Você pode mais…. sempre!

Sempre tive um interesse especial pelas questões humanas e pela gestão de pessoas nas experiências que vivi. Sei que podemos ser mais realizados e felizes do que normalmente somos… E isso me estimulou a realizar vários trabalhos nesse sentido!

Quem não deseja viver a realidade de relacionamentos pessoais e profissionais saudáveis, tornando sua vida mais plena? …mas o que isso significa?

Tenho aprendido que algumas das grandes bases da existência humana estão sustentadas no “coletivo”, ou seja na vida de relações: na família, nos amores, nos amigos, nos colegas, no trabalho. Na medida que cuidamos bem dessas bases podemos enriquecer a nossa trajetória, modificar nossa história.

O que vejo e é comprovado por vários estudos é que cada vez mais, estamos ficando individualistas, por várias razões.

De acordo com Bauman, um grande e respeitado sociólogo polonês, as relações escorrem pelo vão dos dedos. Ele disse ainda:

“Em nosso mundo de furiosa individualização, os relacionamentos são bênçãos ambíguas. Oscilam entre o sonho e o pesadelo, e não há como determinar quando um se transforma no outro. Na maior parte do tempo, esses dois “avatares” coabitam – embora em diferentes níveis de consciência. No líquido cenário da vida moderna, os relacionamentos talvez sejam os representantes mais comuns, agudos, perturbadores e profundamente sentidos da ambivalência.”

SABER LIDAR COM ISSO É MESMO UM DESAFIO DO NOSSO TEMPO.

Uma das fontes de recursos para nos sairmos melhor nessas empreitadas é o autoconhecimento. Ele pode ser considerado o ponto de partida para um diálogo interno com maior profundidade e para que possamos promover as mudanças que gostaríamos de ver na nossa vida!

Daniel Goleman menciona claramente a necessidade de nos capacitarmos nas matérias da inteligência emocional, para nos administrarmos bem e também administrarmos nossos relacionamentos. Esse caminho pressupõe conhecer as próprias emoções e as dos demais, além de saber lidar com elas.

Captura de Tela 2017-07-06 às 14.17.25

Esse e outros temas eu trato na Jornada da realização, o 4TOUCH, um treinamento digital que idealizei para ajudar as pessoas.

Também tenho parte desse conteúdo no meu  ebook que chamei de   “Segredos de se relacionar”.  

 

Para receber informações das próximas turmas do 4TOUCH e receber o ebook, basta se cadastrar aqui e participar da nossa REDE!! 

Quero entrar na REDE do 4TOUCH e receber o EBOOK.

Será muito bom ter você na rede!!!

até sempre,

Darlene

 

 

Conversas difíceis

Ao longo da vida… serão inúmeras…. e em  situações de todo tipo.

Em um dos bons livros sobre esse tema, os autores  mencionam que  DIÁLOGO DIFÍCIL é aquele que causa “desconforto”. E se propõem “colaborar” com as pessoas, para que elas atuem melhor em situações importantes e que exijam argumentações, posicionamentos.

Veja e se recorde de algumas das  situações  em que ocorrem esses tipos de “diálogos”:
– dificuldades nos relacionamentos
– cobrança de resultados de outras pessoas
– discordância de posição, principalmente de autoridades ou chefias
– dizer não para uma situação
– dar uma má notícia
– dar um feedback mais difícil

Uma imagem que gostei muito foi a comparação de  uma mensagem difícil com uma granada. Sempre causará estragos. E se você não o fizer, estará com a granada sem pino nas suas  próprias mãos.  Ou seja, algo não resolvido permanece com você.

Pensar sobre a forma de abordar o assunto,  o melhor momento,  o local,   as possíveis reações  é uma forma de você se preparar para lidar melhor com a situação.

É bom lembrar que todo o universo,  com uma exceção insignificante, é composto de outros.

John Andrew Holmes

Com esforço e dedicação  é possível sim, evoluir.  Em tudo  aquilo que colocamos energia, foco e especialmente ação encontramos alguns resultados.   As pessoas que percorreram esse caminho relataram a diminuição da ansiedade e maior auto-confiança,  maior sensação de integridade.

