#EI – Dá-me tua mão

Dá-me a tua mão:
Vou agora te contar
como entrei no inexpressivo
que sempre foi a minha busca cega e secreta.
De como entrei
naquilo que existe entre o número um e o número dois,
de como vi a linha de mistério e fogo,
e que é linha sub-reptícia.

Entre duas notas de música existe uma nota,
entre dois fatos existe um fato,
entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam
existe um intervalo de espaço,
existe um sentir que é entre o sentir
– nos interstícios da matéria primordial
está a linha de mistério e fogo que é a respiração do mundo,
e a respiração contínua do mundo
é aquilo que ouvimos
e chamamos de silêncio.

Clarice Lispector

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“É como se o mundo estivesse à minha espera. E eu vou …”

Eu me vejo,
me assemelho,
me leio,
me questiono,
me emociono,
com as tantas “palavras”,
ou “provocações”
de Clarice Lispector.
Uma verdadeira arte na expressão de sentimentos,
na tradução da existência humana.

Como bem disse Yudith Rosembaum não se lê Clarice impunemente.

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Compartilho sua bela crônica “As três experiências”, de 1968,
atemporal.

“Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. “O amar os outros” é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida . Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.

E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era escrever. E não sei por que, foi esta que eu segui. Talvez porque para outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estréia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.

Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão as asas para o vôo necessário, e eu ficarei sozinha: É fatal, porque a gente não cria os filhos para a gente, nós os criamos para eles mesmos.

Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo o destino de todas as mulheres. Sempre me restará amar.

Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma garantia. Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera. “

Veja esse video sobre a leitura de Clarice e seus efeitos.

bjo,

Darlene

Sobre Clarice

Nasceu no dia 10 de dezembro de 1920, em Chechelnyk, na Ucrânia, Clarice Lispector se chamou Chaya Pinkhasovna Lispector. Mas de ucraniana só teve o local nascimento: ao longo de sua carreira, ela dizia literalmente nunca ter pisado lá, visto que foi carregada no colo. Em 1921, ela e a família migraram para o Brasil fugindo da perseguição a judeus durante a Guerra Civil Russa. Instalaram-se primeiro em Maceió, e logo mudaram para o Recife, tanto que Lispector se considerava pernambucana. Aos 14 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro com o pai e as irmãs após a morte da mãe. Lá estudou direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, embora já se interessasse mais pelo meio literário.

Fonte: Revista Galileu

O peso de cada um (Ana Holanda)

“Acordei cansada, muito cansada. Corpo dolorido, nariz entupido. Mais do que gripe, eu tinha a sensação de carregar o mundo nas costas. Minhas decisões, meus excessos, tudo parecia me pesar. Me joguei no sofá, triste comigo mesma. Desanimada. Peso. E, enquanto eu me sentia miserável e perdida nos meus dramas, maldizendo a vida, Clara, minha filha de 10 anos entra na sala. De pijama, cabelos desarrumados, me olha, sorri, senta ao meu lado, me abraça e pergunta: “Você está bem, mãe? Quer que eu cuide de você? Antes mesmo que eu lhe responda, Lucas, meu menino, irmão gêmeo da clara, também se aconchega ao meu lado. Me abraça e minha cabeça fica próxima ao seu peito. Ouço o coração dele. Ele então me diz, bem próximo ao ouvido: “te amo, mãe”. Ele se distancia, segue com sua rotina e a Clara também. Olho para mim, olho tudo o que me cerca. Existe algo ao meu redor que vai tão além de mim mesma… O peso se desfaz e dá lugar ao amor, a uma sensação gostosa de estar presente, ao dia com céu azul, ao vento fresco que entra sorrateiro pela janela. Estava tudo ali antes das crianças entrarem na sala, enquanto eu remoía minhas mazelas. Eu é que não percebia. A leveza, afinal, muitas vezes é assim, uma escolha. E ela é diária. Eu diria mais: ela se faz a cada instante. ”

Por Ana Holanda, editora chefe da Revista Vida Simples, abrindo a edição de número 205 – “cultive a leveza”.

Ligação entre o sono e a ansiedade (David DiSalvo)

“Os resultados da pesquisa sugerem que a perda de sono e a ansiedade estão intimamente ligadas entre os apresentados na Neuroscience 2018, a conferência anual da Society for Neuroscience realizada em San Diego, Califórnia. No entanto, a notícia não é de todo terrível – o evento deste ano ofereceu alguns incentivos baseados na ciência, além de causas de preocupação.

A neurociência continua enfocando os mistérios do sono (e, sim, ainda é muito misteriosa, apesar de sua onipresença na mídia) – não apenas os perigos de não conseguir o suficiente, mas a lista de papéis vitais que desempenha em nossos cérebros.

A pesquisa discutida no evento deste ano abordou uma série de descobertas, desde os papéis do sono na consolidação da memória até a remoção de lixo no tecido cerebral. Estamos aprendendo com mais estudos a cada ano que o sono, incluindo sonecas bem posicionadas, facilita a consolidação de informações do cérebro – transferindo o frete da memória de armazenamento de curto prazo para armazenamento de longo prazo e aprimorando sua acessibilidade para quando precisamos. Sem sono, a memória simplesmente não acontece.

Também aprendemos que o sono proporciona ao cérebro um período inestimável de transporte de toxinas do tecido neural através de um complexo sistema de remoção de lixo. Operando separadamente do sistema linfático do corpo, o aparato de eliminação de lixo do cérebro parece dependente do sono para funcionar adequadamente. Ligações entre doenças neurodegenerativas como Alzheimer e o acúmulo de toxinas no tecido cerebral são excepcionalmente fortes, e a perda de sono é provavelmente o culpado.

Uma sessão de painel no evento deste ano, chamada “Ameaças de privação do sono”, destacou novas descobertas sobre a conexão entre a perda do sono e a ansiedade.

“A privação do sono não é o que normalmente pensamos ser”, disse o moderador da sessão Clifford Saper, MD, PhD da Harvard Medical School. Geralmente não é “ficar acordado 40 horas de uma vez”, mas gradualmente perdendo o sono com o tempo.

Saper observou que a maior parte da privação de sono é mais especificamente a privação REM (movimento rápido dos olhos), referindo-se ao período de sono durante o qual o corpo se torna mais relaxado enquanto o cérebro se torna mais ativo. Durante o ciclo normal do sono, as pessoas gastam cerca de 20% do tempo em REM, mas o sono interrompido atrasa o ciclo, com consequências para a memória, os sistemas nervoso e imunológico e muito mais.

A pesquisa apresentada durante o painel descobriu que a atividade cerebral após períodos de privação de sono espelha a atividade cerebral indicativa de transtornos de ansiedade. A amígdala – sede da resposta de luta ou fuga do cérebro – fica particularmente “excitada” quando não dormimos o suficiente.

Um estudo descobriu que cérebros de participantes que experimentaram até mesmo breves períodos de privação de sono mostraram maior atividade em um complexo de “regiões geradoras de emoções do cérebro” e atividade reduzida em “regiões reguladoras de emoções”.

Essas descobertas estão ligadas ao motivo pelo qual as pessoas com transtornos de ansiedade relatam uma explosão de ansiedade logo de manhã. O sono ruim parece colocar o cérebro em guarda, desencadeando picos de hormônios do estresse, como o cortisol, produzindo uma “florada ansiedade” antes mesmo do início do dia.

O painel também abordou o “ciclo vicioso de ansiedade e perda de sono” – enquanto a perda de sono é muitas vezes um precursor dos transtornos de ansiedade, a ansiedade também leva à perda do sono. As condições se alimentam mutuamente, com efeitos compostos.

Felizmente, a ciência também está servindo boas notícias com aplicações práticas. Como a ligação entre a ansiedade e o sono é tão forte, os pesquisadores relataram que a “terapia do sono” poderia ser um método eficaz de tratar transtornos de ansiedade. Encontrar maneiras de melhorar o sono de um paciente com ansiedade pode ser uma das oportunidades de tratamento mais negligenciadas e acessíveis.

“Os resultados [da pesquisa] sugerem que a terapia do sono poderia reduzir a ansiedade em populações não clínicas, bem como pessoas que sofrem de ataques de pânico, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de estresse pós-traumático e outras condições”, disse o painelista e principal autor do estudo. Eti Ben-Simon, PhD, do Centro de Ciências do Sono Humano da Universidade da Califórnia, Berkeley.

E a boa notícia é que muitos dos efeitos negativos da perda do sono parecem reversíveis após apenas uma noite de sono tranquilo.

“Para pessoas saudáveis, a pesquisa mostra que uma noite de recuperação do sono traz sistemas on-line e traz os níveis de ansiedade de volta ao normal”, acrescentou o Dr. Ben-Simon.

O que pode ajudar a explicar por que pesquisas anteriores descobriram que recuperar o sono durante o final de semana acaba sendo eficaz – algumas noites de sono sólido podem equilibrar muitos dos aspectos negativos das atividades estressantes das noites de segunda a sexta-feira. Não é uma solução ideal (o padrão ouro é consistentemente dormir bem), mas certamente melhor do que não se recuperar.

O resultado: mesmo se você estiver com dificuldades para dormir bem, certifique-se de recuperar pelo menos uma noite ou duas durante a semana para sintonizar as partes geradoras de emoções do cérebro e reativar a regulação emocional. Esse é apenas um entre muitos benefícios de ter uma boa noite de sono, mas um dia.

O resultado: mesmo se você estiver com dificuldades para dormir bem, certifique-se de recuperar pelo menos uma noite ou duas durante a semana para sintonizar as partes geradoras de emoções do cérebro e reativar a regulação emocional. Esse é apenas um entre muitos benefícios de ter uma boa noite de sono, mas especialmente importante quando se trata de controlar a ansiedade.

A pesquisa discutida neste artigo foi apresentada na Neuroscience 2018, a conferência anual da Society for Neuroscience.

A recém revisada e atualizada edição de 2018 do What Makes Your Brain Happy e por que você deve fazer o oposto está agora disponível.”

Você pode encontrar os artigos mais recentes de David DiSalvo na Forbes.

Texto com tradução automática.

“Eureka”, uma habilidade?

Sensíveis. Próximos. Humanos. Alguns dos motivos pelos quais eu gosto dos textos da Revista Vida Simples.

Esses dias um deles, sobre “serendipidade” me fez pensar sobre a habilidade de criar, de ser um real produtor de inovações, de ideias geniais, de estabelecer achados inusitados. Um competência, eu diria, extraordinária!

Optei por reproduzir parte aqui. Quem sabe o instigue, como ocorreu comigo. Começando por SERENDIPIDADE….

“Como encontrar?

A falta de uma definição exata não atrapalha sua busca: todos procuram a serendipidade ou tentam construir cenários para que ela se manifeste. As empresas veem como uma ferramenta para sobreviver à crise; o mundo digital, como isca para conquistar usuários. E, finalmente, nós, simples mortais, para quem serendipidade também é sinônimo de felicidade.

A questão que se coloca é: como cultivar isso? Podemos treinar para sermos mais “serendipitosos”? Construir um ambiente para que isso se manifeste? Todos os casos práticos e testemunhos indicam que sim. A serendipidade é uma capacidade que pode ser cultivada, adquirida e sustentada (e, como propõe a internet, também comprada e vendida).

A primeira coisa é ser proativo. Como o próprio conto mostra ( parte anterior do texto), a serendipidade é uma habilidade. Ela só foi detectada e percebida por um sujeito ATIVO. Os príncipes puseram-se na estrada e estavam abertos para o desconhecido, para as aventuras e as surpresas inerentes a uma viagem. A postura, o otimismo, a alegria e a entrega transformaram-nos em heróis viajantes. O conto mostra ainda que eles eram observadores sagazes, estavam atentos a cada detalhe do caminho e eram capazes de ver sentido em tudo o que era observado. E é essa habilidade – a capacidade de combinar eventos ou observações de maneiras significativas – que a diferença da sorte. Serendipidade é ver combinações significativas onde os outros não veem.

Outro ponto: estude arduamente. Por mais que as narrativas reforcem, nenhuma descoberta científica foi feita por pura sorte, de forma aleatória. Não foi um mecânico que descobriu a penicilina, por exemplo. Todos os acidentes ou acasos felizes na ciência têm um ponto em comum: cada um foi reconhecido, avaliado e posto em prática à luz da experiência intelectual do descobridor. ^O acaso favorece a mente preparada^. disse Louis Pasteur ( 1822- 1896), cientista francês reconhecido pelas suas notáveis descobertas de causas e prevenções de doenças, ele própria uma ^vítima` de sincronismos de eventos intencionais e fortuitos. Entre os seus feitos está a vacina contra a raiva e o método para conservar alimentos (como o leite), a pasteurização.

Abrace a diversidade. A segmentação do conhecimento é importante e faz o especialista, mas não tenha medo de explorar outros saberes. No tópico sobre a construção do “eu” único e poderoso, o filósofo inglês John Stuart MIll ( 1806-1873) afirma que o mais alto e harmonioso grau de desenvolvimento que um homem pode atingir vem da fórmula INDIVIDUALIDADE + DIVERSIDADE = ORIGINALIDADE. Cultive-se, aprimore-se, percorra o mundo, percorra o outro. E atenção: não se trata de diversidade apelativa e alienante dos dispositivos eletrônicos. É a diversidade com qualidade. Exponha-se a outros saberes, converse com pessoas de outras áreas, fale com desconhecidos. Os livros são fontes preciosas para isso. Procure ler aqueles que sejam de assunto fora da sua área de trabalho. Na educação grega – um modelo de educação reconhecido e aplicado até hoje ( PAIDEIA) – , um soldado que não soubesse poesia jamais chegaria a general.

Mais uma questão: trabalhe arduamente, mas arrume tempo para a contemplação, para a meditação, para a posse de si mesmo. ( …. )

A descoberta mais significativa da biologia moderna – a estrutura da molécula de DNA – nunca foi uma pesquisa oficial. Ela aconteceu nas margens de grandes pesquisas e foi “tolerada” pela chefia. Se você n]ao tem interesse num projeto, não impeça outros de seguir em frente. É dessa abertura que nasce a habilidade de fazer conexões, a capacidade de ver combinações onde outros não viram. Esse é o ponto que diferencia a serendipidade da sorte. “

Texto de Margot Cardoso, para Revista Vida Simples.

O que lhe compete?

“Mantenha sua atenção inteiramente concentrada no que de fato lhe compete e tenha sempre em mente que aquilo que pertence aoos outros é problema deles, e não seu.

Se agir assim, estará imune a coações e ninguém o poderá reprimir. Será verdadeiramente livre e eficiente em suas ações, pois seus esforços serão canalizados para boas atividades, e não desperdiçados em críticas ou confrontos com outras pessoas.

Tendo conhecimento e dando atenção ao que de fato lhe compete, não será obrigado a realizar qualquer coisa contra sua vontade. Os outros não poderão feri-lo, você não fará inimigos nem será prejudicado.

Se o seu objetivo é viver de acordo com esses princípios, lembre-se de que não será fácil: você deverá abrir mão de algumas coisas e adiar outras. É possível que até mesmo precise privar-se de riquezas e poder se quiser atingir a felicidade e a liberdade. “

Título “Ocupe-se apenas do que você pode controlar”, de Epicteto ( do livro A arte de viver, interpretação de Sharon Lebell)

Primeiro diga a si mesmo o que você deveria ser; depois faça o que tem que fazer.

Desrespeito .. nahhhh!

Muito mais fácil adotar um “deixa prá lá”, ou mesmo um “fulano não está num bom dia hoje”, quando somos submetidos a situações constrangedoras, seja por desrespeito ou por falta de educação.

Se você tem essa tendência, de colocar “panos quentes”, o que eu tenho pra te dizer é:

Paaaaara!!!

MUDE.

Deixar “passar”, de forma absolutamente passiva, comportamentos desrespeitosos, deseducados.. é omissão. Perde-se a oportunidade de fazer a diferença no seu entorno. De transformar.

Esses dias fui “destratada” duas vezes seguidas, pela mesma pessoa. Aconteceu quando liguei num cartório da cidade de São Paulo. (4o. cartório de registro de imóveis de SP), em busca de informações.

Uma grosseria sem tamanho!!

A pessoa não me conhece. Nunca me viu. (nem pintada rsss). Eu queria apenas saber a situação de um processo que havia “pago” para dar andamento. Eles fazem esse serviço e “ganha” pra isso.

A simples falta de um número (protocolo) não deveria ser motivo para aquele destempero. Tudo bem, se fosse regra não ser atendido por falta de protocolo, era só dizer. Com educação – Não posso lhe atender sem o documento. É uma regra do serviço. (se fosse, obviamente. o que não era o caso).

