O que lhe compete?

“Mantenha sua atenção inteiramente concentrada no que de fato lhe compete e tenha sempre em mente que aquilo que pertence aoos outros é problema deles, e não seu.

Se agir assim, estará imune a coações e ninguém o poderá reprimir. Será verdadeiramente livre e eficiente em suas ações, pois seus esforços serão canalizados para boas atividades, e não desperdiçados em críticas ou confrontos com outras pessoas.

Tendo conhecimento e dando atenção ao que de fato lhe compete, não será obrigado a realizar qualquer coisa contra sua vontade. Os outros não poderão feri-lo, você não fará inimigos nem será prejudicado.

Se o seu objetivo é viver de acordo com esses princípios, lembre-se de que não será fácil: você deverá abrir mão de algumas coisas e adiar outras. É possível que até mesmo precise privar-se de riquezas e poder se quiser atingir a felicidade e a liberdade. “

Título “Ocupe-se apenas do que você pode controlar”, de Epicteto ( do livro A arte de viver, interpretação de Sharon Lebell)

Primeiro diga a si mesmo o que você deveria ser; depois faça o que tem que fazer.

A vida é curta ou longa ?

“Não temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos  uma grande parte dela.  A vida, se bem empregada, é suficientemente longa e nos foi dada com muita generosidade para a realização de importantes tarefas. Ao contrário, se desperdiçada no luxo e na indiferença, se nenhuma obra é concretizada, por fimi, se não se respeita nenhum valor, não realizamos aquilo que deveríamos realizar, sentimos que ela realmente se esvai.  Desse modo,   não temos uma vida breve,  mas fazemos com que seja assim.  Não somos privados, mas pródigos de vida.  Como grandes riquezas, quando chegam às mãos de um mau administrador,  em um curto espaço de tempo, se dissipam, mas se modestas e confiadas a um bom guardião,  aumentam com o tempo, assim a existência se prolonga por um largo período para o que sabe dela usufruir.”

Sêneca

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Esse pequeno texto nos ajuda a pensar sobre a vida… a vida que a gente leva. Algumas questões para orientar nossas reflexões nesse sentido:

  1. Como percebo minha vida?  Curta ou longa?
  2. A que tenho dedicado meu tempo nobre? 
  3. Atuo em realizações relevantes, importantes? Causas? Projetos?
  4. Meu curto prazo tem espaço para ações do longo prazo?
  5. Sou bom administrador da minha vida, do meu tempo?
  6. Quais os valores tenho respeitado e que me orientam nas escolhas?
  7. O que posso fazer adicionalmente para melhorar a minha ocupação?
  8. O que posso deixar de fazer e que não fará a menor diferença?
  9. Quanto do meu tempo estou dedicando à ambições desmedidas?
  10. Quanto do meu tempo dedico a me incomodar com os outros ao invés de cuidar do que sou e do que quero ser? 
  11. Quanto tempo dedicao a cuidar de patrimónios e propriedades e não cuido do meu patrimônio interno,  de questões significativas?
  12. Quanto do meu tempo fico me incomodando com os outros e não comigo mesmo?  Falando dos outros,  observando os outros,  criticando os outros…
  13. Por que, pontualmente me permito ser tomado por ondas de sofrimento,  de dor, por questões que não deveriam tomar minha mente e coração?
  14. Quão úteis são as conversas que tenho?
  15. Tenho tido tempo para pensar, para planejar,  para agir nos meus planos e atividades?
  16. O que mais  tem me ocupado?
  17. Fica contando os dias para sair de férias?
  18. Minha convivência com meus amigos, familiares, pessoas queridas?  Está em dia?

“Não te envergonhas de destinar para ti somente resquícios da vida e reservar para a meditação apenas a idade que já não é produtiva? Não é tarde demais para começar a viver?”

A vida, se souberes viver, é longa.”

Bora,  “viver”.

A vida que vale a pena!

“Conexões cerebrais entre generosidade, ansiedade e bem estar.”

“O poder da generosidade em aumentar o bem-estar humano, não apenas por gerar sentimentos positivos, é apoiado por uma boa quantidade de ciência, mas o “porquê” isso acontece ainda é difícil definir.

Agora, um novo estudo identificou mais especificamente como diferentes tipos de generosidade afetam o cérebro. Como se constata, um tipo parece ter um efeito especialmente potente, com evidências,  sugerindo que é um elixir anti-ansiedade, além de proporcionar boas sensações.

Os pesquisadores testaram dois tipos de generosidade, que eles chamaram de “direcionados” e “não direcionados”. A generosidade não direcionada é o que a maioria de nós faz quando doamos a instituições de caridade ou agimos generosamente com aqueles que fazem parte de um grupo impessoal. A generosidade direcionada se concentra naqueles que sabemos precisar de ajuda, quer os conheçamos pessoalmente ou não – em outras palavras, é generosidade em relação a determinados rostos fora da multidão.

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Para testar os efeitos de ambos os tipos de generosidade, a equipe de pesquisa realizou dois experimentos. No primeiro, eles disseram a 45 participantes que seu desempenho em uma tarefa específica resultaria em ganhar bilhetes de rifa para um prêmio de $ 200.  Cada vez que eles completaram a tarefa, eles foram informados de que estavam “jogando” para ganhar o dinheiro por três causas diferentes:  para alguém que eles pessoalmente sabem que precisa, para uma instituição de caridade ou para si mesmos.

Após cada sessão do jogo,  os cérebros dos participantes foram digitalizados via fMRI, enquanto eles faziam outra tarefa projetada para avaliar sua resposta emocional. A imagem cerebral apresentou alguns resultados esperados e um que foi significativamente inesperado.

