“É como se o mundo estivesse à minha espera. E eu vou …”

Eu me vejo,
me assemelho,
me leio,
me questiono,
me emociono,
com as tantas “palavras”,
ou “provocações”
de Clarice Lispector.
Uma verdadeira arte na expressão de sentimentos,
na tradução da existência humana.

Como bem disse Yudith Rosembaum não se lê Clarice impunemente.

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Compartilho sua bela crônica “As três experiências”, de 1968,
atemporal.

“Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. “O amar os outros” é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida . Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.

E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era escrever. E não sei por que, foi esta que eu segui. Talvez porque para outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estréia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.

Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão as asas para o vôo necessário, e eu ficarei sozinha: É fatal, porque a gente não cria os filhos para a gente, nós os criamos para eles mesmos.

Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo o destino de todas as mulheres. Sempre me restará amar.

Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma garantia. Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera. “

Veja esse video sobre a leitura de Clarice e seus efeitos.

bjo,

Darlene

Sobre Clarice

Nasceu no dia 10 de dezembro de 1920, em Chechelnyk, na Ucrânia, Clarice Lispector se chamou Chaya Pinkhasovna Lispector. Mas de ucraniana só teve o local nascimento: ao longo de sua carreira, ela dizia literalmente nunca ter pisado lá, visto que foi carregada no colo. Em 1921, ela e a família migraram para o Brasil fugindo da perseguição a judeus durante a Guerra Civil Russa. Instalaram-se primeiro em Maceió, e logo mudaram para o Recife, tanto que Lispector se considerava pernambucana. Aos 14 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro com o pai e as irmãs após a morte da mãe. Lá estudou direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, embora já se interessasse mais pelo meio literário.

Fonte: Revista Galileu

Desrespeito .. nahhhh!

Muito mais fácil adotar um “deixa prá lá”, ou mesmo um “fulano não está num bom dia hoje”, quando somos submetidos a situações constrangedoras, seja por desrespeito ou por falta de educação.

Se você tem essa tendência, de colocar “panos quentes”, o que eu tenho pra te dizer é:

Paaaaara!!!

MUDE.

Deixar “passar”, de forma absolutamente passiva, comportamentos desrespeitosos, deseducados.. é omissão. Perde-se a oportunidade de fazer a diferença no seu entorno. De transformar.

Esses dias fui “destratada” duas vezes seguidas, pela mesma pessoa. Aconteceu quando liguei num cartório da cidade de São Paulo. (4o. cartório de registro de imóveis de SP), em busca de informações.

Uma grosseria sem tamanho!!

A pessoa não me conhece. Nunca me viu. (nem pintada rsss). Eu queria apenas saber a situação de um processo que havia “pago” para dar andamento. Eles fazem esse serviço e “ganha” pra isso.

A simples falta de um número (protocolo) não deveria ser motivo para aquele destempero. Tudo bem, se fosse regra não ser atendido por falta de protocolo, era só dizer. Com educação – Não posso lhe atender sem o documento. É uma regra do serviço. (se fosse, obviamente. o que não era o caso).

Simples assim.

Eu disse a ela isso. Se você não pode ou não quer me atender, é só dizer. Você não precisa me desrespeitar ou ser mal educada comigo.

Escolhi não permanecer mais na ligação com uma pessoa tão desagradável, por mais que eu precisasse da informação.

Expressar-se sobre o que você vê acerca de comportamentos indevidos é um mecanismo para promover diferentes posturas. Ou mesmo mudanças. Obviamente que dizer, ou manifestar-se não significa que isso ocorrerá, mas minimamente fará o interlocutor pensar.

Olha.. não estou dizendo para você atuar no mesmo nível, padrão de tensão, ou mesmo “dar o troco”. Isso seria um desrespeito igual. Estou dizendo para dizer ao outro sobre a atuação dele, equivocada, indevida, ou o que for.

Não saia da presença de outras pessoas, sem fazer a sua diferença. Mesmo que isso ocorra numa situação constrangedora como essa.

Feito.

“Lei fundamental da liderança: seja humano primeiro, cientista segundo”

Ela sabe que eu curtiria esse texto.  Uma pessoa querida que me mandou esse link.  Gostei mesmo.  Trata-se de algo, aparentemente simples, mas pouco observado ou cuidado.  O cuidado com o tecido humano nas equipes.   Compartilho o texto,  com tradução automática.

“Eu fui humano primeiro e depois aprendi a ser cientista. Se eu esquecer a parte humana, então isso é um problema. Foi o que ouvi quando entrevistei 52 cientistas reconhecidos como exemplares por seus pares,  por suas realizações e condutas científicas.

Temas relacionados surgem em meu trabalho com cientistas que foram encaminhados para um programa de remediação formal após falhas na integridade da pesquisa.

Eu sou uma psicóloga organizacional, especializada no ambiente de trabalho científico. O que me interessa são as decisões e comportamentos que resultam em pesquisas inovadoras, rigorosas e éticas.

Os últimos meses chamaram a atenção para ambientes de trabalho insalubres, especialmente o bullying na academia. Também devemos nos concentrar em um problema comum e disseminado: mentores que têm excelentes intenções, mas conhecimento limitado de como criar um ambiente de trabalho saudável.

Muitos cientistas com quem trabalho sentem que não têm habilidades de gerenciamento e liderança. Eles querem ajuda com tarefas concretas, como coordenar projetos ou facilitar reuniões.

Mas o que surge de forma mais enfática é que a realização de pesquisas exige que estabeleçam e mantenham relacionamentos positivos no laboratório. Muitos pesquisadores em nosso programa de remediação tiveram interações tensas com os responsáveis ​​pela conformidade e enfrentaram dificuldades em suas funções de supervisores.

Por outro lado, os exemplos enfatizam enfaticamente como eles fomentam uma boa dinâmica de equipe por estarem envolvidos, acessíveis e conscientes da atmosfera do local de trabalho.

Como alguém me disse: “A regra número um no laboratório é a harmonia. Em primeiro lugar, temos que nos dar bem, temos que nos respeitar, temos que confiar um no outro, e esse é o princípio de funcionamento de todo o resto ”.

Equipe, Motivação, Trabalho Em Equipe, Juntos, Grupo

No entanto, dada a escolha entre trabalhar em um artigo científico ou abordar uma conversa difícil, muitos pesquisadores escolhem o primeiro – a tarefa que se sente mais diretamente ligada aos objetivos da pesquisa.

Os investigadores principais podem precisar trabalhar conscientemente contra a sensação de que “nada está sendo feito” durante as interações pessoais. Porque, seja orientando um trainee em dificuldades ou celebrando uma conquista duramente conquistada, investir em relacionamentos fortes e respeitosos é um investimento em ciência eficaz.

Então o que fazer? Todos os investigadores principais devem adicionar a construção de relacionamentos às suas listas de tarefas.

Tarefa 1:  coloque reuniões individuais recorrentes com os membros do seu grupo no seu calendário.
Configure um caderno ou planilha e anote tudo o que você deve mencionar durante essas reuniões. Defina um alerta por dez minutos antes do compromisso para decidir como abordar a reunião. O membro da equipe precisa de encorajamento? Orientação de carreira? Feedback sobre o seu projeto e direção para os próximos passos? Eles estão atrasados ​​ou sem confiança? Tente uma cutucada respeitosa, mas firme. Você expressou gratidão pela contribuição deles? Como um exemplo observou: “Eu valorizo ​​o que eles fazem e eu digo a eles”. Pergunte a si mesmo se é hora de uma conversa difícil. Se assim for, segure a urtiga. Isso faz parte do trabalho de um líder.
Às vezes, os investigadores principais preocupam-se com o fato de prejudicarem os relacionamentos fazendo discussões desafiadoras. No longo prazo, o oposto é verdadeiro. Use seus dez minutos para listar algumas observações. Declare o comportamento específico de preocupação; descreva como isso afetou você, a equipe ou o projeto. Em seguida, pergunte à pessoa por sua perspectiva. Se houver discórdia no laboratório, fale com as pessoas envolvidas, declare sua expectativa de respeito mútuo, peça-lhes que discutam e identifiquem uma solução.

