim,  é preciso ter um horizonte temporal para a implementação, para a realização do propósito, do objetivo.

Algo que li recentemente num livro muito especial sobre liderança é que nós, os homens, somos orientados visualmente.   Em geral queremos “ver pra crer”.  Ja ouviu isso antes?  Então,  isso reafirma a importância de “registrar”,   de   “escrever”  nossas metas  para materializá-las.   Há uma certa verdade nisso, veja:

“Se você não passar suas metas para o papel,  não vai cumpri-las”.

A probabilidade de atingi-las, ao manifestá-las,  descrevê-las,  especificá-las, aumenta.

“Cada ponto de nossa jornada é uma oportunidade para sentir que estamos progredindo rumo a algo que é maior do que nós. “

Concluo aqui reforçando a necessidade de pensarmos mais sobre o que nos move,  o que move nossos liderados,  o que move nossos filhos,  o que nos faz levantar estimulados da cama e partir para a ação. Que sejam estímulos construtivos e duradouros. Que sejam metas de significado pra você

Ah… um lembrete –  não pense só,  escreva (rs).

Até mais,

Darlene

 

Prática simples e útil pra ser mais produtivo! Yeah!!! 💪

Em tempos de grandes desafios  por maior concentração (foco), mais clareza de propósitos, gerencia do tempo, resultados e equilíbrio entre as várias áreas da vida, ressurge a recomendação por “escrever”por estabelecer uma rotina diária de registros. Pode favorecer a vida.

Quando pensa-se em  “diário”,  logo vem à mente aquele conceito tradicional do caderno onde se relata tudo… detalhes, memórias, lembrança.    Não é o caso aqui.   Nessa perspectiva, essa proposta não trata de escrever TUDO…   Refere-se à organizar melhor os conteúdos da sua vida.

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Um dos caminhos sugeridos por alguns autores é ter  dois registros ao dia:
a) um  pela manhã, contendo uma vista para o dia que se inicia e;
b) um registro ao final do dia,  com as conclusões e relevâncias, reflexões.

Num de meus posts sobre “mindset” mencionei sobre estar atento aos aprendizados do dia.  Sobre perguntar-se sempre,  o que aprendi hoje?  O quê, de novo,  acrescentei na minha vida?  São perguntas propícias para o final do dia.

Aprendi com Pecotche uma outra medida fabulosa…  simples e funcional.  Ao deitar, já elabore mentalmente o seu dia seguinte,  as atividades que estão programadas,  o que gostaria de viver.  Assim, quando acordar, já estará com esse planejamento prévio “pensado”.   Experimente!!

Uma das maiores tenistas mundiais, com uma coleção de prêmios, Martina Navratilova,  revelou,  numa entrevista  recente para o economista Tyler Cowen,  que o uso do diário  lhe ajudou a ter maior eficácia na vida e na carreira. Contribuiu para que pudesse canalizar esforços para seus objetivos de longo prazo, mas olhando o curto.  O dia a dia.  De acordo com ela,  essa prática te ajuda a se manter centrada nos seus projetos,  propósitos, nos seus objetivos primordiais.  Te mantem na “linha”.

Chamo a atenção também para  a necessidade de segmentar os projetos,  particionar as iniciativas,  alocando atividades menores na agenda, nos dias.  (sprints)

Enfim,   absolutamente  necessário “botar reparo” no seu dia,  em quê você investirá seu tempo,  seu esforço e por que.

Os benefícios da adoção dessa prática simples e útil podem ser ainda maiores.  Por exemplo, ao escrever,  trabalha-se mais a organização de ideias, a estruturação mental do tema.  Outro,  você terá possibilidade de utilizar o mecanismo para medir sua evolução.  As anotações vão favorecer sua visão sobre o caminho percorrido e seu cumprimento,  as distâncias para conquistar o que almeja.  Me lembrou uma frase muito conhecida no contexto de negócios – Você não consegue gerenciar,  o que você não mede. Consinto. Ponto.

“Os dias são caros. Quando você gasta um dia, você tem um dia a menos para gastar. Então tenha certeza de que irá gastar cada dia sabiamente.”