O resultado esperado, também visto em estudos anteriores, foi que tanto a generosidade direcionada quanto a não direcionada aumentaram a atividade em duas áreas do cérebro ligadas ao altruísmo, área septal e estriado ventral,  que também estão ligadas aos pais que cuidam de seus filhotes em humanos e outros mamíferos.  O corpo estriado ventral é mais conhecido como uma parte fundamental do “sistema de recompensa” do cérebro, fundamental para toda realização, aprendizado e amor (junto com o lado sombrio da busca por recompensas: compulsões e vícios).

O resultado inesperado foi que a generosidade direcionada também diminuía a atividade na amígdala – o epicentro do cérebro de emoção sentida, inserido profundamente no sistema límbico, que dá início à reação de luta ou fuga. Aumento da atividade da amígdala é uma característica dos transtornos de ansiedade de todas as variedades, desde ansiedade generalizada até fobias e TEPT.

Um segundo experimento de pouco mais de 380 pessoas assumiu um ângulo diferente sobre a mesma questão. Desta vez, os participantes auto-relataram sobre seus generosos hábitos de doação e, em seguida, completaram a mesma tarefa emocional enquanto seus cérebros eram escaneados. Novamente, ambos os tipos de generosidade foram associados com a atividade cerebral ligada ao altruismo, e novamente os participantes que disseram que sua generosidade foi direcionada mostraram diminuição da atividade da amígdala, enquanto aqueles cuja generosidade não foi direcionada ao alvo não mostraram este efeito.

Em conjunto, os resultados desses experimentos sugerem que a generosidade direcionada tem tanto efeitos de aumentar o altruísmo quanto de diminuir a ansiedade. Recebemos algo extra de generosidade quando sabemos mais especificamente como alguém será ajudado.

“Dar apoio direcionado a um indivíduo identificável em necessidade está associado exclusivamente à redução da atividade da amígdala, contribuindo assim para uma compreensão de como e quando dar suporte pode levar à saúde”, disseram os pesquisadores na conclusão do estudo.

Esses resultados se sobrepõem bem aos do estudo de 2017, mostrando que atos generosos desencadeiam atividade em áreas do cérebro ligadas à tomada de decisão e à busca de recompensas. Mesmo quando agir generosamente envolve uma decisão difícil de fazer um sacrifício, mesmo um sacrifício significativo, ainda resulta em maiores sentimentos de felicidade, de acordo com o estudo, e as correlações neurais parecem apoiar isso.

Como em todos os estudos de imagens cerebrais como esses, precisamos ter cuidado ao tirar conclusões causais. É impossível dizer com certeza que mais ou menos atividade em várias áreas do cérebro tem resultados específicos – ainda estamos correlacionando uma coisa a outra, não mostrando causa e efeito. Mas, a cada novo estudo mostrando resultados semelhantes, as correlações ficam um pouco mais fortes.

Por enquanto, uma conclusão segura é simplesmente que, juntamente com todas as razões óbvias para agir generosamente, parece provável que nossos cérebros também sejam afetados de maneiras consistentes com uma melhor saúde mental, o que é mais uma boa razão para continuar fazendo o bem.

O último estudo foi publicado na revista Psychosomatic Medicine.

A recém-revisada e atualizada edição de 2018 do What Makes Your Brain Happy e por que você deve fazer o oposto está agora disponível.”

Este texto foi escrito e postado originaldo por David DiSalvo, em  23 de novembro de 2018 – no site http://www.daviddisalvo.org

Se quiser conhecer um pouco mais sobre ele  acesse sua BIO – em http://www.daviddisalvo.org/daviddisalvo/

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“Lei fundamental da liderança: seja humano primeiro, cientista segundo”

Ela sabe que eu curtiria esse texto.  Uma pessoa querida que me mandou esse link.  Gostei mesmo.  Trata-se de algo, aparentemente simples, mas pouco observado ou cuidado.  O cuidado com o tecido humano nas equipes.   Compartilho o texto,  com tradução automática.

“Eu fui humano primeiro e depois aprendi a ser cientista. Se eu esquecer a parte humana, então isso é um problema. Foi o que ouvi quando entrevistei 52 cientistas reconhecidos como exemplares por seus pares,  por suas realizações e condutas científicas.

Temas relacionados surgem em meu trabalho com cientistas que foram encaminhados para um programa de remediação formal após falhas na integridade da pesquisa.

Eu sou uma psicóloga organizacional, especializada no ambiente de trabalho científico. O que me interessa são as decisões e comportamentos que resultam em pesquisas inovadoras, rigorosas e éticas.

Os últimos meses chamaram a atenção para ambientes de trabalho insalubres, especialmente o bullying na academia. Também devemos nos concentrar em um problema comum e disseminado: mentores que têm excelentes intenções, mas conhecimento limitado de como criar um ambiente de trabalho saudável.

Muitos cientistas com quem trabalho sentem que não têm habilidades de gerenciamento e liderança. Eles querem ajuda com tarefas concretas, como coordenar projetos ou facilitar reuniões.

Mas o que surge de forma mais enfática é que a realização de pesquisas exige que estabeleçam e mantenham relacionamentos positivos no laboratório. Muitos pesquisadores em nosso programa de remediação tiveram interações tensas com os responsáveis ​​pela conformidade e enfrentaram dificuldades em suas funções de supervisores.

Por outro lado, os exemplos enfatizam enfaticamente como eles fomentam uma boa dinâmica de equipe por estarem envolvidos, acessíveis e conscientes da atmosfera do local de trabalho.