Simples assim.

Eu disse a ela isso. Se você não pode ou não quer me atender, é só dizer. Você não precisa me desrespeitar ou ser mal educada comigo.

Escolhi não permanecer mais na ligação com uma pessoa tão desagradável, por mais que eu precisasse da informação.

Expressar-se sobre o que você vê acerca de comportamentos indevidos é um mecanismo para promover diferentes posturas. Ou mesmo mudanças. Obviamente que dizer, ou manifestar-se não significa que isso ocorrerá, mas minimamente fará o interlocutor pensar.

Olha.. não estou dizendo para você atuar no mesmo nível, padrão de tensão, ou mesmo “dar o troco”. Isso seria um desrespeito igual. Estou dizendo para dizer ao outro sobre a atuação dele, equivocada, indevida, ou o que for.

Não saia da presença de outras pessoas, sem fazer a sua diferença. Mesmo que isso ocorra numa situação constrangedora como essa.

Feito.

A “personalidade” pode mudar ou permanece igual a vida toda? Um novo estudo sugere que é um pouco de cada.

A personalidade permanece a mesma desde o nascimento pelo resto de sua vida, ou pode ser mudada? Um novo estudo que abrange 50 anos de dados sugere que é possivelmente uma mistura de ambos.

Por décadas a personalidade foi considerada tão pouco concreta quanto o concreto – quem você era aos 15 anos é quem você seria aos 75 anos. Mas nos últimos 20 anos, a ciência cognitiva e comportamental revelou insights dinâmicos sobre o cérebro humano e os comportamentos correspondentes. Chegamos a ver a personalidade como, pelo menos, marginalmente mutável e, possivelmente, muito mais.

O estudo mais recente acompanhou as mudanças de personalidade ao longo de cinco décadas, e os resultados sugerem que, enquanto certos elementos da personalidade permanecem estáveis ​​ao longo do tempo, outros mudam de maneiras distintas. Em outras palavras, a personalidade é relativamente estável e mutável, e o grau de mudança é específico para cada pessoa.

A boa notícia da pesquisa é que, para aqueles de nós que experimentam mudanças significativas de personalidade, a mudança é principalmente em uma direção positiva.


“Em média, todos se tornam mais conscienciosos, mais estáveis ​​emocionalmente e mais agradáveis”, disse a principal autora do estudo, Rodica Damian, professora assistente de psicologia na Universidade de Houston.

Ao mesmo tempo, as pessoas que eram especialmente atenciosas, agradáveis ​​e emocionalmente estáveis ​​em tenra idade, também eram mais propensas a ser mais tarde.


“As pessoas que são mais conscienciosas do que outras pessoas com 16 anos são mais conscienciosas do que outras com 66 anos”, disse Damian.

O estudo extraiu dados do Inventário de Personalidade de Talentos do Projeto, um repositório de dados de personalidade sobre mais de 400.000 pessoas (no total) reunidas ao longo de um período de 50 anos. O valor dos resultados vem do intervalo de tempo expansivo, que permite aos pesquisadores medir as mudanças nos traços de personalidade, como conscienciosidade, extroversão e neuroticismo ao longo do tempo.

Quanto ao que influencia a estabilidade ou maleabilidade da personalidade, tanto a genética quanto os fatores ambientais desempenham papéis principais, com pesquisas anteriores sugerindo que cada um contribui igualmente para o resultado. O enrugamento relativamente novo nesse entendimento é a influência epigenética, na qual os genes de certos fatores podem ser “ativados” por influências ambientais.

O estudo também descobriu que, embora alguns elementos da personalidade pareçam mais específicos de gênero, as mulheres e os homens mudam praticamente na mesma proporção em relação ao tempo de vida. Nenhum dos dois tem uma vantagem sobre a “maturidade da personalidade” ao longo do tempo.

Uma grande conclusão das descobertas, enfatizaram os pesquisadores, é que, quando se trata de mudança de personalidade, não devemos nos comparar com os outros. Seu amigo especialmente simpático e sociável no ensino médio ainda será provavelmente mais simpático e sociável do que a maioria das pessoas que você conhece na meia-idade, portanto não deixe que o espelho social o leve a uma comparação. O que importa é o quanto você mudou – e que, de acordo com este estudo, é uma avaliação muito específica da pessoa.

O estudo foi publicado no Journal of Personality and Social Psychology.

Texto pstado em 16 de novembro de 2018 por David DiSalvo.  http://www.daviddisalvo.org.
Traduzido em método automático.

Sejamos todos feministas

“Você não deve mais gerenciar esse projeto porque está passando por uma fase difícil,  por conta da doença do seu pai.”  Uma “desculpa” que ouvi de um  “chefe homem”.  Um dos motivos “escolhidos” para ser destituída de um trabalho relevante.   

Insensível.  Essa é a palavra que prá mim,  descreve bem.   Ao longo de minha vida profissional percebi que para muitos homens,  “sentir” ,  “sofrer a perda”,  nada mais é  que símbolo de  “fraqueza”.  Sinal de incapacidade para lidar com as questões profissionais.   
Páaaara!!! Desumano isso!!!

Nunca me envergonhei de sentir profundamente a perda de uma pessoa que amasse tanto.  Quem nunca??  Fico chocada pela forma como as diferenças de gênero se escondem nas entrelinhas das decisões. Muitos gestores, vestidos de conceitos equivocados acerca da sensibilidade, de família, de maternidade, de paternidade, das necessidades humanas em si, podem prejudicar os profissionais em suas carreiras e atuações.  E isso passa desapercebido nos “sistemas”,  em padrões vigentes. 

Essa não foi a única vez e sei que não será a última, que vou presenciar desrespeitos por conta de ter nascido mulher. 

Mulher sim.. com muito orgulho.

Tanto um homem como uma mulher podem ser inteligentes, inovadores, criativos.  Nós evoluímos.  Mas nossas ideias de gênero ainda deixam a desejar. 

Chimamanda

Passei o olho pela cômoda do quarto e me deparei com  um pequeno livro. De cara me prendeu a atenção pelo título..  Comecei a rolar as páginas e não parei mais de ler.  Linguagem fácil.  Recheado de histórias e casos. Tudo  tão próximo das realidades que tratam abusos “de gênero”!   E numa voz  que cola.. engaja e  insere o leitor (ou a leitora rs) no cenário.  A gente se reconhece nas palavras dela.  Os sentimentos são muito próximos…  

 E concluindo a leitura…  afirmo: 

Eu sou sim… feminista! 

Dentro do conceito trazido pela autora,   Chimamanda Ngozi Adichie, que diz:  “Feminista: uma pessoa que acredita na igualdade social, política e econômica entre os sexos.”.  
Essa definição foi mencionada nesse seu livro “Sejamos todos feministas”.  E que foi também a inspiração para o título desse escrito.

Uma passagem do livro:


Tenho uma amiga americana que substituiu um homem num cargo de gerência.  Seu predecessor era considerado um “cara durão”,  que conseguia tudo; era grosseiro,  agressivo e rigooroso quanto à folha de ponto.  Ela assumiu o cargo, e se imaginava tão dura quanto o chefe anterior,  mas talvez um pouco mais generosa – ao contrário dela, ele nem sempre lembrava que as pessoas tinham família.  Em poucas semanas no emprego, ela puniu um empregado por ter falsificado a folha de ponto – exatamente como seu predecessor teria feito.  O empregado reclamou com o gerente sênior, dizendo que ela era agressiva e difícil.   Os outros funcionários concordaram.  Um deles, inclusive, disse que tinha achado que ela traria um “toque feminino” ao ambiente de trabalho,  mas que isso não acontecera.  Não ocorreu a ninguém que ela estava fazendo a mesma coisa pela qual um homem teria recebido elogios.

Consenti  com muitos  posicionamentos expressos por ela e  ressalto aqui alguns desses pontos:

1) Os pais precisam estar atentos para a educação das crianças (meninos e meninas),  de forma a não estimular (mesmo sem querer) as diferenças de gênero.

2) Mulheres não devem temer por se posicionar em relação à sua igualdade perante várias situações,  no trabalho,  no casamento,  nos relacionamentos.  Mesmo que isso implique,  “deixar de ser querida”.  Assumir o que são efetivamente,  sem se vestir de modelos para agradar padrões.

3) Cuidado com as afirmativas de que problemas de gênero  são culturais.  E com isso,  acomodar-se como algo fixo, rígido. Cultura é o resultado de um povo.  Cultura está sempre em tranformação a a partir da conduta coletiva do grupo. “A cultura funciona afinal de contas, para preservar e dar continuiade a um povo.” 

4) Precisamos,  homens e mulheres, melhorar nosso caminho para as gerações futuras.  Podemos lidar com isso de formas muito melhores, mais justas,  mais HUMANAS.

E tem muito mais…

Nesse vídeo abaixo,   a gravação do seu discurso no TED da África, com o tema que deu origem ao pequeno,  porém, GRANDE  livro.  

Clap Clap Clap

Discurso de Chimamanda Ngozi Adichie,  nigeriana,  realizado em 2012

A vida é curta ou longa ?

“Não temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos  uma grande parte dela.  A vida, se bem empregada, é suficientemente longa e nos foi dada com muita generosidade para a realização de importantes tarefas. Ao contrário, se desperdiçada no luxo e na indiferença, se nenhuma obra é concretizada, por fimi, se não se respeita nenhum valor, não realizamos aquilo que deveríamos realizar, sentimos que ela realmente se esvai.  Desse modo,   não temos uma vida breve,  mas fazemos com que seja assim.  Não somos privados, mas pródigos de vida.  Como grandes riquezas, quando chegam às mãos de um mau administrador,  em um curto espaço de tempo, se dissipam, mas se modestas e confiadas a um bom guardião,  aumentam com o tempo, assim a existência se prolonga por um largo período para o que sabe dela usufruir.”

Sêneca

Estrada, Rua, Viagens, Aventura, Pessoas

Esse pequeno texto nos ajuda a pensar sobre a vida… a vida que a gente leva. Algumas questões para orientar nossas reflexões nesse sentido:

  1. Como percebo minha vida?  Curta ou longa?
  2. A que tenho dedicado meu tempo nobre? 
  3. Atuo em realizações relevantes, importantes? Causas? Projetos?
  4. Meu curto prazo tem espaço para ações do longo prazo?
  5. Sou bom administrador da minha vida, do meu tempo?
  6. Quais os valores tenho respeitado e que me orientam nas escolhas?
  7. O que posso fazer adicionalmente para melhorar a minha ocupação?
  8. O que posso deixar de fazer e que não fará a menor diferença?
  9. Quanto do meu tempo estou dedicando à ambições desmedidas?
  10. Quanto do meu tempo dedico a me incomodar com os outros ao invés de cuidar do que sou e do que quero ser? 
  11. Quanto tempo dedicao a cuidar de patrimónios e propriedades e não cuido do meu patrimônio interno,  de questões significativas?
  12. Quanto do meu tempo fico me incomodando com os outros e não comigo mesmo?  Falando dos outros,  observando os outros,  criticando os outros…
  13. Por que, pontualmente me permito ser tomado por ondas de sofrimento,  de dor, por questões que não deveriam tomar minha mente e coração?
  14. Quão úteis são as conversas que tenho?
  15. Tenho tido tempo para pensar, para planejar,  para agir nos meus planos e atividades?
  16. O que mais  tem me ocupado?
  17. Fica contando os dias para sair de férias?
  18. Minha convivência com meus amigos, familiares, pessoas queridas?  Está em dia?

“Não te envergonhas de destinar para ti somente resquícios da vida e reservar para a meditação apenas a idade que já não é produtiva? Não é tarde demais para começar a viver?”

A vida, se souberes viver, é longa.”

Bora,  “viver”.

A vida que vale a pena!

“Conexões cerebrais entre generosidade, ansiedade e bem estar.”

“O poder da generosidade em aumentar o bem-estar humano, não apenas por gerar sentimentos positivos, é apoiado por uma boa quantidade de ciência, mas o “porquê” isso acontece ainda é difícil definir.

Agora, um novo estudo identificou mais especificamente como diferentes tipos de generosidade afetam o cérebro. Como se constata, um tipo parece ter um efeito especialmente potente, com evidências,  sugerindo que é um elixir anti-ansiedade, além de proporcionar boas sensações.

Os pesquisadores testaram dois tipos de generosidade, que eles chamaram de “direcionados” e “não direcionados”. A generosidade não direcionada é o que a maioria de nós faz quando doamos a instituições de caridade ou agimos generosamente com aqueles que fazem parte de um grupo impessoal. A generosidade direcionada se concentra naqueles que sabemos precisar de ajuda, quer os conheçamos pessoalmente ou não – em outras palavras, é generosidade em relação a determinados rostos fora da multidão.

Feminino, Jaquetas, Outono, Inverno, Cabelo, Juventude

Para testar os efeitos de ambos os tipos de generosidade, a equipe de pesquisa realizou dois experimentos. No primeiro, eles disseram a 45 participantes que seu desempenho em uma tarefa específica resultaria em ganhar bilhetes de rifa para um prêmio de $ 200.  Cada vez que eles completaram a tarefa, eles foram informados de que estavam “jogando” para ganhar o dinheiro por três causas diferentes:  para alguém que eles pessoalmente sabem que precisa, para uma instituição de caridade ou para si mesmos.

Após cada sessão do jogo,  os cérebros dos participantes foram digitalizados via fMRI, enquanto eles faziam outra tarefa projetada para avaliar sua resposta emocional. A imagem cerebral apresentou alguns resultados esperados e um que foi significativamente inesperado.

O resultado esperado, também visto em estudos anteriores, foi que tanto a generosidade direcionada quanto a não direcionada aumentaram a atividade em duas áreas do cérebro ligadas ao altruísmo, área septal e estriado ventral,  que também estão ligadas aos pais que cuidam de seus filhotes em humanos e outros mamíferos.  O corpo estriado ventral é mais conhecido como uma parte fundamental do “sistema de recompensa” do cérebro, fundamental para toda realização, aprendizado e amor (junto com o lado sombrio da busca por recompensas: compulsões e vícios).

O resultado inesperado foi que a generosidade direcionada também diminuía a atividade na amígdala – o epicentro do cérebro de emoção sentida, inserido profundamente no sistema límbico, que dá início à reação de luta ou fuga. Aumento da atividade da amígdala é uma característica dos transtornos de ansiedade de todas as variedades, desde ansiedade generalizada até fobias e TEPT.

Um segundo experimento de pouco mais de 380 pessoas assumiu um ângulo diferente sobre a mesma questão. Desta vez, os participantes auto-relataram sobre seus generosos hábitos de doação e, em seguida, completaram a mesma tarefa emocional enquanto seus cérebros eram escaneados. Novamente, ambos os tipos de generosidade foram associados com a atividade cerebral ligada ao altruismo, e novamente os participantes que disseram que sua generosidade foi direcionada mostraram diminuição da atividade da amígdala, enquanto aqueles cuja generosidade não foi direcionada ao alvo não mostraram este efeito.

Em conjunto, os resultados desses experimentos sugerem que a generosidade direcionada tem tanto efeitos de aumentar o altruísmo quanto de diminuir a ansiedade. Recebemos algo extra de generosidade quando sabemos mais especificamente como alguém será ajudado.

“Dar apoio direcionado a um indivíduo identificável em necessidade está associado exclusivamente à redução da atividade da amígdala, contribuindo assim para uma compreensão de como e quando dar suporte pode levar à saúde”, disseram os pesquisadores na conclusão do estudo.

Esses resultados se sobrepõem bem aos do estudo de 2017, mostrando que atos generosos desencadeiam atividade em áreas do cérebro ligadas à tomada de decisão e à busca de recompensas. Mesmo quando agir generosamente envolve uma decisão difícil de fazer um sacrifício, mesmo um sacrifício significativo, ainda resulta em maiores sentimentos de felicidade, de acordo com o estudo, e as correlações neurais parecem apoiar isso.

Como em todos os estudos de imagens cerebrais como esses, precisamos ter cuidado ao tirar conclusões causais. É impossível dizer com certeza que mais ou menos atividade em várias áreas do cérebro tem resultados específicos – ainda estamos correlacionando uma coisa a outra, não mostrando causa e efeito. Mas, a cada novo estudo mostrando resultados semelhantes, as correlações ficam um pouco mais fortes.

Por enquanto, uma conclusão segura é simplesmente que, juntamente com todas as razões óbvias para agir generosamente, parece provável que nossos cérebros também sejam afetados de maneiras consistentes com uma melhor saúde mental, o que é mais uma boa razão para continuar fazendo o bem.

