O que lhe compete?

“Mantenha sua atenção inteiramente concentrada no que de fato lhe compete e tenha sempre em mente que aquilo que pertence aoos outros é problema deles, e não seu.

Se agir assim, estará imune a coações e ninguém o poderá reprimir. Será verdadeiramente livre e eficiente em suas ações, pois seus esforços serão canalizados para boas atividades, e não desperdiçados em críticas ou confrontos com outras pessoas.

Tendo conhecimento e dando atenção ao que de fato lhe compete, não será obrigado a realizar qualquer coisa contra sua vontade. Os outros não poderão feri-lo, você não fará inimigos nem será prejudicado.

Se o seu objetivo é viver de acordo com esses princípios, lembre-se de que não será fácil: você deverá abrir mão de algumas coisas e adiar outras. É possível que até mesmo precise privar-se de riquezas e poder se quiser atingir a felicidade e a liberdade. “

Título “Ocupe-se apenas do que você pode controlar”, de Epicteto ( do livro A arte de viver, interpretação de Sharon Lebell)

Primeiro diga a si mesmo o que você deveria ser; depois faça o que tem que fazer.

Desrespeito .. nahhhh!

Muito mais fácil adotar um “deixa prá lá”, ou mesmo um “fulano não está num bom dia hoje”, quando somos submetidos a situações constrangedoras, seja por desrespeito ou por falta de educação.

Se você tem essa tendência, de colocar “panos quentes”, o que eu tenho pra te dizer é:

Paaaaara!!!

MUDE.

Deixar “passar”, de forma absolutamente passiva, comportamentos desrespeitosos, deseducados.. é omissão. Perde-se a oportunidade de fazer a diferença no seu entorno. De transformar.

Esses dias fui “destratada” duas vezes seguidas, pela mesma pessoa. Aconteceu quando liguei num cartório da cidade de São Paulo. (4o. cartório de registro de imóveis de SP), em busca de informações.

Uma grosseria sem tamanho!!

A pessoa não me conhece. Nunca me viu. (nem pintada rsss). Eu queria apenas saber a situação de um processo que havia “pago” para dar andamento. Eles fazem esse serviço e “ganha” pra isso.

A simples falta de um número (protocolo) não deveria ser motivo para aquele destempero. Tudo bem, se fosse regra não ser atendido por falta de protocolo, era só dizer. Com educação – Não posso lhe atender sem o documento. É uma regra do serviço. (se fosse, obviamente. o que não era o caso).

Simples assim.

Eu disse a ela isso. Se você não pode ou não quer me atender, é só dizer. Você não precisa me desrespeitar ou ser mal educada comigo.

Escolhi não permanecer mais na ligação com uma pessoa tão desagradável, por mais que eu precisasse da informação.

Expressar-se sobre o que você vê acerca de comportamentos indevidos é um mecanismo para promover diferentes posturas. Ou mesmo mudanças. Obviamente que dizer, ou manifestar-se não significa que isso ocorrerá, mas minimamente fará o interlocutor pensar.

Olha.. não estou dizendo para você atuar no mesmo nível, padrão de tensão, ou mesmo “dar o troco”. Isso seria um desrespeito igual. Estou dizendo para dizer ao outro sobre a atuação dele, equivocada, indevida, ou o que for.

Não saia da presença de outras pessoas, sem fazer a sua diferença. Mesmo que isso ocorra numa situação constrangedora como essa.

Feito.

A “personalidade” pode mudar ou permanece igual a vida toda? Um novo estudo sugere que é um pouco de cada.

A personalidade permanece a mesma desde o nascimento pelo resto de sua vida, ou pode ser mudada? Um novo estudo que abrange 50 anos de dados sugere que é possivelmente uma mistura de ambos.

Por décadas a personalidade foi considerada tão pouco concreta quanto o concreto – quem você era aos 15 anos é quem você seria aos 75 anos. Mas nos últimos 20 anos, a ciência cognitiva e comportamental revelou insights dinâmicos sobre o cérebro humano e os comportamentos correspondentes. Chegamos a ver a personalidade como, pelo menos, marginalmente mutável e, possivelmente, muito mais.