Como alguém me disse: “A regra número um no laboratório é a harmonia. Em primeiro lugar, temos que nos dar bem, temos que nos respeitar, temos que confiar um no outro, e esse é o princípio de funcionamento de todo o resto ”.

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No entanto, dada a escolha entre trabalhar em um artigo científico ou abordar uma conversa difícil, muitos pesquisadores escolhem o primeiro – a tarefa que se sente mais diretamente ligada aos objetivos da pesquisa.

Os investigadores principais podem precisar trabalhar conscientemente contra a sensação de que “nada está sendo feito” durante as interações pessoais. Porque, seja orientando um trainee em dificuldades ou celebrando uma conquista duramente conquistada, investir em relacionamentos fortes e respeitosos é um investimento em ciência eficaz.

Então o que fazer? Todos os investigadores principais devem adicionar a construção de relacionamentos às suas listas de tarefas.

Tarefa 1:  coloque reuniões individuais recorrentes com os membros do seu grupo no seu calendário.
Configure um caderno ou planilha e anote tudo o que você deve mencionar durante essas reuniões. Defina um alerta por dez minutos antes do compromisso para decidir como abordar a reunião. O membro da equipe precisa de encorajamento? Orientação de carreira? Feedback sobre o seu projeto e direção para os próximos passos? Eles estão atrasados ​​ou sem confiança? Tente uma cutucada respeitosa, mas firme. Você expressou gratidão pela contribuição deles? Como um exemplo observou: “Eu valorizo ​​o que eles fazem e eu digo a eles”. Pergunte a si mesmo se é hora de uma conversa difícil. Se assim for, segure a urtiga. Isso faz parte do trabalho de um líder.
Às vezes, os investigadores principais preocupam-se com o fato de prejudicarem os relacionamentos fazendo discussões desafiadoras. No longo prazo, o oposto é verdadeiro. Use seus dez minutos para listar algumas observações. Declare o comportamento específico de preocupação; descreva como isso afetou você, a equipe ou o projeto. Em seguida, pergunte à pessoa por sua perspectiva. Se houver discórdia no laboratório, fale com as pessoas envolvidas, declare sua expectativa de respeito mútuo, peça-lhes que discutam e identifiquem uma solução.

Tarefa 2: convidar pessoas para compartilhar reclamações e destaques.
Vários cientistas exemplares exigem explicitamente que seus formandos relacionem uma preocupação ou lutem em algum momento em reuniões individuais. Eles querem ajudar as pessoas a se sentirem confortáveis ​​o suficiente para trazer problemas e erros à luz e, assim, resolver os problemas mais cedo, enquanto eles são administráveis. Vários exemplos observaram que os pesquisadores precisam de saídas para discutir frustrações e ansiedades. Eles sabem que é difícil aparecer e fazer o seu melhor quando atormentado pela preocupação. E eles querem saber o que está funcionando bem no laboratório, para aproveitar esses sucessos.

Tarefa 3: ande pelo “chão de fábrica”.
Mesmo quando os membros da equipe são bem-vindos para visitar seu escritório, a visibilidade oferece suporte a acessibilidade, brainstorming improvisado e resolução imediata de problemas.

Tarefa 4: modelar o comportamento desejado nas reuniões da equipe.
O modo como você se comunica será transferido para a interação ponto a ponto em seu grupo. Faça perguntas, espere participação e peça às pessoas que compartilhem seus pensamentos. Descubra onde estão os obstáculos. Incentivar a cooperação e o apoio mútuo. Explicitamente, declare que você valoriza um espírito colaborativo em seu grupo.

Tarefa 5: programe algumas ocasiões sociais para as pessoas passarem tempo juntas de uma forma mais relaxada.
Tais atividades podem parecer muito distantes da ciência, mas podem aliviar as tensões no laboratório. Comece pequeno. Certifique-se de acomodar as necessidades dos pais e responsáveis, pessoas com considerações culturais ou religiosas e aqueles que têm orçamentos apertados.

Tarefa 6: advogar fora do laboratório.
Fale sobre essas práticas em seu departamento, compartilhe aquelas que trabalham e aprenda com pessoas conhecidas por serem grandes líderes de equipe. Novos pesquisadores principais geralmente adotam as práticas de seus próprios mentores sem refletir, e muitas vezes seus modelos não eram ideais. Algumas tarefas de construção de relacionamento parecerão estranhas a princípio; tudo bem. Mostrar que você se importa é mais importante do que mostrar que você é perfeito.”

 

Texto de Alison Antes,  

Publicado originalmente no site – http://www.nature.com em 27.11.2018 –
(extraído em 02.12.2018)

 

 

 

 



H2Humanos é que sois.

A diferença substancial entre gestor e líder  aparece já no prefácio do livro  sobre liderança  do Simon Sinek.

“Quem é você?  Por que você está aqui?  Qual é o seu propósito? Estas são as primeiras questões para as quais queremos respostas,.  antes de iniciar um relacionamento com pessoas desconhecidas.” George Flynn

Depois vem os valores,  os princípios e quais as questões mais importantes na vida delas. Como elas se posicionam e se projetam no mundo.

Ainda:

“Não conheço nenhum estudo de caso na história que descreva uma organização cujos gestores a tiraram de alguma crise.  Em todos os casos, isso coube a seus líderes.”