Tarefa 2: convidar pessoas para compartilhar reclamações e destaques.
Vários cientistas exemplares exigem explicitamente que seus formandos relacionem uma preocupação ou lutem em algum momento em reuniões individuais. Eles querem ajudar as pessoas a se sentirem confortáveis ​​o suficiente para trazer problemas e erros à luz e, assim, resolver os problemas mais cedo, enquanto eles são administráveis. Vários exemplos observaram que os pesquisadores precisam de saídas para discutir frustrações e ansiedades. Eles sabem que é difícil aparecer e fazer o seu melhor quando atormentado pela preocupação. E eles querem saber o que está funcionando bem no laboratório, para aproveitar esses sucessos.

Tarefa 3: ande pelo “chão de fábrica”.
Mesmo quando os membros da equipe são bem-vindos para visitar seu escritório, a visibilidade oferece suporte a acessibilidade, brainstorming improvisado e resolução imediata de problemas.

Tarefa 4: modelar o comportamento desejado nas reuniões da equipe.
O modo como você se comunica será transferido para a interação ponto a ponto em seu grupo. Faça perguntas, espere participação e peça às pessoas que compartilhem seus pensamentos. Descubra onde estão os obstáculos. Incentivar a cooperação e o apoio mútuo. Explicitamente, declare que você valoriza um espírito colaborativo em seu grupo.

Tarefa 5: programe algumas ocasiões sociais para as pessoas passarem tempo juntas de uma forma mais relaxada.
Tais atividades podem parecer muito distantes da ciência, mas podem aliviar as tensões no laboratório. Comece pequeno. Certifique-se de acomodar as necessidades dos pais e responsáveis, pessoas com considerações culturais ou religiosas e aqueles que têm orçamentos apertados.

Tarefa 6: advogar fora do laboratório.
Fale sobre essas práticas em seu departamento, compartilhe aquelas que trabalham e aprenda com pessoas conhecidas por serem grandes líderes de equipe. Novos pesquisadores principais geralmente adotam as práticas de seus próprios mentores sem refletir, e muitas vezes seus modelos não eram ideais. Algumas tarefas de construção de relacionamento parecerão estranhas a princípio; tudo bem. Mostrar que você se importa é mais importante do que mostrar que você é perfeito.”

 

Texto de Alison Antes,  

Publicado originalmente no site – http://www.nature.com em 27.11.2018 –
(extraído em 02.12.2018)

 

 

 

 



“Phubbing: o comportamento de não desgrudar do celular está acabando com relacionamentos”

“É como dar uma grande banana a seu (sua) companheiro (a).”

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A tecnologia é uma ferramenta sensacional. Tem viabilizado transformações em dimensões inimaginãveis.  Quem me conhece sabe o quanto eu a aprecio (até demais).  Mas como tudo na vida é necessário utilizar adequadamente,  com equilíbrio.  Como diz o ditado “bom senso e canja de galinha não fazem mal a ninguém”.

Incômodo,  “desagrado” é o que sinto quando  presencio  o “desvio de atenção”, o “desprestígio” e até mesmo o “desrespeito”  provocado pelo uso indevido no convívio entre pessoas. Chega a ser, por vezes,  uma atitude deselegante, interrompendo raciocínios,  dedos de prosas,  olhares. Até mesmo filmes.  Eu mesmo já cometi deslizes desses em várias  situações. Tive a feliz  colaboração  de pessoas próximas e queridas. Acatei rapidamente o feedback (filhos).  O que me ajudou a pensar e me reposicionar.

A utilização massiva e desagradável ocorre não somente nos contextos das relações afetivas e familiares.  Tem sido usual e frequente no ambiente de trabalho, durante reuniões e atividades coletivas.   As mensagens instantâneas jorram. Que descuidado esse telefone (rs).!!!!           Que as interações são muito facilitadas pelas aplicações,  não resta dúvida.  Entretanto, vale sim,  a pena,  pensar no seu uso consciente. A busca do equilíbrio.  Um enorme  desafio desses novos tempos.

Por conta desses impactos,   transcrevo aqui,  um texto de um estudo americano,  publicado originalmente em inglês pelo HuffPost US e posteriormente traduzido por eles.

“Uma saída a dois não poderia acabar de maneira mais deprimente: uma das clientes da terapeuta conjugal Christine Wilke estava prestando tanta atenção a seu telefone recentemente que nem sequer percebeu que a noite a dois tinha acabado.

“Ela tinha um problema sério com o telefone e se deu conta disso quando saiu para jantar com o namorado”, comentou a terapeuta conjugal de Easton, Pensilvânia. “A cliente estava tão focada na telinha que, quando finalmente desviou os olhos do celular, o namorado já havia pago a conta e estava saindo do restaurante.”

A mulher estava praticando “phubbing” intensivamente: ignorando seu companheiro e prestando atenção no smartphone. O phubbing, uma palavra criada a partir da soma de “phone” (telefone) e “snubbing” (esnobar), está se tornando cada vez mais comum em nossas interações sociais, especialmente nos relacionamentos românticos.

Em um estudo recente realizado pela Universidade Baylor com 143 pessoas envolvidas em relacionamentos românticos, 70% disseram que os celulares “às vezes”, “com frequência”, “muito frequentemente” ou “o tempo todo” atrapalham suas interações com seu companheiro.

Em uma pesquisa posterior que envolveu 145 adultos, 22,6% disseram que o phubbing já havia provocado conflitos em seus relacionamentos e 36,6% relataram sentir-se deprimidos às vezes porque têm a impressão de que seu parceiro priorizava seu telefone, em vez deles.

Wilkes vê essa dinâmica frustrante se repetir o tempo todo em seu consultório.

Os casais que eu atendo muitas vezes querem ter uma conexão mais profunda um com o outro, mas seus respectivos telefones tomaram conta de suas vidas“, ela comenta.
“As pessoas me dizem muitas vezes que a sensação é de que seu companheiro está tendo um caso com o telefone.”

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Manter um relacionamento estando atrás de um telefone não é uma boa maneira e levar a vida. A seguir, Wilkes e outros terapeutas conjugais de todo o país compartilham conselhos sobre como coibir sua mania de phubbing.

1. Pare de achar que você precisa documentar no Snapchat ou Instagram tudo que vocês fazem quando saem juntos.

“Uma das coisas que ainda me espantam (e, como terapeuta, me entristecem) é quando um casal está jantando, por exemplo, em um lugar público, mas uma das pessoas esta ocupada postando fotos, em vez de dar atenção real à outra. As redes sociais trazem muitos benefícios positivos, mas também podem levar as pessoas a buscar a gratificação imediata, em vez de viverem a satisfação do momento. Se você é alguém que publica posts para chamar a atenção de outros, em vez de realmente curtir a pessoa com quem está, é hora de se disciplinar um pouco. Desista dessa obsessão por acumular curtidas. É claro que isso não significa que você não deva postar uma selfie simpática de vocês dois. Mas aguarde para postar até a noite a dois ter terminado, ou, no mínimo, espere para postar na hora em que seu companheiro tiver ido ao banheiro.” – Carin Goldstein, terapeuta conjugal e familiar em Sherman Oaks, Califórnia.