Elas  (as conversas difíceis) fazem parte da vida!!! NÂO podemos  e não devemos evitá-las. Então vamos aprender como lidar melhor com elas??

Até sempre..

Darlene

Eu comigo.. evoluções necessárias..

Dado minhas preferências e interesses pelas questões humanas,  e pela minha necessidade de  evolução pessoal  tenho aprendido a observar e entender melhor as minhas  reações internas diante das situações.

São as mais variadas, asseguro… (rs)
E se configuram elementos interessantes de análises… (rs)

As perguntas que surgem e contribuem nesses momentos são:

Por que  sinto ou reajo dessa forma em determinadas situações ou circunstâncias?
Qual a base, a causa, a origem desse tipo de reação?
O que posso fazer para mudar isso?
Se eu passar por essa circunstância novamente,  como atuar?
… outras e outras e outras…

Esse mecanismo de reflexão  interna faz parte de um processo de  autodesenvolvimento, de auto-reconhecimento e evolução.   Tem relação direta com o “MINDSET” (modelo mental) de crescimento que eu já trouxe  nesta série de postagens,   representa também uma fonte de muitas descobertas,  uma chave para o exercício dos feedbacks principalmente os da categoria “avaliativos”.

É mais poderoso aquele que tem poder sobre si.  (Lúcio Sêneca)

As possibilidades de aprendizado são muito favorecidas quando  o “processo” ocorre consigo mesmo:  você se auto avaliando e promovendo as correções necessárias.     Parece fácil… mas não é.   Há que se ter: predisposição para mudar,  vontade de ser melhor, necessidade de evoluir e acima de tudo, humildade para reconhecer que não sabe todas as coisas, que é passível de erros.    Em geral,  e principalmente no contexto dos negócios, existem dificuldades em se assumir os próprios erros,  as pessoas são mais “orgulhosas” (grifo meu porque a palavra deveria ser outra,  não se trata necessariamente orgulho …).  Pedir desculpas então…   pode representar “fraqueza”.

Esse percurso (eu comigo)  requer a atenção diligente como companheira e um diálogo profundo consigo mesmo.  Requer ação! Teste! Implementação!

Para quem se interessa nesse caminho de aperfeiçoamento é recomendável manter um estado de inquietude positiva, não se deixando acomodar pelas conquistas ao longo do tempo.

No fundo,  esse processo significa … “Eu me dando FEEDBACK” .. (rs)

“O autoconhecimento se aprende melhor não pela contemplação mas pela ação. Procure cumprir seu dever e logo descobrirá do que você é feito.”
Johann Goethe

Até sempre,

Darlene

 

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não fui a escolhida…

Cheguei a pensar que eu era o problema !!!
Me considerei mesmo incompetente!!
Como dizem os gaúchos:  “Bah..Tchê“!!   Ou “Barbaridade Tchê!!!

Não ser capaz de ocupar uma posição para a qual eu me preparava há anos foi realmente frustrante.  Eu tinha, em geral,  o reconhecimento positivo de grande parte das pessoas,  tinha feedbacks relevantes sobre minha performance e experiência com gestão de pessoas  (inclusive formais),  escrevi uma trajetória de realizações e engajamento  reais,  ou seja, muitas variáveis  favoráveis para que eu fizesse o  “step” seguinte, o próximo passo.

Naquele momento me passou um pensamento de arrependimento por  não ter aceito um convite de  trabalho numa grande empresa no Rio de Janeiro, épocas antes.  Mas como nada ocorre por acaso…

Ao viver tal episódio tive a necessidade interna de entender  a decisão,  tentei  obter informações mais aprofundadas,  mas foram iniciativas e movimentos em vão.  Tem decisões que nunca serão totalmente expostas e entendidas. Mesmo com o apoio dos aparatos do marketing interno sempre haverão dúvidas  porque envolvem questões que não são explícitas  e não são declaradas nessas circunstâncias.