O estudo mais recente acompanhou as mudanças de personalidade ao longo de cinco décadas, e os resultados sugerem que, enquanto certos elementos da personalidade permanecem estáveis ​​ao longo do tempo, outros mudam de maneiras distintas. Em outras palavras, a personalidade é relativamente estável e mutável, e o grau de mudança é específico para cada pessoa.

A boa notícia da pesquisa é que, para aqueles de nós que experimentam mudanças significativas de personalidade, a mudança é principalmente em uma direção positiva.


“Em média, todos se tornam mais conscienciosos, mais estáveis ​​emocionalmente e mais agradáveis”, disse a principal autora do estudo, Rodica Damian, professora assistente de psicologia na Universidade de Houston.

Ao mesmo tempo, as pessoas que eram especialmente atenciosas, agradáveis ​​e emocionalmente estáveis ​​em tenra idade, também eram mais propensas a ser mais tarde.


“As pessoas que são mais conscienciosas do que outras pessoas com 16 anos são mais conscienciosas do que outras com 66 anos”, disse Damian.

O estudo extraiu dados do Inventário de Personalidade de Talentos do Projeto, um repositório de dados de personalidade sobre mais de 400.000 pessoas (no total) reunidas ao longo de um período de 50 anos. O valor dos resultados vem do intervalo de tempo expansivo, que permite aos pesquisadores medir as mudanças nos traços de personalidade, como conscienciosidade, extroversão e neuroticismo ao longo do tempo.

Quanto ao que influencia a estabilidade ou maleabilidade da personalidade, tanto a genética quanto os fatores ambientais desempenham papéis principais, com pesquisas anteriores sugerindo que cada um contribui igualmente para o resultado. O enrugamento relativamente novo nesse entendimento é a influência epigenética, na qual os genes de certos fatores podem ser “ativados” por influências ambientais.

O estudo também descobriu que, embora alguns elementos da personalidade pareçam mais específicos de gênero, as mulheres e os homens mudam praticamente na mesma proporção em relação ao tempo de vida. Nenhum dos dois tem uma vantagem sobre a “maturidade da personalidade” ao longo do tempo.

Uma grande conclusão das descobertas, enfatizaram os pesquisadores, é que, quando se trata de mudança de personalidade, não devemos nos comparar com os outros. Seu amigo especialmente simpático e sociável no ensino médio ainda será provavelmente mais simpático e sociável do que a maioria das pessoas que você conhece na meia-idade, portanto não deixe que o espelho social o leve a uma comparação. O que importa é o quanto você mudou – e que, de acordo com este estudo, é uma avaliação muito específica da pessoa.

O estudo foi publicado no Journal of Personality and Social Psychology.

Texto pstado em 16 de novembro de 2018 por David DiSalvo.  http://www.daviddisalvo.org.
Traduzido em método automático.

Sejamos todos feministas

“Você não deve mais gerenciar esse projeto porque está passando por uma fase difícil,  por conta da doença do seu pai.”  Uma “desculpa” que ouvi de um  “chefe homem”.  Um dos motivos “escolhidos” para ser destituída de um trabalho relevante.   

Insensível.  Essa é a palavra que prá mim,  descreve bem.   Ao longo de minha vida profissional percebi que para muitos homens,  “sentir” ,  “sofrer a perda”,  nada mais é  que símbolo de  “fraqueza”.  Sinal de incapacidade para lidar com as questões profissionais.   
Páaaara!!! Desumano isso!!!

Nunca me envergonhei de sentir profundamente a perda de uma pessoa que amasse tanto.  Quem nunca??  Fico chocada pela forma como as diferenças de gênero se escondem nas entrelinhas das decisões. Muitos gestores, vestidos de conceitos equivocados acerca da sensibilidade, de família, de maternidade, de paternidade, das necessidades humanas em si, podem prejudicar os profissionais em suas carreiras e atuações.  E isso passa desapercebido nos “sistemas”,  em padrões vigentes. 