2. Desligue seu telefone por pelo menos 30 minutos por dia.

“Uma das ‘lições de casa’ que passo aos casais é criarem um período diário de 30 minutos sem eletrônicos. É a hora em que eles podem ter um contato significativo cara a cara, sem ingerências de fora. Com muita frequência esses 30 minutos acabam virando um período de tempo muito mais longo, porque acabam representando um momento de intimidade que os dois valorizam muito.” – Christine Wilke

3. Eleve seu tempo sem tecnologia para outro patamar: tire um fim de semana inteiro sem celular.

“Trabalhei com um casal que foi passar um fim de semana em Palm Springs e definiu algumas regras de antemão relativa a eletrônicos: os celulares tinham que ficar desligados e dentro da mala ao longo do fim de semana inteiro. Cada pessoa era autorizada a ligar o celular por apenas cinco minutos por dia, o tempo de verificar se não havia alguma crise os aguardando quando voltassem. No final do fim de semana, eles disseram que adoraram a chance de prestar mais atenção às coisas pequenas: a piscina refrescante, as gargalhadas durante o jantar e a intimidade real entre os dois.” – Spencer Scott, psicólogo de Santa Monica, Califórnia.

4. Se seu companheiro se sentir “phobado”, reconheça o fato e pare de “phobar”.

“Combinem de cada um informar ao outro quando sente que está sendo ‘phobado’ ou quando ele próprio está tendo uma recaída e praticando phubbing. Como todos nós podemos cair na tentação de mergulhar fundo no telefone, podemos não ter consciência disso quando recaímos no mau hábito. Combinar que você vai dar ouvidos a seu parceiro quando ele se sentir ‘phobado’ e então se dispor a deixar o telefone de lado já constitui um passo sadio para conservar a relação.” – Kristin Zeising, psicóloga de San Diego, Califórnia.

5. Não encare seu celular como seu inimigo absoluto.

“Pode parecer contraintuitivo, mas se você anseia por tempo e atenção de seu companheiro, procure não enxergar o telefone como sendo a raiz do problema, mas como uma ferramenta para a solução. Torpedos bem articulados enviados ao longo do dia, ou mesmo Snapchats (que levam dois minutos para ser feitos e enviados) podem ser ótimos para lembrar a seu parceiro que cada um está pensando no outro ao longo do dia. Podem fazer você se sentir menos isolado e insatisfeito.” Spencer Scott

6. Saiba que num primeiro momento você se sentirá estranho ao guardar seu telefone.

“Ficar grudado ao celular é um hábito que vicia e que não será fácil de cortar. Entender o porquê disso pode levar tempo, mas você vai dar conta! Em um primeiro momento você sentirá algo descrito como uma dissonância cognitiva. Interromper o uso do celular não lhe parecerá correto nem normal. Levará quase um mês para o novo hábito lhe parecer normal – ou seja, dar a seus entes queridos, amigos e familiares sua atenção em pessoa, e não por meio de um telefone. Mas acredite em mim, terá valido a pena.” Barbara Melton, terapeuta em Charleston, Carolina do Sul.”

 

Publicado por

https://www.huffpostbrasil.com/2017/11/13/phubbing-o-comportamento-de-nao-desgrudar-do-celular-esta-acabando-com-relacionamentos_a_23275752/

Fonte extraída em 15.10.2018

 

 

Você pode mais…. sempre!

Sempre tive um interesse especial pelas questões humanas e pela gestão de pessoas nas experiências que vivi. Sei que podemos ser mais realizados e felizes do que normalmente somos… E isso me estimulou a realizar vários trabalhos nesse sentido!

Quem não deseja viver a realidade de relacionamentos pessoais e profissionais saudáveis, tornando sua vida mais plena? …mas o que isso significa?

Tenho aprendido que algumas das grandes bases da existência humana estão sustentadas no “coletivo”, ou seja na vida de relações: na família, nos amores, nos amigos, nos colegas, no trabalho. Na medida que cuidamos bem dessas bases podemos enriquecer a nossa trajetória, modificar nossa história.

O que vejo e é comprovado por vários estudos é que cada vez mais, estamos ficando individualistas, por várias razões.

De acordo com Bauman, um grande e respeitado sociólogo polonês, as relações escorrem pelo vão dos dedos. Ele disse ainda:

“Em nosso mundo de furiosa individualização, os relacionamentos são bênçãos ambíguas. Oscilam entre o sonho e o pesadelo, e não há como determinar quando um se transforma no outro. Na maior parte do tempo, esses dois “avatares” coabitam – embora em diferentes níveis de consciência. No líquido cenário da vida moderna, os relacionamentos talvez sejam os representantes mais comuns, agudos, perturbadores e profundamente sentidos da ambivalência.”

SABER LIDAR COM ISSO É MESMO UM DESAFIO DO NOSSO TEMPO.

Uma das fontes de recursos para nos sairmos melhor nessas empreitadas é o autoconhecimento. Ele pode ser considerado o ponto de partida para um diálogo interno com maior profundidade e para que possamos promover as mudanças que gostaríamos de ver na nossa vida!

Daniel Goleman menciona claramente a necessidade de nos capacitarmos nas matérias da inteligência emocional, para nos administrarmos bem e também administrarmos nossos relacionamentos. Esse caminho pressupõe conhecer as próprias emoções e as dos demais, além de saber lidar com elas.

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Esse e outros temas eu trato na Jornada da realização, o 4TOUCH, um treinamento digital que idealizei para ajudar as pessoas.

Também tenho parte desse conteúdo no meu  ebook que chamei de   “Segredos de se relacionar”.  

 

Para receber informações das próximas turmas do 4TOUCH e receber o ebook, basta se cadastrar aqui e participar da nossa REDE!! 

Quero entrar na REDE do 4TOUCH e receber o EBOOK.

Será muito bom ter você na rede!!!

até sempre,

Darlene

 

 

Conversas difíceis

Ao longo da vida… serão inúmeras…. e em  situações de todo tipo.

Em um dos bons livros sobre esse tema, os autores  mencionam que  DIÁLOGO DIFÍCIL é aquele que causa “desconforto”. E se propõem “colaborar” com as pessoas, para que elas atuem melhor em situações importantes e que exijam argumentações, posicionamentos.

Veja e se recorde de algumas das  situações  em que ocorrem esses tipos de “diálogos”:
– dificuldades nos relacionamentos
– cobrança de resultados de outras pessoas
– discordância de posição, principalmente de autoridades ou chefias
– dizer não para uma situação
– dar uma má notícia
– dar um feedback mais difícil

Uma imagem que gostei muito foi a comparação de  uma mensagem difícil com uma granada. Sempre causará estragos. E se você não o fizer, estará com a granada sem pino nas suas  próprias mãos.  Ou seja, algo não resolvido permanece com você.

Pensar sobre a forma de abordar o assunto,  o melhor momento,  o local,   as possíveis reações  é uma forma de você se preparar para lidar melhor com a situação.

É bom lembrar que todo o universo,  com uma exceção insignificante, é composto de outros.

John Andrew Holmes

Com esforço e dedicação  é possível sim, evoluir.  Em tudo  aquilo que colocamos energia, foco e especialmente ação encontramos alguns resultados.   As pessoas que percorreram esse caminho relataram a diminuição da ansiedade e maior auto-confiança,  maior sensação de integridade.

Elas  (as conversas difíceis) fazem parte da vida!!! NÂO podemos  e não devemos evitá-las. Então vamos aprender como lidar melhor com elas??

Até sempre..

Darlene

Eu comigo.. evoluções necessárias..

Dado minhas preferências e interesses pelas questões humanas,  e pela minha necessidade de  evolução pessoal  tenho aprendido a observar e entender melhor as minhas  reações internas diante das situações.

São as mais variadas, asseguro… (rs)
E se configuram elementos interessantes de análises… (rs)

As perguntas que surgem e contribuem nesses momentos são:

Por que  sinto ou reajo dessa forma em determinadas situações ou circunstâncias?
Qual a base, a causa, a origem desse tipo de reação?
O que posso fazer para mudar isso?
Se eu passar por essa circunstância novamente,  como atuar?
… outras e outras e outras…

Esse mecanismo de reflexão  interna faz parte de um processo de  autodesenvolvimento, de auto-reconhecimento e evolução.   Tem relação direta com o “MINDSET” (modelo mental) de crescimento que eu já trouxe  nesta série de postagens,   representa também uma fonte de muitas descobertas,  uma chave para o exercício dos feedbacks principalmente os da categoria “avaliativos”.

