Liderança TRANSFORMADORA!

Eu e minha querida parceira Andreia Nalesso realizamos um projeto que “adoro”,  o SOS Liderança.    Tenho um apreço especial por esse tema e há muitos anos sigo pesquisando, praticando e escrevendo sobre ele.  Aqui mesmo no blog,  tenho vários artigos nesse sentido.  E olha,  sempre descubro que há muito mais a ser aprendido, principalmente quando observo a realidade atual.

Especialmente no Programa SOS Liderança tivemos  palestrantes incríveis, que são grandes  referências em  suas áreas de atuação.    Hoje quero citar um deles:  Paulo Braune,  que nos ensinou de forma brilhante sobre a LIDERANÇA TRANSFORMADORA

De acordo com ele,   a liderança transformadora é um dos pilares que compõe  o tripé da Liderança INTEGRAL  (autêntica, inspiradora e transformadora).   É notória a relevância do tema, haja vista a carência de líderes não somente no Brasil, como também, no mundo.  Estamos assistindo aberrações  nos contextos políticos, econômicos  e sociais  no que tange aos “ditos líderes”.

Uma das características principais dos líderes transformadores compartilhada pelo Paulo é a postura e visão crítica sobre a realidade,  persistindo mediante  injustiças;  e convictos de suas crenças, princípios e valores.    Não abrindo mão deles, independente dos interesses em jogo.

Tem muito mais…  acompanhe conosco por aqui.  Veja uma “palhinha” e se inspire com a mensagem do Paulo.

 

Em breve teremos novas noticias sobre o SOS Liderança..
Me siga por aqui e tenha acesso rápido a esses conteúdos e notícias.

 

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Você escolhe o que quer ser!! Ou não?

As escolhas  (tradeoffs),  em qualquer época da vida, não são triviais e ou necessariamente fáceis.  Pense em quantas e relevantes escolhas você realizou  ao longo do seu caminho: escolher o seu curso superior,  escolher sua profissão,  sua escola/universidade,  seu trabalho,  seu chefe,  escolher a empresa para a qual trabalhar,  escolher seus amigos,   seu namorado (a),  seu marido (esposa)..  e por aí vai.

Abrir mão de algo,  fazer concessões,  optar por algumas perdas.  Compõem o processo  natural de tomada de decisões. Pressupõem  ganhos e perdas.   Se você quer ter uma trajetória profissional,  qualquer que seja a área,  precisa escolher dedicar-se, concentrar esforços,  aprofundar-se em estudos e práticas,   em detrimento de outras atividades. Isso,  óbvio,  se se pretende alcançar seus objetivos.

Já dizia um antigo conhecido meu,   “there is no free lunch“…  ou seja,  não existe almoço grátis,  tudo tem seu preço.  Prefiro até dizer que tudo tem seu valor.   Implicitamente,  as escolhas são realizadas a partir do que representam,  do que valem  para cada uma das pessoas.  Algo de muito valor para mim  não necessariamente tem o mesmo valor para você e vice-versa.

Cada ser humano carrega em si,  uma individualidade própria,  uma história construída pelas suas próprias decisões.   Saber o que não fazer, é também tão importante, quanto saber o que fazer.  Por vezes, representa uma grande parte das nossas conquistas,  já que nosso tempo é exíguo.   Como Gonzales Pecotche diz:  “tempo é vida” e por isso não podemos desperdiçá-lo    De nada adianta  “lotar” a vida de atividades,  de “prazeres”,  e não conseguir dar foco, realizar e conquistar suas metas pessoais, por insuficiência de atenção dirigida!!

E você?  Como está escolhendo o que quer ser?  Ou está deixando o mundo escolher por você?

Dentre os meus vários vídeos de um minuto (disponíveis no youtube.com/darlenedutra),   destaquei um pra você, que fala de escolhas.   Me dê seu feedback -darlene@pothum.com.br.

 

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Processos de desenvolvimento assistidos… (coaching)

Você já experimentou algum desenvolvimento de forma “assistida”,  com ajuda personalizada  só para você?

Compartilho aqui  com você algumas informações sobre esses tipos de processos de capacitação individual.   Embora o termo “coaching” esteja sendo utilizado para muitas e distintas finalidades,   em um de seus  “desenhos originais”,  enquanto processo estruturado de desenvolvimento,   é uma das formas mais interessantes para trabalhar a ampliação  de competências.

Para os leitores que não estão muito habituados ao termo,   “Coach”  é um termo inglês que passou a ser usado inicialmente na Universidade de Oxford,   fazendo referência aos orientadores ou tutores particulares  que tinham como responsabilidade,   preparar os estudantes para os exames da universidade.

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Se você se deparar com a palavra “coaching”    trata-se do processo de desenvolvimento em si.   Se ouvir “coach” refere-se ao treinador, ao condutor do processo e  “coachee” à pessoa,  que está sendo orientada,  com vistas à uma evolução com objetivos definidos,   à aquisição de competências que a favoreça na obtenção de resultados.