Consinto com Flynn (autoria do prefácio)  quando menciona que os programas de desenvolvimento, em geral,  tem o foco no desenvolvimento de habilidades e técnicas em gestão. Trabalham com obtenção de conhecimentos para produção de resultados a curto prazo.  Pra ontem.  Agora,  aprender a ser líder?    Isso são outros quinhentos.   

Essas diferenças é que fazem organizações terem mais resultados que outras.

A proposta dessa obra excepcional é direcionar conteúdos  para a liderança,  colocada numa perspectiva ampliada.  Visa favorecer e ou mesmo criar uma nova geração de lideres.  Aqueles que transformam seu entorno.  Transformam o mundo em que vivem.    O autor busca explicar profundamente os elementos de conduta que caracterizam esses líderes e os levam longe.

“o verdadeiro preço da liderança é a disposição de colocar as necessidades dos outraos acima das suas. “

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Me questiono sobre minhas posições. Sempre. São muitas batalhas entre o “pensamento crítico”  e a “visão positiva”. Penso: será isso mais uma ilusão?  Uma utopia?  Mas eu,  humanista de carteirinha,   de forma realista – sem óculos  cor-de-rosa – acredito no poder da inspiração,  no poder do exemplo,  na força da ética e do bem.  Aqui em referência, acredito  no lado humano do líder.

“Quando os líderes inspiram seus liderados,  as pessoas sonham com um futuro  melhor,  investem tempo e esforço para aprender mais, fazem mais por suas organizações e,  durante o processo tornam-se líderes também.  Um líder que cuida de seu pessoal e manteém seu foco no bem-estar da organização nunca fracassará. “

Independente da problemática, das situações diversas que contornam esse tema,   o nosso mundo é o mundo dos seres humanos…

Bj, Darlene

Texto inspirado no prefácio do livro “Líderes se servem por último”,   de Simon Sinek.

 

“Quem é você?”, por Ana Holanda

“Pode parecer até bobo, mas uma das razões pelas quais nos colocamos a quilômetros de distância do outro é porque,  muitas vezes, confundimos “quem somos” com “quem estamos”.  Tente se fazer essa pergunta agora:  Quem é você? Posso afirmar com bastante certeza  que a resposta será aquilo que você faz, o cargo que ocupa neste momento, a empresa para a qual trabalha, o seu status social etc.  A primeira vez que me fiz essa pergunta eu mesma respondi:  “Sou jornalista, editora de revista.” E então me dei conta de que eu não sou,  eu apenas estou isso.

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Acreditamos tão fortemente nisso que, numa reunião social quando nos perguntam: “O que você faz?”,  imediatamente respondemos nossa profissão ou aquilo com que trabalhamos. São nossas credenciais para o mundoo.  Então um dia surge uma baita crise econômica,  você é demitido,  e deixa de ser aquilo em que acreditava tanto.  Isso pode acontecer na vida de qualquer um a partir da perda de emprego, do fim de um relacionamento,  da morte de alguém querido, uma guerra, um tsunami,  uma enchente. É incrível: em um espaço tão curto de tempo tudo o que a gente acreditava ser vai embora.

Gosto muito da médica geriatra Ana Claudia Quintana Arantes. Eu a conheci na The School of Life de São Paulo, um espaço para cursos sobre questões ligadas à vida e que tem entre seus fundadores o fisósofo Alain de Botton.   Ana ministra na escola uma aula linda demais, chamada Como lidar com a morte.   Ela é especialista em cuidades paliativos e lida, todos os dias,  com gente que está muito próxima da morte.  Ela traz alívio para a dor física – e ouso dizer que emocional também – de quem está vivenciando seus últimos dias por aqui.  Ela tem, aliás,  uma fala potente no TEDx FMUSP e que vale muito a pena dar uma espiada (“A morte é um dia que vale a pena viver^,  disponível no youtube).

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No final de 2016 ela lançou um livro de mesmo nome, no qual demonstra, no texto de abertura, a maneira como costuma se apresentar às pessoas – e o incômodo que isso causa.  Ao ser perguntada, em um evento social, o que fazia, ela deciciu responder a verdade: cuidava de pessoas que morrem.  Isso foi seguido por um silêncio profundo.  “Falar de morte em festa é algo impensável. O clima fica tenso, e mesmo a distância percebo olhares e pensamentos.  Posso escutar  a respiração das pessoas que me cercam.  Algumas desviam o olhar para o chão, buscando o buraco onde gostariam de se esconder.  Outros continuam me olhando com aquela expressão: ~OI?´,  esperando que eu rapidamente possa consertar a frase e explicar que não me expressei bem.  Já fazia algum tempo que eu tinha vontade de fazer isso, mas me faltava coragem para enfrentar o abominável silêncio que, eu já imaginava,  precederia qualquer comentário.  Ainda assim,  não me arrependi.  Internamente,  eu me consolava e perguntava: ´Algum dia as pessoas escolherão falar da vida por esse caminho.  Será que vai ser hoje?.”

Ana Claudia Quintana Arantes é uma das médicas mais humanas e sensíveis que conheço. Ela se aproxima, toca, olha nos olhos,  conversa, se interessa pelo outro, se emociona sem medo de deixar as lágrimas escororerem, e isso faz uma grande diferença na vida de muita gente.  Ela afeta as pessoas porque percebe o humano que existe em cada um. Se reconhece e se entrega.  E o texto não é muito diferente disso. Quando nos reconhecemos nas palavras que colocamos no papel,   o outro também se reconhece. Mas este precisa ser um processo com menos máscaras.  Daí a necessidade de você se perguntar: quem é você?”

Texto de Ana Holanda,  do livro “Como se encontrar na escrita”. 

