Prefere leitura rasa ou funda?

Em tempos de altíssima oferta de informações, dados  e outros atrativos,  os livros têm sido “jogados às traças”. Postergados.  Até esquecidos.   O rápido passar de olhos nos títulos ou em pequenos trechos tem sido um costume usual. Por vezes,  satisfazem os desejos das mentes.  Leituras rasas.  Curtas.  Todos passam por elas.

Falta tempo.  Dias corridos.  Compromissos inadiáveis.

Escolhas.

E a leitura, aquela  escolhida, necessária, detida? Essa fica na lista de pendências.  Lista de afazeres, quase nunca feitos.  Pense comigo.  Quais os últimos livros que você leu?  E por que leu?

Saborear o texto do outro. Buscar entender seu contexto. Compreender ideias. Pensar na sua lógica. Prazeres daqueles que curtem aprender com os outros.  Apreciam a diversidade e  a arte por detrás das palavras. Daqueles que gostam da “fundura”  (termo de um conhecido  escritor)  das coisas.

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Em há tanta disponibilidade!!  Excelentes e provocativas obras!!

Recentemente, junto com uma parceira (o que é uma estratégia de execução fantástica), estabeleci um desafio diário, que envolvia a prática sistemática de  algumas atividades.  Uma delas,  obviamente, era a leitura.   Tudo bem, sempre apreciei.  Mas realizar  esse desafio me acordou ainda mais para esse gosto.  Em trinta dias percorri quase três.  Não me recordo de ter lido tanto em tão pouco tempo.

Você pode pensar:  “a quantidade não é o mais importante”.  Se pensa assim,  você está coberto de razão!!  Não se trata da quantidade de páginas que você lê.  Mas do porquê da leitura.  Trata-se de como se lê. Trata-se de estar aberto para onde o conteúdo  “levará” você.

O fato de estabelecer a leitura diária como objetivo e meta  foi  uma forma bastante positiva para  acelerar e intensificar essa minha prática.  Foi uma forma de dedicar uma parte do tempo (programada ) para isso.   E acredite.  Valeu muito a pena!

“A vida começa a cada manhã.
Joel Olsteen

Caso tenha dificuldades em estabelecer a leitura como uma prática,  comece por estabelecer uma pequena meta. Estabeleça o desafio  de apenas cinco páginas por dia.   Se seu livro tem cento e oitenta páginas, por exemplo, você o terá lido em apenas trinta e seis dias. No ano terá lido em torno de dez livros. Crie uma disciplina, uma rotina específica,  um horário determinado para isso. Todos os dias.  Aos poucos poderá aumentar a meta. Dez, vinte páginas.  Mantenha seu livro sempre à mão.  Num lugar que possa vê-lo com frequência.

Considere ter uma caneta ou lápis para marcar os pontos importantes.  Aquelas frases que lhe chamam atenção de alguma forma e que de repente, você poderá voltar sem ter que perder tempo procurando a localização.   Faça anotações nos cantos.

Uma dica: Escolha temas que você goste muito ou um assunto que você precise aprender um pouco mais.    Os livros são um excelente mecanismo de desenvolvimento.  Além, é claro, de ampliar seus conhecimentos gerais e seu pensamento crítico.

“Uma pessoa que não quer ler não tem nenhuma vantagem
sobre um que não sabe ler.
Mark Twain

Se essa postagem foi útil pra você e se promoveu alguma mudança de comportamento e posicionamento, compartilhe comigo.  Ficarei feliz de saber.

Boas leituras.  Com fundura.

Bjo,
Darlene

Não aceite a “mediocridade”… 🏆

Somos o resultado das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, das ações que realizamos.

Ao ler um livro sobre “realizações”  dia desses,  me chamou especial atenção a afirmativa de que a grande maioria das pessoas acomoda-se em ser “medíocre”,  ou  “mediano”.

Embora sintam-se  não totalmente satisfeitas  em vários aspectos da vida, estão abaixo do que gostariam, aceitam isso passivamente, não se movem suficientemente ao contrário para encontrar soluções  e caminhos que as projetem  a níveis superiores.

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A questão que fica martelando é:  por que contentar-se com menos,  tendo em si o potencial de realizar mais?   Considerando a premissa de que todos nascem com as mesmas prerrogativas, então onde ficam guardadas as energias, motivações para a busca de melhores resultados?

