Meninas, vocês são demais!! 💗💗💗

Ouço e estudo tanto sobre a importância das “inteligências relacionais” para o ser humano, em várias dimensões de sua vida, e isso me fez pensar na riqueza de uma experiência “mais virtual” que física, que tenho vivido e pela qual sou grata.

Por isso escrevo hoje. Para explicitar o meu respeito à muitas mulheres fortes, batalhadoras, cidadãs ativas, seres humanos “família”, muitas almas femininas com as quais tive a alegria de me conectar.  Participo há alguns anos de um grupo grande de mulheres “poderosas”, de XXX’s  (para preservar) do Brasil. (Agora não mais só do Brasil … )

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Pensei por várias vezes render-lhes a minha homenagem, “singela” que pudesse ser, e acabei me detendo. Mas hoje encorajei-me, após ler uma serie de mensagens e de manifestações do grupo.

Conheço poucas pessoalmente, dado que sempre estive no interior e a maioria transita e atua nas capitais. Mas nem por isso, deixei de conectar-me, interagir e sentir-me partícipe.

O que presencio nesse grupo são conexões de qualidade, que vão desde questões profissionais – a maioria delas – à questões familiares, sociais, políticas, entre outras.

Recordo que chamaram-me especial atenção os intercâmbios acerca de política por ocasião da estruturação do governo Temer: questões sobre nomes relevantes, sobre potenciais mulheres com competência e valor que poderiam ser sugeridas para colaborar em tamanhos desafios brasileiros. Vez ou outra se apresentam também opiniões sobre grandes e estratégicos acontecimentos no país e no mundo.

Mas esse foi apenas um ponto… Tem muuuuuito mais…

Presencio uma enormidade de trocas, “ajudas” de várias naturezas, cumprimentos, benchmarking, discussões técnicas e sociais, informações significativas que envolvem o trabalho, mudanças realizadas (promoções, trocas de empresas, transição), e não poderia deixar de citar, as delicadezas de toda ordem.

Os desafios, as superações conquistados são motivos de alegria coletiva, as dificuldades e problemas, razão para o acolhimento e para as palavras de apoio e solidariedade.

Obviamente que num conjunto tão grande, a diversidade é do mesmo tamanho, mas as precursoras equilibram o contexto. Nem preciso citar nomes.. todas nós sabemos!!! As que saíram do mundo corporativo para empreender, continuam lá, a convite. É o meu caso. Sigo agradecida por essa convivência virtual e cheia de humanidades!

Quando paro e penso sobre esse grupo.. Que bom que existe um conjunto como esse! De expressão, de vibração, de realização!!

Minha voz hoje é de gratidão meninas.

Bjus, vocês são demais!! (tim tim)

 

 

Você escolhe o que quer ser!! Ou não?

As escolhas  (tradeoffs),  em qualquer época da vida, não são triviais e ou necessariamente fáceis.  Pense em quantas e relevantes escolhas você realizou  ao longo do seu caminho: escolher o seu curso superior,  escolher sua profissão,  sua escola/universidade,  seu trabalho,  seu chefe,  escolher a empresa para a qual trabalhar,  escolher seus amigos,   seu namorado (a),  seu marido (esposa)..  e por aí vai.

Abrir mão de algo,  fazer concessões,  optar por algumas perdas.  Compõem o processo  natural de tomada de decisões. Pressupõem  ganhos e perdas.   Se você quer ter uma trajetória profissional,  qualquer que seja a área,  precisa escolher dedicar-se, concentrar esforços,  aprofundar-se em estudos e práticas,   em detrimento de outras atividades. Isso,  óbvio,  se se pretende alcançar seus objetivos.

Já dizia um antigo conhecido meu,   “there is no free lunch“…  ou seja,  não existe almoço grátis,  tudo tem seu preço.  Prefiro até dizer que tudo tem seu valor.   Implicitamente,  as escolhas são realizadas a partir do que representam,  do que valem  para cada uma das pessoas.  Algo de muito valor para mim  não necessariamente tem o mesmo valor para você e vice-versa.

Cada ser humano carrega em si,  uma individualidade própria,  uma história construída pelas suas próprias decisões.   Saber o que não fazer, é também tão importante, quanto saber o que fazer.  Por vezes, representa uma grande parte das nossas conquistas,  já que nosso tempo é exíguo.   Como Gonzales Pecotche diz:  “tempo é vida” e por isso não podemos desperdiçá-lo    De nada adianta  “lotar” a vida de atividades,  de “prazeres”,  e não conseguir dar foco, realizar e conquistar suas metas pessoais, por insuficiência de atenção dirigida!!

