Sobre os privilégios do cargo.. 🤔

Durante uma viagem a trabalho, ao Oriente, há mais de dez anos, percebi  o presidente do conselho da empresa em que eu trabalhava, genuinamente incomodado. Humano e simples,  inquietou-se por ter  sido levado, juntamente com o “altíssimo escalão”, para um jantar diferenciado,  confortavelmente nos bancos de couro de um carrão de luxo.

Os demais executivos foram convidados a lugares mais simples e conduzidos numa “van”.  Isso nunca me incomodou.  Rimos da situação.  Logo cedo,  no dia seguinte, o presidente quis logo saber para onde haviam  nos levado e se havíamos sido bem tratados.  Era diferenciado. Quem?  Ele, o presidente.  Recordo de muitas passagens que o envolvem,  que me despertaram admiração pela sua conduta.  Me ensinaram.

Mas indo direto ao ponto que quero trazer…

O fato é que, com mais frequência do que se imagina,   os “empregados”, os profissionais do mundo corporativo estão sujeitos a vários e diferenciados privilégios,  usuais do contexto.

  • O carro na porta.  Abastecido.
  • O cafezinho servido na mesa.
  • O acesso a locais diferenciados.
  • As viagens e hospedagens em classe superior.
  • Por vezes,   muitas mordomias.

Os agrados de toda ordem sombreiam esse mundo de relações comerciais.  Não é incomum,  observar os   jogos de poder e influências  acontecendo  a todo momento  e percorrendo as  estruturas organizacionais.

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Quanto maior o grau na hierarquia,   maiores e melhores são os privilégios,  as atenções dirigidas e “intencionais”.

Recordo como se fosse hoje,  embora tenha-se passado algumas décadas (rs),  a mudança de tratamento que observei para comigo, quando ascendi à posições executivas. Mesmo as pessoas que se diziam amigas,  passaram a agir de forma diferente,  com restrições.  Causou-me certo estranhamento.  Desde aquele momento,  uma luz amarela acendeu-se. Como que um aviso! Para que eu tivesse atenção e refletisse sobre esses comportamentos.  Muito mais ocorreu ao longo de anos…

Até aí,  parece usual, não?

Não.

As pessoas mais desatentas,  que passam por essas circunstâncias de acesso a posições hierárquicas, de maiores responsabilidades,  podem acabar confundindo-se com os cargos que ocupam.  Por vezes, observa-se até certa simbiose. Misturam suas posições como “indivíduos”  que são,  e incorporam os supostos “poderes” providos pelo cargo,  pelo posicionamento  profissional.

Se pararmos pra pensar, ainda existem os impactos diretos dessa “absorção do cargo”,  nas relações com as pessoas.  Mas esse é um tema para uma outra postagem.. (rs).

O mundo corporativo tem dessas coisas…  Deixa os indivíduos  mal acostumados com os privilégios das posições que ocupam.  Daí a importância de estar atento a esses movimentos,  às ilusões criadas e à realidade de influências que ocorrem nas empresas.

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A chave é manter sempre a consciência e clareza do que chega pra você,  enquanto profissional e o que chega pra você, enquanto pessoa.  O que, de fato é seu e  o que é da companhia para quem você trabalha.  A máquina pública tem apresentado exemplos  dos mais diversos, relacionados ao uso indevido da posição, em favor do interesse pessoal.

Eventualmente,  você precisará sacar da coragem, para ser você mesmo, ainda que isso implique abdicar de regalias e ilusões.   Nessas situações, é  importante assumir a responsabilidade por ser você mesmo,  e optar pelo que é correto.

E esteja certo, hora ou outra…  a posição cai.

E você, ficará de pé.

Inteiro.

bjo,

Darlene

 

3 caminhos ao supercérebro #04CC

Tenho escrito alguns posts relacionados ao livro Supercérebro.  Esse é o quarto deles. E para os que gostam e apreciam o tema.. mais um pouquinho…

A complexidade é um dos desafios para o uso mais efetivo do Supercérebro, segundo Chopra,  médico indiano, pesquisador da vida humana e autor de diversos livros.

” a rede neural do cérebro  é o computador do corpo,  mas também o computador da vida.

Esse misterioso computador do homem vai registrando ao longo de toda a vida,  as suas experiências, informações,  aprendizados. E esse repertório vai sendo utilizado na medida em que novas captações são realizadas, por meio de comparações. No meu entendimento,  as faculdades da inteligência estão funcionando nesse momento:  julgam, analisam, comparam, e etc.