_DSC9365awAna é jornalista, formada pela PUC-SP. Passou pelas principais redações de revistas do país, e desde 2011 é editora-chefe da revista Vida Simples.  É embaixadora da The School of Life no Brasil.  Na filial da escola em São Paulo, ministra o curso Como se Encontrar na Escrita.  Também viaja pelo país dando workshops e palestras sobre Escrita Afetuosa e sobre narrativas que nascem na cozinha.  Saiba mais sobre ela em www.anaholanda.com.br.

 

“Nunca se arrependa de ser uma boa pessoa.”

“A bondade é o único investimento que nunca falha”. – Henry David Thoreau 

“Não se arrependa de ser uma boa pessoa. Quantas vezes já pensamos que não vale a pena ser uma? Algo sempre acontece contra você; os bons gestos não são sempre acompanhados de reconhecimento. E não é só o reconhecimento, muitas vezes você percebeu que os seus gestos não foram nem mesmo percebidos pelo outro.

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Quando o nosso gesto de bondade não é percebido pelas pessoas, a frustração e a impotência machucam o nosso corpo e os nossos sentimentos. Especialmente quando essa situação se mantém ao longo do tempo e acontece com as pessoas que mais amamos. No entanto, as pessoas que gostam de cuidar e fazer o bem não devem perder esse instinto de “amor” e cuidado com outro somente porque não é percebido pelos demais.

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“A bondade é o único investimento que nunca falha”. – Henry David Thoreau 

A “teoria do mundo justo” torna explícito um viés cognitivo que todos nós usamos de uma forma ou outra para processar a informação. Muitas vezes nós esperamos receber a mesma atenção que damos aos outros, como se fosse uma operação matemática exata. Nós alimentamos a esperança de que sempre teremos o que merecemos, mas isto nem sempre acontece. Que bom seria se este mundo fosse um ecossistema justo, com leis claras que nos dissessem com antecedência o que devemos esperar. No entanto, não é assim.

A DIFICULDADE DE SER UMA BOA PESSOA EM UM MUNDO QUE NÃO É JUSTO

O mundo não é justo. O mundo nos surpreende com o seu equilíbrio de forças e a escala de prioridades dos seus habitantes. Alguns deles colocam o seu interesse pessoal acima da justiça, enquanto outros demonstram uma sensibilidade especial com os erros e grosseria das pessoas. Muitos deles punem (consciente ou inconscientemente) a bondade dos outros, e reverenciam comportamentos que nascem da maldade ou do ódio.

Na verdade, muitas vezes acreditamos que as pessoas boas serão recompensadas ​​e as más serão punidas. Mas não existe essa tal lei na vida real. A vida nos surpreende com a sua casualidade e aleatoriedade. Esta ideia errônea gera muitas expectativas que não correspondem à realidade. É como se ficássemos imaginando o que vai nos acontecer.

“Ninguém pode fazer o bem em uma determinada área da sua vida e fazer o mal em outra. A vida é um todo indivisível”.
– Mahatma Gandhi –

A vida não é justa neste aspecto: existem pessoas boas sofrendo e pessoas más vitoriosas. O mundo, às vezes, parece muito confuso. No entanto, isso não significa que a bondade seja algo sem sentido, que não deve ser valorizada ou reconhecida. É algo especialmente necessário para valorizar os relacionamentos.

A BONDADE SEMPRE RETORNA

As boas pessoas trazem luz e brilho para os relacionamentos. Nunca se arrependa de ser bondoso porque as pessoas não percebem e não apreciam a sua bondade. Sempre existirão pessoas que vão apreciar os seus gestos. O mais importante, como você pode imaginar, não é o que os outros reconhecem que somos, mas que você se sinta confortável com o seu próprio modo de amar a vida e as pessoas.

Ser uma boa pessoa é recolher as flechas que lançamos ao mundo com o nosso delicado arco. As flechas lançadas sempre revertem em estados de paz e tranquilidade. Na medida em que o que fazemos é “de coração” e sem esperar o reconhecimento dos outros, conseguiremos nos sentir bem com a nossa bondade e não nos arrependeremos de nada. Acredite que ela tem o poder de nos reconfortar, inclusive na parte mais profunda do nosso ser.

“Você verá que os sofrimentos dos homens são o resultado das suas escolhas; procuram o bem longe deles, quando na realidade ele está dentro do seu coração “
– Pitágoras de Samos –

Quando ajo com o coração, estou sendo justo comigo mesmo e com o outro. No entanto, se queremos alguma coisa do outro, podemos pedir. Talvez você se reconheça neste exemplo: Há pessoas que, para obter amor e atenção dos seus parceiros, são muito detalhistas com eles. E quando os seus parceiros não devolvem o gesto, se irritam e culpam o outro por não retribuir.

ÀS VEZES DISFARÇAMOS A MANIPULAÇÃO COM UMA BONDADE SEM LIMITES

Muitas vezes a manipulação se disfarça de uma terna bondade e envolve mal-entendidos, discussões e um gasto de energia excessivo que poderia terminar com uma declaração honesta e simples das reais intenções.

Se eu quero que o outro seja detalhista, eu posso pedir. Mas terei que aceitar se ele agir de uma forma forçada e pouco natural. Você quer isso?

Talvez seja melhor para a nossa saúde mental aceitar que o outro, provavelmente, não vai mostrar o seu apreço exatamente da forma ou no tempo que gostaríamos. Não devemos perder a autenticidade, ser uma pessoa boa implica não se importar por receber algo em troca ou não.