Os líderes, especialmente no mundo corporativo,  têm se preparado formalmente para tornarem-se líderes coaches,   o que de acordo com Rhandy Di Stefano – referência no assunto – representa um estilo de liderança mais humanizada,  quando comparamos com estilos antigos.  Considera  também esse caminho mais eficiente para criar equipes e organizações de alta performance. Para que isso aconteça é necessário que seja uma estratégia da companhia e que haja formalmente essa “instituição”.

Outro caminho muito utilizado pelas organizações dentro desse mesmo contexto  é a contratação de consultores ou empresas  “externas’  especializadas em processos de “coaching”  para  realizar essa jornada de desenvolvimento e capacitação com profissionais em cargos de chefia, liderança.

Ainda,  é importante mencionar que para garantir certa padronização e uma metodologia que favorece a prestação de serviços com qualidade e eficiência, surgiram os órgãos certificadores,  muitos internacionais, inclusive.

A ICI® – International Association Of Coaching Institutes é uma escola pioneira nos seus cursos de coaching e aprovados pela International  Coach Federation (ICF).

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Existem também outras instituições com esse mesmo propósito e que podem ser pesquisadas e consultadas na própria internet. O que penso ser relevante mencionar é que,  os coaches, ao obterem as certificações internacionais passam a ser melhor reconhecidos pelo mercado, pois as empresas,  os contratantes em geral, sabem que  as certificações tem requisitos, regras e normas que visam garantir a qualidade dos serviços prestados por esses profissionais.

Se você estiver pensando em utilizar-se desses tipos de desenvolvimentos personalizados,  verifique a formação do profissional,  a experiência profissional que ele teve e a instituição em que foi certificado.  Vale a pena!

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Informações adicionais:

Para quem gosta de conhecer a origem da palavra…

Da Wikipedia – “A palavra coaching na língua inglesa (Coach) foi utilizada pela primeira vez na cidade localizada no condado de Komárom-Esztergom na Hungria, para designar as coches de quatro rodas. Essas coches começaram a ser produzidas no século XVI e tornaram-se as mais cobiçadas da época por seu conforto – elas foram as primeiras a ser produzidas com suspensão feita de molas de aço. Assim, as coches de Kocs eram chamadas de kocsiszeker. Os nativos dessa cidade também são chamados de kocsi. E é esse vocábulo que os ingleses entendiam como “coach”.[1]

Com o passar do tempo, surgiu uma metáfora. Do mesmo modo que a carruagem leva as pessoas aos diversos campos geográficos, o coach era a forma como se chamava o tutor que conduzia outras pessoas pelos diversos campos do conhecimento. Conta-se também que as famílias muito ricas, quando em longas viagens pela Europa, levavam servos no interior da carruagem, que liam em voz alta para as crianças o que elas tinham de aprender. Esse servo passou a ser chamado de coach também.

No século XVIII os nobres universitários da Inglaterra iam para suas aulas, em suas carruagens, conduzidos por cocheiros – Coachs. Por volta de 1830, o termo Coach passa a ser utilizado na Universidade de Oxford como gíria de “tutor particular”, aquele que “carrega”, “conduz” e “prepara” os estudantes para seus exames. Sendo assim, o termo coaching refere-se ao processo em si, o Coach àquele que conduz, e o Coachee à pessoa conduzida na direção do objetivo que deseja alcançar.

Porém, na atualidade novas linhas e abordagem estão surgindo, contrapondo esta ideia do coach como o profissional que leva o cliente do ponto A ao ponto B.”

Reputação, você tem?

Essa palavra tem sido muito mais utilizada  após a expansão valiosa da internet e das redes sociais.    O acesso e a democratização das informações e dados,  promovido pelo belíssimo desenvolvimento tecnológico,  tem criado novas reflexões nesse sentido.   As pessoas ficam muito  “mais expostas”,   e se apresentam a partir do que publicam,  seja por meio de fotos,  seja por meio de seus escritos e posicionamentos.  Essa exposição, modela de certa forma, o  “perfil da pessoa”,   reconhecido a partir dos seus leitores, visualizadores. Às respostas a esses “desenhos”  chamamos de reputação.  É a percepção, ou mesmo, o sentimento que os demais seres têm em  relação ao que observam.   Então, o que você diz, escreve, e mesmo,  faz,  diz muito sobre você.

Os outros reputam algo à você,  pelas características que eles lhe observam. Compostas por variáveis  que intrinsecamente (e na visão deles) estão qualificando você.

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Envolve desde suas preferências, opiniões, condutas,  …. entre outros.

Obviamente que tudo depende do “olhar” do observador e do que ele tem de conceitos e conhecimentos diante da vida.

“As pessoas vêm a partir do que têm dentro de si mesmas.”

A soma de muitos desses  “olhares”, percepções e observações constroem um perfil,  um desenho,  que promove ou não uma vinculação de confiança.   As pessoas de boa reputação possuem a confiança dos demais.

Grande parte das pessoas recorrem  às redes para tudo que querem saber,  pesquisar, e ou estudar atualmente.  Essa imensidão de dados  disponíveis têm subsidiado uma série de contextos pessoais e profissionais.

No contexto profissional, por exemplo:  muitas organizações incluíram no seu processo de recrutamento e seleção,  uma etapa de visitação aos sites sociais dos candidatos.

Então…

Você já parou pra pensar sobre “qual imagem você tem passado às pessoas?” ,  ou  “como está sua reputação?”