O último estudo foi publicado na revista Psychosomatic Medicine.

A recém-revisada e atualizada edição de 2018 do What Makes Your Brain Happy e por que você deve fazer o oposto está agora disponível.”

Este texto foi escrito e postado originaldo por David DiSalvo, em  23 de novembro de 2018 – no site http://www.daviddisalvo.org

Se quiser conhecer um pouco mais sobre ele  acesse sua BIO – em http://www.daviddisalvo.org/daviddisalvo/

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“Emoções negativas geram processos inflamatórios? o que dizem as pesquisas.”

“Uma enormidade de pesquisas demonstram   que a inflamação mata. Quando a resposta natural de nossos corpos a doenças e lesões não é controlada, pode levar a condições crônicas variando de artrite a depressão e doenças cardíacas.

Nessas pesquisas também foram encontrados links para alguns tipos de câncer e doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. O que ainda é pouco  entendido é se nossas respostas emocionais também desencadeiam e pioram a inflamação.

Cérebro, Inflamação, Curso, Médica, Cuidados De Saúde
from pixabay.com

Um novo estudo se concentrou nessa questão examinando o aumento de processos inflamatórios em pessoas que perderam recentemente um cônjuge. Os resultados sugerem que não só o luto pode resultar em mais inflamação, mas em níveis comparáveis ​​a doenças cardiovasculares potencialmente fatais.

Os pesquisadores conduziram entrevistas com pouco menos de 100 pessoas cujos cônjuges morreram recentemente e também coletaram amostras de sangue. As amostras de sangue daqueles que estavam passando por “sofrimento elevado”, incluindo a sensação de que a vida havia perdido seu significado, tinham níveis de inflamação 17% mais altos do que aqueles que não se sentiam assim (medidos pelos níveis de proteínas de citocinas inflamatórias). E o primeiro terço do grupo de luto tinha níveis quase 54% mais altos do que o terço inferior.

“Pesquisas anteriores mostraram que a inflamação contribui para quase todas as doenças em adultos mais velhos”, disse o principal autor do estudo, Chris Fagundes, professor assistente de ciências psicológicas na Rice University.

“Nós também sabemos que a depressão está ligada a níveis mais altos de inflamação, e aqueles que perdem um cônjuge estão em risco consideravelmente maior de depressão, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e mortalidade prematura. No entanto, este é o primeiro estudo a confirmar que o sofrimento dos níveis de sintomas depressivos das pessoas – podem promover inflamação, que por sua vez pode causar resultados negativos na saúde “.

O que esta pesquisa nos diz, primeiro, é que o velho ditado sobre morrer de um coração partido é mais verdadeiro do que imaginamos. O luto, via inflamação, pode nos matar, e isso não é uma hipérbole. Os resultados do último estudo confirmam pesquisas anteriores mostrando que a perda de um cônjuge “aumenta a mortalidade por todas as causas do parceiro enlutado”. 

Isso vale igualmente para mulheres e homens, particularmente para adultos mais velhos.As descobertas também oferecem um aviso sobre emoções não gerenciadas. O luto é saudável, mas o que esta pesquisa parece mostrar é que o sofrimento extremo que leva à perda do sentido da vida é perigoso em mais de um sentido. Se agimos ou não em nossas emoções, elas têm conseqüências bioquímicas que podem prejudicar nossa saúde.

O estudo foi publicado na revista Psychoneuroendocrinolgy. 

A recém-revisada e atualizada edição de 2018 do What Makes Your Brain Happy e por que você deve fazer o oposto está agora disponível.”

Texto escrito e postado em 1 de dezembro de 2018 por David DiSalvo. no  http://www.daviddisalvo.org

Essa é uma tradução automática. 

Informações sobre o autor –

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David DiSalvo is a science writer and public education specialist who writes about the intersection of science, technology and culture.

His work has appeared in Scientific American MindPsychology TodayForbesTIMEThe Wall Street JournalChicago TribuneMental FlossSlateSalonEsquire and other publications, and he is the writer behind the widely read blogs, Neuropsyched, Neuronarrative and The Daily Brain. He is frequently interviewed about science and technology topics, including appearances on NBC Nightly News, National Public Radio and CNN Headline News.   

“Lei fundamental da liderança: seja humano primeiro, cientista segundo”

Ela sabe que eu curtiria esse texto.  Uma pessoa querida que me mandou esse link.  Gostei mesmo.  Trata-se de algo, aparentemente simples, mas pouco observado ou cuidado.  O cuidado com o tecido humano nas equipes.   Compartilho o texto,  com tradução automática.

“Eu fui humano primeiro e depois aprendi a ser cientista. Se eu esquecer a parte humana, então isso é um problema. Foi o que ouvi quando entrevistei 52 cientistas reconhecidos como exemplares por seus pares,  por suas realizações e condutas científicas.

Temas relacionados surgem em meu trabalho com cientistas que foram encaminhados para um programa de remediação formal após falhas na integridade da pesquisa.

Eu sou uma psicóloga organizacional, especializada no ambiente de trabalho científico. O que me interessa são as decisões e comportamentos que resultam em pesquisas inovadoras, rigorosas e éticas.

Os últimos meses chamaram a atenção para ambientes de trabalho insalubres, especialmente o bullying na academia. Também devemos nos concentrar em um problema comum e disseminado: mentores que têm excelentes intenções, mas conhecimento limitado de como criar um ambiente de trabalho saudável.

Muitos cientistas com quem trabalho sentem que não têm habilidades de gerenciamento e liderança. Eles querem ajuda com tarefas concretas, como coordenar projetos ou facilitar reuniões.

Mas o que surge de forma mais enfática é que a realização de pesquisas exige que estabeleçam e mantenham relacionamentos positivos no laboratório. Muitos pesquisadores em nosso programa de remediação tiveram interações tensas com os responsáveis ​​pela conformidade e enfrentaram dificuldades em suas funções de supervisores.

Por outro lado, os exemplos enfatizam enfaticamente como eles fomentam uma boa dinâmica de equipe por estarem envolvidos, acessíveis e conscientes da atmosfera do local de trabalho.

Como alguém me disse: “A regra número um no laboratório é a harmonia. Em primeiro lugar, temos que nos dar bem, temos que nos respeitar, temos que confiar um no outro, e esse é o princípio de funcionamento de todo o resto ”.

Equipe, Motivação, Trabalho Em Equipe, Juntos, Grupo

No entanto, dada a escolha entre trabalhar em um artigo científico ou abordar uma conversa difícil, muitos pesquisadores escolhem o primeiro – a tarefa que se sente mais diretamente ligada aos objetivos da pesquisa.

Os investigadores principais podem precisar trabalhar conscientemente contra a sensação de que “nada está sendo feito” durante as interações pessoais. Porque, seja orientando um trainee em dificuldades ou celebrando uma conquista duramente conquistada, investir em relacionamentos fortes e respeitosos é um investimento em ciência eficaz.

Então o que fazer? Todos os investigadores principais devem adicionar a construção de relacionamentos às suas listas de tarefas.

Tarefa 1:  coloque reuniões individuais recorrentes com os membros do seu grupo no seu calendário.
Configure um caderno ou planilha e anote tudo o que você deve mencionar durante essas reuniões. Defina um alerta por dez minutos antes do compromisso para decidir como abordar a reunião. O membro da equipe precisa de encorajamento? Orientação de carreira? Feedback sobre o seu projeto e direção para os próximos passos? Eles estão atrasados ​​ou sem confiança? Tente uma cutucada respeitosa, mas firme. Você expressou gratidão pela contribuição deles? Como um exemplo observou: “Eu valorizo ​​o que eles fazem e eu digo a eles”. Pergunte a si mesmo se é hora de uma conversa difícil. Se assim for, segure a urtiga. Isso faz parte do trabalho de um líder.
Às vezes, os investigadores principais preocupam-se com o fato de prejudicarem os relacionamentos fazendo discussões desafiadoras. No longo prazo, o oposto é verdadeiro. Use seus dez minutos para listar algumas observações. Declare o comportamento específico de preocupação; descreva como isso afetou você, a equipe ou o projeto. Em seguida, pergunte à pessoa por sua perspectiva. Se houver discórdia no laboratório, fale com as pessoas envolvidas, declare sua expectativa de respeito mútuo, peça-lhes que discutam e identifiquem uma solução.

Tarefa 2: convidar pessoas para compartilhar reclamações e destaques.
Vários cientistas exemplares exigem explicitamente que seus formandos relacionem uma preocupação ou lutem em algum momento em reuniões individuais. Eles querem ajudar as pessoas a se sentirem confortáveis ​​o suficiente para trazer problemas e erros à luz e, assim, resolver os problemas mais cedo, enquanto eles são administráveis. Vários exemplos observaram que os pesquisadores precisam de saídas para discutir frustrações e ansiedades. Eles sabem que é difícil aparecer e fazer o seu melhor quando atormentado pela preocupação. E eles querem saber o que está funcionando bem no laboratório, para aproveitar esses sucessos.

Tarefa 3: ande pelo “chão de fábrica”.
Mesmo quando os membros da equipe são bem-vindos para visitar seu escritório, a visibilidade oferece suporte a acessibilidade, brainstorming improvisado e resolução imediata de problemas.

Tarefa 4: modelar o comportamento desejado nas reuniões da equipe.
O modo como você se comunica será transferido para a interação ponto a ponto em seu grupo. Faça perguntas, espere participação e peça às pessoas que compartilhem seus pensamentos. Descubra onde estão os obstáculos. Incentivar a cooperação e o apoio mútuo. Explicitamente, declare que você valoriza um espírito colaborativo em seu grupo.

Tarefa 5: programe algumas ocasiões sociais para as pessoas passarem tempo juntas de uma forma mais relaxada.
Tais atividades podem parecer muito distantes da ciência, mas podem aliviar as tensões no laboratório. Comece pequeno. Certifique-se de acomodar as necessidades dos pais e responsáveis, pessoas com considerações culturais ou religiosas e aqueles que têm orçamentos apertados.

Tarefa 6: advogar fora do laboratório.
Fale sobre essas práticas em seu departamento, compartilhe aquelas que trabalham e aprenda com pessoas conhecidas por serem grandes líderes de equipe. Novos pesquisadores principais geralmente adotam as práticas de seus próprios mentores sem refletir, e muitas vezes seus modelos não eram ideais. Algumas tarefas de construção de relacionamento parecerão estranhas a princípio; tudo bem. Mostrar que você se importa é mais importante do que mostrar que você é perfeito.”

 

Texto de Alison Antes,  

Publicado originalmente no site – http://www.nature.com em 27.11.2018 –
(extraído em 02.12.2018)

 

 

 

 



H2Humanos é que sois.

A diferença substancial entre gestor e líder  aparece já no prefácio do livro  sobre liderança  do Simon Sinek.

“Quem é você?  Por que você está aqui?  Qual é o seu propósito? Estas são as primeiras questões para as quais queremos respostas,.  antes de iniciar um relacionamento com pessoas desconhecidas.” George Flynn

Depois vem os valores,  os princípios e quais as questões mais importantes na vida delas. Como elas se posicionam e se projetam no mundo.

Ainda:

“Não conheço nenhum estudo de caso na história que descreva uma organização cujos gestores a tiraram de alguma crise.  Em todos os casos, isso coube a seus líderes.”

Consinto com Flynn (autoria do prefácio)  quando menciona que os programas de desenvolvimento, em geral,  tem o foco no desenvolvimento de habilidades e técnicas em gestão. Trabalham com obtenção de conhecimentos para produção de resultados a curto prazo.  Pra ontem.  Agora,  aprender a ser líder?    Isso são outros quinhentos.   

Essas diferenças é que fazem organizações terem mais resultados que outras.

A proposta dessa obra excepcional é direcionar conteúdos  para a liderança,  colocada numa perspectiva ampliada.  Visa favorecer e ou mesmo criar uma nova geração de lideres.  Aqueles que transformam seu entorno.  Transformam o mundo em que vivem.    O autor busca explicar profundamente os elementos de conduta que caracterizam esses líderes e os levam longe.

“o verdadeiro preço da liderança é a disposição de colocar as necessidades dos outraos acima das suas. “

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Me questiono sobre minhas posições. Sempre. São muitas batalhas entre o “pensamento crítico”  e a “visão positiva”. Penso: será isso mais uma ilusão?  Uma utopia?  Mas eu,  humanista de carteirinha,   de forma realista – sem óculos  cor-de-rosa – acredito no poder da inspiração,  no poder do exemplo,  na força da ética e do bem.  Aqui em referência, acredito  no lado humano do líder.

“Quando os líderes inspiram seus liderados,  as pessoas sonham com um futuro  melhor,  investem tempo e esforço para aprender mais, fazem mais por suas organizações e,  durante o processo tornam-se líderes também.  Um líder que cuida de seu pessoal e manteém seu foco no bem-estar da organização nunca fracassará. “

Independente da problemática, das situações diversas que contornam esse tema,   o nosso mundo é o mundo dos seres humanos…

Bj, Darlene

Texto inspirado no prefácio do livro “Líderes se servem por último”,   de Simon Sinek.

 

“Quem é você?”, por Ana Holanda

“Pode parecer até bobo, mas uma das razões pelas quais nos colocamos a quilômetros de distância do outro é porque,  muitas vezes, confundimos “quem somos” com “quem estamos”.  Tente se fazer essa pergunta agora:  Quem é você? Posso afirmar com bastante certeza  que a resposta será aquilo que você faz, o cargo que ocupa neste momento, a empresa para a qual trabalha, o seu status social etc.  A primeira vez que me fiz essa pergunta eu mesma respondi:  “Sou jornalista, editora de revista.” E então me dei conta de que eu não sou,  eu apenas estou isso.

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Acreditamos tão fortemente nisso que, numa reunião social quando nos perguntam: “O que você faz?”,  imediatamente respondemos nossa profissão ou aquilo com que trabalhamos. São nossas credenciais para o mundoo.  Então um dia surge uma baita crise econômica,  você é demitido,  e deixa de ser aquilo em que acreditava tanto.  Isso pode acontecer na vida de qualquer um a partir da perda de emprego, do fim de um relacionamento,  da morte de alguém querido, uma guerra, um tsunami,  uma enchente. É incrível: em um espaço tão curto de tempo tudo o que a gente acreditava ser vai embora.

Gosto muito da médica geriatra Ana Claudia Quintana Arantes. Eu a conheci na The School of Life de São Paulo, um espaço para cursos sobre questões ligadas à vida e que tem entre seus fundadores o fisósofo Alain de Botton.   Ana ministra na escola uma aula linda demais, chamada Como lidar com a morte.   Ela é especialista em cuidades paliativos e lida, todos os dias,  com gente que está muito próxima da morte.  Ela traz alívio para a dor física – e ouso dizer que emocional também – de quem está vivenciando seus últimos dias por aqui.  Ela tem, aliás,  uma fala potente no TEDx FMUSP e que vale muito a pena dar uma espiada (“A morte é um dia que vale a pena viver^,  disponível no youtube).

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No final de 2016 ela lançou um livro de mesmo nome, no qual demonstra, no texto de abertura, a maneira como costuma se apresentar às pessoas – e o incômodo que isso causa.  Ao ser perguntada, em um evento social, o que fazia, ela deciciu responder a verdade: cuidava de pessoas que morrem.  Isso foi seguido por um silêncio profundo.  “Falar de morte em festa é algo impensável. O clima fica tenso, e mesmo a distância percebo olhares e pensamentos.  Posso escutar  a respiração das pessoas que me cercam.  Algumas desviam o olhar para o chão, buscando o buraco onde gostariam de se esconder.  Outros continuam me olhando com aquela expressão: ~OI?´,  esperando que eu rapidamente possa consertar a frase e explicar que não me expressei bem.  Já fazia algum tempo que eu tinha vontade de fazer isso, mas me faltava coragem para enfrentar o abominável silêncio que, eu já imaginava,  precederia qualquer comentário.  Ainda assim,  não me arrependi.  Internamente,  eu me consolava e perguntava: ´Algum dia as pessoas escolherão falar da vida por esse caminho.  Será que vai ser hoje?.”

Ana Claudia Quintana Arantes é uma das médicas mais humanas e sensíveis que conheço. Ela se aproxima, toca, olha nos olhos,  conversa, se interessa pelo outro, se emociona sem medo de deixar as lágrimas escororerem, e isso faz uma grande diferença na vida de muita gente.  Ela afeta as pessoas porque percebe o humano que existe em cada um. Se reconhece e se entrega.  E o texto não é muito diferente disso. Quando nos reconhecemos nas palavras que colocamos no papel,   o outro também se reconhece. Mas este precisa ser um processo com menos máscaras.  Daí a necessidade de você se perguntar: quem é você?”