Jim Rohm

Bjo,

Darlene

Liderança Situacional: cada ocasião, uma nova oportunidade!🎊

Durante os preparos para os módulos do Programa SOS Liderança,   gosto muito de voltar aos conceitos fundamentais e fazer um repasse nos meus conteúdos,  realizar um “refresh“,  uma atualização. Normalmente, como há algum tempo não toco especificamente no tema em pauta, faço um mergulho e …. uau!!! Observo que os meus olhos já são outros.  Aí mora “certa” beleza de ver,  botar reparo no tempo de  “hoje”.    Como de lá pra cá,  já tive outras experiências, vivências, certamente a minha visão está consideravelmente diferente e na maioria das vezes, acrescida.

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Quero trazer um pouquinho desse olhar sobre o tema liderança situacional. Um dos seus princípios básicos  é a capacidade em “reconhecer”,  identificar,  fazer o diagnóstico de determinada “situação”.  Esse é um passo importante para lidar,  saber como se comportar melhor com seus liderados e com as necessidades específicas deles.

Como o próprio nome sugere “situacional”,   refere-se ao  “momento presente” e específico.    Daí a oportunidade imediata de “renovação”,   Mesmo já tendo vivido momentos similares, ou com variáveis análogas (mesma pessoa,  mesma empresa,  mesmo projeto),  essa é uma circunstância nova.

Liderança Situacional – Cada ocasião, uma nova oportunidade!!!

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Assim torna-se necessário e muito bem-vindo um novo olhar, um novo diagnóstico.

Receitas velhas não necessariamente são adequadas para situações novas.  A realização da leitura do contexto requer “conceitos”,  conhecimentos,  requer visão,  (que estão sempre em evolução) para que o líder consiga interpretar corretamente e para que aja, utilizando-se do estilo compatível.

Imagine um médico fazendo uma prescrição sem ter feito um diagnóstico correto.  Coitado do paciente.  Nem me fale sobre isso... tenho tido experiências críticas nesse campo (ufa!). Assuntos pra outra hora… (rs)

O fato é que nessa etapa são necessários conhecimentos e conceitos sobre níveis de desenvolvimento das pessoas,  suas necessidades,  sobre a maturidade profissional, sobre os requisitos técnicos de situação avaliada,  sobre os objetivos a serem alcançados, entre outros.  O autoconhecimento e a inteligência emocional são aliados fortes nesse percurso pois as emoções estarão sempre presentes em todos os momentos e relações e vale a pena estar atento a elas.

Esse processo de diagnóstico e a aplicação do estilo adequado podem render muitos frutos tais como:

  • uma  maior motivação dos liderados,
  • o aumento na produtividade da equipe,
  • uma comunicação mais fluida;  e,  consequentemente,
  • um clima mais propicio para resultados de toda ordem,

inclusive sobre a energia e alegria dos colaboradores.

Já parou pra pensar sobre isso??

Até sempre..

Da

 

Postergou algo muito importante?⏱

Postergou algo muito importante??

Cuidado.

Certifique-se, absolutamente, que conseguirá cumprir com esse intento em data futura.  Garanta.

Sabe por que ?

Porque o tempo passa muito rápido e quando a gente se dá conta,  já foram semanas, meses e anos até,   como muito bem diz a poesia do Mário Quintana.  (anexada aqui)

 Deixamos pra trás muitos sonhos, projetos e ideias porque priorizamos a chamada “urgência” do agora.   Esse agora que carrega um saco de dificuldades.

  • Agora não dá,  tenho que juntar mais dinheiro.
  • Agora não dá,  precisa ser nas férias.
  • Agora não dá, tenho que acudir lá em casa.
  • Agora não dá, ainda não tenho diploma.
  • Agora não dá, preciso aprender melhor o inglês.
  • Agora não dá, não consigo tempo pra planejar isso.