Uma nova especialidade tem ajudado as pessoas  a  realizarem uma melhor gestão de sua imagem.  Trata-se do “Personal Branding” ou “Gestão de marca e reputação”.   Uma disciplina que cresceu também junto com esse aumento das “exposições”.

No 4TOUCH,  um programa de autodesenvolvimento que idealizei,  trago a tona essa reflexão,  num dos seus primeiros módulos.  Para que os alunos possam estar atentos a essa questão e aos seus posicionamentos.  Para ampliar a visão conto ainda com a preciosa parceria da especialista no assunto,  a Juliana Saldanha, que nos ajuda sempre a entender melhor sobre isso e trabalhar a nossa reputação.

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crédito das imagens utilizadas aqui – > https://www.federateddigitalsolutions.com/reputation-tool/

Quando a experiência fala alto…

Os apreciadores de esportes e os amantes do tênis tiveram a  oportunidade de assistir emocionantes partidas no US OPEN dos EUA,  em Nova York, esses dias.   Uma partida em especial me fez pensar sobre o valor da experiência em qualquer campo da vida.

Del Potro, argentino,  (foto), um jogador experiente,  cheio de febre por conta de uma gripe forte dos últimos dias,  conseguiu mesmo após um início difícil,  virar o jogo, de uma forma sensacional, contra  Thiem, jovem tenista austríaco,  e seguir para as etapas finais desse  Grand Slam norteamericano.

Por mais que estivesse debilitado por conta da saúde,   o jogador demonstrou que sua experiência,  sua trajetória nessa modalidade foram cruciais.

Muito estuda-se e analisa-se acerca das diferenças entre as gerações,  a necessária convivência entre níveis de maturidade e experiências distintas, do surgimento de conflitos e do jeito de pensar peculiares.   Só o desdobramento desse parágrafo daria um livro (rs), mas não é esse meu propósito.

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Esse jogo em especial  me fez pensar sobre como a experiência,   a maturidade,  o caminho percorrido fazem a diferença em alguns momentos,  trazendo à tona a necessária confiança, segurança para a ação com alta performance.   Alguém que passou repetidas vezes pelo mesmo caminho e teve resultados significativos, acumulou um repertório importante que pode ser “sacado”  em situações críticas e tensas onde os nossos limites são colocados à prova.   Se o componente “inteligência emocional” estiver presente então,  melhor ainda.

Desenvolver competências pressupõe entrar em ação.  Repetir, repetir, repetir práticas… Aprender com elas, lapidar, corrigir,  e principalmente, persistir, continuar.  É inócuo abarcar só e brilhantemente a teoria.  Seria como aprender tudo no manual de “como dirigir um carro”  e não tê-lo guiado.   A experiência prática,  a vivência,  os erros e acertos constituem  o acervo e esse, por sua vez, favorece grandemente a ação.

“A batalha que você tem que ganhar hoje
é a força que você precisa para vencer a guerra amanhã.”
Lanzelotte

O programa 4TOUCH ajuda as pessoas a percorrerem de forma autônoma e independente, de acordo com sua disponibilidade,   uma jornada de autodesenvolvimento,  com vistas a ampliar seu poder de ação.  Principalmente para as pessoas que não podem, por questões financeiras ou de disponibilidade de tempo, percorrer um processo de “coaching” individualizado.  Indico fortemente esse treinamento online.  Acesse aqui e conheça mais ou entre em contato comigo.

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Há vida lá fora!

 

Acredite!  Grande parte das  horas diárias das pessoas são gastas em comportamentos absolutamente automáticos. Dentro do táxi, do metrô, do ônibus, do carro, … Podem passar por paisagens lindas, porém,  sem de fato vê-las,  apreciá-las,  desfrutá-las.knight-122838_640

Ao final de um período (dia, mês, ano) constatam  o sentimento de insatisfação por não terem feito o que gostariam. Permeia  a sensação de que poderiam ter feito mais ou de forma diferente.   Com tantos desenvolvimentos tecnológicos, inovações,  modernos padrões de vida as pessoas ainda estão abarrotadas de atividades, sem tempo para muitas outras que gostariam de realizar. Não parece contraditório?

Estamos correndo atrás do que mesmo?  

Se a resposta for “da felicidade”,   será esse o caminho?   Dedicamos uma enormidade de tempo na busca, do que  “achamos”  que nos fará mais felizes e ainda assim nos sentimos insatisfeitos,  infelizes até.  Se esse não é o seu caso,  tiro o meu chapéu pra você e o cumprimento efusivamente.

Ao assistir  cenas,  imagens  de pessoas  se acotovelando,   “loucos pra comprar”  num desses dias de black friday,  a famosa data de promoções fantásticas,  “pasmei”.  O que move tamanho desejo pelas compras, pelo consumo desenfreado?  Por que tantas pessoas querem ter mais e mais,  a qualquer custo?  Compulsivas por conquistar sempre mais e melhor, movimentadas pelos modelos e “padrões” divulgados incessantemente pelo marketing.  Estão tentando comprar a felicidade?

O que mais tem movido as pessoas? 

