“Phubbing: o comportamento de não desgrudar do celular está acabando com relacionamentos”

“É como dar uma grande banana a seu (sua) companheiro (a).”

Resultado de imagem para celular no relacionamento

A tecnologia é uma ferramenta sensacional. Tem viabilizado transformações em dimensões inimaginãveis.  Quem me conhece sabe o quanto eu a aprecio (até demais).  Mas como tudo na vida é necessário utilizar adequadamente,  com equilíbrio.  Como diz o ditado “bom senso e canja de galinha não fazem mal a ninguém”.

Incômodo,  “desagrado” é o que sinto quando  presencio  o “desvio de atenção”, o “desprestígio” e até mesmo o “desrespeito”  provocado pelo uso indevido no convívio entre pessoas. Chega a ser, por vezes,  uma atitude deselegante, interrompendo raciocínios,  dedos de prosas,  olhares. Até mesmo filmes.  Eu mesmo já cometi deslizes desses em várias  situações. Tive a feliz  colaboração  de pessoas próximas e queridas. Acatei rapidamente o feedback (filhos).  O que me ajudou a pensar e me reposicionar.

A utilização massiva e desagradável ocorre não somente nos contextos das relações afetivas e familiares.  Tem sido usual e frequente no ambiente de trabalho, durante reuniões e atividades coletivas.   As mensagens instantâneas jorram. Que descuidado esse telefone (rs).!!!!           Que as interações são muito facilitadas pelas aplicações,  não resta dúvida.  Entretanto, vale sim,  a pena,  pensar no seu uso consciente. A busca do equilíbrio.  Um enorme  desafio desses novos tempos.

Por conta desses impactos,   transcrevo aqui,  um texto de um estudo americano,  publicado originalmente em inglês pelo HuffPost US e posteriormente traduzido por eles.

“Uma saída a dois não poderia acabar de maneira mais deprimente: uma das clientes da terapeuta conjugal Christine Wilke estava prestando tanta atenção a seu telefone recentemente que nem sequer percebeu que a noite a dois tinha acabado.

“Ela tinha um problema sério com o telefone e se deu conta disso quando saiu para jantar com o namorado”, comentou a terapeuta conjugal de Easton, Pensilvânia. “A cliente estava tão focada na telinha que, quando finalmente desviou os olhos do celular, o namorado já havia pago a conta e estava saindo do restaurante.”

A mulher estava praticando “phubbing” intensivamente: ignorando seu companheiro e prestando atenção no smartphone. O phubbing, uma palavra criada a partir da soma de “phone” (telefone) e “snubbing” (esnobar), está se tornando cada vez mais comum em nossas interações sociais, especialmente nos relacionamentos românticos.

Em um estudo recente realizado pela Universidade Baylor com 143 pessoas envolvidas em relacionamentos românticos, 70% disseram que os celulares “às vezes”, “com frequência”, “muito frequentemente” ou “o tempo todo” atrapalham suas interações com seu companheiro.

Em uma pesquisa posterior que envolveu 145 adultos, 22,6% disseram que o phubbing já havia provocado conflitos em seus relacionamentos e 36,6% relataram sentir-se deprimidos às vezes porque têm a impressão de que seu parceiro priorizava seu telefone, em vez deles.

Wilkes vê essa dinâmica frustrante se repetir o tempo todo em seu consultório.

Os casais que eu atendo muitas vezes querem ter uma conexão mais profunda um com o outro, mas seus respectivos telefones tomaram conta de suas vidas“, ela comenta.
“As pessoas me dizem muitas vezes que a sensação é de que seu companheiro está tendo um caso com o telefone.”

Resultado de imagem para celular no relacionamento

 

Manter um relacionamento estando atrás de um telefone não é uma boa maneira e levar a vida. A seguir, Wilkes e outros terapeutas conjugais de todo o país compartilham conselhos sobre como coibir sua mania de phubbing.