Texto de Ana Holanda,  do livro “Como se encontrar na escrita”. 

_DSC9365awAna é jornalista, formada pela PUC-SP. Passou pelas principais redações de revistas do país, e desde 2011 é editora-chefe da revista Vida Simples.  É embaixadora da The School of Life no Brasil.  Na filial da escola em São Paulo, ministra o curso Como se Encontrar na Escrita.  Também viaja pelo país dando workshops e palestras sobre Escrita Afetuosa e sobre narrativas que nascem na cozinha.  Saiba mais sobre ela em www.anaholanda.com.br.

 

“Nunca se arrependa de ser uma boa pessoa.”

“A bondade é o único investimento que nunca falha”. – Henry David Thoreau 

“Não se arrependa de ser uma boa pessoa. Quantas vezes já pensamos que não vale a pena ser uma? Algo sempre acontece contra você; os bons gestos não são sempre acompanhados de reconhecimento. E não é só o reconhecimento, muitas vezes você percebeu que os seus gestos não foram nem mesmo percebidos pelo outro.

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Quando o nosso gesto de bondade não é percebido pelas pessoas, a frustração e a impotência machucam o nosso corpo e os nossos sentimentos. Especialmente quando essa situação se mantém ao longo do tempo e acontece com as pessoas que mais amamos. No entanto, as pessoas que gostam de cuidar e fazer o bem não devem perder esse instinto de “amor” e cuidado com outro somente porque não é percebido pelos demais.

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“A bondade é o único investimento que nunca falha”. – Henry David Thoreau 

A “teoria do mundo justo” torna explícito um viés cognitivo que todos nós usamos de uma forma ou outra para processar a informação. Muitas vezes nós esperamos receber a mesma atenção que damos aos outros, como se fosse uma operação matemática exata. Nós alimentamos a esperança de que sempre teremos o que merecemos, mas isto nem sempre acontece. Que bom seria se este mundo fosse um ecossistema justo, com leis claras que nos dissessem com antecedência o que devemos esperar. No entanto, não é assim.

A DIFICULDADE DE SER UMA BOA PESSOA EM UM MUNDO QUE NÃO É JUSTO

O mundo não é justo. O mundo nos surpreende com o seu equilíbrio de forças e a escala de prioridades dos seus habitantes. Alguns deles colocam o seu interesse pessoal acima da justiça, enquanto outros demonstram uma sensibilidade especial com os erros e grosseria das pessoas. Muitos deles punem (consciente ou inconscientemente) a bondade dos outros, e reverenciam comportamentos que nascem da maldade ou do ódio.

Na verdade, muitas vezes acreditamos que as pessoas boas serão recompensadas ​​e as más serão punidas. Mas não existe essa tal lei na vida real. A vida nos surpreende com a sua casualidade e aleatoriedade. Esta ideia errônea gera muitas expectativas que não correspondem à realidade. É como se ficássemos imaginando o que vai nos acontecer.

“Ninguém pode fazer o bem em uma determinada área da sua vida e fazer o mal em outra. A vida é um todo indivisível”.
– Mahatma Gandhi –

A vida não é justa neste aspecto: existem pessoas boas sofrendo e pessoas más vitoriosas. O mundo, às vezes, parece muito confuso. No entanto, isso não significa que a bondade seja algo sem sentido, que não deve ser valorizada ou reconhecida. É algo especialmente necessário para valorizar os relacionamentos.

A BONDADE SEMPRE RETORNA

As boas pessoas trazem luz e brilho para os relacionamentos. Nunca se arrependa de ser bondoso porque as pessoas não percebem e não apreciam a sua bondade. Sempre existirão pessoas que vão apreciar os seus gestos. O mais importante, como você pode imaginar, não é o que os outros reconhecem que somos, mas que você se sinta confortável com o seu próprio modo de amar a vida e as pessoas.

Ser uma boa pessoa é recolher as flechas que lançamos ao mundo com o nosso delicado arco. As flechas lançadas sempre revertem em estados de paz e tranquilidade. Na medida em que o que fazemos é “de coração” e sem esperar o reconhecimento dos outros, conseguiremos nos sentir bem com a nossa bondade e não nos arrependeremos de nada. Acredite que ela tem o poder de nos reconfortar, inclusive na parte mais profunda do nosso ser.

“Você verá que os sofrimentos dos homens são o resultado das suas escolhas; procuram o bem longe deles, quando na realidade ele está dentro do seu coração “
– Pitágoras de Samos –

Quando ajo com o coração, estou sendo justo comigo mesmo e com o outro. No entanto, se queremos alguma coisa do outro, podemos pedir. Talvez você se reconheça neste exemplo: Há pessoas que, para obter amor e atenção dos seus parceiros, são muito detalhistas com eles. E quando os seus parceiros não devolvem o gesto, se irritam e culpam o outro por não retribuir.

ÀS VEZES DISFARÇAMOS A MANIPULAÇÃO COM UMA BONDADE SEM LIMITES

Muitas vezes a manipulação se disfarça de uma terna bondade e envolve mal-entendidos, discussões e um gasto de energia excessivo que poderia terminar com uma declaração honesta e simples das reais intenções.

Se eu quero que o outro seja detalhista, eu posso pedir. Mas terei que aceitar se ele agir de uma forma forçada e pouco natural. Você quer isso?

Talvez seja melhor para a nossa saúde mental aceitar que o outro, provavelmente, não vai mostrar o seu apreço exatamente da forma ou no tempo que gostaríamos. Não devemos perder a autenticidade, ser uma pessoa boa implica não se importar por receber algo em troca ou não.

Se você é uma pessoa boa somente para conseguir algo em troca, seja honesto consigo mesmo e aja de uma forma mais genuína, sem recorrer a essas pequenas manipulações que acabam gerando muito sofrimento para si mesmo e para o outro. Além disso, você nunca deve se arrepender de ser uma boa pessoa. A bondade sempre retorna na forma de paz interior.”

Por: A Mente É Maravilhosa

Que tipo de líderança o Brasil precisa?

É muito  barulho político!!!

Em pauta, os potenciais “lideres políticos brasileiros”.

“Botei reparo” nas manifestações dos candidatos e também nas dos  cidadãos. Sozinhos ou emanados. Tento ver as suas principais características.  Como esses candidatos se comunicam,   como se portam,  o que dizem,   que sensações provocam.

Mesmo sob os impactos turvos da imagem moldada pelo marketing,  tento rastrear o que cada um carrega e entrega. Ou pelo menos, tenta.   Não poderia deixar de mencionar as necessidades estampadas dos brasileiros,    úmidas ainda das histórias recentes, que tocaram a moral e a ética.

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As redes sociais fizeram e fazem bonito. (desculpe – esse é um parênteses de quem vibra muito com a tecnologia e com o que ela viabiliza). Elas tornaram-se um explêndido cenário de expressão.  As mentiras, que antes eram ditas ao vento, ganharam nesse canal maior exposição e  um novo nome: “fakes”.

Presenciei movimentos de um dos  grandes palcos de manifestações desse país, a Avenida Paulista. Pelos meus olhos,  cenas e posições de todo calibre.

Mas..

Do que é mesmo que o Brasil necessita nesse momento?

O que pode,  de fato,  alavancar nosso país de forma significante?

Que tipos de líderes, nós brasileiros, precisamos e queremos?

Os resultados contam muito sobre o que nosso povo quer,  o que nosso povo pensa.  Brasil mostrando sua cara, sua digital.
Em poucas semanas, presenciaremos um novo capítulo da história política brasileira.

E para inspirar nossas reflexões,  trago um pouquinho de Sinek,   sobre o que é ser líder.

Líderes são aqueles que abraçam sem medo o desconhecido.

Correm para o perigo.

Deixam de lado seus interesses pessoais para nos proteger ou para nos puxar para o futuro.

Os líderes preferem sacrificar o que é deles para salvar o que é nosso.

E nunca sacrificariam o que é nosso para salvar o que é deles.

Isso é o que significa ser um líder.

Significa que eles escolhem ir primeiro rumo ao perigo,  encaram de frente o desconhecido.

E quando temos certeza de que vão nos manter em segurança,  marchamos atrás deles, trabalhamos incansavelmente para ver suas visôes ganharem vida e nos consideramos orgulhosamente de seus seguidores.

Texto de Simon Sinek, do livro Líderes se servem por último.

Um dos elementos fundamentais e  estruturantes  de uma  liderança consistente foi mencionada nesse texto:   o interesse genuíno pelo coletivo.  Primeiro,  o todo.

Até mais.

 

A questão da disciplina

Em tempos de confusão acerta do que é ou não “disciplina”,  considerei muito prática a explicação do Gikovate. Veja:

“A palavra “disciplina” já teve conotação positiva; relacionava-se com valor e era considerada uma aquisição indispensável para o desenvolvimento emocional das pessoas.

Ultimamente, passou a ser associada a autoritarismo, a disciplina militar. Pais disciplinadores passaram a ser vistos como pessoas antiquadas, como quem não ama de verdade os filhos. Damos a certas palavras conotações de ordem moral e é comum não sabemos sequer o que elas realmente significam, como nesse caso.

“Disciplina” pode ser definida como a vitória da razão sobre as emoções. Não que devamos reprimir sempre as nossas emoções em nome da razão. As emoções são inerentes a nós. O ideal é que possamos cada vez mais aprender a lidar com elas, encontrando um equilíbrio adequado entre razões e emoções. Trata-se de uma conquista difícil, diretamente relacionada com a maturidade da pessoa. Muitas são as circunstâncias em que existe um antagonismo entre emoção e razão. Na criança vence a emoção, mas, com o crescimento, a razão deveria transformar-se em poder central das decisões. É uma pena que isso só ocorra a certo número de pessoas – fortes o suficiente para suportar a frustração relacionada com a renúncia.

Vamos a um exemplo esclarecedor que já foi usado por muitos autores. Quando, numa manhã fria e escura de inverno, o despertador toca, nos informando que é hora de levantar, passamos a viver um dos conflitos mais duros entre a razão – que nos lembra de nossos deveres – e a preguiça – emoção natural em nós e que se recusa à obediência. Das pessoas que se deixam vencer pela preguiça, pouco se pode esperar em termos de sucesso nas atividades relacionadas com o trabalho. Sabemos que este se distingue do lazer pelo caráter obrigatório, pelos compromissos que temos com outras pessoas e pelo rigor com que seremos julgados se não obtivermos resultados aceitáveis.

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Se o compromisso estiver relacionado com o lazer, desde que não tenhamos combinado nada com ninguém, não levantar ofenderá “apenas” a nós mesmos, que nos avaliaremos como fracos. Não aprovaremos nossa conduta se tivermos faltado a um compromisso esportivo ou se tivermos perdido a hora para uma viagem de lazer. Isso nos fará mal, mas procuraremos nos enganar, dizendo que na próxima vez isso não vai acontecer. Se tivermos nos comprometido a acordar cedo para fazer algum tipo de ginástica e a preguiça nos vencer, não será nada bom para nossa autoestima, pois nos sentiremos “para baixo”. Poderemos fingir para os outros que estamos bem e que a cama estava uma delícia, mas não poderemos jamais enganar a nós mesmos; sabemos que fraquejamos e lamentaremos por isso.

Por outro lado, se o compromisso for com terceiros e envolver atividades profissionais importantes, os resultados objetivos serão catastróficos – além do prejuízo maior à autoestima. Caso um vendedor falte ao compromisso com seu cliente, talvez não seja perdoado e não tenha outra chance. O mesmo vale para o funcionário de uma empresa que sempre chega atrasado: acabará demitido, evidentemente. O médico que não comparecer aos compromissos com seus clientes será dispensado, e assim por diante.

Além da ofensa à autoestima, esses profissionais sofrerão todo tipo de sanção objetiva, de modo que não terão dinheiro nem o respeito dos outros.

Inversamente, aqueles que se reconhecem capazes de ter uma razão vencedora, que domine as emoções em geral, se tornam cada vez mais fortes, à medida que acumulam sucessos nas disputas que travam com eles mesmos.  E acabam por desenvolver um novo tipo de prazer, dos mais importantes para a nossa psicologia: o prazer de ser forte o suficiente para renunciar a um prazer imediato em favor de uma recompensa maior que virá em algum momento do futuro. Assim, a renúncia aos prazeres imediatos se transforma em um novo e maior tipo de prazer, o prazer da renúncia. Quem quiser dar certo no jogo da vida terá de se desenvolver até chegar a esse ponto de maturidade interior. Essas pessoas são capazes de dirigir a própria vida, pois deixam de ser escravas das emoções.

É preciso cautela, pois, à medida que a renúncia se transforma em fonte de prazer, ela pode passar a ser buscada de modo ativo e prejudicial. Orgulhar-se de ser capaz de fazer renúncias necessárias é coisa boa e ponderada. Entretanto, renúncias indevidas, buscadas apenas com o intuito de provocar a sensação de superioridade e de força extraordinária, são um excesso, algo que nos afasta do bom senso e já contém os sinais característicos dos vícios.”

 

(Trecho do livro “Os sentidos da vida”, p. 81-84),  de Flávio GIkovate – Publicado no próprio site do autor pela sua equipe, em 07.08.2018

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Consenti tannnnto com esse posicionamento do Mark (autor do livro “a sutil arte de ligar o foda-se”, que decidi compartilhar com você.

Isso não significa que compartilho de todas as ideias dele.  Algumas ainda têm me feito pensar sobre (rs).   Mas nada como dedicar nosso tempo de vida às questões realmente importantes e permanentes.  Essas sim, alimentam a alma e promovem a alegria de viver.

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tome nota..

“Nada contra bons negócios, mas ter necessidades demais faz mal para sua saúde mental.  Você acaba se agarrando demais ao que é superficial e falso, dedicando a vida à meta de alcançar uma miragem de felicidade e satisfação.

O segredo para uma vida melhor não é precisar de mais coisas; é se importar com menos,  e apenas com o que é verdadeiro, imediato e importante. “

Mark Manson

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Ainda sobre encerrar CICLOS…

Lembra dos posts sobre a importância de pensar e criar novos ciclos que quer viver??  Se quiser voltar neles, basta acionar aqui  – 1-Encerrar CICLOS 🕹   e o 2-Criando novos ciclos…

Vi essa foto abaixo, num post de um amigo e conectei com esses artigos.  Gostei dos dizeres… Afinal,  precisamos ser gratos de coração pelas experiências e ciclos que tivemos a oportunidade de viver.  E, pelos aprendizados que geraram. Pensar o quanto foi bom ter essa chance.  Adorei… bjo,

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Prefere leitura rasa ou funda?

Em tempos de altíssima oferta de informações, dados  e outros atrativos,  os livros têm sido “jogados às traças”. Postergados.  Até esquecidos.   O rápido passar de olhos nos títulos ou em pequenos trechos tem sido um costume usual. Por vezes,  satisfazem os desejos das mentes.  Leituras rasas.  Curtas.  Todos passam por elas.

Falta tempo.  Dias corridos.  Compromissos inadiáveis.

Escolhas.

E a leitura, aquela  escolhida, necessária, detida? Essa fica na lista de pendências.  Lista de afazeres, quase nunca feitos.  Pense comigo.  Quais os últimos livros que você leu?  E por que leu?

Saborear o texto do outro. Buscar entender seu contexto. Compreender ideias. Pensar na sua lógica. Prazeres daqueles que curtem aprender com os outros.  Apreciam a diversidade e  a arte por detrás das palavras. Daqueles que gostam da “fundura”  (termo de um conhecido  escritor)  das coisas.

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Em há tanta disponibilidade!!  Excelentes e provocativas obras!!

Recentemente, junto com uma parceira (o que é uma estratégia de execução fantástica), estabeleci um desafio diário, que envolvia a prática sistemática de  algumas atividades.  Uma delas,  obviamente, era a leitura.   Tudo bem, sempre apreciei.  Mas realizar  esse desafio me acordou ainda mais para esse gosto.  Em trinta dias percorri quase três.  Não me recordo de ter lido tanto em tão pouco tempo.

Você pode pensar:  “a quantidade não é o mais importante”.  Se pensa assim,  você está coberto de razão!!  Não se trata da quantidade de páginas que você lê.  Mas do porquê da leitura.  Trata-se de como se lê. Trata-se de estar aberto para onde o conteúdo  “levará” você.