“Teoricamente” eu  pensava  que mereceria  um feedback sobre o pontos que precisaria evoluir e conquistar para assumir mais responsabilidades e  ou para que eu pudesse me preparar para um outro posicionamento profissional.   Em matérias avançadas de gestão de pessoas esse seria um caminho natural e óbvio,  mas isso nem sempre funciona assim.

Muito pelo contrário,  as pesquisas nos revelam que falta muito ainda às organizações para que hajam processos de gestão e feedbacks adequados.  Ainda depende muito da cultura,   do interesse individual  do gestor no desenvolvimento das pessoas,  da sua capacitação em “dar feedback” de forma genuína e natural,  e mesmo do cuidado “humano” com os profissionais.

Em alguns estudos e fontes conhecidas da administração (Drucker) :

“os executivos gastam muito tempo gerenciando pessoas e tomando grandes decisões sobre pessoas do que qualquer outra coisa – e estão certos. Nenhuma outra decisão tem consequências tão duradouras ou é tão difícil  de ser desfeita.  Porém, mesmo assim de modo geral, os executivos tomam decisões ruins com respeito a promoções e a alocação de pessoal.  Segundo opinião geral, a média de acertos desses executivos não ultrapassa 0,333. Quando muito, 33% dessas decisões revelam-se corretas,  33% são minimamente eficazes; e 33% são um completo fracasso. Em nenhuma outra área da administração toleraríamos um desempenho tão desprezível.”

As decisões sobre pessoas são complexas, carregam em si uma série de variáveis e por vezes, não necessariamente conscientes: ancoragem emocional, apego ao familiar, rotulação,  julgamentos precipitados,  superestimação da capacidade, conhecimentos específicos,   dificuldades de avaliações, necessidades de capacitações mutáveis (estágio e maturidade dos negócios),  procrastinação, avaliação de pessoas em termos absolutos, tentativas de salvar as aparências, gregarismos,  pressões políticas,   conflitos de interesses,  princípios e valores, intuição, contextos culturais, etc…   Acho que já foi muito. Na  bibliografia há uma fartura dessas questões.!!

Quando coloco aqui essa racionalização pode parecer que apresento justificativas pela minha não escolha.  Mas,  não!!  Por pior e mais frustrante que tenha sido  me proporcionou um verdadeiro  SALTO DE VISÃO E AMADURECIMENTO PROFISSIONAL…

Passei a ler, estudar,  refletir e compreendi muito mais aspectos das culturas organizacionais e seus protagonistas.   Mergulhei nas matérias sobre lideranças (que sempre gostei demais), sobre  as geografias de decisões nas empresas,   sobre as mazelas do poder,  sobre as práticas políticas,  sobre características psicológicas, entre outros.

Também pude realizar um trabalho de  autoconhecimento e auto-avaliação na busca de uma maior elucidação  das minhas reais competências e capacitações de trabalho para novas oportunidades e experiências.

Enfim,  foi uma SUPER oportunidade para aquisição de conhecimentos que foram fabulosos e substanciais pra mim! 

Em certo momento,  cheguei a pensar…  “Naquele contexto, que bom que não fui eu.”.

As relações de toda ordem passam por alinhamentos  de interesses,   de objetivos, de propósitos e sobretudo de princípios. A aceleração promovida pelas tecnologias e inovações ampliam o espectro de escolhas de todos os atores – empregadores e empregados.  Os modelos e  as relações de produção e  trabalho passam por uma significativa transformação e por conseguinte as geografias de decisões de todos os agentes desse panorama também.

Aprendi que as experiências difíceis são fontes de crescimento quando há uma mentalidade aberta  e  uma inquietação intelectual e emocional para evoluir.

As grandes decisões sobre pessoas abrem muitos caminhos,  muitas PORTAS…
Como não ser grata por isso??

Até sempre!

Darlene

P.S.:

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Corrigir sem ofender..