1. Pare de achar que você precisa documentar no Snapchat ou Instagram tudo que vocês fazem quando saem juntos.

“Uma das coisas que ainda me espantam (e, como terapeuta, me entristecem) é quando um casal está jantando, por exemplo, em um lugar público, mas uma das pessoas esta ocupada postando fotos, em vez de dar atenção real à outra. As redes sociais trazem muitos benefícios positivos, mas também podem levar as pessoas a buscar a gratificação imediata, em vez de viverem a satisfação do momento. Se você é alguém que publica posts para chamar a atenção de outros, em vez de realmente curtir a pessoa com quem está, é hora de se disciplinar um pouco. Desista dessa obsessão por acumular curtidas. É claro que isso não significa que você não deva postar uma selfie simpática de vocês dois. Mas aguarde para postar até a noite a dois ter terminado, ou, no mínimo, espere para postar na hora em que seu companheiro tiver ido ao banheiro.” – Carin Goldstein, terapeuta conjugal e familiar em Sherman Oaks, Califórnia.

2. Desligue seu telefone por pelo menos 30 minutos por dia.

“Uma das ‘lições de casa’ que passo aos casais é criarem um período diário de 30 minutos sem eletrônicos. É a hora em que eles podem ter um contato significativo cara a cara, sem ingerências de fora. Com muita frequência esses 30 minutos acabam virando um período de tempo muito mais longo, porque acabam representando um momento de intimidade que os dois valorizam muito.” – Christine Wilke

3. Eleve seu tempo sem tecnologia para outro patamar: tire um fim de semana inteiro sem celular.

“Trabalhei com um casal que foi passar um fim de semana em Palm Springs e definiu algumas regras de antemão relativa a eletrônicos: os celulares tinham que ficar desligados e dentro da mala ao longo do fim de semana inteiro. Cada pessoa era autorizada a ligar o celular por apenas cinco minutos por dia, o tempo de verificar se não havia alguma crise os aguardando quando voltassem. No final do fim de semana, eles disseram que adoraram a chance de prestar mais atenção às coisas pequenas: a piscina refrescante, as gargalhadas durante o jantar e a intimidade real entre os dois.” – Spencer Scott, psicólogo de Santa Monica, Califórnia.

4. Se seu companheiro se sentir “phobado”, reconheça o fato e pare de “phobar”.

“Combinem de cada um informar ao outro quando sente que está sendo ‘phobado’ ou quando ele próprio está tendo uma recaída e praticando phubbing. Como todos nós podemos cair na tentação de mergulhar fundo no telefone, podemos não ter consciência disso quando recaímos no mau hábito. Combinar que você vai dar ouvidos a seu parceiro quando ele se sentir ‘phobado’ e então se dispor a deixar o telefone de lado já constitui um passo sadio para conservar a relação.” – Kristin Zeising, psicóloga de San Diego, Califórnia.

5. Não encare seu celular como seu inimigo absoluto.

“Pode parecer contraintuitivo, mas se você anseia por tempo e atenção de seu companheiro, procure não enxergar o telefone como sendo a raiz do problema, mas como uma ferramenta para a solução. Torpedos bem articulados enviados ao longo do dia, ou mesmo Snapchats (que levam dois minutos para ser feitos e enviados) podem ser ótimos para lembrar a seu parceiro que cada um está pensando no outro ao longo do dia. Podem fazer você se sentir menos isolado e insatisfeito.” Spencer Scott

6. Saiba que num primeiro momento você se sentirá estranho ao guardar seu telefone.

“Ficar grudado ao celular é um hábito que vicia e que não será fácil de cortar. Entender o porquê disso pode levar tempo, mas você vai dar conta! Em um primeiro momento você sentirá algo descrito como uma dissonância cognitiva. Interromper o uso do celular não lhe parecerá correto nem normal. Levará quase um mês para o novo hábito lhe parecer normal – ou seja, dar a seus entes queridos, amigos e familiares sua atenção em pessoa, e não por meio de um telefone. Mas acredite em mim, terá valido a pena.” Barbara Melton, terapeuta em Charleston, Carolina do Sul.”

 

Publicado por

https://www.huffpostbrasil.com/2017/11/13/phubbing-o-comportamento-de-nao-desgrudar-do-celular-esta-acabando-com-relacionamentos_a_23275752/

Fonte extraída em 15.10.2018

 

 

Gerenciando suas escolhas!🖌

Para os profissionais que estão em busca de uma formação diferenciada,   que gostam de estabelecer metas desafiadoras para si mesmos e construir novos caminhos, compartilho uma palestra realizada pelo Filipe Nunes. Engenheiro agrônomo, graduado pela Universidade Federal de Uberlandia, com parte na França,  MBA e Mestrado em Relações Internacionais nos Estados Unidos.