É mais poderoso aquele que tem poder sobre si.  (Lúcio Sêneca)

As possibilidades de aprendizado são muito favorecidas quando  o “processo” ocorre consigo mesmo:  você se auto avaliando e promovendo as correções necessárias.     Parece fácil… mas não é.   Há que se ter: predisposição para mudar,  vontade de ser melhor, necessidade de evoluir e acima de tudo, humildade para reconhecer que não sabe todas as coisas, que é passível de erros.    Em geral,  e principalmente no contexto dos negócios, existem dificuldades em se assumir os próprios erros,  as pessoas são mais “orgulhosas” (grifo meu porque a palavra deveria ser outra,  não se trata necessariamente orgulho …).  Pedir desculpas então…   pode representar “fraqueza”.

Esse percurso (eu comigo)  requer a atenção diligente como companheira e um diálogo profundo consigo mesmo.  Requer ação! Teste! Implementação!

Para quem se interessa nesse caminho de aperfeiçoamento é recomendável manter um estado de inquietude positiva, não se deixando acomodar pelas conquistas ao longo do tempo.

No fundo,  esse processo significa … “Eu me dando FEEDBACK” .. (rs)

“O autoconhecimento se aprende melhor não pela contemplação mas pela ação. Procure cumprir seu dever e logo descobrirá do que você é feito.”
Johann Goethe

Até sempre,

Darlene

 

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não fui a escolhida…

Cheguei a pensar que eu era o problema !!!
Me considerei mesmo incompetente!!
Como dizem os gaúchos:  “Bah..Tchê“!!   Ou “Barbaridade Tchê!!!

Não ser capaz de ocupar uma posição para a qual eu me preparava há anos foi realmente frustrante.  Eu tinha, em geral,  o reconhecimento positivo de grande parte das pessoas,  tinha feedbacks relevantes sobre minha performance e experiência com gestão de pessoas  (inclusive formais),  escrevi uma trajetória de realizações e engajamento  reais,  ou seja, muitas variáveis  favoráveis para que eu fizesse o  “step” seguinte, o próximo passo.

Naquele momento me passou um pensamento de arrependimento por  não ter aceito um convite de  trabalho numa grande empresa no Rio de Janeiro, épocas antes.  Mas como nada ocorre por acaso…

Ao viver tal episódio tive a necessidade interna de entender  a decisão,  tentei  obter informações mais aprofundadas,  mas foram iniciativas e movimentos em vão.  Tem decisões que nunca serão totalmente expostas e entendidas. Mesmo com o apoio dos aparatos do marketing interno sempre haverão dúvidas  porque envolvem questões que não são explícitas  e não são declaradas nessas circunstâncias.

“Teoricamente” eu  pensava  que mereceria  um feedback sobre o pontos que precisaria evoluir e conquistar para assumir mais responsabilidades e  ou para que eu pudesse me preparar para um outro posicionamento profissional.   Em matérias avançadas de gestão de pessoas esse seria um caminho natural e óbvio,  mas isso nem sempre funciona assim.

Muito pelo contrário,  as pesquisas nos revelam que falta muito ainda às organizações para que hajam processos de gestão e feedbacks adequados.  Ainda depende muito da cultura,   do interesse individual  do gestor no desenvolvimento das pessoas,  da sua capacitação em “dar feedback” de forma genuína e natural,  e mesmo do cuidado “humano” com os profissionais.

Em alguns estudos e fontes conhecidas da administração (Drucker) :

“os executivos gastam muito tempo gerenciando pessoas e tomando grandes decisões sobre pessoas do que qualquer outra coisa – e estão certos. Nenhuma outra decisão tem consequências tão duradouras ou é tão difícil  de ser desfeita.  Porém, mesmo assim de modo geral, os executivos tomam decisões ruins com respeito a promoções e a alocação de pessoal.  Segundo opinião geral, a média de acertos desses executivos não ultrapassa 0,333. Quando muito, 33% dessas decisões revelam-se corretas,  33% são minimamente eficazes; e 33% são um completo fracasso. Em nenhuma outra área da administração toleraríamos um desempenho tão desprezível.”

As decisões sobre pessoas são complexas, carregam em si uma série de variáveis e por vezes, não necessariamente conscientes: ancoragem emocional, apego ao familiar, rotulação,  julgamentos precipitados,  superestimação da capacidade, conhecimentos específicos,   dificuldades de avaliações, necessidades de capacitações mutáveis (estágio e maturidade dos negócios),  procrastinação, avaliação de pessoas em termos absolutos, tentativas de salvar as aparências, gregarismos,  pressões políticas,   conflitos de interesses,  princípios e valores, intuição, contextos culturais, etc…   Acho que já foi muito. Na  bibliografia há uma fartura dessas questões.!!

Quando coloco aqui essa racionalização pode parecer que apresento justificativas pela minha não escolha.  Mas,  não!!  Por pior e mais frustrante que tenha sido  me proporcionou um verdadeiro  SALTO DE VISÃO E AMADURECIMENTO PROFISSIONAL…

Passei a ler, estudar,  refletir e compreendi muito mais aspectos das culturas organizacionais e seus protagonistas.   Mergulhei nas matérias sobre lideranças (que sempre gostei demais), sobre  as geografias de decisões nas empresas,   sobre as mazelas do poder,  sobre as práticas políticas,  sobre características psicológicas, entre outros.

Também pude realizar um trabalho de  autoconhecimento e auto-avaliação na busca de uma maior elucidação  das minhas reais competências e capacitações de trabalho para novas oportunidades e experiências.

Enfim,  foi uma SUPER oportunidade para aquisição de conhecimentos que foram fabulosos e substanciais pra mim! 

Em certo momento,  cheguei a pensar…  “Naquele contexto, que bom que não fui eu.”.

As relações de toda ordem passam por alinhamentos  de interesses,   de objetivos, de propósitos e sobretudo de princípios. A aceleração promovida pelas tecnologias e inovações ampliam o espectro de escolhas de todos os atores – empregadores e empregados.  Os modelos e  as relações de produção e  trabalho passam por uma significativa transformação e por conseguinte as geografias de decisões de todos os agentes desse panorama também.

Aprendi que as experiências difíceis são fontes de crescimento quando há uma mentalidade aberta  e  uma inquietação intelectual e emocional para evoluir.

As grandes decisões sobre pessoas abrem muitos caminhos,  muitas PORTAS…
Como não ser grata por isso??

Até sempre!

Darlene

P.S.:

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Corrigir sem ofender..

Nesses dias postei sobre  as dificuldades em  ˜ser autêntico”,  sobre  as pessoas  “se vestirem”  de muitos papéis na “selva da sobrevivência”.
Gostei muito do texto do Cortella (Livro Educação, Convivência e Ética: Audácia e Esperança.. que chama atenção para outro ponto de vista. Ser autêntico não é SER DESCUIDADO e falar tudo que pensa a qualquer tempo.
Transcrevo  aqui,  porque vale a pena a leitura!!!!
 Captura de Tela 2017-02-18 às 08.22.19.png“O que é uma pessoa honrada? Aquela que, entre outras coisas, tem a percepção da piedade, aquilo que precisa ser resguardado na convivência. Uma pessoa autêntica tem a autenticidade grudada à piedade. Eu não posso, em nome da minha autenticidade, dizer tudo o que penso. Eu não posso, em nome da minha autenticidade, desqualificar apenas porque quero ser transparente. Ser autêntico não significa ser transparente de maneiro contínua.