Gosto muito do projeto Walk & Talk – Histórias que Inspiram  realizado pela Luah e o Danilo,  projeto onde visitaram 28 países em 5 continentes ouvindo as pessoas sobre o que as motivavam viver.   Trata-se de um conteúdo que nos convida a pensar sobre essa questão:  o que nos move e  motiva?  O que te faz levantar da cama e agir ?

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fonte: Walk & Talk – Histórias que Inspiram

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Existem muitas pessoas que são teoricamente “bem sucedidas”, que têm tudo que gostariam (coisas), viagens, carros, casa confortável, status social, um trabalho que as remunera de forma diferenciada.  E por que,  ainda assim, não se sentem plenas, satisfeitas  ou felizes.

Olham pra dentro de si mesmas e  não conseguem encontrar as respostas para esse sentimento de “falta”  que mora ali.   Comprar coisas,  ter coisas,  não resolve isso. Viver para receber o salário e gastá-lo simplesmente não é o suficiente.

O que estou trazendo aqui pode soar  meio utópico, meio romântico.  Falar de sentimentos,  de realidades internas desatendidas não é usual à maioria.   E pode parecer fraqueza (para muitos).   Mas não é. Assisto movimentos significativos ao redor do mundo que retratam exatamente essa busca por uma vida de maior significância e menos “coisas”.   Veja:

a) Simplicidade voluntária,  de acordo com a wikipedia, e que transcrevo aqui, a  “Vida simples ou simplicidade voluntária é um estilo de vida no qual os indivíduos shoes-2465908_640conscientemente escolhem minimizar a preocupação com o “quanto mais melhor”, em termos de riqueza e consumo. Seus adeptos escolhem uma vida simples por diferentes razões que podem estar ligadas a espiritualidade, saúde, qualidade de vida e do tempo passado com a família e amigos, redução do stress, preservação do meio ambiente, justiça social ou anticonsumismo, enquanto outros escolhem viver mais simplesmente por preferência pessoal ou por razões econômicas – embora a vida simples seja essencialmente uma escolha e nada tenha a ver com “pobreza forçada”. A pobreza é involuntária e debilitante, a simplicidade é voluntária e mobilizadora, adverte Duane Elgin, autor do livro Simplicidade Voluntária. Significa fazer um esforço consciente para descobrir o que realmente é importante e abrir mão do que é supérfluo, descobrindo assim que uma vida mais frugal exteriormente pode ser muito mais rica e abundante interiormente. “

b) Downshifting – termo frequentemente utilizado para descrever um movimento quenote-415143_640 promove a redução da velocidade (diminuir a marcha),  redução da intensidade no nível de atividades e  que promove uma mudança no estilo de vida,  de maior para menor consumo. Um fenômeno que envolve renúncias voluntárias de cargos de chefia e de trabalho em prol do auto-desenvolvimento  ou de uma auto-realização baseada em outros fatores, culturais,  familiares,  de relações.   É desencadeado, por vezes,  nos momentos de alto stress no trabalho,  seja pelas péssimas condições oferecidas pelos empregadores, seja por trabalhar em algo que desgosta, por obrigação ou por despender muito mais tempo ao trabalho do que gostaria (problemas de trânsito, deslocamentos, etc.).

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c) Minimalismo,   é uma  palavra muito utilizada atualmente por pessoas que decidiram reduzir seu consumismo e voltando sua atenção para outros aspectos da vida. Aqueles que o dinheiro não pode comprar. Significa uma revisão geral no estilo de vida, no emprego inteligente do tempo  (tempo é luxo)  e na aplicação otimizada de recursos (financeiros ou não). Pode ser bem representado pela frase:  “o menos é mais”.

As pessoas que estão, de certa forma,  se familiarizando com esses movimentos privilegiam  mais a “qualidade” dos seus momentos de vida,  desfrutando com intensidade de suas relações,  aportando um valor mais real  e justo à outras variáveis,  que não só o trabalho.  Escolhem viver fora do “modelo automático”  do  “ganha-gasta”.

As dezenas de histórias que tenho tido contato no mundo moderno,  os seres que percorreram caminhos como esses – hoje mais conhecidos por conta do acesso fácil à informação – ajudam os demais a ampliar a visão acerca de escolhas e fazem pensar sobre caminhos alternativos e bem possíveis.    Arrisco dizer que acabam contribuindo para acordar medos guardados em gavetas e levar as pessoas  a assumirem mais as próprias inquietações internas a favor de mudanças.

Defendo a busca peloequilíbrio  entre as várias dimensões da vida.  No 4TOUCH, por meio de um processo “autocoaching” digital,  estimulo as pessoas a pensarem em seus vários cenários:  pessoal, família, trabalho, sociedade, etc.  O melhor dos mundos é ter um  trabalho que se desfrute e se curta muito,   que permita ser  uma pessoa produtiva sob condições razoáveis,  preservando a qualidade de vida,   permitindo uma conciliação com diversos  outros interesses.

Citado pelo Walk & Talk, e dito pelos gregos:

“as pessoas que encontram seus talentos e fazem aquilo que amam são mais entusiasmadas e motivadas que as demais. “

Manter-se sempre em atividades é fundamental,  sejam elas quais forem.  E se essas forem remuneradas, melhor ainda.  Já dizia Confúcio:  “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.”   Afinal, precisamos sobreviver – alimentação, vestuário,  saúde,  mobilidade, etc –   suprir nossas necessidades físicas minimamente.  (lembrei de Maslow rs).