Não Agora Não Depois??    É isso que vejo acontecer inúmeras vezes.  Projetos dentro da gaveta do criado mudo,  ou na do trabalho,  esperando uma atenção especial do dono –  “quando der vejo isso”.      Final do ano,  ele aparece um pouco na pauta,  nos votos para o novo ano, mas em seguida,  quase que imperceptivelmente, se apaga novamente.

Sinto te informar… agora já foi.

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Se isso não ocorre com você, receba meus efusivos e sinceros cumprimentos…  !!!!

Quer ver?  Tudo requer tempo  e ele está lá,  passando junto, inexoravelmente.   Pense, por exemplo,  no seu corpo físico.  Como ele mudou e responde bem diferente  à medida que você acumula algumas dezenas na idade.  Um corpo de vinte anos tem respostas  bem diferentes do corpo de cinquenta.

Certa vez li um livro chamado “Meu pescoço é um horror”,  de uma roteirista americana. Uma leitura leve, bem-humorada  e com muitas mensagens sobre o avançar a idade.   Até emprestei esse livro, mas nem sei mais pra quem.. (rsss).  Será problema de memória? (rss)   A autora disse algo muito simples e verdadeiro: depois de determinada idade,  os tempos são diferentes e a  gente precisa reservar mais boras na agenda pra  “manutenção”.   Eu interpretei assim… manutenção do físico,  da família,  das amizades,  dos relacionamentos,  das atividades, da energia,  da saúde…  etc. etc. etc.

É a mais pura REALIDADE.    Assim como as outras máquinas,  a máquina física,  utilizada a vida toda (sabe-se lá como)  começa a apresentar sinais provenientes do “uso”: a queda na produção dos hormônios,  dos cabelos,  as articulações começam apresentar por vezes, sinais de cansaço,  entre outras outras coisitas mais.

Mas .. o intuito aqui,  não é abordar os impactos do envelhecimento,  é ACORDAR as pessoas para a vida que têm nas mãos  e para que não deixem de abrir a gaveta, o criado “mudo”  e  tirar pra fora todos os seus projetos adormecidos.  Pensar, elaborar e criar condições para realizar  as experiências que anseiam viver.   Não postergue,  não protele,  não deixe guardado…

Porque quando vê … já foi.

bjo,

Darlene

 

O Poema de Mario Quintana, conhecido como  “O Tempo”, tinha um outro nome no seu original,  “Seiscentos e Sessenta e Seis”,  cuja publicação data de 1980 – na obra Esconderijos do Tempo.  Ele o escreveu aos setenta e quatro anos,  numa idade madura e cheia de sabedoria sobre a vida.

SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS

A vida é uns dos deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

 

Liderar com sensibilidade 🤺

Numa pesquisa realizada recentemente sobre felicidade, pelo Economista Richard Layard,   demonstra que as pessoas preferem sozinhas a ter que interagir com seus líderes. As pessoas se reconhecem muito felizes ao lado de famílias,  amigos.  O líder vem por último.

Olhem essas impressionantes informações.
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Ainda,  as pessoas que sofrem com seus líderes tem desenvolvido doenças complexas,  estresse, depressão,  síndrome do pânico,  o que as tem afastado de suas atividades profissionais com muita regularidade.  A cobrança intensa e não necessariamente adequada por resultados cada vez maiores  e mais rápidos  faz crescer o nível do estresse que por sua vez,  pode transformar-se em doenças piores, como a depressão.   Além de serem uma das causas dos distúrbios de humor e de ansiedades.

Já se tornou um dos grandes motivos de afastamentos do trabalho,  conforme informações dos órgãos responsáveis.

Para alguns “chefes”,  com letras minúsculas, subordinados não têm o direito de ter família,  e tampouco,  problemas particulares,  familiares e situações emocionais.  São uns verdadeiros aniquiladores, do “ideal”, do sentido positivo do trabalho em si.

Colaboram para aumentar o conceito “depreciativo” que o trabalho carrega por conta da sua própria história.   Não é à toa que muitos o encaram como castigo e não como um prazer,  como uma oportunidade para aprender,  para crescer e ser produtivo.  E pensar que mais de 60% das satisfações permanentes dos seres humanos provêm das atividades produtivas !! (AHHH)

Captura de Tela 2018-03-02 às 20.01.27.pngNão seja um líder (ou melhor chefe) redutor  do desejo de trabalhar dos outros.