  • Será que as pessoas não se percebem merecedoras, dignas, capazes  de terem melhores desempenhos e conquistas?
  • Será que existe uma certa comodidade em terceirizar essa responsabilidade a outros?  (pessoas, instituições)  É mais confortável apontar a outros ao invés de dedicar-se, agir?
  • Será que há uma espera por “milagres”?   Se, por exemplo,  o aluno não estuda,  não passará pelo vestibular.  É uma questão de lógica.
  • Os problemas são os outros. ?!?!? Uma das formas de reconhecermos nossos erros e acertos é pelo olhar dos outros,  pelas convivências, que expõem nossas fragilidades, nossas dificuldades e problemas.  Ora,  então os  “outros é que são o inferno”,  já dizia o pensador francês, Sartre.

Enquanto isso a vida passa ,   e rápido.

“A vida é curta demais” é repetido com frequência suficiente para ser um clichê, mas desta vez é verdade. Você não tem empo para ser infeliz e medíocre. Isso não é apenas sem sentido; é doloroso.” Seth Godin

Aprendi que  uma das grandes dificuldades para a realização das pessoas,  reside no “COMO”.  Elas sabem o que gostariam de alcançar,  o sonho, objetivo. Mas nem sempre possuem a habilidade ou o conhecimento de  “como” fazer.

Faço também uma conexão  com a cultura e a educação.  Observo que o  contexto cultural e o processo educacional pelos quais  uma pessoa passa,  exerce importante influência na capacidade para essas conquistas.

Posto isso,  quero ressaltar o “desenvolvimento pessoal” como  um cenário estratégico para  viabilização dos resultados almejados.  Do “sucesso”,  para alguns.   Adotar uma mentalidade de aprendiz,  o tempo todo,    buscando aprender o que for necessário rumo aos planos e projetos.    Seja na área de relacionamentos,  financeira,  espiritual,  emocional, etc.

“Se você quer que sua vida seja diferente,  precisa estar disposto a fazer algo diferente, em primeiro lugar. ”  Kevin Bracy

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Outro dia  comentei aqui no blog sobre  escrever um rápido diário.  Considero uma das práticas simples e rápidas para uma reflexão contínua acerca das escolhas e ações.  Poder favorecer o caminho de evolução.

Rumo ao primeiro passo?

Conte comigo.  Por meio da metodologia do coaching,  tenho ajudado as pessoas a se capacitarem,  a pensarem sobre como conquistar suas metas e objetivos.

Bjo,
Darlene

Experimente sair do lugar comum. Vale a pena! 🏠

Nos últimos anos tenho sido adepta dos novos modelos de compartilhamentos de “ativos”, de coisas.   Alguns, especialmente os profissionais de negócios, os conhecem também como “sharing economy“,  a economia do compartilhamento,  onde se “divide” algo com outras pessoas,  desde casas, carros,  ferramentas, roupas, bicicletas, livros, …., o que fizer sentido ou o que a criatividade conseguir alcançar.

Tenho apreciado  as experiências como  UberAirbnbhostel,  e outras.  Já me hospedei, pelo Airbnb,  em casas inteiras, em quartos  de casas com os seus moradores,  e também em outros países (algumas cidades da Itália, por exemplo).

É um verdadeiro “aprender” com o inusitado. É sai do lugar comum! Cada situação é única, singular. Trata-se de um interessante,  e não necessariamente fácil,  exercício de desprendimento.  Por esses caminhos afora,  experimentei dificuldades, facilidades, mas o mais legal de tudo,  conheci muitas pessoas de bem.    Sou grata por isso!!!

Recentemente, após vários dias de intensa adaptação, vivendo uma  busca incessante por lugares “legais” para morar,  utilizei novamente o modelo.  Entrei pra ficar por 15 dias  na casa de alguém que não conheço.  Aliás, conheço sim. Calma, vou explicar.  Quando mencionei “conhecer” aqui não significa encontrar,  conversar, olhar no olho,  Significa sentir afinidades pelo estilo do seu lugar,  pela mobília e sua disposição,  pelas suas cores, pela textura das paredes, pelos objetos cuidadosamente colocados,  pelas sutilezas dos detalhes.