Essa não foi a única vez e sei que não será a última, que vou presenciar desrespeitos por conta de ter nascido mulher. 

Mulher sim.. com muito orgulho.

Tanto um homem como uma mulher podem ser inteligentes, inovadores, criativos.  Nós evoluímos.  Mas nossas ideias de gênero ainda deixam a desejar. 

Chimamanda

Passei o olho pela cômoda do quarto e me deparei com  um pequeno livro. De cara me prendeu a atenção pelo título..  Comecei a rolar as páginas e não parei mais de ler.  Linguagem fácil.  Recheado de histórias e casos. Tudo  tão próximo das realidades que tratam abusos “de gênero”!   E numa voz  que cola.. engaja e  insere o leitor (ou a leitora rs) no cenário.  A gente se reconhece nas palavras dela.  Os sentimentos são muito próximos…  

 E concluindo a leitura…  afirmo: 

Eu sou sim… feminista! 

Dentro do conceito trazido pela autora,   Chimamanda Ngozi Adichie, que diz:  “Feminista: uma pessoa que acredita na igualdade social, política e econômica entre os sexos.”.  
Essa definição foi mencionada nesse seu livro “Sejamos todos feministas”.  E que foi também a inspiração para o título desse escrito.

Uma passagem do livro:


Tenho uma amiga americana que substituiu um homem num cargo de gerência.  Seu predecessor era considerado um “cara durão”,  que conseguia tudo; era grosseiro,  agressivo e rigooroso quanto à folha de ponto.  Ela assumiu o cargo, e se imaginava tão dura quanto o chefe anterior,  mas talvez um pouco mais generosa – ao contrário dela, ele nem sempre lembrava que as pessoas tinham família.  Em poucas semanas no emprego, ela puniu um empregado por ter falsificado a folha de ponto – exatamente como seu predecessor teria feito.  O empregado reclamou com o gerente sênior, dizendo que ela era agressiva e difícil.   Os outros funcionários concordaram.  Um deles, inclusive, disse que tinha achado que ela traria um “toque feminino” ao ambiente de trabalho,  mas que isso não acontecera.  Não ocorreu a ninguém que ela estava fazendo a mesma coisa pela qual um homem teria recebido elogios.

Consenti  com muitos  posicionamentos expressos por ela e  ressalto aqui alguns desses pontos:

1) Os pais precisam estar atentos para a educação das crianças (meninos e meninas),  de forma a não estimular (mesmo sem querer) as diferenças de gênero.

2) Mulheres não devem temer por se posicionar em relação à sua igualdade perante várias situações,  no trabalho,  no casamento,  nos relacionamentos.  Mesmo que isso implique,  “deixar de ser querida”.  Assumir o que são efetivamente,  sem se vestir de modelos para agradar padrões.

3) Cuidado com as afirmativas de que problemas de gênero  são culturais.  E com isso,  acomodar-se como algo fixo, rígido. Cultura é o resultado de um povo.  Cultura está sempre em tranformação a a partir da conduta coletiva do grupo. “A cultura funciona afinal de contas, para preservar e dar continuiade a um povo.” 

4) Precisamos,  homens e mulheres, melhorar nosso caminho para as gerações futuras.  Podemos lidar com isso de formas muito melhores, mais justas,  mais HUMANAS.

E tem muito mais…

Nesse vídeo abaixo,   a gravação do seu discurso no TED da África, com o tema que deu origem ao pequeno,  porém, GRANDE  livro.  

Clap Clap Clap

Discurso de Chimamanda Ngozi Adichie,  nigeriana,  realizado em 2012

“Emoções negativas geram processos inflamatórios? o que dizem as pesquisas.”

“Uma enormidade de pesquisas demonstram   que a inflamação mata. Quando a resposta natural de nossos corpos a doenças e lesões não é controlada, pode levar a condições crônicas variando de artrite a depressão e doenças cardíacas.

Nessas pesquisas também foram encontrados links para alguns tipos de câncer e doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. O que ainda é pouco  entendido é se nossas respostas emocionais também desencadeiam e pioram a inflamação.