Ser transparente para si mesmo? Sem dúvida, mas dizer tudo o que pensa numa convivência é ofensivo. O exemplo do menino de 5,6 anos de idade que traz o presente clássico do Dia dos Pais feito pelas próprias mãos. Chega da escola com aquelas coisas “horrorosas”, feitas com casca de ovo, palito de sorvete, que chegam a cheirar mal. “Pai, tá bonito?” É óbvio que o pai dirá que está maravilhoso naquela circunstância. A ideia do elogio ou do não elogio tem de ser circunstancializada.

Uma pessoa autêntica não aquela que é o tempo todo transparente. Se ela não tiver percepção de circunstância, ela se torna inconveniente.

“Mas é assim que eu penso”.

O fato de pensar assim não exime a pessoa de ser moderada. Isso não a leva a perder a autenticidade, apenas a resguardar a expressão de modo como é. Porque, como eu sou com os outros, tenho de ser de fato o que sou, mas não posso desconsiderar que outros existem.

É preciso cautela, em nome da autenticidade, para não ser ofensivo. Nem descambar para o terreno da crueldade. Por exemplo, a criança chega com o presente e o pai diz: “Não está, não.  Você devia ter feito uma coisa bonita”. Ora, na condição daquela criança, ela fez algo belíssimo. E é belo porque ela fez no melhor da sua condição.

Não é a mesma circunstância de um pai ou de uma mãe que percebem que a criança fez algo com desleixo. Nesse caso, não deve elogiar por elogiar, porque isso deseduca. Se um filho ou uma filha traz um desenho que pode ser precário, mas que, naquela circunstância, naquela idade, naquele modo, é o melhor que a criança poderia fazer, é preciso elogiar em alto estilo. É sinal de afeto imenso. Mas, se o desenho apresentado é resultado de um desleixo, não se deve elogiar.
Eu posso dizer a clássica fase de que educa: “Você é capaz de fazer melhor do que isso que está me mostrando”. Isso é educação. O que é crueldade? Dizer: “Isso é péssimo”.

Quem educa precisa corrigir sem ofender, orientar sem humilhar.
Precisa conviver com essa virtude, que é a piedade.”

 

Até sempre..

Darlene

feedback faz falta…

 

… e afeta os resultados (na última linha) das organizações.

A falta de feedback é uma das razões de descontentamento  dos colaboradores com o trabalho. Numa pesquisa realizada sobre o tema,  os números chamam a atenção.

Este foi um deles !!!!

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As pessoas quando não recebem feedbacks ficam duvidosas  se o esforço  e a dedicação que oferecem estão sendo “vistos”,   estão sendo “adequados”,   reconhecidos pelos seus superiores, pares, etc.    Com muita frequência não conseguem conectar seu trabalho aos objetivos estratégicos da empresa.

Daí que 65% das colaboradores querem mais feedback.

Apresento um outro número bastante expressivo:  39% da força de trabalho NÄO se sente reconhecida ou apreciada.   (é muuuitoo) 

captura-de-tela-2017-02-09-as-18-47-35

Esse resultado  me faz pensar que,  se existe esse percentual de “dúvida” com relação ao próprio trabalho,  pode haver implicitamente muitas oportunidades aí:

melhor  produtividade – se as pessoas não tem  certeza  dos seus resultados podem não estar entregando a totalidade de seu potencial…  ou podem não estar entregando o que de fato a empresa precisa (?!?!)

quase 40%  do quadro de colaboradores  pode estar com problemas de motivação. Isso exerce impacto direto nas realizações  e  no  contexto social do trabalho.  Além de afetar, de certa forma,  os outros 60% sob o ponto de vista de ambiente de trabalho.

Uma cultura de feedback  implementada pode influenciar os resultados de negócio?  Eu pessoalmente acredito nisso!!

Recentemente num artigo de Lolly Daskal,  ela mencionou as cinco maiores causas  de pedidos de demissões por colaboradores que mesmo apreciando o trabalho decidem sair das atuais organizações.

Duas das cinco  causas tem relação direta com a prática do mecanismo de feedback:

falta de reconhecimento

estagnação

Os estudos mostram que as pessoas tem necessidades de  enxergar perspectivas de evolução  no seu trabalho e de verem seus resultados reconhecidos, valorizados.

Ora,  se as empresas são feitas de pessoas …

Até sempre,

Darlene

 

 

construindo pontes…

Considerando-se  o acesso facilitado a uma enormidade  de informações, dados, e conhecimentos,  a habilidade em conectar mentes e corações  – Construção de relações – para realização de objetivos ou  propósitos comuns,  tornou-se ainda mais necessária e requerida.

Quando pensamos sobre isso são tantos aspectos … mas hoje quero ressaltar  um deles:
a autenticidade.

"Autêntico significa verdadeiro, legítimo, genuíno. 
É um adjetivo que caracteriza aquilo que não deixa dúvidas, 
em que há autenticidade, que não é falso, que é real, positivo."

Uma das qualidades em extinção em terras de egos inflados.

Tantas máscaras,   tantas representações,  tantas manipulações
têm vestido os seres para sobreviver num mundo de pressões,  rótulos e exigências que a autenticidade tem estado anestesiada.   (difícil ser autêntico e principalmente bancar isso).  O medo e  a apatia das pessoas frente às situações têm demonstrado isso claramente.

Veja alguns pensamentos correntes:

"Me posicionar  pra quê?"   
"Apresentar meu ponto de vista diferente  demanda esforço de explicação..."
"Se eu for realmente quem eu sou,  não serei bem quisto..."
"Se eu disser o que penso, posso ser demitido... "

 

“as mentiras mais devastadoras para a nossa auto-estima
não são as que contamos, mas as que vivemos.”   
Nathaniel Branden

Qual a relação da “construção de relações” e “autenticidade”?

Tenho compreendido que a construção de relações baseada em comportamentos “artificiais” não se sustenta ao longo do tempo.  Se as pessoas não são  autênticas e verdadeiras nessas empreitadas,  as chances de insucessos (nas relações verdadeiras) são reais.

Oportunamente essas relações podem ate ser úteis para atingir determinados propósitos e  interesses momentâneos de alguns.  Mas não sendo amparadas por esta (autenticidade) e outras virtudes  acabam não se constituindo de fato em “construção de relações”…     Peço licença para, de forma criativa, chamar de “arranjos sociais com propósitos definidos” (rss).

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Deixo pra pensar:

  • o que de fato representa pra você   “construir relações”,
    construir verdadeiras pontes entre as pessoas?
  • o  que significa pra você ser autêntico?

Gostei de um artigo do site administradores.com.br que fala sobre o que é ser autêntico. Se você tiver interesse, segue o link: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-que-e-ser-autentico/38509/

Até sempre..

Darlene

Aproveite seu tempo… é VIDA!

A semana está começando  … ..  temos muito por fazer!!

Aproveite seu tempo.. pense agora sobre as atividades que precisa realizar e como vai distribuí-las nos dias da semana!!    Organize para que tenha condições de realizar tudo o que gostaria e contemple possíveis adversidades.  Não se esqueça de deixar um “slot”, um “lugarzinho” para as suas relações próximas

Em geral o trabalho tem consumido muito do tempo das pessoas e  as outras áreas da vida, ficam a desejar em atenção e qualidade.   Estima-se que 61% das pessoas (pesquisa) não encontram o ansiado equilíbrio entre o trabalho e as atividades pessoais.

Certifique-se que sua programação contemplou outros aspectos não profissionais: uma conversa com seu filho,   um jantar com seus amigos,   uma visita ou telefonema  a uma pessoa querida com quem não fala há muito tempo,  uma mensagem de afeto e reconhecimento, uma pedalada com uma companhia valiosa….. ..  etc, etc, etc, …

Em todas as ocasiões,  certamente haverá um “feedback”,  um olhar que seja.!!  Desfrute!