Naquele dia profissional inusitado entrei  na minha “baia” ou área de trabalho num estado deplorável. Vergonhoso! De um jeito, nunca antes ocorrido nos meus mais de trinta anos de trabalhos profissionais no mundo corporativo. Super abastecida de uma emoção negativa, de um sentimento de desrespeito. Não, daquela forma,  eu NUNCA havia sentido. Um nó na garganta e aos prantos! Literalmente.  Me deixei levar pela emoção negativa. Lembro como se fosse hoje, porque cenas como essas,  não são tão fáceis de esquecer.

Havia recebido os meus primeiros cumprimentos de pêsames pelo falecimento do meu pai, sem que ele nem mesmo tivesse ainda falecido. Eu havia mencionado que o caso dele era crítico e que provavelmente não haveria mais recursos médicos.  Junto com os pêsames,  a mensagem de que estaria fora do projeto porque eu “estava vivendo uma situação difícil na esfera particular” (meu pai estava na UTI,  em fase terminal).  Não cabe detalhes, que certamente,  estava coberto de muitas outras variáveis.  Foi uma crueldade!

Por merecimento,  ou por lei de correspondência fui recebida e amparada por uma colega de trabalho,  sensível e solidária, que me aconchegou.   Somente ela presenciou e soube dessa minha passagem histórica.

A morte dele,  do meu querido pai,  ocorreu  poucos dias depois.Captura de Tela 2018-03-02 às 20.02.45.png

Sempre alimentei o pensamento de aprender com o que me acontece. Analiso, penso e estabeleço medidas.  Há sempre lições a serem capturadas  e especialmente nesse episódio não foi diferente.   Essa e outras tantas ocorrências  ajudaram-me  a reafirmar os meus propósitos por trabalhar para projetos e iniciativas conectadas ao ser humano, à vida.    Ao colaborar  com o desenvolvimento de pessoas posso contribuir na formação de novas mentalidades, mais humanas, mais dispostas a compreender as emoções uns dos outros,  mais sensível à integralidade dos indivíduos.   O profissional não pode ser considerado, tratado uma “coisa”,  um “recurso” a serviço dos resultados. É gente.  Bom, era assim que eu gostaria de ter sido tratada naquele momento.

Importante fazer ainda uma consideração:  uma pessoa, um único chefe não representa com suas atitudes,  a totalidade de uma organização.  Ou seja,  ter “uma” pessoa assim na sua trajetória profissional não necessariamente destitui o valor que você tem da organização. E posso afirmar que tive um imenso prazer em atuar nas empresas pelas quais passei e sou-lhes muito agradecida.

Mas como nada acontece por acaso,  e sempre para o nosso bem e crescimento, daquele dia em diante, um pensamento,  uma decisão começou a crescer comigo  internamente… EU PRECISO MUDAR!!!  Não posso permitir-me ser tratada, desrespeitosamente. NUNCA MAIS.  Qualquer tipo de dependência que eu tivesse naquele momento precisaria ser trabalhada, para criar condições de realizar. mobilizar um futuro diferente.

Aprenda a lidar por isso…

Antes que você veja sua auto-estima dizimada por essas questões, por esses fatores  propulsores  de emoções negativas, busque desenvolver estratégias e caminhos que te alimentem positivamente.

Você pode se deparar com situações muito legais e novas perspectivas de atuação, em contextos emocionalmente mais favoráveis, protegendo sua saúde e bem estar.  Ou mesmo,  descobrir razões fortes que ampliem suas motivações e engajamento no trabalho, mudando então o foco, reduzindo os impactos das relações negativas, tóxicas

Dizem que escrever é um santo remédio.  Ajuda a “aclarar” as ideias,  a tirar de dentro o que não nos faz bem,  e a ampliar as compreensões que temos.. Escrevo, porque, depois de tantos anos considero essa emoção negativa dissipada.    Penso que ao transferir em  palavras e compartilhar, posso ajudar outras pessoas a atuarem melhor em situações similares.