O fato de estabelecer a leitura diária como objetivo e meta  foi  uma forma bastante positiva para  acelerar e intensificar essa minha prática.  Foi uma forma de dedicar uma parte do tempo (programada ) para isso.   E acredite.  Valeu muito a pena!

“A vida começa a cada manhã.
Joel Olsteen

Caso tenha dificuldades em estabelecer a leitura como uma prática,  comece por estabelecer uma pequena meta. Estabeleça o desafio  de apenas cinco páginas por dia.   Se seu livro tem cento e oitenta páginas, por exemplo, você o terá lido em apenas trinta e seis dias. No ano terá lido em torno de dez livros. Crie uma disciplina, uma rotina específica,  um horário determinado para isso. Todos os dias.  Aos poucos poderá aumentar a meta. Dez, vinte páginas.  Mantenha seu livro sempre à mão.  Num lugar que possa vê-lo com frequência.

Considere ter uma caneta ou lápis para marcar os pontos importantes.  Aquelas frases que lhe chamam atenção de alguma forma e que de repente, você poderá voltar sem ter que perder tempo procurando a localização.   Faça anotações nos cantos.

Uma dica: Escolha temas que você goste muito ou um assunto que você precise aprender um pouco mais.    Os livros são um excelente mecanismo de desenvolvimento.  Além, é claro, de ampliar seus conhecimentos gerais e seu pensamento crítico.

“Uma pessoa que não quer ler não tem nenhuma vantagem
sobre um que não sabe ler.
Mark Twain

Se essa postagem foi útil pra você e se promoveu alguma mudança de comportamento e posicionamento, compartilhe comigo.  Ficarei feliz de saber.

Boas leituras.  Com fundura.

Bjo,
Darlene

“Engolir sapos” faz mal à saúde!

Pelos últimos seis meses, todos os dias, meu corpo estranhamente me lembra que estou viva.  Muito viva. Não pelo amor. Pela dor. Não foram poucos os vôos que realizei de pé, literalmente. E de  carro,  por vezes,  precisei  dos motoristas.

Percorri jornadas incessantes aos exames e profissionais da medicina. Alguns deles, extraordinários e muito bem recomendados.  No fim, muitas dúvidas e controvérsias nos pareceres.

O corpo, aos poucos e no seu ritmo próprio,  fez a dor ceder…  Deduzo que por uma conjunção de fatores..   Mas o que me inquieta é a origem,

bicycle-166978_640a causa.   Sempre fui adepta de uma vida saudável,  alimentação, exercícios,  ….   O que me causou  esse incômodo?

Felizmente,  estamos em  trégua.  Eu e a dor. (ufa, resolvendo) Hoje, bem mais suave.  Até voltei  ao `pedal”.

Preciso te contar uma das minhas iniciativas nesses tempos.  Nas idas e vindas das investigações,  indicaram-me um tratamento com a medicina oriental. Ali ouvi  de um super e respeitado doutor  “integrativo”  que  essa lesão não retrata o meu momento atual.  Possivelmente trata-se de consequência de algo iniciado há cinco, seis anos atrás. E que manifestou-se fisicamente somente agora.

Fiquei pensando sobre esses últimos seis anos,  e também o porquê do meu corpo ter reagido somente  “agora”, nesse meu atual estilo de vida.  Quem me conhece sabe que  realizei  mudanças importantes no meu estilo de vida,  escolhi novas e importantes opções. Daí, nesse contexto mais aberto à livre expressão,  meu físico se pronunciou.  Talvez, uma oportunidade para reconhecer e cuidar..   Extirpar o que estava ali  instalado.

Oportunamente,  ouço..

“Que sapos foram esses que você engoliu?  Te fizeram muito mal.

Recordo sim, de situações críticas pelas quais passei,  especialmente na vida profissional e que me exigiram muitos exercícios de contenção,   de  auto controle e tolerância e eu não encontrava outras saídas naqueles momentos.

As justificativas verdadeiras estavam sempre presentes:   a necessária sobrevivência (as contas do dia a dia),  as escassas oportunidades na minha atividade / posição, na cidade onde morava,  o apreço à empresa para qual trabalhava, as pessoas boas com quem compartilhava atividades que curtia muito,   entre outros.   Fato era que naquele momento não segui o que meu coração dizia.  E quantas pessoas também não passam por essa mesma situação?

E aí que vai o meu recado pra você!

Haja o que houver  e independente das milhares de justificativas verdadeiras existentes, OUÇA você com atenção,  realize uma análise criteriosa.   Tem situação que não vale a pena manter,  em detrimento de sua saúde.   E o pior.   S i l e n c i o s a m e n t e.

De repente, e inconscientemente, você  pode estar permitindo que seu corpo acumule, seja por meio de contenções,  raiva e  insatisfações,  repercussões físicas de várias ordens.

Parece loucura né?  Mas não é.  A psicossomática é uma ciência que estuda exatamente isso. Transcrevo aqui o significado dado pela Wikipedia –

“A psicossomática é uma ciência interdisciplinar que gera diversas especialidades da medicina e da psicologia, para estudar os efeitos de fatores sociais e psicológicos sobre processos orgânicos do corpo e sobre o bem-estar das pessoas. O termo também pode ser compreendido, tal como descreve Mello Filho,[1]como “uma ideologia sobre a saúde, o adoecer e sobre as práticas de saúde, é um campo de pesquisas sobre estes fatos e, ao mesmo tempo, uma prática, a prática de uma medicina integral”.

Certa vez,  emprestada por um grande e querido amigo,  li uma tese de doutorado, de um médico psiquiatra de Uberaba-MG,  cuja pesquisa concluía, por meio de casos reais e experimentos, exatamente isso. Existem doenças físicas provenientes de situações sociais, emocionais não cuidadas oportunamente.

Não posso concluir que minha lesão seja de ordem psicossomática, ou mesmo,  que esteja ligada a essas circunstâncias profissionais que mencionei. Não tenho conhecimentos suficientes, tampouco informações,  para fazer tal afirmativa. Contudo, a explicação desse médico “experiente e referenciado”  me fez pensar bastante a respeito. Principalmente quando menciona que o tensionamento da nossa musculatura, articulações  de forma intensa por conta de problemas sociais,  emocionais e etc,  podem sim,  desencadear dores e outros efeitos físicos colaterais.

Numa linguagem corriqueira e usual – é o famoso “engolir sapo”.

Resultado de imagem para engolir sapoEsse comportamento é muto  mais comum do que parece.  Significa  “tolerar coisas ou situações desagradáveis sem responder, por incapacidade ou conveniência”, segundo o escritor e professor Ari Riboldi.

Evitar conflitos,   para colocar panos quentes na situação pode não ser um bom caminho.

Reafirmo – ENGOLIR SAPO,  faz mal pra saúde.

Então,  cuide-se preventivamente decidindo não deixar isso acontecer.

Isso não quer dizer “jogar tudo para o alto”,  ser impulsivo ou inconsequente.  Isso quer dizer para que preste atenção nos efeitos nocivos do seu contexto em você.  E decida por você, priorize-se.  Pela sua saúde  física e emocional.  Considere tomar posições e ter comportamentos positivos nesse tema.

Dependendo da amplitude do caso considere acessar profissionais habilitados que possam colaborar no encaminhamento. Um terapeuta,  um mentor, um coach,  um amigo.

Ao surfar sobre esse tema,  encontrei o artigo, da Elisa Correa na Revista Vida Simples, de 2016, exatamente  com esse título e gostei da pergunta de início:

“Por que toleramos ou ficamos calados diante de algo que nos desagrada?

Essa postagem tem o objetivo de chamar a atenção, colocar um foco dirigido aos aspectos relacionados ao estresse,  à tolerância excessiva (beirando o abuso) e  ao automatismo desenfreado (passividade) que observo em muitos contextos.

Que seja especialmente útil para as pessoas que passam por situações similares e estão se deixando absorver. Que possam mudar o seu olhar e lhes permitir transitar  pela criação de novas e saudáveis realidades. Todos seres humanos tem essa prerrogativa..

bjos,

Darlene

 

 

 

O seu “poder” pessoal. #08CC

O ser humano nasce equipado com os mecanismos (cérebro) necessários para criar a própria realidade.  Ainda assim,  muitos não se apropriam devidamente desse “poder”,  dessa prerrogativa.

Consumidos por atrativos diversos,  e por vezes, dependentes de outros,  os seres abdicam de assumir a função de criarem-se,  de construírem a sua própria realidade. Apenas deixam acontecer.

A palavra  “poder”  pode ser interpretada de forma negativa, dado à sua má utilização por determinados tipos psicológicos.  Entretanto, o que trago aqui  é o poder, como uma importante força e condição, intrínseca a todo ser humano.  Energia que o torna capaz de mover-se em busca dos seus objetivos e projetos.    Segundo o dicionário, PODER vem do latim – possum, que significa “ser capaz de”.

Nessa série de posts, inspirada pelo livro Supercérebro,  fica evidente a possibilidade de exercitar o cérebro para ampliar as próprias  perspectivas e consequentemente, a vida.

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Vale trazer o trecho de Sater, que pra mim, reforça bem:

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.

Almir Sater

A busca por fortalecer o que cada um tem, no seu interior,  no seu íntimo verdadeiro, pode ser o início de uma trajetória mais autêntica  e também,  ser a abertura de novas portas  para a realização humana.

Como fazer isso?

Comece um diálogo interno.

Que tal começar por revistar suas atividades diárias,  escolher aquelas mais profundas e de maior valor?

Pensar em tantos desejos relevantes abandonados pelo caminho e que, talvez,  seja oportuno recuperar?

Que tal realizar escolhas novas, que lhe desafiem  a favor de sua visão pessoal  de longo prazo?

E considere  preparar-se para as incertezas,  para as dificuldades que surgirão.

Pensar sobre o seu ideal de satisfação na vida.  O que lhe causa sensações positivas e de bem estar?  Pensar sobre o que move você? O que lhe tira da cama cheio de entusiasmo?

Aqui vai uma provocação.  Que tal viver um ciclo de reinvenção? Em tempos de “startups”,   por que não viver um auto start (self startup),  a partir de uma  inovação disruptiva?  (rs).

Pode parecer radical, entretanto,  o porte de uma  transformação será sempre individual. Suas repercussões na vida,  independente do que sejam,  são, absolutamente particulares de cada um.

Ao estabelecer sua visão e projetos de criação, mantenha convicto o seu propósito. Para não esmorecer, para não perder a força diante das adversidades.

“Escolher crescer significa enfrentar o desconhecido.

Chopra

Desfrute do poder que tem.

Bj

Darlene

 

Me livrei do medo de cachorro (rs) #07CC

Calor interno. Não conseguia manter o controle do corpo.  Algo brotava instantaneamente quando me deparava com eles. Os cães.   Nem sei dizer se o aquecimento interno aparecia aos olhos dos demais (rs).  Só quem sente sabe…

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As circunstâncias foram me aproximando deles…   Com  os filhos ainda pequenos, pensava que não poderia privá-los de viver a experiência deles com  cães,  por conta do meu problema.  Não seria justo.  Hoje, adulto, o Biel,  tem três.    (rs)

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E acreditem, hoje convivemos no mesmo espaço. E o mais incrível,  gosto deles!

Ao longo do tempo,  de forma consciente e pensada (por meio do controle de pensamentos),  estabeleci limites para essas reações.  Passo a passo,  diminui a força dessa  movimentação interna, desse temor quase dominador.  Comprovo com essa corriqueira experiência, que é possível criar novas realidades,  promover mudanças estruturais nos nossos mecanismos.

 

“O homem, para chegar a ser verdadeiramente dono de si mesmo, deve ter pleno domínio sobre seus pensamentos; então, também o terá sobre sua vontade.

Carlos Bernardo G. Pecotche

Assim como essa vivência, coleciono  outros ajustes,   “correções” que estão em curso. Uma lista. (rs) Sabe aqueles pontos, que sem perceber,  sem a devida consciência, registramos na herança pessoal?   Provenientes de situações que me marcaram forte e emocionalmente e me  “molestam”, de certa forma, até hoje.

Os impactos emocionais a que os seres humanos são submetidos acabam por ficar registrados, carimbados na nossa estrutura cerebral.   E são daqueles mais complexos de serem “tratados”.  Entretanto,  uma questão de  identificação adequada, foco,  empenho e  gerenciamento da mente.  Uma questão de tempo. (rs)

A neurociência ensina sobre a neuroplasticidade, uma função cerebral que promove novas construções neurais a partir de novas experiências e aprendizados.  Bem provável, que nesse caso, que compartilhei aqui com você,  tenha sido estrutural.  Só quem vive essas sensações  pode compreender a repercussão e o que representa (rs).

Obviamente, que não sou cientista do tema e portanto,  reporto aqui,  informações de leituras e pesquisas.  Sei que há muito mais por aprofundar nesse campo da ciência. Contudo, o poder que cada um tem de construir sua realidade é concreto e pode ser exemplificado por vários casos de transformações de vidas que presenciamos.

A pergunta que fica presente é:  por que muitos se acomodam e não desfrutam de todo potencial que possuem.   Nas primeiras postagens dessa série  sobre o  “supercérebro”, fiz menção a algumas das possíveis causas.

Já que o cérebro é o órgão do corpo humano que nunca para de desenvolver-se,  por que as pessoas vão se acomodando com o avançar da idade.  Esses dias tive acesso a uma palestra da Jane Fonda para o TED , – ” terceiro ato da vida “.  Apresenta um novo olhar sobre  o movimento do “envelhecer”.   Vale a pena assistir e colher estímulos para possíveis mudanças de posicionamentos.

O poder individual, em geral subutilizado,  é uma grande chave.  O caminho para abrir essa porta passa por reconhecê-lo.  Não negá-lo.  Desenvolvê-lo.

UAU!!  Já pensou?

Muito poder, “do bem”, pra vc.

Até a próxima..

Darlene

 

 

 

 

 

 

 

O que seu ego anda tirando de você? #06CC

Ainda sobre as possibilidades de criar uma nova realidade,  e utilizar melhor o  “supercérebro”…

Se o ego  é o responsável por fixar em nós, preconceitos, inclinações,  então é preciso identificar, reconhecer e minimizar ao máximo essa sua função.  Permitir,  se possível, que ele funcione mais fortemente nas fixações relacionadas a valores, por exemplo, o que é positivo.

Permita-me um parênteses,  para os que querem saber mais sobre a palavra EGO, coloquei o significado, pesquisado da internet, ao final desse post.  Passe lá.

Como o próprio nome diz.. o EGO,  representando posturas de  “egoísmo” e de abrangência pessoal, pode impedir ou limitar não somente a evolução cerebral (novas construções), como  a evolução de uma maior consciência.   Pode mascarar medos, inseguranças e impedir um crescimento super possível.  Veja pensamentos limitadores: “sei bem o que penso, não tente mudar minha opinião.”,   “outra pessoa que faça isso.”,  entre outros.

“o supercérebro é o produto da evolução com consciência. “

Ponto. Então você deve estar se perguntando…   Então o que e como fazer diante disso?

  • Primeiro,  lembrar da nossa capacidade de mudanças,  e conscientes. (descritas nas postagens anteriores dessa série rápida, inspirada no livro Supercérebro).
  • Segundo,  passe a questionar os seus padrões…  se questionar o porquê de pensar dessa ou daquela forma,  sobre os seus principais motivadores…  Dialogue consigo mesmo para tentar aprofundar na sua estrutura interna.

Esse é um caminho para abrir as portas de uma reinvenção pessoal.  Acredite!!

“Novas experiências significam novas redes neurais.

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Na visão do Dr. Chopra,  os cérebros humanos, podem ser divididos, funcionalmente quatro fases: instintiva,  emocional, intelectual e intuitivo.

A instintiva, responsável especialmente pela sobrevivência,  por nos manter alertas para muitas situações diárias.  Tem seu papel fundamental de  nos proteger, além de ser o “dono” das paixões,  do medo. Trata-se de uma parte reativa, dando origens ás nossas reações mais diversas.

A emocional, que registra todas as nossas experiências marcantes,  as boas e os traumas também.  Em qualquer fase do cérebro,  as emoções podem ser a causa de desequilíbrios, destemperos.   Os seres muito emocionais,   dado a intensidade em que ocorre,  podem perder a perspectiva e serem “orientados” pelas emoções, que podem levar a exaustão.  O sistema límbico abriga as emoções. A parte emocional, assim como a anterior, a instintiva é reativa, ou seja promove reações nos seres.

A racional  encontra a parte pensante, questionadora, tática do ser humano.  Nessa fase reside o aumento considerável de possibilidades para a vida humana.   Só o cérebro racional é capaz de afastar a mente da fase instintiva e emocional, criar soluções, caminhos, táticas.  O intelecto ajuda  o ser a lidar com seus medos, seus desejos,  suas tempestades.