Alguns cérebros,  com condições físicas absolutamente normais, já alcançaram resultados  de expressivo desempenho, o que leva a pensar  não ser  necessário possuir  um “modelo”  especial para atingir novos patamares de realizações.   O que nos incita a questionar sobre como então fazer para utilizar melhor esse mecanismo interno poderoso que todos tem a prerrogativa de incorporar,  e de nascença?

Três são  os grandes caminhos expostos por Chopra, para que isso possa ocorrer.  Ele, inclusive os chama de “heróis”.

a) Adaptar-se  –  Albert Einstein que se adaptava enfrentando o desconhecido.  Desenvolveu três forcas:  deixar pra la, ser flexível e manter a calma, e três obstáculos: apego a velhos hábitos,  manutenção das mesmas condições e estagnação.

Alguns sinais de que você esta se adaptando melhor:  consegue rir de si mesmo,  existe que existem outros pontos de vistas e situações que não são do seu domínio,  concessão passa a fazer parte positivamente da sua vida,  encanta-se com novas coisas que vê, entre outros.

b) Integrar-se – capacidade de integrar-se ao que acontece,  absorvendo os feebacks que o próprio corpo gera. A integração pressupõe um ciclo de troca de informações entre mente, corpo e o mundo externo.

Como fazer isso? De forma muito simplificada,  mantendo-se aberto,  não bloqueando o ciclo com crenças,  não censurando o que chega, sendo independente,  analisando outros pontos de vistas como se fossem seus, esteja disposto a se reinventar todos os dias. Obviamente que o que cada um carrega,  tende a influenciar  sua visão e a realidade.

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Cuide das três forças da integração – comunicação, equilíbrio e visão ampla.

Alguns sinais de integração:  cria um lugar onde possa ser você mesmo,  deseja se conhecer,  observa as crenças e encara a realidade,  sente -se inspirado, dispõe-se a servir os outros… entre outros.

c) Expandir a consciência – algumas pessoas levam sua consciência mais adiante.  Em geral, são pessoas de grandes propósitos. Aquele propósito que vem de dentro. “ser humano é ser consciente – a única questão é saber o quanto.”

Consciente do que tem dentro e do que tem fora de si.   Na medida que amplia-se a consciência, tem-se um maior domínio autoral do seu destino.

Como fazer isso?  valorizando o estado de alerta, estando com atenção sempre ativa, resistindo  à unanimidade,  valorizando-se,   não esperando a aprovação dos outros, questionando suas crenças,  entre outros…

Atente-se para as três forcas da expansão da consciência:   evolução,  expansão e inspiração.

Expandir a consciência passa por revisitar os  “domínios”   a que somos submetidos.   Passa por pensar sobre o que nos limita e domina na sociedade contemporânea.  Quais são os nossos principais  motivadores,  o que nos faz levantar da cama e agir no dia. Quais  são nossos desejos,  metas pessoais (consumo, tempo, vida..).

” Uma vida cheia de estresse e tristeza faz a consciencia se contrair.

Sinais de que você está mais consciente: quando consegue ser autêntico, expressar sua verdade,  perdoar mais facilmente,  sentir-se mais seguro no mundo, quando sente o  medo não ser tão mais persuasivo… entre outras..

Tenho feito um teste com meus coachees (pessoas com quem atuo  em processos de coaching)  numa metodologia criada por Richard Barrett,  que avalia, por meio dos valores, uma variável relacionada `a amplitude de consciência.  É um exercício fabuloso de auto análise e de compreensão da própria vida.

Enfim, o posicionamento pessoal mediante essas três perspectivas, a de adaptar-se, de integrar-se e a de ter uma consciência mais ampliada pode favorecer uma maior performance na utilização do super cérebro.

Isso faz bem pra saúde em geral, para a existência,.

Aprendeu um pouco mais hoje?

Até a próxima,

Darlene

 

 

 

 

Cuidado com o que pensa! #03CC

Por que as pessoas quando envelhecem tendem a ter preguiça e apatia em relação ao aprendizado? Será que só por seguir um padrão de mentalidade e conduta que se repete ao longo da história?

“À medida que envelhecemos, tendemos a simplificar nossas atividades mentais, muitas vezes, como mecanismo de defesa.  Sentimo-nos seguros com o que sabemos e evitamos aprender qualquer coisa nova.  Chopra

E como já trouxe nos posts anteriores,  se a pessoa deixa de solicitar atividades ao cérebro, ela abdica de construir mais e novas estruturas sinápticas.  O que poderia fazer semmmmpre.