Recordo de uma frase minha,  que  utilizava por ocasião das  férias,  durante minha estada do mundo corporativo, e que fui entender mais profundamente muito, muito tempo depois.

“Há vida lá fora.”

Ela denotava um certo desequilíbrio que eu vivia entre as várias dimensões da vida. Nessas ocasiões  representava pra mim a possibilidade, mesmo que temporária,   de  “ter o domínio,  a liberdade de gerenciar  o meu tempo”.

Ser capaz de sentir a vida com a calma necessária, capturando as delicadezas, as sutilezas dos momentos, saboreando as experiências é algo encantador.

Reconheço a complexidade e as dificuldades  para mudança nos padrões de comportamentos,  para quebra de modelos e sistemas transmitidos por gerações.  Isso requer um conhecimento apurado de si mesmo (autoconhecimento) e uma boa dose de coragem.  Sempre que divulgo essas reflexões,   várias pessoas curtem, comentam  e colaboram com elas.   Confirmam assim esse existe um  desejo latente em viver diferente,  transformar,  mudar o “status quo”.   Feliz por isso! Afinal,  há vida lá fora. (rs)

Se você tem o vírus do incômodo positivo,  da inquietação por uma vida mais plena, pense nisso.  Se gostou desse tema – desse “dedo de prosa”,  como dizem os mineiros do interior –  me escreva contando sua história.    Vou adorar conhecer.  darlene@pothum.com.br

 

Indicações:

Filme  Alike (youtube)

Projeto Walk & Talk – Histórias que Inspiram

 

 

 

liderança primal – a experiência da sensibilidade e eficácia

Liderança é um dos temas mais tratados e discutidos nas organizações e sempre oferece muitas perspectivas de estudo e exploração. As questões que envolvem esse assunto não apresentam soluções definitivas, haja vista sua grande variável, o ser humano e sua inerente complexidade.

Confesso que me acerco desse assunto com muita freqüência, seja para buscar melhorias na minha atuação profissional e pessoal, seja para acalentar meus anseios de conhecimento e reflexão sobre a vida. Recentemente tenho tido contato com um livro muito interessante que discorre sobre características e estilos dos líderes, e que me atraiu a atenção pela abordagem diferenciada e com a qual me identifiquei muito: “a experiência de liderar com sensibilidade e eficácia”. Os autores trazem o conceito de liderança primal e discorrem sobre ele com muita propriedade e clareza, demonstrando seus efeitos diretos na vida das pessoas e organizações.

Ao estudarem, observarem os lideres, seus comportamentos, suas atitudes identificaram esse estilo de liderança como a que imprime em seus liderados um sentimento positivo. Líderes primais são aqueles que conseguem despertar nas pessoas o que elas tem de melhor. Mais ainda, sua missão básica é de cunho emocional, muitas vezes ignorada e invisível; contudo, importante e presente. A liderança baseada na inteligência emocional promove resultados de ressonância e por conseqüência um desempenho melhor dos liderados. A capacidade de inspirar, de gerar energia positiva, de provocar paixão e entusiasmo é um dos pontos de análise dessa liderança.

Questões que são trazidas na bibliografia e que vale a pena ressalta-las: “O que é necessário para ser capaz de liderar emocionalmente? O que habilita o líder a inspirar outros a darem o melhor de si? Como propiciar um ambiente de trabalho positivo, livre para as pessoas criarem, se relacionarem com o demais e produzirem na sua melhor forma? “ É possível desenvolver líderes primais, ressonantes?

Tenho compreendido que nos momentos de crise, nas situações adversas é que os líderes são mais exigidos e tem a possibilidade de demonstrar sua capacidade de fazer a diferença. Ser positivo e influenciar as pessoas em situações confortáveis é aparentemente mais simples, contudo, fazê-lo na adversidade é uma verdade arte. Lidar com as emoções das pessoas, não significa lidar somente com as positivas; significa compreender e cuidar também de toda a gama de emoções a que estas estão submetidas nas diversas circunstâncias. Atitudes e orientações dadas pelos líderes nesses momentos representam impacto e têm grande repercussão nas pessoas. Até os piores resultados, sejam eles de que natureza forem, devem ser administrados e as emoções do grupo canalizadas corretamente. Uma das questões colocadas é “de que recursos emocionais os líderes necessitam para prosperar em meio ao caos e à mudança turbulenta? O que confere ao líder a força interior para ser honesto mesmo em relação à verdades incômodas? O que habilita o líder a inspirar outros a darem o máximo de si e permanecerem fiéis diante da tentação de outros empregos? Como os líderes criam um clima emocional que propicie inovações criativas, desempenhos espetaculares ou relacionamentos calorosos e duradouros com os clientes?”

A maneira genuína de ser do líder, a naturalidade, de como interpreta e vê as coisas, de como gerencia o significado delas, de como diz e faz, tem um peso na condução dos trabalhos e do grupo. “Ao longo da história e em culturas em todo o mundo, o líder de qualquer agrupamento humano sempre foi aquele a quem os demais recorrem em busca de conforto e clareza diante de determinada incerteza ou perigo, ou quando há algum trabalho a fazer.. É quem funciona como líder emocional do grupo.”