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Boa semana e até sempre!

Darlene

 

Se quiser dividir experiências.. me escreva
darlene@pothum.com.br

Baixe o ebook sobre FEEDBACK – Segredos de se relacionar

 

receber críticas DÓI… 🙄 😰 😡

Ao longo de minhas vivências e estudos  tenho tido contato  com variadas fontes e bibliografias acerca desse tema.

Uma delas,  a Sheila Heen,  que gosto DEMAIS  e considero uma autora diferenciada, trata especialmente da dificuldades que a maioria das pessoas,  para não dizer a totalidade das pessoas tem em relação à “receptividade” do feedback.

Ela reafirma algo que a maioria de nós provavelmente já experimentou em vários momentos de nossas vidas: dar feedbacks é muito mais simples e fácil do que receber.

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Assista ao vídeo de 1Minuto

Ouvir as críticas dos demais DÓI, incomoda,  angustia,  chateia,  porque não estamos preparados “nativamente” para esse movimento.  Desde a infância queremos ser queridos, amados e respeitados e um feedback com algo a melhorar significa implicitamente que não somos bons  e por isso “menos queridos”,  “menos amados”.

A adoção do mindset de crescimento, de aprendizado que comentei em um outro post é um caminho que favorece  o autoconhecimento e contribui para amplificar a postura de “aprender a aprender”.  Ou como disse Fernando Jucá: “expertise em aprender”.

Te convido a pensar nas suas reações diante das considerações não favoráveis emitidas por outras pessoas em relação a você.  
O que você faz com elas?

Se puder e quiser, compartilhe comigo..   darlene@pothum.com.br

Tem muuuito mais sobre isso e continuaremos conectados por aqui.

Até sempre.

Darlene

 

 

“estrumbicando”

á trouxe prá você os vocábulos OUVIR e ENTENDER…

Hoje é dia do COMUNICAR!

Esse é um tema, eu diria, delicado.   De acordo com estudos e estatísticas, somos bombardeados com trinta e cinco mil mensagens por dia. Isso significa dizer que a disputa pela nossa atenção é algo complexo: redes sociais, reportagens,  televisão,  placas nas ruas, família,  whatsapp,  livros, telefone, etc.

Eu sei que esse tema possui uma enormidade de variáveis e que compensaria um curso a parte,   mas considerei importante  trazer rapidamente algumas  questões que julgo necessárias para o processo de relacionamento entre as pessoas e o feedback.

Cito a importância de saber se colocar, se posicionar sobre o fato a ser explorado e saber realizar a crítica.    Quantos  relacionamentos já se perderam apenas  porque as pessoas não se dispuseram a se comunicar bem.. se fazer entender.

A comunicação é uma das grandes fontes de conflito e desentendimentos entre as pessoas.

 “Eu disse algo e vocë entendeu outra coisa”.   

           ou mesmo 

“A gente se entende só pelo olhar”. 

Se preocupe em elaborar o que será dito de forma a transmitir com  clareza,  para que haja compreensão da mensagem.    A forma como nos comunicamos abrange não somente as palavras que colocamos, envolve também nossas expressões,  fisionomia,  emoções,  gestos, olhares.

Ë muito relevante cuidar:

o que estou dizendo,

como estou  dizendo,

por que estou dizendo e

onde estou dizendo.

Onde  há um entendimento mútuo significa que a comunicação foi satisfatória.

“Uma boa comunicação é feita de pedaços de vida, de amor, de sensibilidade, de inteireza, dignidade, verdades, compreensão, compaixão. Requer treino, como para quase tudo na vida. “

Thais Accioly

 

Bom  desejo que essas informações sejam úteis pra você nos seus relacionamentos.

Afinal,  queremos ser melhores nisso não é?

Assine a lista VIP e receba outras informações, click->.  Lista assinantes VIP

 

Até sempre,

Darlene

pode virar “peteco” (feedback)

 

Mais elemento base das relações pessoais e profissionais…

ENTENDIMENTO

Nas interações entre as pessoas é muito comum e também profícuo  que hajam interpretações diferentes sobre determinado tema. Afinal as pessoas tem histórias, conhecimentos,  experiências e  repertórios distintos.  Isso é o grande!

Quando falamos dos processos de crescimento e feedback,  é importante cuidar do entendimento  do que está sendo dito. Uma dica nesse sentido é tentar  manter o foco no ocorrido, na circunstância que originou o posicionamento para  obter maior clareza possível da situação.

Enorme exercício, diga-se de passagem,  principalmente se você não gostou ou discorda do que ouviu...

Observe-se internamente. Sua memória pode começar a trazer à tona histórias, justificativas e argumentos de toda ordem para contrapor a crítica, a observação que está recebendo.

Uma expressão muito engraçada do linguajar mineiro exemplifica bem esse estado mental …  “a mente vira um peteco”… (rs)   Significa que virou uma confusão, uma bagunça.

Assuma uma postura de prontidão para receber e procure não ficar em dúvida sobre o que o outro “quis dizer”. Se você não entendeu,  pergunte, até  que fique claro o que foi colocado. Entenda  qual a expectativa de mudança que o outro gostaria de  promover em você.

Em algumas situações,  não teremos condições de uma análise imediata.  Muitas vezes as críticas nos movimentam internamente dificultando uma análise tranquila e justa. Quando isso ocorrer  recomendo seriamente,  “leve para o travesseiro”.

Nada como uma noite de sono.

Aguarde o dia seguinte, mantenha-se  em estado de “observação” interna,  para que possa ter o tempo necessário  e a tranquilidade imprescindível para refletir.  Isso impedirá você de atuar impulsivamente,   de responder no automático e mesmo de cometer erros.

 

“Dar feedback é um desafio,
pois precisamos entender as outras pessoas e a maneira como elas reagem para aprimorar nossa capacidade de dar retorno.  E ser capaz de fazer uma ‘leitura’  das outras pessoas não é uma habilidade inata,
mas algo que precisamos desenvolver.”

Richard L.Williams

 

Lembre-se do post sobre mentalidade necessária para crescer (mindset).

Até sempre,
Darlene

conecte-se

Hoje vou mencionar  um elemento básico (pra não dizer óbvio) e também fundamental nas interações humanas e nos processos de feedback ( trocas ).

 

OUVIR

Muitas pessoas pensam que ouvem bem.  Talvez não.  Não da forma como é necessário à troca,  à conexão entre as pessoas.

Rubem Alves, numa de suas crônicas  (que gosto demais),  diz que  estamos cheios de cursos de oratórias mas que deveríamos criar  um curso para ensinar a “escutatória”.  Não estamos habituados a  “parar”  literalmente  para ouvir o outro. É complicado e sutil…

Enquanto as pessoas estão falando,   nossa mente está em turbilhão: pensando,  julgando,  elaborando,   construindo respostas, e sei lá mais o quê.

Ouvir bem pressupõe um estado mental  sereno,  tranquilo, mais livre,  com foco e atenção dirigida ao que a outra pessoa está dizendo.

“Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.”

Alberto Caeiro.

Num processo genuíno de crescimento mútuo – com a troca natural, com o uso do feedback na mediação –  o silêncio interno e  o saber ouvir com esse conceito aqui colocado, podem ser fatores extasiantes e transformadores.

Pense nisso e até sempre.

Darlene

feedback – um facilitador das relações humanas, quaisquer que sejam elas.

                            

Olá,

Ao longo dos meus mais de 30 anos no mundo corporativo observei uma grande dificuldade que as pessoas tem em geral – o feedback.

Com o objetivo de contribuir com as pessoas e para dar vazão  âs minhas observações,  estudos e experiências coletadas sobre esse tema, inicio aqui uma série de postagens.

A idéia é explorar,  de forma simples e prática,  alguns conceitos e  situações reais no dia-a-dia das pessoas.