IMG_4863Encontrei peças e móveis em  “madeira de demolição” trabalhados na arte colorida parecendo coisa das Minas Gerais, minha terra de origem.   A mesa, coberta com um cuidadoso e colorido forro,  dando um ar de graça e de alegria, aquele jeito próprio da  “casa da gente”,  pronta pra chegar, sentar e comer.  Meio que convidando  pra um “dedo de prosa” ao melhor estilo mineiro.

Tem mais..

Me deparei com informações de países por onde passei e que de novo, me acordaram boas e felizes recordações:   os sapatinhos de Amsterdam,  as garrafas de vinho da Italia, os bibelôs da torre Eiffel,.  ah Paris…  Até o gosto pelos cafés,  vinhos, livros, artes e pelas viagens, coincidiu.  Diga-se de passagem,   são minhas  grandes preferências na vida.  Estava tudo ali…

Logo que li o anúncio desse lugar, gostei. E fui receptivamente aceita, pelo contato digital.  Ao chegar,  me esperava  um “elaborado” escrito de “instruções” de como viver melhor na casa.  Coisas do tipo:  horário do lixeiro,  o “abre e fecha” de torneiras,  funcionamento dos eletrodomésticos, jeito de lidar com o armário,  local onde se encontrava o detergente da lava-louças, entre outras.  Parecendo mesmo coisa de família,  conselhos e orientações de mãe pra filha(o) talvez.

Sou grata demais por esse aconchego..  por  sentir-me  literalmente em casa,  por esse calor gostoso de um canto vivo (é isso,  vivo) no meio da parte árida de São Paulo.  Olha, confesso, eu estava mesmo precisando disso.

 

Nunca imaginaria que um lugar pudesse me abraçar desse jeito.  Senti-me  parte dali. Seja lá quem for a dona ou o dono, posso afirmar,  já gostei de você!!  💜 (descobri depois que escrevi esse artigo, era um casal em viagem)

Amei, Darlene

Ops… … tem mais…

 

A coragem é um caso se amor com o desconhecido.  Osho

e por falar em coragem….

Vou pegar uma carona no assunto de ser aconchegado por outras pessoas e fazer uma provocação:  Quer testar novos modelos,  viver experiências diferentes?? Veja aqui algumas referências pra você pesquisar!!

Airbnb – casas e quartos de outras pessoas que você pode alugar por alguns dias – http://www.airbnb.com.br

WorldPackers – Encontre oportunidades em mais de 100 países para viajar trocando suas habilidades por hospedagem – intercâmbio de trabalho.
http://www.worldpackers.com

Couchsurfing -a expressão pode significar  “surfe no sofá”,   a proposta é exatamente essa: os surfistas (viajantes) procuram encontrar pessoas pelo mundo com a disponibilidade de compartilhar o seu sofá por uma ou mais noites. (gratuitamente). \  http://www.couchsurfing.com

Trocacasa – um site que viabiliza a troca de casa nas férias,  em vários países do mundo.  os moradores podem trocar de casa por um período.
http://www.trocacasa.com

Compartilhamento de carros – (favorece a mobilidade urbana)  – Dirija  um  carro, sem se preocupar com IPVA, seguro, etc… etc.. e às vezes com  vaga de estacionamento garantida no centro da cidade… (ohh). Várias empresas estão apostando nesse modelo pelo mundo afora.  Modelos: Free Floating, One Way, Round Trip e Peer to Peer.  Cada modelo oferece características próprias.    Algumas empresas: ZAZCAR no Brasil, Car2go,  Drivenow,  Autolib,  Vulog, Turo,  Getaround,  Fleety,  Pegcar.  entre outras.

Uber – carros de outras pessoas e com motorista, o próprio dono. ( esse todo mundo conhece) (kkk) –
http://www.uber.com

 

Até mais,

Darlene

 

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Meninas, vocês são demais!! 💗💗💗

Ouço e estudo tanto sobre a importância das “inteligências relacionais” para o ser humano, em várias dimensões de sua vida, e isso me fez pensar na riqueza de uma experiência “mais virtual” que física, que tenho vivido e pela qual sou grata.