Não quero isso mais em mim. Ponto!

“que o perdão seja sagrado,  que a fé seja infinita, que o homem seja livre, que a justiça sobreviva.. aiai ”

Até sempre..

Darlene

Meninas, vocês são demais!! 💗💗💗

Ouço e estudo tanto sobre a importância das “inteligências relacionais” para o ser humano, em várias dimensões de sua vida, e isso me fez pensar na riqueza de uma experiência “mais virtual” que física, que tenho vivido e pela qual sou grata.

Por isso escrevo hoje. Para explicitar o meu respeito à muitas mulheres fortes, batalhadoras, cidadãs ativas, seres humanos “família”, muitas almas femininas com as quais tive a alegria de me conectar.  Participo há alguns anos de um grupo grande de mulheres “poderosas”, de XXX’s  (para preservar) do Brasil. (Agora não mais só do Brasil … )

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Pensei por várias vezes render-lhes a minha homenagem, “singela” que pudesse ser, e acabei me detendo. Mas hoje encorajei-me, após ler uma serie de mensagens e de manifestações do grupo.

Conheço poucas pessoalmente, dado que sempre estive no interior e a maioria transita e atua nas capitais. Mas nem por isso, deixei de conectar-me, interagir e sentir-me partícipe.

O que presencio nesse grupo são conexões de qualidade, que vão desde questões profissionais – a maioria delas – à questões familiares, sociais, políticas, entre outras.

Recordo que chamaram-me especial atenção os intercâmbios acerca de política por ocasião da estruturação do governo Temer: questões sobre nomes relevantes, sobre potenciais mulheres com competência e valor que poderiam ser sugeridas para colaborar em tamanhos desafios brasileiros. Vez ou outra se apresentam também opiniões sobre grandes e estratégicos acontecimentos no país e no mundo.

Mas esse foi apenas um ponto… Tem muuuuuito mais…

Presencio uma enormidade de trocas, “ajudas” de várias naturezas, cumprimentos, benchmarking, discussões técnicas e sociais, informações significativas que envolvem o trabalho, mudanças realizadas (promoções, trocas de empresas, transição), e não poderia deixar de citar, as delicadezas de toda ordem.

Os desafios, as superações conquistados são motivos de alegria coletiva, as dificuldades e problemas, razão para o acolhimento e para as palavras de apoio e solidariedade.

Obviamente que num conjunto tão grande, a diversidade é do mesmo tamanho, mas as precursoras equilibram o contexto. Nem preciso citar nomes.. todas nós sabemos!!! As que saíram do mundo corporativo para empreender, continuam lá, a convite. É o meu caso. Sigo agradecida por essa convivência virtual e cheia de humanidades!

Quando paro e penso sobre esse grupo.. Que bom que existe um conjunto como esse! De expressão, de vibração, de realização!!

Minha voz hoje é de gratidão meninas.

Bjus, vocês são demais!! (tim tim)

 

 

Liderança TRANSFORMADORA!

Eu e minha querida parceira Andreia Nalesso realizamos um projeto que “adoro”,  o SOS Liderança.    Tenho um apreço especial por esse tema e há muitos anos sigo pesquisando, praticando e escrevendo sobre ele.  Aqui mesmo no blog,  tenho vários artigos nesse sentido.  E olha,  sempre descubro que há muito mais a ser aprendido, principalmente quando observo a realidade atual.

Especialmente no Programa SOS Liderança tivemos  palestrantes incríveis, que são grandes  referências em  suas áreas de atuação.    Hoje quero citar um deles:  Paulo Braune,  que nos ensinou de forma brilhante sobre a LIDERANÇA TRANSFORMADORA

De acordo com ele,   a liderança transformadora é um dos pilares que compõe  o tripé da Liderança INTEGRAL  (autêntica, inspiradora e transformadora).   É notória a relevância do tema, haja vista a carência de líderes não somente no Brasil, como também, no mundo.  Estamos assistindo aberrações  nos contextos políticos, econômicos  e sociais  no que tange aos “ditos líderes”.