E você?  Como está escolhendo o que quer ser?  Ou está deixando o mundo escolher por você?

Dentre os meus vários vídeos de um minuto (disponíveis no youtube.com/darlenedutra),   destaquei um pra você, que fala de escolhas.   Me dê seu feedback -darlene@pothum.com.br.

 

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A difícil decisão de empreender …

Você é uma dessas pessoas que analisam, analisam,  analisam muuuito antes de tomar uma decisão?  Ou você precisa de poucas análises e informações mínimas para iniciar seus projetos?  Qual seu estilo para tomar decisões?

Há um estilo de pessoas que “super” refletem antes de uma tomada de decisão necessária para implementação de projetos, para  entrar literalmente em ação.  Mergulhados num  “mar” de informações,  conteúdos,  produções científicas, críticas especializadas…  e tudo mais –  incrivelmente à disposição nas redes –  não é  fácil consolidar cenários e estruturar o racional que sustente a decisão.

Na verdade, em muitos casos, ocorre a tão conhecida “analysis paralysis’  (paralisia da análise).

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Cá pra nós, tomar decisão nesse mundão de dados e informações ficou bem mais complexo.  Tem muita ciência envolvida. “

As pessoas não querem errar,  e mais,  elas querem ser reconhecidas por bons resultados,  por realizações bem sucedidas. Esse comportamento (de enormidade de análises), quando  em “graus elevados”,   faz  manter  os projetos no papel.

Nas minhas pesquisas e trabalhos voltados à realização humana (Programa 4Touch) identifiquei que esse é um dos fatores inibidores da partida para ação.  Chamo a atenção para o MEDO:  o MEDO da incerteza,   o MEDO de não ser capaz de lidar com o novo,  o MEDO de errar,  o MEDO do FRACASSO. E esse medo,  por vezes, não declarado e até mesmo não identificado,  pode paralisar.

Gosto da frase de Nelson Mandela:

Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.

Por outro lado…

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Devido ao momento crítico na economia do país,  às condições de menor consumo do mercado brasileiro, e do aumento progressivo do número de desempregados, há uma onda de  novos negócios,  de  novos empreendimentos. A coragem para criar novos caminhos, nesse caso,  tem sido fomentada pela necessidade.

Uma quantidade significativa de pessoas está empreendendo e especialmente no mundo  digital.  Boa parte delas por estar sem trabalho,   outra parte por apostar na tão sonhada carreira solo ou para tirar da gaveta uma idéia guardada há tempos.

Enfim,  deram a largada.

De acordo com Cristina Junqueira, co-fundadora do Nubank,  numa apresentação recente, esses momentos de recessão,  de crise econômica,  são propícios para empreender, porque é quando as pessoas “estão procurando alternativas e soluções diferentes, o que torna mais propício o crescimento de startups”.

Coragem e arrojo  à parte – e diga-se de passagem,  são qualidades que admiro –    é importante ter um mínimo de análise preliminar de forma a ampliar as chances de sucesso da iniciativa.  Um kit mínimo de variáveis precisa ser estudado para que esse projeto,   esse empreendimento tenha boas perspectivas.

O Brasil abre muitas empresas,  mas tem fechado muito mais nos últimos anos.  E não me refiro à taxa de mortalidade de novas empresas que é historicamente grande, mas  refiro-me ao fechamento de empresas com maior tempo de operação.  Em 2016, por exemplo, o número de empresas que pediram falência subiu 12%, se comparado ao ano anterior.  (Folha de S.Paulo).

O que fazer nesses momentos de decisão?

Se você pensa em alçar vôos nesse sentido…  sugiro avaliar  qual o seu estilo  para tomar decisões.  Ao se identificar busque um equilíbrio entre o ser “extremamente detalhista”  e não implementar e o  ser  “muito arrojado e até impulsivo” e implementar sem alguns cuidados mínimos.

Se quer conhecer algumas dicas chaves que podem favorecer sua a tomada de decisão  e evitar várias armadilhas,  fique de olho por aqui.

Não me refiro a procedimentos e atividades corriqueiramente necessários à abertura de empresas.  Nem sobre como fazer contratos,  negociações ou estudos estratégicos  e planos de marketing.  Esses tipos de conhecimentos e orientações você poderá obter em sites específicos, Sebrae por exemplo e ou outros. São inúmeras as fontes para obter essas informações.  Vou  trazer pra você recomendações de outro gênero. que lhe ajudem a tomar uma decisão com maior confiança. Fique ligado aqui e veja mais nos meus próximos posts.

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