A intuitiva, colocada em check pela racional,  é muito necessária… é acionada, por exemplo no processo de empatia.  Essa parte situa-se no córtex cingulado,  e em geral, é maior fisicamente nas pessoas do sexo feminino. Ela se manifesta por colaborar nas sensações observadas e estimuladas pelo contexto.

Ampliar a consciência desses mecanismos e seus funcionamentos viabiliza com que o ser humano possa enxergar perspectivas maiores. Poderá lidar melhor com seus medos, ansiedades, depressões, batalhas internas,  entre outros.

Até a próxima ..

bjo

Darlene

 

P.S – significado (dicionário)
ego – substantivo masculino
  1. 1.
    PSICOLOGIA
    núcleo da personalidade de uma pessoa.
  2. 2.
    PSICOLOGIA
    princípio de organização dinâmica, diretor e avaliador que determina as vivências e atos do indivíduo.
  3. 3.
    PSICANÁLISE
    de acordo com a segunda teoria freudiana, instância do aparelho psíquico que se constitui através das experiências do indivíduo e exerce, como princípio de realidade, função de controle sobre o seu comportamento, sendo grande parte de seu funcionamento inconsciente [As três instâncias que compõem o aparelho psíquico são o id, o ego e o superego. ].
  4. 4.
    m.q. EGOTISMO (‘apreço’, ‘tendência’).
Origem
⊙ ETIM lat. ego ‘eu’

Sobre os privilégios do cargo.. 🤔

Durante uma viagem a trabalho, ao Oriente, há mais de dez anos, percebi  o presidente do conselho da empresa em que eu trabalhava, genuinamente incomodado. Humano e simples,  inquietou-se por ter  sido levado, juntamente com o “altíssimo escalão”, para um jantar diferenciado,  confortavelmente nos bancos de couro de um carrão de luxo.

Os demais executivos foram convidados a lugares mais simples e conduzidos numa “van”.  Isso nunca me incomodou.  Rimos da situação.  Logo cedo,  no dia seguinte, o presidente quis logo saber para onde haviam  nos levado e se havíamos sido bem tratados.  Era diferenciado. Quem?  Ele, o presidente.  Recordo de muitas passagens que o envolvem,  que me despertaram admiração pela sua conduta.  Me ensinaram.

Mas indo direto ao ponto que quero trazer…

O fato é que, com mais frequência do que se imagina,   os “empregados”, os profissionais do mundo corporativo estão sujeitos a vários e diferenciados privilégios,  usuais do contexto.

  • O carro na porta.  Abastecido.
  • O cafezinho servido na mesa.
  • O acesso a locais diferenciados.
  • As viagens e hospedagens em classe superior.
  • Por vezes,   muitas mordomias.

Os agrados de toda ordem sombreiam esse mundo de relações comerciais.  Não é incomum,  observar os   jogos de poder e influências  acontecendo  a todo momento  e percorrendo as  estruturas organizacionais.

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Quanto maior o grau na hierarquia,   maiores e melhores são os privilégios,  as atenções dirigidas e “intencionais”.

Recordo como se fosse hoje,  embora tenha-se passado algumas décadas (rs),  a mudança de tratamento que observei para comigo, quando ascendi à posições executivas. Mesmo as pessoas que se diziam amigas,  passaram a agir de forma diferente,  com restrições.  Causou-me certo estranhamento.  Desde aquele momento,  uma luz amarela acendeu-se. Como que um aviso! Para que eu tivesse atenção e refletisse sobre esses comportamentos.  Muito mais ocorreu ao longo de anos…

Até aí,  parece usual, não?

Não.

As pessoas mais desatentas,  que passam por essas circunstâncias de acesso a posições hierárquicas, de maiores responsabilidades,  podem acabar confundindo-se com os cargos que ocupam.  Por vezes, observa-se até certa simbiose. Misturam suas posições como “indivíduos”  que são,  e incorporam os supostos “poderes” providos pelo cargo,  pelo posicionamento  profissional.

Se pararmos pra pensar, ainda existem os impactos diretos dessa “absorção do cargo”,  nas relações com as pessoas.  Mas esse é um tema para uma outra postagem.. (rs).

O mundo corporativo tem dessas coisas…  Deixa os indivíduos  mal acostumados com os privilégios das posições que ocupam.  Daí a importância de estar atento a esses movimentos,  às ilusões criadas e à realidade de influências que ocorrem nas empresas.

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A chave é manter sempre a consciência e clareza do que chega pra você,  enquanto profissional e o que chega pra você, enquanto pessoa.  O que, de fato é seu e  o que é da companhia para quem você trabalha.  A máquina pública tem apresentado exemplos  dos mais diversos, relacionados ao uso indevido da posição, em favor do interesse pessoal.

Eventualmente,  você precisará sacar da coragem, para ser você mesmo, ainda que isso implique abdicar de regalias e ilusões.   Nessas situações, é  importante assumir a responsabilidade por ser você mesmo,  e optar pelo que é correto.

E esteja certo, hora ou outra…  a posição cai.

E você, ficará de pé.

Inteiro.

bjo,

Darlene

 

#gratidão – uma chave 🙏🏻

Hoje é o dia #26 de um desafio de 30 dias, estabelecido  junto com uma amiga e parceira querida. Experimentamos ao longo desses dias, colocar em prática um conjunto de atividades regulares, construtivas,   com o objetivo de nos impulsionar, alavancar, acelerar nossos objetivos.

Tem sido um bom mergulho interno, pois a própria predisposição em  estabelecer um tempo para auto-reflexão, já se substancia num caminho mínimo, de partida,  de construção própria, interna.

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Ao pensar, escrever, ler, meditar acerca de tantos aspectos da vida, não tem como não ser absolutamente grata por muitas coisas.  O pensamento de gratidão, brota instantaneamente e abre muitos canais internos,  quando identifico o bem que recebi e ainda recebo.  Expandi meu conceito de gratidão quando estudei por muitos anos, a ciência logosófica.  Sentir a gratidão de forma genuína e aplicada,  colabora com o meu reposicionamento imediato diante de circunstâncias das mais diversas:  erros,  tristeza, solidão, medo, incerteza, vulnerabilidade, desânimos, dúvidas,  entre outros.

Se cada um buscasse dentro de si a recordação das horas felizes e de tudo que foi motivo de ventura, muito seguramente encontraria mais de uma razão para deleitar o espírito nessa revivência de imagens queridas.

da Logosofia

Escrevi,  nessas atividades práticas do desafio #30D,   a quê,  eu sinto profunda gratidão. Vou compartilhar com você aqui. De repente,  você pode ser grato, tanto quanto  eu,  a alguns desses elementos e teremos a oportunidade de compartilhar dessa energia, a “engrossar juntos esse caldo”. (frase de mineira, essa… rs).

Eu sou grata pela minha família, meus filhos, meus pais, irmãs,  sobrinhos, …

Eu sou grata a Deus,  pela minha oportunidade da vida, por respirar,  por poder viver tantas coisas…

Eu sou grata pela minha trajetória pessoal e profissional,  pelas oportunidades que tive, com as quais aprendi largamente…

Eu sou grata pela minha inteligência,  por ter oportunidade de pensar, estudar, ler, refletir e fazer mudanças necessárias, que me encaminhem melhor…

Eu sou grata pelo meu interesse cultural e intelectual,  por querer ser sempre uma pessoa melhor…

Eu sou grata pelos meus mestres,  mentores,  guias, orientadores.  Meus pais,  filhos, irmãs, professores,  chefes, namorados,  amigos, autores especiais.. ..

Eu sou grata pelas parcerias que tenho estabelecido em vários setores da vida…

Eu sou grata pelos meus amigos , por tornarem minha vida muito mais que especial. extraordinária…

Eu sou grata pela liberdade que conquistei para fazer escolhas importantes, nas quais acredito e invisto.

Eu sou grata pelo meu corpo, pela minha saúde,  que me permitem realizar..

Eu sou grata por encontrar profissionais que me ajudam a lidar com as dificuldades físicas (médicos dentistas fisioterapeutas ), quando necessário…   o corpo, por vezes, reclama. Poder contar com eles é uma benção…

Eu sou grata  pelas experiências que vivi e que tatuaram em mim a pessoa que sou (maternidade, casamento, relacionamentos, trabalhos, escolas, .. etc, etc, etc.)..

Eu sou grata por ter escolhido realizar uma trajetória de aprendizagem contínua, por ter me permitido realizar muitos cursos, pesquisas, leituras, certificações,  que me ajudam  a evoluir mental e emocionalmente, e a ampliar minha visão,  construir mais perspectivas para meu futuro…

Eu sou grata pelas oportunidades de trabalho que tenho conquistado, porque por meio dele,  posso colaborar com outras pessoas,  realizar o que gosto, o que tenho como propósitos….

Eu sou grata pela confiança que as pessoas depositam em mim… isso, pra mim,  tem um grande valor …

Sou grata porque sempre que repasso essa lista,  consigo reconhecer mais elementos, pessoas e situações que potencializam esse sentimento em mim.

#gratidão.

O fato de expressar a gratidão,  genuinamente sentida,  é uma bela oportunidade para reconhecer as prerrogativas que possui.  Isso é fabuloso.  A possibilidade de não passar ileso e indiferente a tantas oportunidades.   Além disso,  estudos recentes, ligados á felicidade, á neurociência, á satisfação,  têm apontado ao sentimento de gratidão, uma série de benefícios para a saúde mental.  Veja aqui nesse link, um desses estudos mencionados pela revista Galileu.  Também aqui,  um belo artigo sobre a Pedagogia Logosófica. Na internet você poderá pesquisar outras fontes de informações interessantes sobre isso.

Encontrei um  vídeo instrucional muito fofo, que explica um pouco mais os impactos cerebrais do sentimento de gratidão e os benefícios da escolha por exercitá-la diariamente.  Caso lhe interesse, basta clicar.

A gratidão, como sentimento de imponderável valor, parece ser um dos tantos segredos que o ser humano deve descobrir, para extrair dele esse bem que geralmente se busca ali onde não está e que, encontrado, se desvaloriza e se esquece.

Da Logosofia

Independente de qualquer coisa.  #gratidão.

Afinal, não custa nada.  Absolutamente nada.  Ser grato.

Bom domingo e boa semana.

bjo,

Darlene

 

 

 

Criar a realidade.. #05CC

Dado que podemos atuar de forma mais direta no mecanismo do nosso computador central,  como fazer isso?

Primeiro,  consentir com a ideia de que você pode mudar sua realidade, criar novas e poderosas estruturas cerebrais.

Segundo, entender um pouco mais sobre “criar a realidade”, como colocar o cérebro em movimento,  como agir,   aproveitar as possibilidades, oportunidades, … e?  De forma consciente … (?!?!?!?!)  –

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“… o ponto onde nasce o supercérebro está no mecanismo de comando que você pode aprender a operar. “

Algumas das regras para o processo criativo, colocadas pelo Chopra: – você não é o seu cérebro /  você cria tudo que sente e vê no mundo / a percepção não é passiva / o autoconhecimento muda a percepção / quanto mais consciente, maior o poder de criar / consciência transforma.

O homem se comporta de acordo com os pensamentos que tem.  Pensamentos são entidades autônomas (Pecotche) que atuam na mente.  A primeira vez que tive acesso a um novo conceito sobre essa  autonomia dos pensamentos e de como eles exercem uma grande influência na vida,  foi pela Logosofia, uma ciência que ensina os estudantes por meio de  um processo de evolução mais consciente. Muitas relações eu tenho encontrado com essa investigação sobre o cérebro.

Aqui coloco a visão do Chopra:  “você não é o seu cérebro”.   A mente ordena ao cérebro o que fazer.  E gostei da explicação de que o “papel do cérebro é fornecer a estrutura para o pensamento,  assim como os transistores de um rádio nos permitem ouvir música.”

Influir criativamente nesse mecanismo é utilizar a possibilidade de efetivamente realizar a criação do seu mundo.

A possibilidade de responsabilizar-se para transformar seu mundo, sua vida é fabulosa.  Embora, não seja simples.  Exige autoconsciência.  Uma auto observação constante. Comece por confrontar os modelos vigentes, padrões atuais e se perguntar por que os segue. Esteja atento ao que surge internamente, pensamentos, emoções e de onde, por que estão nascendo.  Pergunte-se que gatilhos são esses…   Verifique as crenças que você julgava imutáveis.. reveja-as.  Aproveite as visões e pontos de vistas de outras pessoas, que pensam diferente de você.  Tudo matéria prima para sua criação,  perspectiva de sua nova versão.

A capacidade de se ver,  de responder perguntas pra você mesmo –  o que sente, o que pensa, por que isso acontece,  as causas das suas movimentações internas – aumenta a sua proximidade com sua consciência e autoconsciência.   A progressão desse percurso interno pode aproximar-te de mais possibilidades.

Um dos obstáculos nesse processo é o chamado “ego”, nas suas restrições ao novo,  às novas experiências, ao conforto do “eu já sei”.  Entendo que ele está presente em todos, mas pode impedir a ampliação de consciência, a quebra de crenças e padrões.   Para quebrar essas restrições e bloqueios, pergunte-se sempre,  o porquê dos seu jeito de pensar,  suas reais motivações,  etc. etc..

“Se você se fecha a certas experiências, não sabe o que está perdendo.

Para fazer uso do seu supercérebro é necessário romper bloqueios,  identificar, rever e renovar reações,  abrir-se.

A partir dai, do seu conhecimento interno,  abre-se  um caminho de criação da realidade que quer viver.

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Até a próxima,

Bjo

Darlene

 

 

PS ** Essa postagem faz parte de uma série inspirada pelo livro Supercérebro.  Se tiver interesse em ler os anteriores, eles estão marcados com a numeração #01CC.

 

3 caminhos ao supercérebro #04CC

Tenho escrito alguns posts relacionados ao livro Supercérebro.  Esse é o quarto deles. E para os que gostam e apreciam o tema.. mais um pouquinho…

A complexidade é um dos desafios para o uso mais efetivo do Supercérebro, segundo Chopra,  médico indiano, pesquisador da vida humana e autor de diversos livros.

” a rede neural do cérebro  é o computador do corpo,  mas também o computador da vida.

Esse misterioso computador do homem vai registrando ao longo de toda a vida,  as suas experiências, informações,  aprendizados. E esse repertório vai sendo utilizado na medida em que novas captações são realizadas, por meio de comparações. No meu entendimento,  as faculdades da inteligência estão funcionando nesse momento:  julgam, analisam, comparam, e etc.

Alguns cérebros,  com condições físicas absolutamente normais, já alcançaram resultados  de expressivo desempenho, o que leva a pensar  não ser  necessário possuir  um “modelo”  especial para atingir novos patamares de realizações.   O que nos incita a questionar sobre como então fazer para utilizar melhor esse mecanismo interno poderoso que todos tem a prerrogativa de incorporar,  e de nascença?

Três são  os grandes caminhos expostos por Chopra, para que isso possa ocorrer.  Ele, inclusive os chama de “heróis”.

a) Adaptar-se  –  Albert Einstein que se adaptava enfrentando o desconhecido.  Desenvolveu três forcas:  deixar pra la, ser flexível e manter a calma, e três obstáculos: apego a velhos hábitos,  manutenção das mesmas condições e estagnação.

Alguns sinais de que você esta se adaptando melhor:  consegue rir de si mesmo,  existe que existem outros pontos de vistas e situações que não são do seu domínio,  concessão passa a fazer parte positivamente da sua vida,  encanta-se com novas coisas que vê, entre outros.

b) Integrar-se – capacidade de integrar-se ao que acontece,  absorvendo os feebacks que o próprio corpo gera. A integração pressupõe um ciclo de troca de informações entre mente, corpo e o mundo externo.

Como fazer isso? De forma muito simplificada,  mantendo-se aberto,  não bloqueando o ciclo com crenças,  não censurando o que chega, sendo independente,  analisando outros pontos de vistas como se fossem seus, esteja disposto a se reinventar todos os dias. Obviamente que o que cada um carrega,  tende a influenciar  sua visão e a realidade.

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Cuide das três forças da integração – comunicação, equilíbrio e visão ampla.

Alguns sinais de integração:  cria um lugar onde possa ser você mesmo,  deseja se conhecer,  observa as crenças e encara a realidade,  sente -se inspirado, dispõe-se a servir os outros… entre outros.

c) Expandir a consciência – algumas pessoas levam sua consciência mais adiante.  Em geral, são pessoas de grandes propósitos. Aquele propósito que vem de dentro. “ser humano é ser consciente – a única questão é saber o quanto.”