Qual o segredo então?  Manter acesa a luz,  de forma consciente.  A luz que ilumina os sentimentos e pensamentos,  a luz que busca novos conhecimentos e ativa de forma criadora a evolução cerebral.  Prevenção de doenças inclusive.  “Alzheimer”    sim….  muitos lapsos de memória podem ser desencadeados pela falta de utilização da estrutura cerebral.

Como os exercícios físicos.  Se você deixa de realizá-los, minimamente,  sua musculatura muda consideravelmente e há uma perda de força física.

men-1276384_640Manter a atenção consciente,  um aprendizado que tive nos estudos logosóficos, é uma chave para a evolução e para uma vida mais realizadora e feliz. A atenção,  aliada a conhecimentos, conceitos,  favorece de forma substancial as escolhas e mais que isso,  faz o processo criativo acontecer.   Exercita o cérebro.

Algo que Deepak trouxe, e que eu nunca havia parado pra pensar é que as expectativas são um gatilho poderoso para o cérebro.  Se a pessoa pensa que vai perder a memória e tensiona sua vida com alguns lapsos, isso, muito provavelmente está interferindo na sua função de recordar.  Ou seja:  Cuidado com o que pensa !!  Isso modifica você, pode ser para o bem ou não.  De novo,  depende de sua consciência e conhecimento.

Olha essa informação:

“Biologicamente,  mais de 80% das pessoas acima de 70 anos não têm  perda significativa de memória.  Chopra

Uma lição de hoje  (inspirada pelo livro SUPERCÉREBRO que deu origem a essa série de postos)  é que tenhamos cuidado com as expectativas e afirmações que colocamos na nossa vida. De preferência que sejam  positivas,  construtivas e sem o danado, do medo.  Medo de envelhecer, medo de perder a memória,  medo.. medo.. medo…    o limitador!

Que cada um possa plantar  a força da “fé no futuro”, da  “capacidade de empreender”,  do entusiasmo genuíno na vida e nas ações dia a dia são lubrificantes importantes para o corpo.

O fator alegria,  o entusiasmo,  as emoções fortes em geral tem sido consideradas  poderosas no sentido de acumularem registros mais facilmente na memória.  São observações dessas etapas de pesquisas , e, os estudos, as pesquisas têm muito mais ainda pra contar sobre esse mistério,  o cérebro.

Está curtindo essa série de posts? Compartilhe com as pessoas que você considera que poderão se beneficiar deles. No mínimo, pra pensar, criar novas sinapses,  não é? (rs)

Até o próximo,

Bjo,
Darlene

Cérebro: uso básico & uso super. #02CC

No nosso post #01CC sobre o “supercérebro” mencionei que o autor classificou a utilização das funções cerebrais em dois grupos, o básico e o super. Recorda?  Se você não leu esse post,  recomendo, passa lá …  (aqui)

Seguindo, fiquei pensando sobre o percentual de utilização que as pessoas fazem de um (o básico) e de outro (o super). Um “e” outro.  Entendo que os dois estão a postos, o que muda é o tamanho de utilização.  Pensei sobre o “meu percentual” especificamente,  em como eu tenho me comportado na utilização desse  mecanismo sensacional que já trouxe de fábrica (rs).

Pra  tornar prática essa análise, vou colocar aqui mais características de pessoas que utilizam um ou outro.  Para que favoreça também a sua avaliação  e identificação da sua forma de agir e   consequentemente, o uso que faz do seu cérebro.

Baseado no livro de referência, estruturei nessas duas listas, veja:

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Uma coisa é fato: o cérebro vai funcionar à medida de suas escolhas, estímulos, experiências. Ponto.

Repito aqui,  por puro efeito didático, uma frase do post #01 –  Tudo isso significa dizer que cada um é absolutamente responsável  por estimular a própria curiosidade, o próprio interesse.  Cada um é mestre de si mesmo.  e tem a principal função de tirar o cérebro do adormecimento, da inércia.

brain-2029391_640.pngEssa mudança de posicionamento, essa de adquirir potencia para conduzir seus movimentos cerebrais,  passa pelo conhecimento e por criar novos caminhos, hábitos, etc.  Passa também por rever algumas crenças, alguns mitos.