Se você é uma pessoa boa somente para conseguir algo em troca, seja honesto consigo mesmo e aja de uma forma mais genuína, sem recorrer a essas pequenas manipulações que acabam gerando muito sofrimento para si mesmo e para o outro. Além disso, você nunca deve se arrepender de ser uma boa pessoa. A bondade sempre retorna na forma de paz interior.”

Por: A Mente É Maravilhosa

A questão da disciplina

Em tempos de confusão acerta do que é ou não “disciplina”,  considerei muito prática a explicação do Gikovate. Veja:

“A palavra “disciplina” já teve conotação positiva; relacionava-se com valor e era considerada uma aquisição indispensável para o desenvolvimento emocional das pessoas.

Ultimamente, passou a ser associada a autoritarismo, a disciplina militar. Pais disciplinadores passaram a ser vistos como pessoas antiquadas, como quem não ama de verdade os filhos. Damos a certas palavras conotações de ordem moral e é comum não sabemos sequer o que elas realmente significam, como nesse caso.

“Disciplina” pode ser definida como a vitória da razão sobre as emoções. Não que devamos reprimir sempre as nossas emoções em nome da razão. As emoções são inerentes a nós. O ideal é que possamos cada vez mais aprender a lidar com elas, encontrando um equilíbrio adequado entre razões e emoções. Trata-se de uma conquista difícil, diretamente relacionada com a maturidade da pessoa. Muitas são as circunstâncias em que existe um antagonismo entre emoção e razão. Na criança vence a emoção, mas, com o crescimento, a razão deveria transformar-se em poder central das decisões. É uma pena que isso só ocorra a certo número de pessoas – fortes o suficiente para suportar a frustração relacionada com a renúncia.

Vamos a um exemplo esclarecedor que já foi usado por muitos autores. Quando, numa manhã fria e escura de inverno, o despertador toca, nos informando que é hora de levantar, passamos a viver um dos conflitos mais duros entre a razão – que nos lembra de nossos deveres – e a preguiça – emoção natural em nós e que se recusa à obediência. Das pessoas que se deixam vencer pela preguiça, pouco se pode esperar em termos de sucesso nas atividades relacionadas com o trabalho. Sabemos que este se distingue do lazer pelo caráter obrigatório, pelos compromissos que temos com outras pessoas e pelo rigor com que seremos julgados se não obtivermos resultados aceitáveis.

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Se o compromisso estiver relacionado com o lazer, desde que não tenhamos combinado nada com ninguém, não levantar ofenderá “apenas” a nós mesmos, que nos avaliaremos como fracos. Não aprovaremos nossa conduta se tivermos faltado a um compromisso esportivo ou se tivermos perdido a hora para uma viagem de lazer. Isso nos fará mal, mas procuraremos nos enganar, dizendo que na próxima vez isso não vai acontecer. Se tivermos nos comprometido a acordar cedo para fazer algum tipo de ginástica e a preguiça nos vencer, não será nada bom para nossa autoestima, pois nos sentiremos “para baixo”. Poderemos fingir para os outros que estamos bem e que a cama estava uma delícia, mas não poderemos jamais enganar a nós mesmos; sabemos que fraquejamos e lamentaremos por isso.

Por outro lado, se o compromisso for com terceiros e envolver atividades profissionais importantes, os resultados objetivos serão catastróficos – além do prejuízo maior à autoestima. Caso um vendedor falte ao compromisso com seu cliente, talvez não seja perdoado e não tenha outra chance. O mesmo vale para o funcionário de uma empresa que sempre chega atrasado: acabará demitido, evidentemente. O médico que não comparecer aos compromissos com seus clientes será dispensado, e assim por diante.

Além da ofensa à autoestima, esses profissionais sofrerão todo tipo de sanção objetiva, de modo que não terão dinheiro nem o respeito dos outros.

Inversamente, aqueles que se reconhecem capazes de ter uma razão vencedora, que domine as emoções em geral, se tornam cada vez mais fortes, à medida que acumulam sucessos nas disputas que travam com eles mesmos.  E acabam por desenvolver um novo tipo de prazer, dos mais importantes para a nossa psicologia: o prazer de ser forte o suficiente para renunciar a um prazer imediato em favor de uma recompensa maior que virá em algum momento do futuro. Assim, a renúncia aos prazeres imediatos se transforma em um novo e maior tipo de prazer, o prazer da renúncia. Quem quiser dar certo no jogo da vida terá de se desenvolver até chegar a esse ponto de maturidade interior. Essas pessoas são capazes de dirigir a própria vida, pois deixam de ser escravas das emoções.

É preciso cautela, pois, à medida que a renúncia se transforma em fonte de prazer, ela pode passar a ser buscada de modo ativo e prejudicial. Orgulhar-se de ser capaz de fazer renúncias necessárias é coisa boa e ponderada. Entretanto, renúncias indevidas, buscadas apenas com o intuito de provocar a sensação de superioridade e de força extraordinária, são um excesso, algo que nos afasta do bom senso e já contém os sinais característicos dos vícios.”

 

(Trecho do livro “Os sentidos da vida”, p. 81-84),  de Flávio GIkovate – Publicado no próprio site do autor pela sua equipe, em 07.08.2018

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Consenti tannnnto com esse posicionamento do Mark (autor do livro “a sutil arte de ligar o foda-se”, que decidi compartilhar com você.

Isso não significa que compartilho de todas as ideias dele.  Algumas ainda têm me feito pensar sobre (rs).   Mas nada como dedicar nosso tempo de vida às questões realmente importantes e permanentes.  Essas sim, alimentam a alma e promovem a alegria de viver.

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tome nota..