Os autores mencionam também que o riso e a cordialidade são disseminadoscom mais facilidade e a irritabilidade e depressão quase não se disseminam. O resultado é uma cadeia de sentimentos positivos.Tenho observado a importância do humor inteligente nas interações profissionais e o quanto ele é importante para criar uma levezaesuavizar os temperamentos melhorando o ambiente de trabalho.

O estilo de um líder é demonstrado não só pelo que ele faz, mas principalmente, “como” faz. De forma sintética cito vários estilos de liderança: os visionários, os conselheiros, os agregadores, os democráticos, os agressivos, os despóticos. Cada um desses estilos reúne características e exercem determinado impacto sobre o ambiente, criando ressonância positiva de acordo com sua forma de ser no grupo. Por exemplo: o estilo visionário cria ressonância, conduzindo as pessoas rumo a sonhos compartilhados, o democrático cria ressonância a partir da contribuição de todos pela participação. Cada estilo, de posse de suas características, promove resultados em diferentes situações. Qualquer que seja o estilo, poderá ser fortalecido com as competências da inteligência emocional. De acordo com os autores desse estudo, a liderança, embora não seja um processo fácil e simples, pode ser aprendida, se houver esforço e dedicação.

Os lideres denominados ressonantes – que inspiram as pessoas positivamente – em geral, são em primeira instância, líderes de si mesmos, “tem um nível alto de autoconsciência, compreensão empática, autocontrole e harmonia de relacionamentos”. Conduzem sua vida com significados, exercitam a humildade, são abertos a aprender e mudar. Suas atuações, normalmente, não estão restritas ao ambiente profissional, são observadas também em suas outras esferas de relações. Os benefícios que promovem refletem não somente nas organizações que trabalham, mas na sua família, na comunidade, na sociedade em que estão inseridos.

Recordo de líderes como o prefeito de Nova York, Rudoph Giulliani, que teve na sua trajetória de resultados importantes, princípios como: integridade, otimismo, coragem, preparo, comunicação e responsabilidade. Demonstrou em várias ocasiões ser um homem de valores fortes e não abriu mão deles em função dos críticos e ou da imprensa. Para ele, os líderes, lideram pelas idéias que devem refletir seus princípios. Ele demonstrava confiança nas pessoas que lhes devolviam também da mesma forma.

Estou atualmente num programa – composto de muitos projetos, iniciativas e de vários líderes.Líderes, pra mim, não são aqueles que estão em posição de gerência, coordenação, chefia ou supervisão, mas são todos aqueles que, de alguma forma,seja pelo conhecimento,seja pela atitude, seja pelo exemplo, seja pela forma de ser, lideram pessoas, idéias eatividades. São lideranças distribuídas, que de uma forma, ou de outra,influenciam e se relacionam com as pessoas na busca de objetivos comuns, de relações duradouras e profícuas. A complementaridade existente no grupo amplia essa experiência e confirma a importância da colaboração como forma de criação de valor.

Esse programa, de cunho e envergadura diferenciados, proporciona uma riqueza de análise e observações, expõe lideranças e participações humanas estimulantes. Não obstante aos que estão diretamente ligados ao programa, ainda conta com as relações e interações com as mais diversas áreas e públicos da organização. Sejam áreas de comando e decisão, áreas de operação, áreas de mercado ou áreas de staff. Todo esse contexto, com a complexidade de gestão e decisões que envolvem, movimenta as inteligências, as mentes e as emoções das pessoas.

Coleciono várias passagens e casos dessa oportunidade, onde posso constatar o exercício da liderança, com seus estilos próprios, com suas idéias e ações. Me estimula observar odesenvolvimento pessoal e intelectual das pessoas e o progresso por meio de resultados. Um ecossistema venturoso e riquíssimo em experiências de muito valor.

Nesse programa nós, a organização, tivemos e temos pela frente imensos desafios e, de toda ordem: de gestão, de tecnologia, de engajamento, de transformações, de inovação, de relações com parceiros, de decisões, de riscos; todos eles, certamente sustentados pela grande base e maior desafio de todos – o humano.

Nesse conglomerado de variáveis, deixo como estímulo a reflexão: Como desenvolver cada vez mais líderes, que primem pelo desenvolvimento humano ao seu redor, levando-se em conta o mental e emocional das pessoas, o seu potencial humano, possibilitando que cada um desperte e dê o melhor de si?

Saudações,

Darlene

Vale a pena a leitura do livro base principal desse texto:
O poder da inteligência emocional – Goleman-Boyatzis-Mckee – Editora Campus

“Há algo que fica imantado à existência visível ou invisível de um ser:
são os feitos, os pensamentos, as idéias e as palavras que caracterizaram sua vida.”

Raumsol

 

E você? Qual o legado está deixando?