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from pixabay.com

Um novo estudo se concentrou nessa questão examinando o aumento de processos inflamatórios em pessoas que perderam recentemente um cônjuge. Os resultados sugerem que não só o luto pode resultar em mais inflamação, mas em níveis comparáveis ​​a doenças cardiovasculares potencialmente fatais.

Os pesquisadores conduziram entrevistas com pouco menos de 100 pessoas cujos cônjuges morreram recentemente e também coletaram amostras de sangue. As amostras de sangue daqueles que estavam passando por “sofrimento elevado”, incluindo a sensação de que a vida havia perdido seu significado, tinham níveis de inflamação 17% mais altos do que aqueles que não se sentiam assim (medidos pelos níveis de proteínas de citocinas inflamatórias). E o primeiro terço do grupo de luto tinha níveis quase 54% mais altos do que o terço inferior.

“Pesquisas anteriores mostraram que a inflamação contribui para quase todas as doenças em adultos mais velhos”, disse o principal autor do estudo, Chris Fagundes, professor assistente de ciências psicológicas na Rice University.

“Nós também sabemos que a depressão está ligada a níveis mais altos de inflamação, e aqueles que perdem um cônjuge estão em risco consideravelmente maior de depressão, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e mortalidade prematura. No entanto, este é o primeiro estudo a confirmar que o sofrimento dos níveis de sintomas depressivos das pessoas – podem promover inflamação, que por sua vez pode causar resultados negativos na saúde “.

O que esta pesquisa nos diz, primeiro, é que o velho ditado sobre morrer de um coração partido é mais verdadeiro do que imaginamos. O luto, via inflamação, pode nos matar, e isso não é uma hipérbole. Os resultados do último estudo confirmam pesquisas anteriores mostrando que a perda de um cônjuge “aumenta a mortalidade por todas as causas do parceiro enlutado”. 

Isso vale igualmente para mulheres e homens, particularmente para adultos mais velhos.As descobertas também oferecem um aviso sobre emoções não gerenciadas. O luto é saudável, mas o que esta pesquisa parece mostrar é que o sofrimento extremo que leva à perda do sentido da vida é perigoso em mais de um sentido. Se agimos ou não em nossas emoções, elas têm conseqüências bioquímicas que podem prejudicar nossa saúde.

O estudo foi publicado na revista Psychoneuroendocrinolgy. 

A recém-revisada e atualizada edição de 2018 do What Makes Your Brain Happy e por que você deve fazer o oposto está agora disponível.”

Texto escrito e postado em 1 de dezembro de 2018 por David DiSalvo. no  http://www.daviddisalvo.org

Essa é uma tradução automática. 

Informações sobre o autor –

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David DiSalvo is a science writer and public education specialist who writes about the intersection of science, technology and culture.

His work has appeared in Scientific American MindPsychology TodayForbesTIMEThe Wall Street JournalChicago TribuneMental FlossSlateSalonEsquire and other publications, and he is the writer behind the widely read blogs, Neuropsyched, Neuronarrative and The Daily Brain. He is frequently interviewed about science and technology topics, including appearances on NBC Nightly News, National Public Radio and CNN Headline News.   

“Lei fundamental da liderança: seja humano primeiro, cientista segundo”

Ela sabe que eu curtiria esse texto.  Uma pessoa querida que me mandou esse link.  Gostei mesmo.  Trata-se de algo, aparentemente simples, mas pouco observado ou cuidado.  O cuidado com o tecido humano nas equipes.   Compartilho o texto,  com tradução automática.

“Eu fui humano primeiro e depois aprendi a ser cientista. Se eu esquecer a parte humana, então isso é um problema. Foi o que ouvi quando entrevistei 52 cientistas reconhecidos como exemplares por seus pares,  por suas realizações e condutas científicas.

Temas relacionados surgem em meu trabalho com cientistas que foram encaminhados para um programa de remediação formal após falhas na integridade da pesquisa.

Eu sou uma psicóloga organizacional, especializada no ambiente de trabalho científico. O que me interessa são as decisões e comportamentos que resultam em pesquisas inovadoras, rigorosas e éticas.