“Nada contra bons negócios, mas ter necessidades demais faz mal para sua saúde mental.  Você acaba se agarrando demais ao que é superficial e falso, dedicando a vida à meta de alcançar uma miragem de felicidade e satisfação.

O segredo para uma vida melhor não é precisar de mais coisas; é se importar com menos,  e apenas com o que é verdadeiro, imediato e importante. “

Mark Manson

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Ainda sobre encerrar CICLOS…

Lembra dos posts sobre a importância de pensar e criar novos ciclos que quer viver??  Se quiser voltar neles, basta acionar aqui  – 1-Encerrar CICLOS 🕹   e o 2-Criando novos ciclos…

Vi essa foto abaixo, num post de um amigo e conectei com esses artigos.  Gostei dos dizeres… Afinal,  precisamos ser gratos de coração pelas experiências e ciclos que tivemos a oportunidade de viver.  E, pelos aprendizados que geraram. Pensar o quanto foi bom ter essa chance.  Adorei… bjo,

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O reparo, dentro e fora.

notebook-2247351_640O REPARO, dentro e fora.

É nessa dança que reside a palavra.

O olhar de fora, acende a luz.

O de dentro faz nascer a flor.

O que chega na vista é pra chegar.

Livre. Leve.

Despretensioso.

Que é pra tocar a alma e por em pauta.

Que é pra  ver.

Ver de reparar.

Que é até pra curar.

Deixa o olho ver.

Deixa ele acordar você.

Por dentro.

Por fora.

É você.

 

 

 

“Engolir sapos” faz mal à saúde!

Pelos últimos seis meses, todos os dias, meu corpo estranhamente me lembra que estou viva.  Muito viva. Não pelo amor. Pela dor. Não foram poucos os vôos que realizei de pé, literalmente. E de  carro,  por vezes,  precisei  dos motoristas.

Percorri jornadas incessantes aos exames e profissionais da medicina. Alguns deles, extraordinários e muito bem recomendados.  No fim, muitas dúvidas e controvérsias nos pareceres.

O corpo, aos poucos e no seu ritmo próprio,  fez a dor ceder…  Deduzo que por uma conjunção de fatores..   Mas o que me inquieta é a origem,

bicycle-166978_640a causa.   Sempre fui adepta de uma vida saudável,  alimentação, exercícios,  ….   O que me causou  esse incômodo?

Felizmente,  estamos em  trégua.  Eu e a dor. (ufa, resolvendo) Hoje, bem mais suave.  Até voltei  ao `pedal”.

Preciso te contar uma das minhas iniciativas nesses tempos.  Nas idas e vindas das investigações,  indicaram-me um tratamento com a medicina oriental. Ali ouvi  de um super e respeitado doutor  “integrativo”  que  essa lesão não retrata o meu momento atual.  Possivelmente trata-se de consequência de algo iniciado há cinco, seis anos atrás. E que manifestou-se fisicamente somente agora.

Fiquei pensando sobre esses últimos seis anos,  e também o porquê do meu corpo ter reagido somente  “agora”, nesse meu atual estilo de vida.  Quem me conhece sabe que  realizei  mudanças importantes no meu estilo de vida,  escolhi novas e importantes opções. Daí, nesse contexto mais aberto à livre expressão,  meu físico se pronunciou.  Talvez, uma oportunidade para reconhecer e cuidar..   Extirpar o que estava ali  instalado.

Oportunamente,  ouço..

“Que sapos foram esses que você engoliu?  Te fizeram muito mal.

Recordo sim, de situações críticas pelas quais passei,  especialmente na vida profissional e que me exigiram muitos exercícios de contenção,   de  auto controle e tolerância e eu não encontrava outras saídas naqueles momentos.

As justificativas verdadeiras estavam sempre presentes:   a necessária sobrevivência (as contas do dia a dia),  as escassas oportunidades na minha atividade / posição, na cidade onde morava,  o apreço à empresa para qual trabalhava, as pessoas boas com quem compartilhava atividades que curtia muito,   entre outros.   Fato era que naquele momento não segui o que meu coração dizia.  E quantas pessoas também não passam por essa mesma situação?

E aí que vai o meu recado pra você!

Haja o que houver  e independente das milhares de justificativas verdadeiras existentes, OUÇA você com atenção,  realize uma análise criteriosa.   Tem situação que não vale a pena manter,  em detrimento de sua saúde.   E o pior.   S i l e n c i o s a m e n t e.

De repente, e inconscientemente, você  pode estar permitindo que seu corpo acumule, seja por meio de contenções,  raiva e  insatisfações,  repercussões físicas de várias ordens.

Parece loucura né?  Mas não é.  A psicossomática é uma ciência que estuda exatamente isso. Transcrevo aqui o significado dado pela Wikipedia –

“A psicossomática é uma ciência interdisciplinar que gera diversas especialidades da medicina e da psicologia, para estudar os efeitos de fatores sociais e psicológicos sobre processos orgânicos do corpo e sobre o bem-estar das pessoas. O termo também pode ser compreendido, tal como descreve Mello Filho,[1]como “uma ideologia sobre a saúde, o adoecer e sobre as práticas de saúde, é um campo de pesquisas sobre estes fatos e, ao mesmo tempo, uma prática, a prática de uma medicina integral”.

Certa vez,  emprestada por um grande e querido amigo,  li uma tese de doutorado, de um médico psiquiatra de Uberaba-MG,  cuja pesquisa concluía, por meio de casos reais e experimentos, exatamente isso. Existem doenças físicas provenientes de situações sociais, emocionais não cuidadas oportunamente.