Consciente do que tem dentro e do que tem fora de si.   Na medida que amplia-se a consciência, tem-se um maior domínio autoral do seu destino.

Como fazer isso?  valorizando o estado de alerta, estando com atenção sempre ativa, resistindo  à unanimidade,  valorizando-se,   não esperando a aprovação dos outros, questionando suas crenças,  entre outros…

Atente-se para as três forcas da expansão da consciência:   evolução,  expansão e inspiração.

Expandir a consciência passa por revisitar os  “domínios”   a que somos submetidos.   Passa por pensar sobre o que nos limita e domina na sociedade contemporânea.  Quais são os nossos principais  motivadores,  o que nos faz levantar da cama e agir no dia. Quais  são nossos desejos,  metas pessoais (consumo, tempo, vida..).

” Uma vida cheia de estresse e tristeza faz a consciencia se contrair.

Sinais de que você está mais consciente: quando consegue ser autêntico, expressar sua verdade,  perdoar mais facilmente,  sentir-se mais seguro no mundo, quando sente o  medo não ser tão mais persuasivo… entre outras..

Tenho feito um teste com meus coachees (pessoas com quem atuo  em processos de coaching)  numa metodologia criada por Richard Barrett,  que avalia, por meio dos valores, uma variável relacionada `a amplitude de consciência.  É um exercício fabuloso de auto análise e de compreensão da própria vida.

Enfim, o posicionamento pessoal mediante essas três perspectivas, a de adaptar-se, de integrar-se e a de ter uma consciência mais ampliada pode favorecer uma maior performance na utilização do super cérebro.

Isso faz bem pra saúde em geral, para a existência,.

Aprendeu um pouco mais hoje?

Até a próxima,

Darlene

 

 

 

 

Cuidado com o que pensa! #03CC

Por que as pessoas quando envelhecem tendem a ter preguiça e apatia em relação ao aprendizado? Será que só por seguir um padrão de mentalidade e conduta que se repete ao longo da história?

“À medida que envelhecemos, tendemos a simplificar nossas atividades mentais, muitas vezes, como mecanismo de defesa.  Sentimo-nos seguros com o que sabemos e evitamos aprender qualquer coisa nova.  Chopra

E como já trouxe nos posts anteriores,  se a pessoa deixa de solicitar atividades ao cérebro, ela abdica de construir mais e novas estruturas sinápticas.  O que poderia fazer semmmmpre.

Qual o segredo então?  Manter acesa a luz,  de forma consciente.  A luz que ilumina os sentimentos e pensamentos,  a luz que busca novos conhecimentos e ativa de forma criadora a evolução cerebral.  Prevenção de doenças inclusive.  “Alzheimer”    sim….  muitos lapsos de memória podem ser desencadeados pela falta de utilização da estrutura cerebral.

Como os exercícios físicos.  Se você deixa de realizá-los, minimamente,  sua musculatura muda consideravelmente e há uma perda de força física.

men-1276384_640Manter a atenção consciente,  um aprendizado que tive nos estudos logosóficos, é uma chave para a evolução e para uma vida mais realizadora e feliz. A atenção,  aliada a conhecimentos, conceitos,  favorece de forma substancial as escolhas e mais que isso,  faz o processo criativo acontecer.   Exercita o cérebro.

Algo que Deepak trouxe, e que eu nunca havia parado pra pensar é que as expectativas são um gatilho poderoso para o cérebro.  Se a pessoa pensa que vai perder a memória e tensiona sua vida com alguns lapsos, isso, muito provavelmente está interferindo na sua função de recordar.  Ou seja:  Cuidado com o que pensa !!  Isso modifica você, pode ser para o bem ou não.  De novo,  depende de sua consciência e conhecimento.

Olha essa informação:

“Biologicamente,  mais de 80% das pessoas acima de 70 anos não têm  perda significativa de memória.  Chopra

Uma lição de hoje  (inspirada pelo livro SUPERCÉREBRO que deu origem a essa série de postos)  é que tenhamos cuidado com as expectativas e afirmações que colocamos na nossa vida. De preferência que sejam  positivas,  construtivas e sem o danado, do medo.  Medo de envelhecer, medo de perder a memória,  medo.. medo.. medo…    o limitador!

Que cada um possa plantar  a força da “fé no futuro”, da  “capacidade de empreender”,  do entusiasmo genuíno na vida e nas ações dia a dia são lubrificantes importantes para o corpo.

O fator alegria,  o entusiasmo,  as emoções fortes em geral tem sido consideradas  poderosas no sentido de acumularem registros mais facilmente na memória.  São observações dessas etapas de pesquisas , e, os estudos, as pesquisas têm muito mais ainda pra contar sobre esse mistério,  o cérebro.

Está curtindo essa série de posts? Compartilhe com as pessoas que você considera que poderão se beneficiar deles. No mínimo, pra pensar, criar novas sinapses,  não é? (rs)

Até o próximo,

Bjo,
Darlene

Cérebro: uso básico & uso super. #02CC

No nosso post #01CC sobre o “supercérebro” mencionei que o autor classificou a utilização das funções cerebrais em dois grupos, o básico e o super. Recorda?  Se você não leu esse post,  recomendo, passa lá …  (aqui)

Seguindo, fiquei pensando sobre o percentual de utilização que as pessoas fazem de um (o básico) e de outro (o super). Um “e” outro.  Entendo que os dois estão a postos, o que muda é o tamanho de utilização.  Pensei sobre o “meu percentual” especificamente,  em como eu tenho me comportado na utilização desse  mecanismo sensacional que já trouxe de fábrica (rs).

Pra  tornar prática essa análise, vou colocar aqui mais características de pessoas que utilizam um ou outro.  Para que favoreça também a sua avaliação  e identificação da sua forma de agir e   consequentemente, o uso que faz do seu cérebro.

Baseado no livro de referência, estruturei nessas duas listas, veja:

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Uma coisa é fato: o cérebro vai funcionar à medida de suas escolhas, estímulos, experiências. Ponto.

Repito aqui,  por puro efeito didático, uma frase do post #01 –  Tudo isso significa dizer que cada um é absolutamente responsável  por estimular a própria curiosidade, o próprio interesse.  Cada um é mestre de si mesmo.  e tem a principal função de tirar o cérebro do adormecimento, da inércia.

brain-2029391_640.pngEssa mudança de posicionamento, essa de adquirir potencia para conduzir seus movimentos cerebrais,  passa pelo conhecimento e por criar novos caminhos, hábitos, etc.  Passa também por rever algumas crenças, alguns mitos.

Olha  essa frase do Chopra:

Nosso cérebro não pode fazer o que julga não poder fazer.  (rs)

Crenças limitantes sugeridas pelo autor, que precisam ser revisitadas, repensadas:

  • Os danos ao cérebro são irreversíveis.
  • Os circuitos cerebrais são imutáveis.
  • O envelhecimento do cérebro é inevitável e irreversível.
  • O cérebro perde milhões de células por dia, que não podem ser substituídas.\\
  • Reações primitivas (medo, raiva, ciúme, agressividade) dominam o cérebro racional.

Pra mim, o grande pressuposto é o de que,  em termos de estrutura cerebral,  somos absolutamente capazes de nos auto criarmos.  E para isso, precisamos quebrar esses mitos colocados, que basicamente,  confrontam a ideia dessa possível evolução.

Se você tirou sua fotografia em relação ao básico X super,  o que encontrou?  Se puder, compartilhe comigo sobre sua compreensão e análise.

Até o próximo  cérebro-post. (rs)

bjo

Darlene

 

 

 

Você tem “supercérebro”! #01CC

Por conta do meu interesse pelas ciências cognitivas, buscando sempre maior aperfeiçoamento das minhas atividades do desenvolvimento, tenho pesquisado e lido a respeito do cérebro e afins.  Quero compartilhar com você algumas informações que considero oportunas e úteis.  Farei uma série de posts com o tema cérebro,  inspiradas pelo Deepak Chopra. Hoje é o primeiro deles.

Notório que a ciência caminha muito mais rapidamente nas descobertas relacionadas ao cérebro, à neurociência,   que no passado.  Os avanços tecnológicos  favorecem muito o desenvolvimento dessa parte incrível dos seres humanos.

“Nosso cérebro contem  100 bilhões de células nervosas, que forma de um trilhão a talvez um quatrilhão de conexões chamadas “sinapses”.”  Chopra

Elas, as sinapses estão continuamente se reorganizando com base nas nossas experiências, informações, criações  e nos nossos contextos.  Tudo que compreendemos, vemos, sentimos, tocamos, saboreamos, cheiramos não seria aprendido sem ele,  o senhor cérebro.

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“Nosso cérebro não só interpreta o mundo, mas o cria.”

Daí que precisamos utilizar esse dom que recebemos ao nascer.  Como o que fazemos todos os dias modifica nossas estruturas cerebrais,  que são dinâmicas, esse é um dos  caminhos  fundamentais na construção do futuro de cada indivíduo.

A máxima de que “pau que nasce torto morre torto” pode ser descartada,  pois o cérebro está apto a aprender  novas habilidades, independente de idade,   basta que o acionemos pra essa  prática. Ou seja, basta que queiramos isso.

Diferente de outros órgãos do corpo humano, o cérebro é um que evoluirá a vida toda. Então ele pode, aprender, aprender, aprender…   E uma das teorias  menciona que basta dedicar 10.000 horas  para adquirir qualquer competência especial. Competências, inclusive,  imputadas  unicamente ao “talento” nato.

A vida é então um campo fértil ao desenvolvimento de capacidades.  ..  Pode parecer óbvio isso.  E é.   Mas frequente do que eu gostaria, eu vejo pessoas estagnadas em seus processos de aperfeiçoamento.  Muito aquém do que poderiam conquistar.  Há uma estagnação em muitos aspectos da vida, intelectual, emocional, .. e outros.  Daí que pode ser óbvio, mas não necessariamente, consciente.

E uma das chaves para abrir essa possibilidade chama-se  curiosidade,  ou  interesse.  De acordo com Deepak Chopra,  existem dois conjuntos de características que representam a evolução ou não dessa estrutura.  Uma, o cérebro básico,  como o próprio nome diz,  exercita de forma básica as funções cerebrais  e o super cérebro, que estimula o próprio desenvolvimento.

Veja algumas das características de quem utiliza mais o cérebro básico

  1. Na medida que o tempo passa, a pessoa pára ou diminui muito a velocidade do seu desenvolvimento.
  2. Quando aprende algo, não leva adiante.
  3. Não gosta muito de mudanças  e resiste a elas.
  4. Não vai além daquilo que já é do seu domínio. Limita a expansão.

Agora algumas das características de um cérebro (supercérebro), como ele coloca.

  1. Continua evoluindo durante a vida inteira.
  2. Aprende novas habilidades e leva-as adiante, o mais possível.
  3. Adapta-se mais rapidamente às mudanças.
  4. Gosta de desafios,  se não realiza bem,  retorna e tenta de novo.
  5. Mantem-se bastante ativo,  com períodos curtos de inatividade.\
  6. Gosta de reinventar-se.
  7. Abandona crenças e opiniões.

Fica claro que  que cada um é absolutamente responsável  por estimular a própria curiosidade, o próprio interesse.  Cada um é mestre de si mesmo.  e tem a principal função de tirar o cérebro do adormecimento, da inércia.   Escolhas !!! De novo na nossa pauta.  O que cada um escolhe viver.. (rs).

Existem evidências de que manter atividade social e intelectual retarda a senilidade, o envelhecimento do cérebro. E o contrário também é um fato,  um estudo mostrou que o estresse rotineiro, interfere no cérebro, prejudica a tomada de decisões,  a avaliação de situações e a corrigir erros, rumos.

” use seu cérebro, não permita que ele o use.”

A recomendação colocada é que cada um seja auto-observadores do próprio cérebro, fazendo um papel de  “testemunha silenciosa”, para se perceber e aprender a lidar com ele.

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“A capacidade do cérebro é tão incrível que um feto prestes a nascer forma 250.000 novas células cerebrais por minuto, gerando milhões de novas conexões sinápticas a cada sessenta segundos.”

O potencial cerebral é  então ilimitado.  Há que testá-lo aos  limites.

Como você tem utilizado o seu supercérebro?

Espero que tenha curtido .. até o próximo post.

bjo

Darlene.

 

Fonte:  Deepak Chopra – Livro Super Cérebro

 

Raiva suga sua energia.👊

Observou-se enfurecido por algo, ou por alguém?

Certa vez ouvi a seguinte resposta:  “Lógico,  ou você acha que tenho sangue de barata?” Rolei.. (rss)

Humanos são assim … tem emoções,  tem “repentes”,  temperos de toda ordem e por conta de alguns desses ficam até ensimesmados  (recolhidos em si), amargando.  Por vezes,  corroem-se  por dentro de tanto ficar pensando. Tem os que adoecem. Mas não arredam o pé da emoção.  A mantêm ali firme e forte, como um sanguessuga.

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O fato é que quando você se permite embolar nesse estado emocional / mental está deliberadamente entregando seu poder a  “isso”. 

Sentir raiva consome energia. você fica mais fraco.   Tem energia de sobra?  

A vida taí chamando..  gritando!!   A-cor-da!.

Existem  inúmeras outras questões precisando de sua energia, da sua capacidade de solução.  Há que considerar se  vale a pena colocar  “a raiva” em pauta.  E certamente a pessoa/situação que provocou isso em você não está nem ai.

É hora de pensar em  seguir em frente e concentrar as suas energias onde possa realmente ter realizações construtivas, onde possa transformar, fazer a diferença no seu entorno. 

Quando você se sentir prestes a ter um ataque de raiva,  busque um pensamento que lhe ajude a cortar o mal pela raiz.

Que tal esse:

“…não é viril ficar enfurecido. Pelo contrário, gentileza e civilidade são mais humanas e, portanto, mais masculinas. Um homem de verdade não cede à raiva e ao descontentamento, e essa pessoa tem força, coragem e perseverança – ao contrário da raiva e da queixa. Quanto mais próximo o homem chega a uma mente calma, mais perto ele está da força. ” 

tradução livre do stoic diary

Vida forte que segue,

bjos,


P.S.

 

Texto do blog  “O que significa”

Sangue de Barata 

Praticamente todo mundo já ouviu e até já utilizou essa expressão: “fulano tem sangue de barata”, “acham que eu tenho sangue de barata” e por aí vai.

Mas afinal, o que o dito popular quer dizer? Relaciona-se o ‘sangue de barata’ com a falta de atitude ou que esperem que você não tenha atitude. Alguém que aceita demais, não questiona. Apático. Não se opõe, não arrisca. Alguém medroso e que não responde a qualquer desaforo.sangue-de-barata

A barata, assim como a maioria dos insetos, não tem sangue (eles tem o que é chamado de hemolinfa que não apresenta pigmentos e é transparente). Dizem que o sangue é o condutor da nossa sensibilidade ao coração, e pela falta do ‘tradicional’ sangue na barata, a pessoa com o tal sangue de barata tem essa insensibilidade que a faz agir como descrevemos acima.

Há explicação também falando que quando estamos nervosos ficamos o sangue quente, o sangue sobe e como a barata não tem sangue convencional, teria sangue frio e não se abalaria por nada.

Créditos para –  https://oquesignifica.wordpress.com/2014/02/14/o-que-significa-ter-sangue-de-barata/

 

Não aceite a “mediocridade”… 🏆

Somos o resultado das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, das ações que realizamos.

Ao ler um livro sobre “realizações”  dia desses,  me chamou especial atenção a afirmativa de que a grande maioria das pessoas acomoda-se em ser “medíocre”,  ou  “mediano”.

Embora sintam-se  não totalmente satisfeitas  em vários aspectos da vida, estão abaixo do que gostariam, aceitam isso passivamente, não se movem suficientemente ao contrário para encontrar soluções  e caminhos que as projetem  a níveis superiores.

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A questão que fica martelando é:  por que contentar-se com menos,  tendo em si o potencial de realizar mais?   Considerando a premissa de que todos nascem com as mesmas prerrogativas, então onde ficam guardadas as energias, motivações para a busca de melhores resultados?