Olha  essa frase do Chopra:

Nosso cérebro não pode fazer o que julga não poder fazer.  (rs)

Crenças limitantes sugeridas pelo autor, que precisam ser revisitadas, repensadas:

  • Os danos ao cérebro são irreversíveis.
  • Os circuitos cerebrais são imutáveis.
  • O envelhecimento do cérebro é inevitável e irreversível.
  • O cérebro perde milhões de células por dia, que não podem ser substituídas.\\
  • Reações primitivas (medo, raiva, ciúme, agressividade) dominam o cérebro racional.

Pra mim, o grande pressuposto é o de que,  em termos de estrutura cerebral,  somos absolutamente capazes de nos auto criarmos.  E para isso, precisamos quebrar esses mitos colocados, que basicamente,  confrontam a ideia dessa possível evolução.

Se você tirou sua fotografia em relação ao básico X super,  o que encontrou?  Se puder, compartilhe comigo sobre sua compreensão e análise.

Até o próximo  cérebro-post. (rs)

bjo

Darlene

 

 

 

Você tem “supercérebro”! #01CC

Por conta do meu interesse pelas ciências cognitivas, buscando sempre maior aperfeiçoamento das minhas atividades do desenvolvimento, tenho pesquisado e lido a respeito do cérebro e afins.  Quero compartilhar com você algumas informações que considero oportunas e úteis.  Farei uma série de posts com o tema cérebro,  inspiradas pelo Deepak Chopra. Hoje é o primeiro deles.

Notório que a ciência caminha muito mais rapidamente nas descobertas relacionadas ao cérebro, à neurociência,   que no passado.  Os avanços tecnológicos  favorecem muito o desenvolvimento dessa parte incrível dos seres humanos.

“Nosso cérebro contem  100 bilhões de células nervosas, que forma de um trilhão a talvez um quatrilhão de conexões chamadas “sinapses”.”  Chopra

Elas, as sinapses estão continuamente se reorganizando com base nas nossas experiências, informações, criações  e nos nossos contextos.  Tudo que compreendemos, vemos, sentimos, tocamos, saboreamos, cheiramos não seria aprendido sem ele,  o senhor cérebro.

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“Nosso cérebro não só interpreta o mundo, mas o cria.”

Daí que precisamos utilizar esse dom que recebemos ao nascer.  Como o que fazemos todos os dias modifica nossas estruturas cerebrais,  que são dinâmicas, esse é um dos  caminhos  fundamentais na construção do futuro de cada indivíduo.

A máxima de que “pau que nasce torto morre torto” pode ser descartada,  pois o cérebro está apto a aprender  novas habilidades, independente de idade,   basta que o acionemos pra essa  prática. Ou seja, basta que queiramos isso.

Diferente de outros órgãos do corpo humano, o cérebro é um que evoluirá a vida toda. Então ele pode, aprender, aprender, aprender…   E uma das teorias  menciona que basta dedicar 10.000 horas  para adquirir qualquer competência especial. Competências, inclusive,  imputadas  unicamente ao “talento” nato.

A vida é então um campo fértil ao desenvolvimento de capacidades.  ..  Pode parecer óbvio isso.  E é.   Mas frequente do que eu gostaria, eu vejo pessoas estagnadas em seus processos de aperfeiçoamento.  Muito aquém do que poderiam conquistar.  Há uma estagnação em muitos aspectos da vida, intelectual, emocional, .. e outros.  Daí que pode ser óbvio, mas não necessariamente, consciente.

E uma das chaves para abrir essa possibilidade chama-se  curiosidade,  ou  interesse.  De acordo com Deepak Chopra,  existem dois conjuntos de características que representam a evolução ou não dessa estrutura.  Uma, o cérebro básico,  como o próprio nome diz,  exercita de forma básica as funções cerebrais  e o super cérebro, que estimula o próprio desenvolvimento.

Veja algumas das características de quem utiliza mais o cérebro básico

  1. Na medida que o tempo passa, a pessoa pára ou diminui muito a velocidade do seu desenvolvimento.
  2. Quando aprende algo, não leva adiante.
  3. Não gosta muito de mudanças  e resiste a elas.
  4. Não vai além daquilo que já é do seu domínio. Limita a expansão.

Agora algumas das características de um cérebro (supercérebro), como ele coloca.

  1. Continua evoluindo durante a vida inteira.
  2. Aprende novas habilidades e leva-as adiante, o mais possível.
  3. Adapta-se mais rapidamente às mudanças.
  4. Gosta de desafios,  se não realiza bem,  retorna e tenta de novo.
  5. Mantem-se bastante ativo,  com períodos curtos de inatividade.\
  6. Gosta de reinventar-se.
  7. Abandona crenças e opiniões.