Por isso escrevo hoje. Para explicitar o meu respeito à muitas mulheres fortes, batalhadoras, cidadãs ativas, seres humanos “família”, muitas almas femininas com as quais tive a alegria de me conectar.  Participo há alguns anos de um grupo grande de mulheres “poderosas”, de XXX’s  (para preservar) do Brasil. (Agora não mais só do Brasil … )

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Pensei por várias vezes render-lhes a minha homenagem, “singela” que pudesse ser, e acabei me detendo. Mas hoje encorajei-me, após ler uma serie de mensagens e de manifestações do grupo.

Conheço poucas pessoalmente, dado que sempre estive no interior e a maioria transita e atua nas capitais. Mas nem por isso, deixei de conectar-me, interagir e sentir-me partícipe.

O que presencio nesse grupo são conexões de qualidade, que vão desde questões profissionais – a maioria delas – à questões familiares, sociais, políticas, entre outras.

Recordo que chamaram-me especial atenção os intercâmbios acerca de política por ocasião da estruturação do governo Temer: questões sobre nomes relevantes, sobre potenciais mulheres com competência e valor que poderiam ser sugeridas para colaborar em tamanhos desafios brasileiros. Vez ou outra se apresentam também opiniões sobre grandes e estratégicos acontecimentos no país e no mundo.

Mas esse foi apenas um ponto… Tem muuuuuito mais…

Presencio uma enormidade de trocas, “ajudas” de várias naturezas, cumprimentos, benchmarking, discussões técnicas e sociais, informações significativas que envolvem o trabalho, mudanças realizadas (promoções, trocas de empresas, transição), e não poderia deixar de citar, as delicadezas de toda ordem.

Os desafios, as superações conquistados são motivos de alegria coletiva, as dificuldades e problemas, razão para o acolhimento e para as palavras de apoio e solidariedade.

Obviamente que num conjunto tão grande, a diversidade é do mesmo tamanho, mas as precursoras equilibram o contexto. Nem preciso citar nomes.. todas nós sabemos!!! As que saíram do mundo corporativo para empreender, continuam lá, a convite. É o meu caso. Sigo agradecida por essa convivência virtual e cheia de humanidades!

Quando paro e penso sobre esse grupo.. Que bom que existe um conjunto como esse! De expressão, de vibração, de realização!!

Minha voz hoje é de gratidão meninas.

Bjus, vocês são demais!! (tim tim)

 

 

E você? Qual o legado está deixando?

Hoje eu trouxe como panorama de análise,   o filme considerado um “drama-biográfico”  –   Nise, o coração da loucura.  Um parênteses: eu “adoro” filmes e a sua utilização na didática em geral.   A história é contada no contexto do Hospital Psiquiátrico  do Engenho de Dentro  subúrbio do Rio de Janeiro,  e a atuação brilhante da Psiquiatra Nise da Silveira.

Como dizem por aí,   “botei reparo” em  vários pontos de reflexão e que podem ser tranquilamente transpostos a outros contextos e objetos de nossa análise e aprendizado.

Algumas lições importantes:

a) o inconformismo positivo: aquele incômodo necessário a todos nós,  que nos move rumo ao progresso, à  evolução,  que nos  faz saber que pode-se  mais,  que nos faz saber que é possível ser diferente.   Um inconformismo que leva à ação.

b) a riqueza da discordância: a mentalidade de  que não é necessário concordar com o “status quo”,  com os sistemas vigentes e que existe sempre outras alternativas para os problemas.  Sim, requer valentia,  coragem e disposição para contrapor colegas de trabalho, ter persistência,  autoconfiança  e transformar. Quebrar padrões vigentes,  mudar a transmissão de comportamentos de épocas,  é sim, possível.

c) o respeito ao humano:  independente das condições físicas, mentais, econômicas e sociais,  buscar o respeito ao ser humano, acima de tudo.  Em todas as situações, privilegiar a opção por medidas, métodos  e tratamentos humanizados e  acima de tudo, respeitosos.

d) o machismo:  demonstrou claramente como as restrições nas relações de trabalho entre os gêneros eram mais escancaradas (época em que as mulheres eram para casar, somente).  A realização de um trabalho sob esse prisma  pressupõe a necessidade de um esforço dobrado e sem contar com a inexistência de parcerias e apoios.  A desigualdade nesse quesito era ainda mais gritante, pra não dizer,  gigante.

e) estilo de liderança:   uma mulher,  que preserva suas características femininas e se mostra naturalmente  forte em atitudes, com posicionamentos firmes  e ao mesmo tempo docente e afetuosa na convivência.   Conseguiu,  mantendo  seu estilo próprio,   liderar mudanças significativas,  sem ser autoritária,  sem impor sua posição.  Me fez recordar uma frase da  Margareth Thatcher,  “Ser líder é como ser uma dama:  se você precisa provar que é,  então você não é. “

E você,  qual legado está deixando?