  • Será que as pessoas não se percebem merecedoras, dignas, capazes  de terem melhores desempenhos e conquistas?
  • Será que existe uma certa comodidade em terceirizar essa responsabilidade a outros?  (pessoas, instituições)  É mais confortável apontar a outros ao invés de dedicar-se, agir?
  • Será que há uma espera por “milagres”?   Se, por exemplo,  o aluno não estuda,  não passará pelo vestibular.  É uma questão de lógica.
  • Os problemas são os outros. ?!?!? Uma das formas de reconhecermos nossos erros e acertos é pelo olhar dos outros,  pelas convivências, que expõem nossas fragilidades, nossas dificuldades e problemas.  Ora,  então os  “outros é que são o inferno”,  já dizia o pensador francês, Sartre.

Enquanto isso a vida passa ,   e rápido.

“A vida é curta demais” é repetido com frequência suficiente para ser um clichê, mas desta vez é verdade. Você não tem empo para ser infeliz e medíocre. Isso não é apenas sem sentido; é doloroso.” Seth Godin

Aprendi que  uma das grandes dificuldades para a realização das pessoas,  reside no “COMO”.  Elas sabem o que gostariam de alcançar,  o sonho, objetivo. Mas nem sempre possuem a habilidade ou o conhecimento de  “como” fazer.

Faço também uma conexão  com a cultura e a educação.  Observo que o  contexto cultural e o processo educacional pelos quais  uma pessoa passa,  exerce importante influência na capacidade para essas conquistas.

Posto isso,  quero ressaltar o “desenvolvimento pessoal” como  um cenário estratégico para  viabilização dos resultados almejados.  Do “sucesso”,  para alguns.   Adotar uma mentalidade de aprendiz,  o tempo todo,    buscando aprender o que for necessário rumo aos planos e projetos.    Seja na área de relacionamentos,  financeira,  espiritual,  emocional, etc.

“Se você quer que sua vida seja diferente,  precisa estar disposto a fazer algo diferente, em primeiro lugar. ”  Kevin Bracy

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Outro dia  comentei aqui no blog sobre  escrever um rápido diário.  Considero uma das práticas simples e rápidas para uma reflexão contínua acerca das escolhas e ações.  Poder favorecer o caminho de evolução.

Rumo ao primeiro passo?

Conte comigo.  Por meio da metodologia do coaching,  tenho ajudado as pessoas a se capacitarem,  a pensarem sobre como conquistar suas metas e objetivos.

Bjo,
Darlene

Você sabe mesmo o que te realiza?

Experimentando nesses dias um sabor de realização ao presenciar  o lançamento do livro de uma das minhas primeiras coachees  no “lifecoaching”.

Recordo como se fosse hoje, das inúmeras conversas e trocas que fizemos. Sarah teve a oportunidade de mergulhar em si mesmo,  se auto-reconhecer e criar perspectivas, caminhos novos. Alinhados às suas habilidades e principalmente, às suas afinidades.

Eu me realizao enormemente na realização das pessoas com as quais tenho a oportunidade de colaborar de alguma forma.  Daí a alegria de ver o lançamento do seu primeiro livro, um romance.   Ao identificar seu gosto por essa natureza de escritos, desenvolveu seu estilo próprio.  E o mais importante:  “partiu para a ação” efetivamente. Quantas e quantas pessoas ficam só no sonho, no desejo e não concretizam.  Seja por medo,  por insegurança ou por outros motivos.

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Por isso Sarah,  aproveite esse post para manifestar meu reconhecimento aos seus resultados. Parabéns por se organizar, sair da inércia e pelo lançamento do seu livro. Que venham muitas outras belas realizações. Sucesso!!

Bjo,

Darlene

 

P.S.

Conheçam o lançamento da Sarah  Aquino

 

Sinopse

Quem gosta de romance, com um toque de drama e um pouco de hot, vai se apaixonar pela narrativa e torcer por Sophie e Theo.

Sophie é uma jovem que sofreu o que nenhuma criança deveria sofrer no âmbito da própria família. Suportou seus traumas durante a adolescência e tornou-se uma adulta com mágoas profundas. Sophie nunca conseguiu se sentir amada.

O seu grande sonho era trabalhar no Museu de Artes Modernas, em New York. Teve que fugir do seu namorado de três anos, traumatizada com esse relacionamento. Fechada para o amor, o seu foco era o somente o trabalho. De repente, tudo pode mudar. Ela conhece Theo, um médico ortopedista lindo, cobiçado pela estudante da Pós-Graduação da Universidade de Yale.

 Será que ela vai conseguir se livrar dos seus traumas de infância? E conseguirá abrir o seu coração para viver novamente um relacionamento amoroso?

Esta história envolve, problemas famílias, traumas, solidão, mas também o prazer das descobertas, do amor e  da superação.

” Em alguns casos, a criança passa a ver aquele trauma causado como um ato de amor. Talvez ela soubesse que algo não estava certo, mas aquele gesto era uma expressão de amor. Um dia Sophie vai descobrir que não era dessa forma …’’

Gerenciando suas escolhas!🖌

Para os profissionais que estão em busca de uma formação diferenciada,   que gostam de estabelecer metas desafiadoras para si mesmos e construir novos caminhos, compartilho uma palestra realizada pelo Filipe Nunes. Engenheiro agrônomo, graduado pela Universidade Federal de Uberlandia, com parte na França,  MBA e Mestrado em Relações Internacionais nos Estados Unidos.

Captura de Tela 2018-06-04 às 11.41.31Ele, logo no inicio da vida profissional já realizava reflexões sobre o trabalho, suas implicações e oportunidades.  Decidiu investir em seu desenvolvimento pessoal e para isso precisou revisitar seus hábitos diários,  reformular a forma como utilizava seu tempo e estabelecer outras práticas. Literalmente,  fazer ESCOLHAS importantes.

Conquistou, a partir de mudanças essenciais,  dedicar mais do seu tempo físico e mental para sua formação,  tendo sido aprovado em duas Universidades Americanas para cursar o conhecido MBA americano.   Optou por realizar o MBA na Wharton School,   juntamente com um Mestrado em Relações internacionais  no Lauder Institute, ambos na Universidade da Pensilvânia,  na Philadelphia.

Estive pessoalmente na Universidade e pude conhecer de perto a instituição, sua estrutura e organização, o que me impressionou fortemente.  A Universidade da Pensilvania foi a primeira universidade americana, criada no ano de 1740, por Benjamim Franklin.

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Essa palestra do Filipe foi proferida antes dele ir para os cursos que citei acima, onde ele compartilha um pouco de suas reflexões, boa parte ocorrida nesse momento de preparação.

Quer conhecer o Filipe, o que pensou, o que realizou.?

Assista no dia 11.06 – as 20 horas a reprise da palestra “Gerenciando suas escolhas” –

Basta clicar aqui e garantir sua vaga.

 

 

 

 

 

Hora da “PÁ de CAL” . 🗑

Ninguém está ileso a essa situação.  Você planeja, organiza,  constrói expectativas em um projeto,  em realizar algo e,  de repente, por questões “internas” individuais,  ou por força de circunstâncias “externas”,  precisa suspender.  Colocar no oxigênio, como diria Oscar Motomura.   Momento de colocar em ponto de espera, ou simplesmente,  momento de cancelar.  Literalmente,  jogar a pá de cal.  (rs)

Você olha longe, mas seus olhos se perdem porque não estão vendo nada à frente.  A mente toma o controle,  se atordoa, um turbilhão de pensamentos a atravessam como raios.

E agora?

Aprendi com o autor da Logosofia que não se deve colocar a VIDA dentro dos problemas e sim,  os problemas dentro da vida.   Eles são sim, obstáculos, mas que podem e devem ser superados, por meio do aperfeiçoamento.

Gosto dessa frase:

“como oxigênio para o fogo, obstáculos e adversidades se tornam combustível para o seu potencial.”

Algumas dicas:

  1. Não fique remoendo o insucesso,   o fracasso,  ou a necessidade do cancelamento do seu projeto.  Pensamentos negativos, de esmorecimento ou vitimização de  nada resolverão.  Hora de mudar os pensamentos e olhar pra frente. Levante o olhar.

    fonte: https://www.youtube.com/watch?v=D9KiJHXYqTw

  2. Desapegue-se de coisas (anotações,  materiais,  equipes),  de ações que estavam ligadas ao projeto anterior.  Elas só servirão para ficar te acordando memórias e te impedindo de ir à frente.
  3. Identifique novas oportunidades para você. O mundo é cheio delas.  Comece a realizar um exercício de abstração (abertura de visão)  e elenque tudo que lhe venha à cabeça (brainstorming).  Atenção:  nesse momento faça isso sem filtros e julgamentos.  As restrições são mestres em aparecer e nos impedir de criar. Colocamos muitos empecilhos com os modelos mentais que construímos ao longo da vida.
  4. Escolhas – Faça pesquisas e aprofundamentos,  PENSE.  Pesquise, leia,  realize investigações sobre as novas oportunidades que identificou.   Além disso, pense,  reflita sobre os prós e contras de cada uma delas.  Isso lhe ajudará fazer escolhas e  colocar foco.   Em geral as pessoas querem abraçar muitas coisas ao mesmo tempo e isso exige cuidado.  O tempo é limitado e assumir mais do que se pode realizar é pedir  para não ter resultados.

No meu post  “encerrando CICLOS‘,  comento um pouco sobre  concluir etapas relacionadas a profissão.  Se tiver interesse, dá um pulo lá..

É preciso mais que coragem par jogar a pá de cal no que não deu certo e partir para novos caminhos.

Abra espaço no seu tempo, na sua mente para o novo. Hora de adotar uma postura de “renovação”,   de novos horizontes,  de AÇÃO.  Se precisar de ajuda para isso, conte comigo. Os processos de Coaching podem ser muito úteis nessa hora.

Até sempre.

Darlene

P.S.  – a expressão popularmente utilizada “jogar a pá de cal”  refere-se ao costume antigo de  se encerrar um sepultamento com cal.  O pó ajuda na decomposição e  evitar a contaminação do solo, uma vez que absorve o liquido produzido.   Assim,  significa  encerrar, finalizar, concluir.

Estabeleça METAS !! E persiga-as!!!🎯

A gente tem muita “querência”.

“Quero isso, quero aquilo e também aquilo outro.”  São inúmeras as cenouras na nossa pauta de “desejos”,  de “desafios a conquistar”.

Mas não necessariamente dedicamos tempo para estabelecer uma organização mínima desses nossos objetivos e principalmente, para estabelecer metas a serem conquistadas ao longo do tempo.

Muitas pessoas querem emagrecer.  As segundas feiras são sempre dias de declarações enfáticas e novas promessas de condutas nesse sentido – “essa semana será diferente”. Entretanto,  nem bem é terça feira e o esmorecimento prepondera.  Assim, elas continuam querendo,   mas  debilitadas em sua vontade esperam as soluções milagrosas ao invés de estabelecer um plano e medidas realistas para que isso aconteça.

Daí que nada acontece.

Ao pensar sobre a formulação dos seus objetivos e metas, leve em consideração a ferramenta SMART,  desenvolvida para favorecer esse processo.  Ela nada mais é do que um guia para você não deixar de pensar em nenhum desses pontos.   Entenda um pouco mais o que cada uma das letras significa com a figura abaixo.

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Defina bem  o seu objetivo e o que pretende alcançar em termos de metas.  A falta de clareza prejudica a realização,  e pode lhe fazer  desviar-se do caminho. O desafio estimula a conquista, então, seja ESPECÍFICO.

Se for definir um objetivo corporativo, por exemplo,  que visa o desenvolvimento de pessoas, equipes. Não basta definir  “desenvolver os colaboradores”.   Recomenda-se detalhar um pouco mais essa necessidade.  Perguntas cabíveis: desenvolver em quê,  por que,  para atender qual necessidade de capacitação,  para  cumprir com quais  objetivos estratégicos da organização?  Note que essa última parte faz uma conexão com os objetivos estratégicos da empresa. As iniciativas, projetos e objetivos precisam estar alinhados aos caminhos de futuro desenhados para a organização.  Isso para garantir que todos esforços estão sendo canalizados numa mesma direção.

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Se for um objetivo pessoal,  que visa um plano de formação profissional, pense nas finalidades das formações em pauta. Elas são elencadas para atender qual necessidade e visão de futuro na sua vida?

O que você definir carece ser mensurável, quantificável, para que você possa acompanhar sua evolução.  Medir é muito necessário, para que possa gerenciar sua execução.

“O que não é medido, não é gerenciado”. Adaptado de Edward Deming

Atenção aos motivadores, aos porquês dos seus objetivos. Que sejam relevantes, para que você encontre os estímulos que precisa para realizá-los.  Já ouviu a frase que diz “O que não te desafia, não te transforma”?

Escolha dedicar seu tempo, sua vida aos projetos desafiadores,  mas cuide que sejam também exequíveis, alcançáveis.   O inalcansável desmotiva,  desmobiliza.

Por fim,  é preciso ter um horizonte temporal para a implementação, para a realização do propósito, do objetivo.

Algo que li recentemente num livro muito especial sobre liderança é que nós, os homens, somos orientados visualmente.   Em geral queremos “ver pra crer”.  Ja ouviu isso antes?  Então,  isso reafirma a importância de “registrar”,   de   “escrever”  nossas metas  para materializá-las.   Há uma certa verdade nisso, veja:

“Se você não passar suas metas para o papel,  não vai cumpri-las”.

A probabilidade de atingi-las, ao manifestá-las,  descrevê-las,  especificá-las, aumenta.

“Cada ponto de nossa jornada é uma oportunidade para sentir que estamos progredindo rumo a algo que é maior do que nós. “

Concluo aqui reforçando a necessidade de pensarmos mais sobre o que nos move,  o que move nossos liderados,  o que move nossos filhos,  o que nos faz levantar estimulados da cama e partir para a ação. Que sejam estímulos construtivos e duradouros. Que sejam metas de significado pra você

Ah… um lembrete –  não pense só,  escreva (rs).

Até mais,

Darlene

 

Hora de escrever uma história diferente! Acende a luz! 🖌

Por ocasião de uma das certificações internacionais em Coaching tive acesso a uma diversidade de informações interessantes  e úteis,  que ampliaram ainda mais minhas referências sobre os seres humanos,  seus comportamentos e oportunidades.  Esses conhecimentos  me ajudaram a revisitar meus próprios paradigmas. Hora de dar o crédito ao Rhandy,  e aproveitar para ser grata a ele por esse insight.

Quero compartilhar com você uma delas, de forma muito simplificada, obviamente, mas que represento aqui pela imagem de um interruptor.   Isso,  um interruptor,  que se você  pressionar,   obterá mais clareza,  terá luz.

Mais luz pra você, mais luz para seu espaço, mais luz  pra sua vida.

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Os seres humanos  (eu, você e todo mundo)   crescem cercados de rótulos, de conceitos encaixotados. Na grande maioria das vezes, assimilamos isso como nosso.   Esses rótulos ou “embutidos” acabam por incorporar  aos nossos comportamentos,  nossos pensamentos e  às nossas histórias.  Vou te dar alguns exemplos:
“Mané é agressivo”,
“Fátima é ciumenta.”,
“Joãozinho se irrita facilmente.”,  “Pedro não é confiável”.

Mas é exatamente aí que mora a oportunidade.  Essas características representam apenas  rótulos.  Não são as pessoas.

Repetindo, que é pra ligar a luz (rs).  São rótulos, não são as pessoas.

Se não se der conta do potencial disso na vida,  poderá passar a vida toda carregando esses bonecos e fazendo e refazendo suas histórias com eles.  A oportunidade aqui é desencadear a possibilidade de escrever novas histórias.  Só que,  SEM  os embutidos.  Sem eles, os rótulos.  Não parece simples?  Só parece.  O processo para identificar esses  “incorporados”  não é tão óbvio e fácil e exige uma vontade interna importante para auto-observação, para a revisão necessária e para promover a mudança.

Hoje, especialmente estava refletindo sobre um rótulo que incorporei por conta de uma experiência infeliz que vivi.  É como se essa vivência tivesse criado uma ferida e pior,  passou a fazer parte de mim, das minhas histórias.   Me pego observando a “repetência”. Se estivesse na escola, teria repetido o ano.  (bombado). Por isso a importância de criar um ferramenta pra fazer isso mudar.  O papel do coach é muito esse, de ajudar a realizar as mudanças que as pessoas precisam.

TEORICAMENTE  parece simples.  Mas não é.  No papel,  nas palavras.. pode até  ser.

Na prática, na realidade,  são  necessários,  além da identificação dos rótulos,  os esforços concentrados para remoção.  E a teoria nem sempre anda junto com a prática.

O grande de tudo é que “você pode escrever uma história diferente”  e não ficar preso aos modelos passados,  embutidos e inculcados ao longo do caminho percorrido.

Liga o interruptor ….   a história tá só começando…

bjo

Darlene