Fica claro que  que cada um é absolutamente responsável  por estimular a própria curiosidade, o próprio interesse.  Cada um é mestre de si mesmo.  e tem a principal função de tirar o cérebro do adormecimento, da inércia.   Escolhas !!! De novo na nossa pauta.  O que cada um escolhe viver.. (rs).

Existem evidências de que manter atividade social e intelectual retarda a senilidade, o envelhecimento do cérebro. E o contrário também é um fato,  um estudo mostrou que o estresse rotineiro, interfere no cérebro, prejudica a tomada de decisões,  a avaliação de situações e a corrigir erros, rumos.

” use seu cérebro, não permita que ele o use.”

A recomendação colocada é que cada um seja auto-observadores do próprio cérebro, fazendo um papel de  “testemunha silenciosa”, para se perceber e aprender a lidar com ele.

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“A capacidade do cérebro é tão incrível que um feto prestes a nascer forma 250.000 novas células cerebrais por minuto, gerando milhões de novas conexões sinápticas a cada sessenta segundos.”

O potencial cerebral é  então ilimitado.  Há que testá-lo aos  limites.

Como você tem utilizado o seu supercérebro?

Espero que tenha curtido .. até o próximo post.

bjo

Darlene.

 

Fonte:  Deepak Chopra – Livro Super Cérebro

 

Raiva suga sua energia.👊

Observou-se enfurecido por algo, ou por alguém?

Certa vez ouvi a seguinte resposta:  “Lógico,  ou você acha que tenho sangue de barata?” Rolei.. (rss)

Humanos são assim … tem emoções,  tem “repentes”,  temperos de toda ordem e por conta de alguns desses ficam até ensimesmados  (recolhidos em si), amargando.  Por vezes,  corroem-se  por dentro de tanto ficar pensando. Tem os que adoecem. Mas não arredam o pé da emoção.  A mantêm ali firme e forte, como um sanguessuga.

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O fato é que quando você se permite embolar nesse estado emocional / mental está deliberadamente entregando seu poder a  “isso”. 

Sentir raiva consome energia. você fica mais fraco.   Tem energia de sobra?  

A vida taí chamando..  gritando!!   A-cor-da!.

Existem  inúmeras outras questões precisando de sua energia, da sua capacidade de solução.  Há que considerar se  vale a pena colocar  “a raiva” em pauta.  E certamente a pessoa/situação que provocou isso em você não está nem ai.

É hora de pensar em  seguir em frente e concentrar as suas energias onde possa realmente ter realizações construtivas, onde possa transformar, fazer a diferença no seu entorno. 

Quando você se sentir prestes a ter um ataque de raiva,  busque um pensamento que lhe ajude a cortar o mal pela raiz.

Que tal esse:

“…não é viril ficar enfurecido. Pelo contrário, gentileza e civilidade são mais humanas e, portanto, mais masculinas. Um homem de verdade não cede à raiva e ao descontentamento, e essa pessoa tem força, coragem e perseverança – ao contrário da raiva e da queixa. Quanto mais próximo o homem chega a uma mente calma, mais perto ele está da força. ” 

tradução livre do stoic diary

Vida forte que segue,

bjos,


P.S.

 

Texto do blog  “O que significa”

Sangue de Barata 

Praticamente todo mundo já ouviu e até já utilizou essa expressão: “fulano tem sangue de barata”, “acham que eu tenho sangue de barata” e por aí vai.

Mas afinal, o que o dito popular quer dizer? Relaciona-se o ‘sangue de barata’ com a falta de atitude ou que esperem que você não tenha atitude. Alguém que aceita demais, não questiona. Apático. Não se opõe, não arrisca. Alguém medroso e que não responde a qualquer desaforo.sangue-de-barata

A barata, assim como a maioria dos insetos, não tem sangue (eles tem o que é chamado de hemolinfa que não apresenta pigmentos e é transparente). Dizem que o sangue é o condutor da nossa sensibilidade ao coração, e pela falta do ‘tradicional’ sangue na barata, a pessoa com o tal sangue de barata tem essa insensibilidade que a faz agir como descrevemos acima.

Há explicação também falando que quando estamos nervosos ficamos o sangue quente, o sangue sobe e como a barata não tem sangue convencional, teria sangue frio e não se abalaria por nada.

Créditos para –  https://oquesignifica.wordpress.com/2014/02/14/o-que-significa-ter-sangue-de-barata/