Os últimos meses chamaram a atenção para ambientes de trabalho insalubres, especialmente o bullying na academia. Também devemos nos concentrar em um problema comum e disseminado: mentores que têm excelentes intenções, mas conhecimento limitado de como criar um ambiente de trabalho saudável.

Muitos cientistas com quem trabalho sentem que não têm habilidades de gerenciamento e liderança. Eles querem ajuda com tarefas concretas, como coordenar projetos ou facilitar reuniões.

Mas o que surge de forma mais enfática é que a realização de pesquisas exige que estabeleçam e mantenham relacionamentos positivos no laboratório. Muitos pesquisadores em nosso programa de remediação tiveram interações tensas com os responsáveis ​​pela conformidade e enfrentaram dificuldades em suas funções de supervisores.

Por outro lado, os exemplos enfatizam enfaticamente como eles fomentam uma boa dinâmica de equipe por estarem envolvidos, acessíveis e conscientes da atmosfera do local de trabalho.

Como alguém me disse: “A regra número um no laboratório é a harmonia. Em primeiro lugar, temos que nos dar bem, temos que nos respeitar, temos que confiar um no outro, e esse é o princípio de funcionamento de todo o resto ”.

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No entanto, dada a escolha entre trabalhar em um artigo científico ou abordar uma conversa difícil, muitos pesquisadores escolhem o primeiro – a tarefa que se sente mais diretamente ligada aos objetivos da pesquisa.

Os investigadores principais podem precisar trabalhar conscientemente contra a sensação de que “nada está sendo feito” durante as interações pessoais. Porque, seja orientando um trainee em dificuldades ou celebrando uma conquista duramente conquistada, investir em relacionamentos fortes e respeitosos é um investimento em ciência eficaz.

Então o que fazer? Todos os investigadores principais devem adicionar a construção de relacionamentos às suas listas de tarefas.

Tarefa 1:  coloque reuniões individuais recorrentes com os membros do seu grupo no seu calendário.
Configure um caderno ou planilha e anote tudo o que você deve mencionar durante essas reuniões. Defina um alerta por dez minutos antes do compromisso para decidir como abordar a reunião. O membro da equipe precisa de encorajamento? Orientação de carreira? Feedback sobre o seu projeto e direção para os próximos passos? Eles estão atrasados ​​ou sem confiança? Tente uma cutucada respeitosa, mas firme. Você expressou gratidão pela contribuição deles? Como um exemplo observou: “Eu valorizo ​​o que eles fazem e eu digo a eles”. Pergunte a si mesmo se é hora de uma conversa difícil. Se assim for, segure a urtiga. Isso faz parte do trabalho de um líder.
Às vezes, os investigadores principais preocupam-se com o fato de prejudicarem os relacionamentos fazendo discussões desafiadoras. No longo prazo, o oposto é verdadeiro. Use seus dez minutos para listar algumas observações. Declare o comportamento específico de preocupação; descreva como isso afetou você, a equipe ou o projeto. Em seguida, pergunte à pessoa por sua perspectiva. Se houver discórdia no laboratório, fale com as pessoas envolvidas, declare sua expectativa de respeito mútuo, peça-lhes que discutam e identifiquem uma solução.

Tarefa 2: convidar pessoas para compartilhar reclamações e destaques.
Vários cientistas exemplares exigem explicitamente que seus formandos relacionem uma preocupação ou lutem em algum momento em reuniões individuais. Eles querem ajudar as pessoas a se sentirem confortáveis ​​o suficiente para trazer problemas e erros à luz e, assim, resolver os problemas mais cedo, enquanto eles são administráveis. Vários exemplos observaram que os pesquisadores precisam de saídas para discutir frustrações e ansiedades. Eles sabem que é difícil aparecer e fazer o seu melhor quando atormentado pela preocupação. E eles querem saber o que está funcionando bem no laboratório, para aproveitar esses sucessos.

Tarefa 3: ande pelo “chão de fábrica”.
Mesmo quando os membros da equipe são bem-vindos para visitar seu escritório, a visibilidade oferece suporte a acessibilidade, brainstorming improvisado e resolução imediata de problemas.