Vamos começar trazendo o nosso adorável “dicionário” do google.

feedback
‘fidbæk/
substantivo masculino
  1. 1.
    reação a um estímulo; efeito retroativo.
  2. 2.
    comn informação que o emissor obtém da reação do receptor à sua mensagem, e que serve para avaliar os resultados da transmissão.

Nos acompanhe aqui..

Ver o post original

dar e receber (50-50 ou 100-100)?

“O princípio da diplomacia é dar e receber:
dar um e receber dez.”  

Mark Twain

As questões de reciprocidade estão sempre na pauta das relações humanas.  São alvos de desafetos, discórdias, reclamações e até de competições.

Existe a seguinte expressão,  comumente utilizada nas empreitadas coletivas:  50-50, cinquenta-cinquenta  ou  “fifth-fifth”  que  pressupõe a contribuição de duas partes pela metade para formação de um todo,  no caso os 100%.

Como diria um amigo meu, com quem tenho muitas e boas conversas:  “DISCORDO”…rss

Aqui abro um pequeno parênteses: podemos discordar e “dizer” que discordamos?
As pessoas demonstram muito mais facilidade em “concordar”.

Dá menos trabalho, rss. 
Leva menos tempo…
Não precisa de argumentos…
Não precisa pensar…

Normalmente como é o seu processo de contrapor uma ideia,  um pressuposto, um pensamento?  (fecho parênteses, rs)

Resultado de imagem para 50-50

Com relação ao 50%, tenho aprendido que cada um deve fazer seu máximo, ou seja os 100%. Sempre que ficamos esperando a outra parte,  desviamos a atenção ou deixamos de realizar no nosso limite de capacidade. Acaba sendo um pensamento cômodo  de “terceirização”  de parte da atividade.

Me vem aquela frase habitual: “eu já fiz  minha parte”

Fica aqui a dica,  faça o seu máximo.  A energia que permeia esse tipo de posicionamento é diferente, muito mais positiva. Se todos fizerem seu máximo certamente os resultados serão bem melhores.

mindset pra aproveitar melhor as oportunidades

O tão falado “MINDSET”  pode ser  um acelerador ou um obstáculo no processo de feedback.

São vários os tipos de feedbacks e muitas vezes não pensamos sobre eles. Não  estamos habituados a capturá-los, a  convertê-los em aprendizados e especialmente em ações. Ficamos no “piloto automático” e deixamos a vida passar.  Não consideramos essas oportunidades como um mecanismo de crescimento.

Resultado de imagem para MINDSET

Fonte: http://big-change.org/growth-mindset/

Para que isso seja possível é preciso desenvolver uma nova “mentalidade”.   Uma forma nova de encarar esse caminho.    O tão chamado  “novo mindset”  – significa adotar uma nova forma de pensar e agir, uma reconfiguração no modelo mental buscando um  jeito diferente de ver as situações.

Para que possa percorrer e aproveitar essa trajetória do feedback como oportunidade   sugiro adotar  algumas frases inspiradoras e chaves no seu dia-a-dia:

 – ao acordar,  pense  ” o que vou aprender de novo hoje “,
                                         ” com quem vou aprender esse algo novo”.

 – ao terminar o dia,  pense  ” o que aprendi de diferente hoje,
                                                      ” quem me ensinou algo novo e como foi”. 

Vão te ajudar a se abrir para as inovações que ocorrerem e aproveitar os feedbacks e mensagens que acontecerem nas suas relações durante o dia.

Se você se permitir fazer esse teste…   me dê um feedback.

Me mande uma mensagem relatando  como foi sua experiëncia.

Até sempre!!!

Darlene

por que as pessoas não tem coragem de dar feedbacks?

Caso real:

Exercito o feedback muuuitas vezes e em vários contextos da vida (familiares,  amigos, colegas, parceiros, fornecedores,  clientes, conhecidos, … estranhos..rs)  e estou atenta aos seus resultados.

Recentemente,  em parceria com uma consultoria  que tem colaborado comigo num trabalho, enviamos uma pesquisa utilizando a metodologia 360 graus,  para quarenta pessoas da minha convivência mais próxima.

A ideia era que essas pessoas do meu círculo de relações ( amigos, colegas,  familiares,  alunos,  superiores hierárquicos do meu último trabalho, entre outros ) pudessem responder questões a meu respeito num determinado tema.

Optamos por colocar a pesquisa sem identificação do respondente e os avisamos na mensagem que seria assim.    Por que isso?

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Muitas pessoas, pra não dizer a maioria delas,  não tem a habilidade ou a facilidade em dar feedbacks aos seus amigos.  Observo que isso ocorre com mais frequência nas culturas latinas,  que valorizam muito os relacionamentos e por isso apresentam mais  dificuldades em ser diretos, assertivos com os demais.   Existe nessa cultura  o receio de “magoar” ou de não ser “bem visto”  se falar abertamente.

Por outro lado,  isso é absolutamente compreensível porque muitas pessoas também não conseguem “receber  bem”   o feedback e a “percepção”  dos demais.

No meu caso, foi uma experiência muito positiva porque eu estava buscando algumas percepções a meu respeito,  de vários pontos de vistas diferentes.   Os retornos que pude ter me ajudaram nas definições de novos aspectos pessoais, profissionais  e na elaboração de planos futuros.

Como o feedback é bommmmm, pra gente evoluir!!!

Aproveito aqui o post para agradecer a todos que responderam esse trabalho!
Vocês são demais!!

Até sempre!!!

Darlene

feedback não é só para o trabalho!

Quando falo de feedback, muitas pessoas relacionam imediatamente o tema aos aspectos da vida profissional,  dado que tem sido amplamente utilizado nesse contexto. Contudo,  o feedback é um mecanismo válido para as relações humanas,  quaisquer que sejam.

Tenho escrito vários posts aqui sobre o tema e já passei algumas dicas sobre outros contextos de utilização dessa ferramenta “INCRÌVEL”.

Continue nos seguindo que vamos evoluir com informações prá você.

Até sempre,

Darlene

Como estou me saindo?

Se você gostaria de ter um feedback… saber como está indo…. e ainda não recebeu .. pergunte,  SOLICITE-O!!

“Ed.Koch, quando foi prefeito de Nova York,  caminhava pelas ruas perguntando às pessoas:  Como estou me saindo?.  Não era uma pergunta em vão…  Ele ouvia todas as pessoas, simpatizantes, detratores e prestava atenção em todas as respostas,  porque o seu desempenho como prefeito dependia da opinião direta e honesta dos moradores da cidade. ”

 

Eu grifei as palavras direta e honesta porque o feedback legítimo, construtivo deve ser feito assim,  verdadeiramente e com o interesse genuíno de melhoramento do outro ou da situação.

Os comentários (feedbacks) com vieses de interesses e bajulações, muito comuns nos dias de hoje, são contraproducentes.

Essa semana, após ministrar uma aula na pós-graduação,  exercitei essa prática, solicitei aos alunos que me dessem um feedback.

Foi uma experiência muuuuito legal!!

Conhecer a visão deles contribuiu para que eu refletisse sobre o que devo manter, o que devo alterar na aula, etc.  Isso certamente vai  contribuir para conduzir melhor as próximas oportunidades…

Tem alguma experiência com esse tema?

Compartilhe comigo.

Escreva prá mim..

darlene@pothum.com.br

Até sempre.

Darlene

 

#5 feedback – Diga o que lhe desagrada …

No nosso último post escrevemos sobre o feedback como instrumento essencial em todas as relações humanas… Citamos a realidade de um casal e a oportunidade de dizer “eu te amo”… um dos mais profundos feedbacks que existem…

Hoje proponho esticar um pouco essa nossa “prosa”…
Observo que GRANDE parte das discórdias,  de desentendimentos entre as pessoas poderiam ser evitados se elas se dispusessem a a exercitar mais o feedback..