Uma das características principais dos líderes transformadores compartilhada pelo Paulo é a postura e visão crítica sobre a realidade,  persistindo mediante  injustiças;  e convictos de suas crenças, princípios e valores.    Não abrindo mão deles, independente dos interesses em jogo.

Tem muito mais…  acompanhe conosco por aqui.  Veja uma “palhinha” e se inspire com a mensagem do Paulo.

 

Em breve teremos novas noticias sobre o SOS Liderança..
Me siga por aqui e tenha acesso rápido a esses conteúdos e notícias.

 

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Processos de desenvolvimento assistidos… (coaching)

Você já experimentou algum desenvolvimento de forma “assistida”,  com ajuda personalizada  só para você?

Compartilho aqui  com você algumas informações sobre esses tipos de processos de capacitação individual.   Embora o termo “coaching” esteja sendo utilizado para muitas e distintas finalidades,   em um de seus  “desenhos originais”,  enquanto processo estruturado de desenvolvimento,   é uma das formas mais interessantes para trabalhar a ampliação  de competências.

Para os leitores que não estão muito habituados ao termo,   “Coach”  é um termo inglês que passou a ser usado inicialmente na Universidade de Oxford,   fazendo referência aos orientadores ou tutores particulares  que tinham como responsabilidade,   preparar os estudantes para os exames da universidade.

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Se você se deparar com a palavra “coaching”    trata-se do processo de desenvolvimento em si.   Se ouvir “coach” refere-se ao treinador, ao condutor do processo e  “coachee” à pessoa,  que está sendo orientada,  com vistas à uma evolução com objetivos definidos,   à aquisição de competências que a favoreça na obtenção de resultados.

Os líderes, especialmente no mundo corporativo,  têm se preparado formalmente para tornarem-se líderes coaches,   o que de acordo com Rhandy Di Stefano – referência no assunto – representa um estilo de liderança mais humanizada,  quando comparamos com estilos antigos.  Considera  também esse caminho mais eficiente para criar equipes e organizações de alta performance. Para que isso aconteça é necessário que seja uma estratégia da companhia e que haja formalmente essa “instituição”.

Outro caminho muito utilizado pelas organizações dentro desse mesmo contexto  é a contratação de consultores ou empresas  “externas’  especializadas em processos de “coaching”  para  realizar essa jornada de desenvolvimento e capacitação com profissionais em cargos de chefia, liderança.

Ainda,  é importante mencionar que para garantir certa padronização e uma metodologia que favorece a prestação de serviços com qualidade e eficiência, surgiram os órgãos certificadores,  muitos internacionais, inclusive.

A ICI® – International Association Of Coaching Institutes é uma escola pioneira nos seus cursos de coaching e aprovados pela International  Coach Federation (ICF).

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Existem também outras instituições com esse mesmo propósito e que podem ser pesquisadas e consultadas na própria internet. O que penso ser relevante mencionar é que,  os coaches, ao obterem as certificações internacionais passam a ser melhor reconhecidos pelo mercado, pois as empresas,  os contratantes em geral, sabem que  as certificações tem requisitos, regras e normas que visam garantir a qualidade dos serviços prestados por esses profissionais.

Se você estiver pensando em utilizar-se desses tipos de desenvolvimentos personalizados,  verifique a formação do profissional,  a experiência profissional que ele teve e a instituição em que foi certificado.  Vale a pena!

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Se você curtiu esse conteúdo,  compartilhe com outras pessoas que possam também se beneficiar dele.  Interaja comigo,  darlene@pothum.com.br

 

Informações adicionais:

Para quem gosta de conhecer a origem da palavra…

Da Wikipedia – “A palavra coaching na língua inglesa (Coach) foi utilizada pela primeira vez na cidade localizada no condado de Komárom-Esztergom na Hungria, para designar as coches de quatro rodas. Essas coches começaram a ser produzidas no século XVI e tornaram-se as mais cobiçadas da época por seu conforto – elas foram as primeiras a ser produzidas com suspensão feita de molas de aço. Assim, as coches de Kocs eram chamadas de kocsiszeker. Os nativos dessa cidade também são chamados de kocsi. E é esse vocábulo que os ingleses entendiam como “coach”.[1]