Nesses dias postei sobre  as dificuldades em  ˜ser autêntico”,  sobre  as pessoas  “se vestirem”  de muitos papéis na “selva da sobrevivência”.
Gostei muito do texto do Cortella (Livro Educação, Convivência e Ética: Audácia e Esperança.. que chama atenção para outro ponto de vista. Ser autêntico não é SER DESCUIDADO e falar tudo que pensa a qualquer tempo.
Transcrevo  aqui,  porque vale a pena a leitura!!!!
 Captura de Tela 2017-02-18 às 08.22.19.png“O que é uma pessoa honrada? Aquela que, entre outras coisas, tem a percepção da piedade, aquilo que precisa ser resguardado na convivência. Uma pessoa autêntica tem a autenticidade grudada à piedade. Eu não posso, em nome da minha autenticidade, dizer tudo o que penso. Eu não posso, em nome da minha autenticidade, desqualificar apenas porque quero ser transparente. Ser autêntico não significa ser transparente de maneiro contínua.

Ser transparente para si mesmo? Sem dúvida, mas dizer tudo o que pensa numa convivência é ofensivo. O exemplo do menino de 5,6 anos de idade que traz o presente clássico do Dia dos Pais feito pelas próprias mãos. Chega da escola com aquelas coisas “horrorosas”, feitas com casca de ovo, palito de sorvete, que chegam a cheirar mal. “Pai, tá bonito?” É óbvio que o pai dirá que está maravilhoso naquela circunstância. A ideia do elogio ou do não elogio tem de ser circunstancializada.

Uma pessoa autêntica não aquela que é o tempo todo transparente. Se ela não tiver percepção de circunstância, ela se torna inconveniente.

“Mas é assim que eu penso”.

O fato de pensar assim não exime a pessoa de ser moderada. Isso não a leva a perder a autenticidade, apenas a resguardar a expressão de modo como é. Porque, como eu sou com os outros, tenho de ser de fato o que sou, mas não posso desconsiderar que outros existem.

É preciso cautela, em nome da autenticidade, para não ser ofensivo. Nem descambar para o terreno da crueldade. Por exemplo, a criança chega com o presente e o pai diz: “Não está, não.  Você devia ter feito uma coisa bonita”. Ora, na condição daquela criança, ela fez algo belíssimo. E é belo porque ela fez no melhor da sua condição.

Não é a mesma circunstância de um pai ou de uma mãe que percebem que a criança fez algo com desleixo. Nesse caso, não deve elogiar por elogiar, porque isso deseduca. Se um filho ou uma filha traz um desenho que pode ser precário, mas que, naquela circunstância, naquela idade, naquele modo, é o melhor que a criança poderia fazer, é preciso elogiar em alto estilo. É sinal de afeto imenso. Mas, se o desenho apresentado é resultado de um desleixo, não se deve elogiar.
Eu posso dizer a clássica fase de que educa: “Você é capaz de fazer melhor do que isso que está me mostrando”. Isso é educação. O que é crueldade? Dizer: “Isso é péssimo”.

Quem educa precisa corrigir sem ofender, orientar sem humilhar.
Precisa conviver com essa virtude, que é a piedade.”

 

Até sempre..

Darlene

feedback faz falta…

 

… e afeta os resultados (na última linha) das organizações.

A falta de feedback é uma das razões de descontentamento  dos colaboradores com o trabalho. Numa pesquisa realizada sobre o tema,  os números chamam a atenção.

Este foi um deles !!!!

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As pessoas quando não recebem feedbacks ficam duvidosas  se o esforço  e a dedicação que oferecem estão sendo “vistos”,   estão sendo “adequados”,   reconhecidos pelos seus superiores, pares, etc.    Com muita frequência não conseguem conectar seu trabalho aos objetivos estratégicos da empresa.

Daí que 65% das colaboradores querem mais feedback.

Apresento um outro número bastante expressivo:  39% da força de trabalho NÄO se sente reconhecida ou apreciada.   (é muuuitoo) 

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Esse resultado  me faz pensar que,  se existe esse percentual de “dúvida” com relação ao próprio trabalho,  pode haver implicitamente muitas oportunidades aí:

melhor  produtividade – se as pessoas não tem  certeza  dos seus resultados podem não estar entregando a totalidade de seu potencial…  ou podem não estar entregando o que de fato a empresa precisa (?!?!)

quase 40%  do quadro de colaboradores  pode estar com problemas de motivação. Isso exerce impacto direto nas realizações  e  no  contexto social do trabalho.  Além de afetar, de certa forma,  os outros 60% sob o ponto de vista de ambiente de trabalho.