Hoje eu trouxe como panorama de análise,   o filme considerado um “drama-biográfico”  –   Nise, o coração da loucura.  Um parênteses: eu “adoro” filmes e a sua utilização na didática em geral.   A história é contada no contexto do Hospital Psiquiátrico  do Engenho de Dentro  subúrbio do Rio de Janeiro,  e a atuação brilhante da Psiquiatra Nise da Silveira.

Como dizem por aí,   “botei reparo” em  vários pontos de reflexão e que podem ser tranquilamente transpostos a outros contextos e objetos de nossa análise e aprendizado.

Algumas lições importantes:

a) o inconformismo positivo: aquele incômodo necessário a todos nós,  que nos move rumo ao progresso, à  evolução,  que nos  faz saber que pode-se  mais,  que nos faz saber que é possível ser diferente.   Um inconformismo que leva à ação.

b) a riqueza da discordância: a mentalidade de  que não é necessário concordar com o “status quo”,  com os sistemas vigentes e que existe sempre outras alternativas para os problemas.  Sim, requer valentia,  coragem e disposição para contrapor colegas de trabalho, ter persistência,  autoconfiança  e transformar. Quebrar padrões vigentes,  mudar a transmissão de comportamentos de épocas,  é sim, possível.

c) o respeito ao humano:  independente das condições físicas, mentais, econômicas e sociais,  buscar o respeito ao ser humano, acima de tudo.  Em todas as situações, privilegiar a opção por medidas, métodos  e tratamentos humanizados e  acima de tudo, respeitosos.

d) o machismo:  demonstrou claramente como as restrições nas relações de trabalho entre os gêneros eram mais escancaradas (época em que as mulheres eram para casar, somente).  A realização de um trabalho sob esse prisma  pressupõe a necessidade de um esforço dobrado e sem contar com a inexistência de parcerias e apoios.  A desigualdade nesse quesito era ainda mais gritante, pra não dizer,  gigante.

e) estilo de liderança:   uma mulher,  que preserva suas características femininas e se mostra naturalmente  forte em atitudes, com posicionamentos firmes  e ao mesmo tempo docente e afetuosa na convivência.   Conseguiu,  mantendo  seu estilo próprio,   liderar mudanças significativas,  sem ser autoritária,  sem impor sua posição.  Me fez recordar uma frase da  Margareth Thatcher,  “Ser líder é como ser uma dama:  se você precisa provar que é,  então você não é. “

E você,  qual legado está deixando?

 “Há dez mil modos de ocupar-se da vida e de pertencer a sua época… Repetindo, há dez mil modos de pertencer à vida e de lutar por ela.” (Nise da Silveira)

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Fonte: da Wikipedia

 

No 4TOUCH – a jornada da realização,  ajudamos as pessoas a avaliarem seus propósitos. Clique no link e saiba mais detalhes desse programa e seus módulos.

Até sempre
Darlene

Professor de alta performance

Características Principais do Professor de Alta Performance 

Ser professor num país que não valoriza esse tipo de profissional é um desafio e tanto – mas existem pessoas que realmente se sobressaem quando o assunto é dedicação à sua profissão.

Ser um profissional da educação é mais do que planos de aula e correção de provas – esse é apenas o básico que se espera e que se amontoam dentro das instituições de ensino do nosso país e é o modelo que você, que já atua na área ou pensa em atuar lidou enquanto estudava na sua escola.

Esqueça o velho método dos professores arcaicos e seja um professor de alta performance – torne suas aulas atrativas e eficazes no processo de aprendizagem e seja referência na sua área de atuação.

Quer saber como? Papel e caneta na mão para que você possa conhecer as características de um professor de alta performance e dicas que farão você se tornar um profissional bem-sucedido.

O Perfil de um Professor de Alta Performance

Emery_A__29.jpg Um professor de alta performance é aquele que está antenado com o seu tempo e sabe transformar o que acontece no dia a dia em matéria para estimular os seus alunos – é o professor pesquisador, que consegue enxergar contextos para incrementar a sua aula e torna-la produtiva e dinâmica.

Além disso, é sempre motivado e sabe do valor que a sua profissão tem – inclusive investindo em conhecimento para valorizar-se cada vez mais no mercado, transformando o seu tempo em algo precioso e digno de ser assistido.

Este profissional é aquele que não para no tempo e está sempre atento tanto ao que a sua área está oferecendo como também se utiliza largamente de novas tecnologias para facilitar o seu dia a dia. 

Como Posso me Tornar um Professor de Alta Performance?

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 Como você deve imaginar ser um profissional da educação é uma função que demanda tanta responsabilidade quanto parece, o que nos leva refletir sobre o quanto um professor deve estar atualizado com o seu tempo e com novas técnicas para transformar a mente e, quem sabe o futuro dos seus alunos.

Entre as opções disponíveis para que você venha a se tornar um professor de alta performance estão:

Investir em uma pós-graduação: a pós geralmente leva estudantes a almejarem voos mais altos – como por exemplo, ensinar em faculdades, cursando mestrado, doutorado ou mesmo cursando uma especialização.

Mas você já pensou em implementar os conhecimentos adquiridos em sua especialização ou em seu mestrado nas salas de aula?

As escolas valorizam muito o currículo de um professor com uma especialidade a mais e valorizam mais ainda se este professor é qualificado o suficiente para aplicar esses conhecimentos na sala de aula e não somente como algo feito para enfeitar o currículo.