Captura de Tela 2018-06-04 às 11.41.31Ele, logo no inicio da vida profissional já realizava reflexões sobre o trabalho, suas implicações e oportunidades.  Decidiu investir em seu desenvolvimento pessoal e para isso precisou revisitar seus hábitos diários,  reformular a forma como utilizava seu tempo e estabelecer outras práticas. Literalmente,  fazer ESCOLHAS importantes.

Conquistou, a partir de mudanças essenciais,  dedicar mais do seu tempo físico e mental para sua formação,  tendo sido aprovado em duas Universidades Americanas para cursar o conhecido MBA americano.   Optou por realizar o MBA na Wharton School,   juntamente com um Mestrado em Relações internacionais  no Lauder Institute, ambos na Universidade da Pensilvânia,  na Philadelphia.

Estive pessoalmente na Universidade e pude conhecer de perto a instituição, sua estrutura e organização, o que me impressionou fortemente.  A Universidade da Pensilvania foi a primeira universidade americana, criada no ano de 1740, por Benjamim Franklin.

Captura de Tela 2018-06-07 às 00.15.00

Essa palestra do Filipe foi proferida antes dele ir para os cursos que citei acima, onde ele compartilha um pouco de suas reflexões, boa parte ocorrida nesse momento de preparação.

Quer conhecer o Filipe, o que pensou, o que realizou.?

Assista no dia 11.06 – as 20 horas a reprise da palestra “Gerenciando suas escolhas” –

Basta clicar aqui e garantir sua vaga.

 

 

 

 

 

Foco nos seus TALENTOS e sonhos! Conheça o caso da Larissa Schiavinato! 🥙

Tenho trabalhado FORTEMENTE  no desenvolvimento humano,  em vários de seus aspectos.   Mas tem um que eu gosto demais:  o poder que as pessoas tem para realizar seus sonhos,  trabalhar nos seus objetivos e conquistar resultados incríveis!!  Quando estruturei o 4TOUCH – um treinamento online,   voltado ao autodesenvolvimento, à realização humano e com foco,  principal para  as pessoas que não podem, de repente, contratar um processo de  Coaching, um programa de desenvolvimento  individual. Porém, querem MUUUITO sair do lugar comum, construir novas experiências e perspectivas.

Tenho conversado com várias pessoas que fizeram mudanças significativas em suas trajetórias,  buscando conectarem-se  cada vez mais seus talentos,    seus valores, seus interesses naturais.  Hoje quero compartilhar com você um desses casos.

É o caso da Larissa Schiavinato.

Captura de Tela 2017-10-16 às 14.04.54.pngNós nos  conectamos e nos conhecemos há alguns anos durante uma de nossas atividades profissionais numa grande empresa de tecnologia.

Desde aquela época passei a conhecer seus talentos na culinária e tive o prazer de  “experimentar” vários de seus sabores…   “divinos sabores”.

Larissa era profissional da área de marketing e fazia essas delícias como hobbie, pelo seu prazer natural de cozinhar.  https://www.facebook.com/larissa.schiavinato  ou instagram.com/lagourmetudi .

Só que atualmente,  após realizar uma escolha importante –  uma virada profissional –   decidiu dedicar-se especialmente a esse  seu  “gosto”,  a esse seu hobbie como profissão.  Como é bom ver pessoas correndo atrás de seus sonhos,  correndo atrás de realizá-los !!!  F A N T Á S T I C O!!   Sem MEDO de serem felizes!!

Vou conversar ao vivo com a Larissa nessa próxima quinta feira as 18:00 horas!.    Venha conhecer um pouco mais sobre essa jornada e as bases dessa decisão,  dessa escolha.  Vamos aprender um pouco com ela?

Convido você para estar conosco.   Inscreva-se aqui …..  QUERO ASSISTIR!!

Te encontro lá!!

bjos

Darlene

 

👍🏻 Curta
✍🏻 Comente
👉🏻 Compartilhe👈

✅ Siga-me também nas redes sociais:
📺: http://youtube.com/darlenedutra
🖼: http://facebook.com/darlenedutra00
🖼: http://instragram.com/darlenedutra00
💼: http://linkedin.com/company/darlenedutra


✅ Saiba mais em:
http://www.darlenedutra.com/home