Uma cultura de feedback  implementada pode influenciar os resultados de negócio?  Eu pessoalmente acredito nisso!!

Recentemente num artigo de Lolly Daskal,  ela mencionou as cinco maiores causas  de pedidos de demissões por colaboradores que mesmo apreciando o trabalho decidem sair das atuais organizações.

Duas das cinco  causas tem relação direta com a prática do mecanismo de feedback:

falta de reconhecimento

estagnação

Os estudos mostram que as pessoas tem necessidades de  enxergar perspectivas de evolução  no seu trabalho e de verem seus resultados reconhecidos, valorizados.

Ora,  se as empresas são feitas de pessoas …

Até sempre,

Darlene

 

 

construindo pontes…

Considerando-se  o acesso facilitado a uma enormidade  de informações, dados, e conhecimentos,  a habilidade em conectar mentes e corações  – Construção de relações – para realização de objetivos ou  propósitos comuns,  tornou-se ainda mais necessária e requerida.

Quando pensamos sobre isso são tantos aspectos … mas hoje quero ressaltar  um deles:
a autenticidade.

"Autêntico significa verdadeiro, legítimo, genuíno. 
É um adjetivo que caracteriza aquilo que não deixa dúvidas, 
em que há autenticidade, que não é falso, que é real, positivo."

Uma das qualidades em extinção em terras de egos inflados.

Tantas máscaras,   tantas representações,  tantas manipulações
têm vestido os seres para sobreviver num mundo de pressões,  rótulos e exigências que a autenticidade tem estado anestesiada.   (difícil ser autêntico e principalmente bancar isso).  O medo e  a apatia das pessoas frente às situações têm demonstrado isso claramente.

Veja alguns pensamentos correntes:

"Me posicionar  pra quê?"   
"Apresentar meu ponto de vista diferente  demanda esforço de explicação..."
"Se eu for realmente quem eu sou,  não serei bem quisto..."
"Se eu disser o que penso, posso ser demitido... "

 

“as mentiras mais devastadoras para a nossa auto-estima
não são as que contamos, mas as que vivemos.”   
Nathaniel Branden

Qual a relação da “construção de relações” e “autenticidade”?

Tenho compreendido que a construção de relações baseada em comportamentos “artificiais” não se sustenta ao longo do tempo.  Se as pessoas não são  autênticas e verdadeiras nessas empreitadas,  as chances de insucessos (nas relações verdadeiras) são reais.

Oportunamente essas relações podem ate ser úteis para atingir determinados propósitos e  interesses momentâneos de alguns.  Mas não sendo amparadas por esta (autenticidade) e outras virtudes  acabam não se constituindo de fato em “construção de relações”…     Peço licença para, de forma criativa, chamar de “arranjos sociais com propósitos definidos” (rss).

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Deixo pra pensar:

  • o que de fato representa pra você   “construir relações”,
    construir verdadeiras pontes entre as pessoas?
  • o  que significa pra você ser autêntico?

Gostei de um artigo do site administradores.com.br que fala sobre o que é ser autêntico. Se você tiver interesse, segue o link: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-que-e-ser-autentico/38509/

Até sempre..

Darlene

Aproveite seu tempo… é VIDA!

A semana está começando  … ..  temos muito por fazer!!

Aproveite seu tempo.. pense agora sobre as atividades que precisa realizar e como vai distribuí-las nos dias da semana!!    Organize para que tenha condições de realizar tudo o que gostaria e contemple possíveis adversidades.  Não se esqueça de deixar um “slot”, um “lugarzinho” para as suas relações próximas

Em geral o trabalho tem consumido muito do tempo das pessoas e  as outras áreas da vida, ficam a desejar em atenção e qualidade.   Estima-se que 61% das pessoas (pesquisa) não encontram o ansiado equilíbrio entre o trabalho e as atividades pessoais.