 “Há dez mil modos de ocupar-se da vida e de pertencer a sua época… Repetindo, há dez mil modos de pertencer à vida e de lutar por ela.” (Nise da Silveira)

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Fonte: da Wikipedia

 

No 4TOUCH – a jornada da realização,  ajudamos as pessoas a avaliarem seus propósitos. Clique no link e saiba mais detalhes desse programa e seus módulos.

Até sempre
Darlene

“Minha mãe fazia” Crônicas e Receitas & Curso de Escrita – Etapa II em Uberlândia

No final de maio tivemos em Uberlândia, a Ana Holanda,  editora chefe da Revista Vida Simples,  com o curso Escrita Criativa e Afetuosa.    Foi uma belíssima oportunidade não só para aprender,  mas para entender um pouco mais sobre onde nasce a escrita dentro da gente…   Por onde anda nosso  “olhar”  e como traduzimos isso em palavras.

Agora,  dia 23 de junho,  ela estará de volta aqui,  na Livraria Saraiva, (19 horas) fazendo o lançamento do seu livro    “Minha mãe fazia”.     Esse livro vai além das receitas em sí e nos transporta para os contextos de vidas envoltas no alimento. Nos faz pensar que o alimento em si é só um pequeno pedaço dos relacionamentos e convivências em volta dele.  Alimentos são fontes de lembranças, de emoções, de afeto,  de pessoas.

“Cozinhar, pode acreditar,  acalma os pensamentos, põe as ideias em ordem. Porque, entre um ovo que se quebra,  a mistura que ganha forma e o caldo da carne que apura,  os pensamentos e sentimentos vão  reduzindo o passo e ocupando o espaço devido.  ”  Ana Holanda

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No dia 24,  das 08.30 as 12.30  teremos uma segunda etapa do Curso Escrita Criativa e Afetuosa, com duração de 4 horas.  Para os que não puderam participar da primeira etapa e tiverem interesse em aproveitar essa oportunidade,  basta entrar em contato comigo.  999763434 –

Te encontro lá!!

Até sempre,
Darlene

Histórias que inspiram !!

Hoje vou escrever sobre um casal que gostei muito de conhecer.  Primeiro surfando na internet.  Chamou-me a atenção  o nome,  a natureza ou grandeza dos projetos  e senti que aquela história  tinha muita experiência e  valor.    De alguma forma meus projetos voltados à humanização,  à diversidade cultural  se conectavam com esse achado.

Fui aprofundar um pouco mais e me deparei com walk & talk  –  “Histórias que Inspiram”..  resultados de uma viagem ao mundo. Frutos de um projeto realizado com o coração  e que nos  viabilizou conhecer visões,  sentimentos,  motivações de várias pessoas em vários países e continentes.  Me encantei!

Sabe aquele “porque”  que te faz levantar da cama todos os dias? Veja alguns deles:  (fonte site walkandtalk.com.br)

Comecei a citar esse trabalho numa de minhas aulas no  4TOUCH – a jornada da realização, especialmente no módulo que trato sobre o autoconhecimento  e sobre criar significados e propósitos para a vida. Nessa lição recomendo aos alunos que visitem e conheçam  “Histórias que inspiram” e capturem insights,  reflexões.

Recentemente fiz contato com os dois, Danilo e Luah,  idealizadores dos projetos e marcamos um bate papo pela internet.  Sabe aquele contato leve,   vestido de autenticidade e de uma forma absolutamente generosa!!! Foi bem isso..   AMEI..    #gratidão

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http://walkandtalk.com.br/

Para essa semana,  indico a você que acesse, navegue por esses conteúdos e se INSPIRE também.  Segue o link pra você.

Histórias que INSPIRAM – por Danilo e Luah

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Será bom demais ter você aqui comigo..

Até sempre,

Darlene

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