     – Dizer o que me agrada, o que me desagrada e porque…
     – Dizer ao outro sobre suas qualidades, sobre o quanto ele é importante na minha vida…
     – Dizer o quanto gostamos de presenciar seus feitos e o que isso representa…
     – Dizer sobre os bons sentimentos  que me desperta …

Parece simples ..  mas não é..

Pense e procure se lembrar da última vez que você reconheceu verbalmente a “bondade” de alguém contigo, em algum momento…

Durante minha longa jornada no mundo corporativo tive inúmeras oportunidades de aprender sobre o feedback.  Ao longo dessa série vou compartilhar algumas com você…

Especialmente hoje vou dividir algo que aprendi com Dr. Gaudêncio, pessoa diferenciada, psiquiatra, que realizava um belo trabalho com os executivos …

“Se você GOSTA da outra pessoa,  você diz PARA ela…
Se você NÂO GOSTA da outra pessoa,  você diz DELA …

AHÃÃÃ..!!!

Muitas vezes não temos a devida “coragem”  ou não sabemos a  “forma” de dizer  algo para outra pessoa…

Assim, por vezes nos omitimos….   em ajudá-la…
Será então que gostamos realmente dessa pessoa?
Temos o interesse genuíno em ajudá-la?

Tem alguma experiência com esse tema?

Gostaria de interagir conosco sobre o tema?
Escreva prá mim..
darlene@pothum.com.br

Até sempre.
Darlene

“Eu te amo” é um feedback

Feedback é um mecanismo interessante e essencial em TODAS as relações humanas!!  É muito possível desenvolver habilidades que lhe permitam exercitá-lo de forma positiva,  promovendo a elevação substancial da qualidade de relacionamento em curso entre os envolvidos.

Numa relação pessoal, por exemplo, um casal…

Veja o que diz Roldo Goi,  num extrato de seu artigo sobre o assunto:

Gostou? 
Gostaria de interagir conosco sobre o tema?
Escreva prá mim..
darlene@pothum.com.br

Até sempre.
Darlene


Quero conhecer sua experiência com o tema feedback.
Acesse esse endereço e colabore … http://goo.gl/b1jUb0

 

#3 feedback – “Bandaid”

Vou falar hoje sobre o feedback BANDAID .. (rs).

Usei essa brincadeira pra comentar  que gostei muito de ler uma frase de um dos autores pesquisados,  onde ele menciona que o feedback pode ter um efeito CURATIVO.

 

 

Se bem realizado,  de forma positiva e construtiva, pode favorecer para a superação de importantes obstáculos, para quem o recebe.
Isso faz pensar na responsabilidade de quem o formula e realiza.  É importante pensar no poder que exerce,  na influência de suas palavras e na possibilidade de estar sendo um agente de transformação na vida de outras pessoas….
Que seja positivo!!!
Abraços afetuosos…
Até sempre!!

#2 feedback – Significado


O que significa essa palavra – feedback?
Qual o propósito do feedback?
O Feedback  é uma palavra inglesa que significa retroalimentar ou dar um retorno, dar uma resposta a determinado pedido ou circunstância.
Muito utilizado nas empresas, nos textos das áreas de Administração, Psicologia e outros.
Esse é um significado puro e simples da palavra.  O feedback se aplica a vários contextos relacionais dos seres humanos.  Tenho aprendido que é também uma ferramenta de comunicação primordial e que sua utilização,  quando eficaz, favorece muito o amadurecimento das relações humanas.
Vamos continuar trazendo elementos aqui…   Tem um artigo que gosto muito escrito por um grande amigo que vou divulgar em breve por aqui.
Aguarde!!!!
Enquanto isso  (na sala de justiça , rsss),  gostaria de me enviar alguma pergunta sobre esse tema ?
Me escreva sobre suas principais dúvidas …
          darlene@pothum.com.br (coloque FEEDBACK no assunto). 


Até sempre!!!!!
Darlene

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#1 feedback – ferramenta de trabalho

O dia-a-dia das organizações são intensos, muitos afazeres, ocupações e agendas lotadas.

Em geral, o tempo para uma conversa mais profunda sobre performance individual, carreira,  tem sido raro.  Contudo,  é relevante e necessário, para ambos, empresa e profissional.

As empresas que  valorizam essa prática (são muitas) instituem um “processo de avaliação de performance formal”,  favorecendo para que um tempo das pessoas seja dedicado a esse fim. De certa forma,  é algo que favorece o cumprimento, o estabelecimento desse compromisso na agenda.

É certo que, os feedbacks e conversas não devem esperar o momento formal.  Precisam ser feitos no decorrer do trabalho, no momento em que ocorrem.  Mas nem sempre há esse tempo para um aprofundamento. E esse momento é sempre muito rico.  Trata-se de uma oportunidade para conversar, entender as perspectivas das partes,  interagir,  consentir,  elaborar planos, estratégias.

Gestores que valorizam as pessoas, valorizam também esse momento.!!!





#0 feedback

                            

 

 

 

Olá,

Ao longo dos meus mais de 30 anos no mundo corporativo observei uma grande dificuldade que as pessoas tem em geral – o feedback.

Com o objetivo de contribuir com as pessoas e para dar vazão  âs minhas observações,  estudos e experiências coletadas sobre esse tema, inicio aqui uma série de postagens.

A idéia é explorar,  de forma simples e prática,  alguns conceitos e  situações reais no dia-a-dia das pessoas.

Vamos começar trazendo o nosso adorável “dicionário” do google.

 

feedback
‘fidbæk/
substantivo masculino
  1. 1.
    reação a um estímulo; efeito retroativo.
  2. 2.
    comn informação que o emissor obtém da reação do receptor à sua mensagem, e que serve para avaliar os resultados da transmissão.

Nos acompanhe aqui..

feedback – reconhecimento..

terça-feira, 14 de junho de 2011

Esse foi um dos reconhecimentos que colecionei .. com PESSOAS.. trabalho que adoooro!

Me reservo no direito de não identificar as pessoas envolvidas, respeitando sua privacidade.

Após longa e complexa temporada de trabalho num programa internacional,  tive oportunidade de colher muitos frutos dos trabalhos realizados com as PESSOAS nesse período.
Abaixo compartilho uma das belas mensagens que recebi, numa despedida de uma das pessoas que participou por uma das empresas:

” Gostaria de deixar uma nota especial a você, que me proporcionou o momento (positivo) mais marcante do projeto. Minha vida profissional inteira foi como fornecedor e este é um trabalho onde naturalmente existe uma pressão muito forte. Lembro-me que estava discutindo uma estratégia de  execução com a equipe quando chegou a informação  de que você  estava querendo conversar na sua sala.  Quando cheguei lá e você fez o elogio de que estava sentindo que as coisas estavam melhorando ( e realmente estavam ), eu me senti a pessoa mais feliz do mundo. Sai  da sua sala e não conseguia esconder o sorriso. Aquele evento me deu a  maior injeção  de ânimo para trabalhar e me sacrificar  ainda mais pelo projeto do que qualquer  aumento de salário  ou outra ação pudesse ter proporcionado. Senti que todo o esforço  pela contratação de novas pessoas, a melhoria no processo, o investimento de tempo de alinhamento com outras áreas, entre outras práticas, tinham valido a pena!! Quero te dizer que aquele evento  foi o grande responsável por me dar forças para continuar no projeto. Não consigo enumerar a quantidade de clientes que reclama ( por direito )  quando algo dá errado, mas consigo contar nos dedos os clientes que elogiam e ou nos incentivam a melhorar. Levarei este momento para sempre comigo.  Um grande abraço e obrigado por tudo, de verdade!.”

Esse pra mim, foi um enorme reconhecimento por tudo que tenho empreendido e me esforçado
para  construir com as pessoas do meu convívio.

Gente é gente..!!