Tarefa 4: modelar o comportamento desejado nas reuniões da equipe.
O modo como você se comunica será transferido para a interação ponto a ponto em seu grupo. Faça perguntas, espere participação e peça às pessoas que compartilhem seus pensamentos. Descubra onde estão os obstáculos. Incentivar a cooperação e o apoio mútuo. Explicitamente, declare que você valoriza um espírito colaborativo em seu grupo.

Tarefa 5: programe algumas ocasiões sociais para as pessoas passarem tempo juntas de uma forma mais relaxada.
Tais atividades podem parecer muito distantes da ciência, mas podem aliviar as tensões no laboratório. Comece pequeno. Certifique-se de acomodar as necessidades dos pais e responsáveis, pessoas com considerações culturais ou religiosas e aqueles que têm orçamentos apertados.

Tarefa 6: advogar fora do laboratório.
Fale sobre essas práticas em seu departamento, compartilhe aquelas que trabalham e aprenda com pessoas conhecidas por serem grandes líderes de equipe. Novos pesquisadores principais geralmente adotam as práticas de seus próprios mentores sem refletir, e muitas vezes seus modelos não eram ideais. Algumas tarefas de construção de relacionamento parecerão estranhas a princípio; tudo bem. Mostrar que você se importa é mais importante do que mostrar que você é perfeito.”

 

Texto de Alison Antes,  

Publicado originalmente no site – http://www.nature.com em 27.11.2018 –
(extraído em 02.12.2018)

 

 

 

 



H2Humanos é que sois.

A diferença substancial entre gestor e líder  aparece já no prefácio do livro  sobre liderança  do Simon Sinek.

“Quem é você?  Por que você está aqui?  Qual é o seu propósito? Estas são as primeiras questões para as quais queremos respostas,.  antes de iniciar um relacionamento com pessoas desconhecidas.” George Flynn

Depois vem os valores,  os princípios e quais as questões mais importantes na vida delas. Como elas se posicionam e se projetam no mundo.

Ainda:

“Não conheço nenhum estudo de caso na história que descreva uma organização cujos gestores a tiraram de alguma crise.  Em todos os casos, isso coube a seus líderes.”

Consinto com Flynn (autoria do prefácio)  quando menciona que os programas de desenvolvimento, em geral,  tem o foco no desenvolvimento de habilidades e técnicas em gestão. Trabalham com obtenção de conhecimentos para produção de resultados a curto prazo.  Pra ontem.  Agora,  aprender a ser líder?    Isso são outros quinhentos.   

Essas diferenças é que fazem organizações terem mais resultados que outras.

A proposta dessa obra excepcional é direcionar conteúdos  para a liderança,  colocada numa perspectiva ampliada.  Visa favorecer e ou mesmo criar uma nova geração de lideres.  Aqueles que transformam seu entorno.  Transformam o mundo em que vivem.    O autor busca explicar profundamente os elementos de conduta que caracterizam esses líderes e os levam longe.

“o verdadeiro preço da liderança é a disposição de colocar as necessidades dos outraos acima das suas. “

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Me questiono sobre minhas posições. Sempre. São muitas batalhas entre o “pensamento crítico”  e a “visão positiva”. Penso: será isso mais uma ilusão?  Uma utopia?  Mas eu,  humanista de carteirinha,   de forma realista – sem óculos  cor-de-rosa – acredito no poder da inspiração,  no poder do exemplo,  na força da ética e do bem.  Aqui em referência, acredito  no lado humano do líder.

“Quando os líderes inspiram seus liderados,  as pessoas sonham com um futuro  melhor,  investem tempo e esforço para aprender mais, fazem mais por suas organizações e,  durante o processo tornam-se líderes também.  Um líder que cuida de seu pessoal e manteém seu foco no bem-estar da organização nunca fracassará. “

Independente da problemática, das situações diversas que contornam esse tema,   o nosso mundo é o mundo dos seres humanos…

Bj, Darlene

Texto inspirado no prefácio do livro “Líderes se servem por último”,   de Simon Sinek.