Com o passar do tempo, surgiu uma metáfora. Do mesmo modo que a carruagem leva as pessoas aos diversos campos geográficos, o coach era a forma como se chamava o tutor que conduzia outras pessoas pelos diversos campos do conhecimento. Conta-se também que as famílias muito ricas, quando em longas viagens pela Europa, levavam servos no interior da carruagem, que liam em voz alta para as crianças o que elas tinham de aprender. Esse servo passou a ser chamado de coach também.

No século XVIII os nobres universitários da Inglaterra iam para suas aulas, em suas carruagens, conduzidos por cocheiros – Coachs. Por volta de 1830, o termo Coach passa a ser utilizado na Universidade de Oxford como gíria de “tutor particular”, aquele que “carrega”, “conduz” e “prepara” os estudantes para seus exames. Sendo assim, o termo coaching refere-se ao processo em si, o Coach àquele que conduz, e o Coachee à pessoa conduzida na direção do objetivo que deseja alcançar.

Porém, na atualidade novas linhas e abordagem estão surgindo, contrapondo esta ideia do coach como o profissional que leva o cliente do ponto A ao ponto B.”

Reputação, você tem?

Essa palavra tem sido muito mais utilizada  após a expansão valiosa da internet e das redes sociais.    O acesso e a democratização das informações e dados,  promovido pelo belíssimo desenvolvimento tecnológico,  tem criado novas reflexões nesse sentido.   As pessoas ficam muito  “mais expostas”,   e se apresentam a partir do que publicam,  seja por meio de fotos,  seja por meio de seus escritos e posicionamentos.  Essa exposição, modela de certa forma, o  “perfil da pessoa”,   reconhecido a partir dos seus leitores, visualizadores. Às respostas a esses “desenhos”  chamamos de reputação.  É a percepção, ou mesmo, o sentimento que os demais seres têm em  relação ao que observam.   Então, o que você diz, escreve, e mesmo,  faz,  diz muito sobre você.

Os outros reputam algo à você,  pelas características que eles lhe observam. Compostas por variáveis  que intrinsecamente (e na visão deles) estão qualificando você.

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Envolve desde suas preferências, opiniões, condutas,  …. entre outros.

Obviamente que tudo depende do “olhar” do observador e do que ele tem de conceitos e conhecimentos diante da vida.

“As pessoas vêm a partir do que têm dentro de si mesmas.”

A soma de muitos desses  “olhares”, percepções e observações constroem um perfil,  um desenho,  que promove ou não uma vinculação de confiança.   As pessoas de boa reputação possuem a confiança dos demais.

Grande parte das pessoas recorrem  às redes para tudo que querem saber,  pesquisar, e ou estudar atualmente.  Essa imensidão de dados  disponíveis têm subsidiado uma série de contextos pessoais e profissionais.

No contexto profissional, por exemplo:  muitas organizações incluíram no seu processo de recrutamento e seleção,  uma etapa de visitação aos sites sociais dos candidatos.

Então…

Você já parou pra pensar sobre “qual imagem você tem passado às pessoas?” ,  ou  “como está sua reputação?”

Uma nova especialidade tem ajudado as pessoas  a  realizarem uma melhor gestão de sua imagem.  Trata-se do “Personal Branding” ou “Gestão de marca e reputação”.   Uma disciplina que cresceu também junto com esse aumento das “exposições”.

No 4TOUCH,  um programa de autodesenvolvimento que idealizei,  trago a tona essa reflexão,  num dos seus primeiros módulos.  Para que os alunos possam estar atentos a essa questão e aos seus posicionamentos.  Para ampliar a visão conto ainda com a preciosa parceria da especialista no assunto,  a Juliana Saldanha, que nos ajuda sempre a entender melhor sobre isso e trabalhar a nossa reputação.

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crédito das imagens utilizadas aqui – > https://www.federateddigitalsolutions.com/reputation-tool/