Certifique-se que sua programação contemplou outros aspectos não profissionais: uma conversa com seu filho,   um jantar com seus amigos,   uma visita ou telefonema  a uma pessoa querida com quem não fala há muito tempo,  uma mensagem de afeto e reconhecimento, uma pedalada com uma companhia valiosa….. ..  etc, etc, etc, …

Em todas as ocasiões,  certamente haverá um “feedback”,  um olhar que seja.!!  Desfrute!

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Boa semana e até sempre!

Darlene

 

Se quiser dividir experiências.. me escreva
darlene@pothum.com.br

Baixe o ebook sobre FEEDBACK – Segredos de se relacionar

 

receber críticas DÓI… 🙄 😰 😡

Ao longo de minhas vivências e estudos  tenho tido contato  com variadas fontes e bibliografias acerca desse tema.

Uma delas,  a Sheila Heen,  que gosto DEMAIS  e considero uma autora diferenciada, trata especialmente da dificuldades que a maioria das pessoas,  para não dizer a totalidade das pessoas tem em relação à “receptividade” do feedback.

Ela reafirma algo que a maioria de nós provavelmente já experimentou em vários momentos de nossas vidas: dar feedbacks é muito mais simples e fácil do que receber.

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Assista ao vídeo de 1Minuto

Ouvir as críticas dos demais DÓI, incomoda,  angustia,  chateia,  porque não estamos preparados “nativamente” para esse movimento.  Desde a infância queremos ser queridos, amados e respeitados e um feedback com algo a melhorar significa implicitamente que não somos bons  e por isso “menos queridos”,  “menos amados”.

A adoção do mindset de crescimento, de aprendizado que comentei em um outro post é um caminho que favorece  o autoconhecimento e contribui para amplificar a postura de “aprender a aprender”.  Ou como disse Fernando Jucá: “expertise em aprender”.

Te convido a pensar nas suas reações diante das considerações não favoráveis emitidas por outras pessoas em relação a você.  
O que você faz com elas?

Se puder e quiser, compartilhe comigo..   darlene@pothum.com.br

Tem muuuito mais sobre isso e continuaremos conectados por aqui.

Até sempre.

Darlene

 

 

“estrumbicando”

á trouxe prá você os vocábulos OUVIR e ENTENDER…

Hoje é dia do COMUNICAR!

Esse é um tema, eu diria, delicado.   De acordo com estudos e estatísticas, somos bombardeados com trinta e cinco mil mensagens por dia. Isso significa dizer que a disputa pela nossa atenção é algo complexo: redes sociais, reportagens,  televisão,  placas nas ruas, família,  whatsapp,  livros, telefone, etc.

Eu sei que esse tema possui uma enormidade de variáveis e que compensaria um curso a parte,   mas considerei importante  trazer rapidamente algumas  questões que julgo necessárias para o processo de relacionamento entre as pessoas e o feedback.

Cito a importância de saber se colocar, se posicionar sobre o fato a ser explorado e saber realizar a crítica.    Quantos  relacionamentos já se perderam apenas  porque as pessoas não se dispuseram a se comunicar bem.. se fazer entender.

A comunicação é uma das grandes fontes de conflito e desentendimentos entre as pessoas.

 “Eu disse algo e vocë entendeu outra coisa”.   

           ou mesmo 

“A gente se entende só pelo olhar”. 

Se preocupe em elaborar o que será dito de forma a transmitir com  clareza,  para que haja compreensão da mensagem.    A forma como nos comunicamos abrange não somente as palavras que colocamos, envolve também nossas expressões,  fisionomia,  emoções,  gestos, olhares.

Ë muito relevante cuidar:

o que estou dizendo,

como estou  dizendo,

por que estou dizendo e

onde estou dizendo.

Onde  há um entendimento mútuo significa que a comunicação foi satisfatória.

“Uma boa comunicação é feita de pedaços de vida, de amor, de sensibilidade, de inteireza, dignidade, verdades, compreensão, compaixão. Requer treino, como para quase tudo na vida. “

Thais Accioly

 

Bom  desejo que essas informações sejam úteis pra você nos seus relacionamentos.

Afinal,  queremos ser melhores nisso não é?

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Até sempre,

Darlene