Por isso procure na instituição que você estudou se existe algum programa de pós-graduação ou mesmo em outras faculdades ou universidades da sua cidade, como metodologia de ensino, por exemplo.

Esteja sempre atualizado:

Não só com as novidades da sua área de ensino, mas também com notícias e novidades que você possa utilizar para sair um pouco do material didático fornecido pela escola.

Apesar de ser de fundamental importância na hora de fazer um plano de aulas, o livro didático corre o risco de se transformar em uma âncora que vai lhe impedir de progredir e de transformar sua aula em algo mais rico em conteúdo.

Além disso, não abra mão da utilização de materiais diferenciados para transformar a sua aula em algo mais dinâmico e de fácil acesso – ilustrações, infográficos, vídeos e notícias relacionadas à matéria de estudo.

Siga essas dicas e procure transformar as suas aulas em um momento único de aprendizagem que são as características essenciais de um professor bem-sucedido!

E aí, curtiu essas dicas? Deixe nos comentários abaixo. Não esqueça de compartilhar em suas redes sociais e marcar os seus amigos! Até a próxima!

 

Se você se interessa por ampliar suas competências por meio do seu autodesenvolvimento, conte comigo.  Tenho um programa, o 4TOUCH, que pode te ajudar a acelerar seus objetivos e resultados.

Pode me enviar uma mensagem por aqui ou se cadastrar na nossa REDE para receber nossas informações regulares.

Seja um Professor de Muitos Resultados e Conquiste Novos Projetos

Sabemos que atualmente o momento não é dos mais favoráveis para nenhum profissional, mas, quando se trata da área da docência, parece que há sempre um agravante histórico que acaba por deixar o professor num limbo que o divide geralmente em três momentos: formação, docência e aposentadoria.

Mas, com os avanços constantes em todas as carreiras, até mesmo uma profissão tão tradicional como a da docência necessita de um upgrade de vez em quando para que assim você possa gerar resultados e conquistar novos projetos.

Ser um professor bem-sucedido envolve muitos pontos, os quais vão além de ser competente naquilo em que atua, mas, estar sempre à disposição de novos cursos e especializações vão tornar você em um profissional cada vez mais motivado e criativo dentro da sua área.

Por isso este artigo está aqui para mostrar para você, que é ou quer ser um professor, como conquistar novos projetos e ser um profissional bem-sucedido em sua área de atuação, levando consigo cada vez mais conhecimento para a sala de aula.

Divida o seu Tempo Adequadamente

Muitos professores trabalham em mais de uma instituição em horários e turnos diferentes – na intenção de elevar um pouco mais os ganhos do final do mês ( porque como sabemos tem muito trabalho a ser feito e a remuneração, bem, já dizia o mestre Chico Anysio em sua Escolinha “e o salário, oh”).

E pouca coisa mudou desde então.

Mas um professor que se desdobra entre escolas, turmas e turnos diferentes precisa encontrar um tempo para investir em qualidade de vida e, principalmente em atualização.

O bom profissional precisa sempre estar por dentro das últimas notícias tanto do mundo quanto de sua própria área de atuação – o profissional que acaba dedicando a maior parte do seu tempo apenas ao trabalho acaba por estagnar em relação ao mercado.

O resultado é que o seu trabalho, por mais que você goste, acaba por se tornar um automatismo enfadonho. 

Investimento em Pós-Graduações

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Em geral, os estudantes das instituições depois que terminam as suas licenciaturas acabam em dois caminhos: o primeiro o da atuação nas escolas particulares ou nos concursos públicos que acabam por ser o destino da maior parte de algumas turmas.

Poucos são os estudantes que decidem se aventurar em uma especialização ou em outras formas de pós-graduação e mesmo assim continuar atuando em escolas.

A maioria visa projetos de pesquisa ou mesmo lecionar em faculdades.

Se você é professor de escolas é sempre bom investir em alguma forma de pós-graduação, ou cursos correlatos – dessa maneira, além de se manter atualizado intelectualmente você se tornará um profissional mais motivado a incrementar novas práticas de ensino. 

Oportunidades

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Instituições públicas e privadas são fontes de oportunidades das mais diversas para quem está querendo ser um professor bem-sucedido.

Esteja atento a agências de fomento como o Capes, o CNPQ, ou mesmo o próprio Ministério da Educação e o Programa de Bolsas do Santander.

Estas instituições oferecem incentivos e oportunidades para professores aprimorarem as suas habilidades, realizarem um curso no exterior, cursar uma especialização há muito tempo adiada e, ainda, oferecem financiamento para pesquisas científicas.

Basta ficar de olho em editais e outras chamadas que podem ser as responsáveis por alavancar a sua carreira e dar aquele já comentado upgrade na sua carreira de professor.

Lembrando que é sempre importante que você esteja por dentro das novidades da sua área de atuação: seja através de sites de notícias ou através de portais que são voltados a este fim.

E não esqueça de ter um tempo livre para poder se dedicar a si mesmo.

 

E aí, curtiu esse artigo? Já está pensando no que investir para se tornar um profissional qualificado? Deixe nos comentários e compartilhe em suas redes sociais! Até a próxima!