Não posso concluir que minha lesão seja de ordem psicossomática, ou mesmo,  que esteja ligada a essas circunstâncias profissionais que mencionei. Não tenho conhecimentos suficientes, tampouco informações,  para fazer tal afirmativa. Contudo, a explicação desse médico “experiente e referenciado”  me fez pensar bastante a respeito. Principalmente quando menciona que o tensionamento da nossa musculatura, articulações  de forma intensa por conta de problemas sociais,  emocionais e etc,  podem sim,  desencadear dores e outros efeitos físicos colaterais.

Numa linguagem corriqueira e usual – é o famoso “engolir sapo”.

Resultado de imagem para engolir sapoEsse comportamento é muto  mais comum do que parece.  Significa  “tolerar coisas ou situações desagradáveis sem responder, por incapacidade ou conveniência”, segundo o escritor e professor Ari Riboldi.

Evitar conflitos,   para colocar panos quentes na situação pode não ser um bom caminho.

Reafirmo – ENGOLIR SAPO,  faz mal pra saúde.

Então,  cuide-se preventivamente decidindo não deixar isso acontecer.

Isso não quer dizer “jogar tudo para o alto”,  ser impulsivo ou inconsequente.  Isso quer dizer para que preste atenção nos efeitos nocivos do seu contexto em você.  E decida por você, priorize-se.  Pela sua saúde  física e emocional.  Considere tomar posições e ter comportamentos positivos nesse tema.

Dependendo da amplitude do caso considere acessar profissionais habilitados que possam colaborar no encaminhamento. Um terapeuta,  um mentor, um coach,  um amigo.

Ao surfar sobre esse tema,  encontrei o artigo, da Elisa Correa na Revista Vida Simples, de 2016, exatamente  com esse título e gostei da pergunta de início:

“Por que toleramos ou ficamos calados diante de algo que nos desagrada?

Essa postagem tem o objetivo de chamar a atenção, colocar um foco dirigido aos aspectos relacionados ao estresse,  à tolerância excessiva (beirando o abuso) e  ao automatismo desenfreado (passividade) que observo em muitos contextos.

Que seja especialmente útil para as pessoas que passam por situações similares e estão se deixando absorver. Que possam mudar o seu olhar e lhes permitir transitar  pela criação de novas e saudáveis realidades. Todos seres humanos tem essa prerrogativa..

bjos,

Darlene

 

 

 

O seu “poder” pessoal. #08CC

O ser humano nasce equipado com os mecanismos (cérebro) necessários para criar a própria realidade.  Ainda assim,  muitos não se apropriam devidamente desse “poder”,  dessa prerrogativa.

Consumidos por atrativos diversos,  e por vezes, dependentes de outros,  os seres abdicam de assumir a função de criarem-se,  de construírem a sua própria realidade. Apenas deixam acontecer.

A palavra  “poder”  pode ser interpretada de forma negativa, dado à sua má utilização por determinados tipos psicológicos.  Entretanto, o que trago aqui  é o poder, como uma importante força e condição, intrínseca a todo ser humano.  Energia que o torna capaz de mover-se em busca dos seus objetivos e projetos.    Segundo o dicionário, PODER vem do latim – possum, que significa “ser capaz de”.

Nessa série de posts, inspirada pelo livro Supercérebro,  fica evidente a possibilidade de exercitar o cérebro para ampliar as próprias  perspectivas e consequentemente, a vida.

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Vale trazer o trecho de Sater, que pra mim, reforça bem:

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.

Almir Sater

A busca por fortalecer o que cada um tem, no seu interior,  no seu íntimo verdadeiro, pode ser o início de uma trajetória mais autêntica  e também,  ser a abertura de novas portas  para a realização humana.

Como fazer isso?

Comece um diálogo interno.

Que tal começar por revistar suas atividades diárias,  escolher aquelas mais profundas e de maior valor?

Pensar em tantos desejos relevantes abandonados pelo caminho e que, talvez,  seja oportuno recuperar?

Que tal realizar escolhas novas, que lhe desafiem  a favor de sua visão pessoal  de longo prazo?

E considere  preparar-se para as incertezas,  para as dificuldades que surgirão.

Pensar sobre o seu ideal de satisfação na vida.  O que lhe causa sensações positivas e de bem estar?  Pensar sobre o que move você? O que lhe tira da cama cheio de entusiasmo?

Aqui vai uma provocação.  Que tal viver um ciclo de reinvenção? Em tempos de “startups”,   por que não viver um auto start (self startup),  a partir de uma  inovação disruptiva?  (rs).

Pode parecer radical, entretanto,  o porte de uma  transformação será sempre individual. Suas repercussões na vida,  independente do que sejam,  são, absolutamente particulares de cada um.

Ao estabelecer sua visão e projetos de criação, mantenha convicto o seu propósito. Para não esmorecer, para não perder a força diante das adversidades.

“Escolher crescer significa enfrentar o desconhecido.

Chopra

Desfrute do poder que tem.

Bj

Darlene

 

Me livrei do medo de cachorro (rs) #07CC

Calor interno. Não conseguia manter o controle do corpo.  Algo brotava instantaneamente quando me deparava com eles. Os cães.   Nem sei dizer se o aquecimento interno aparecia aos olhos dos demais (rs).  Só quem sente sabe…

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As circunstâncias foram me aproximando deles…   Com  os filhos ainda pequenos, pensava que não poderia privá-los de viver a experiência deles com  cães,  por conta do meu problema.  Não seria justo.  Hoje, adulto, o Biel,  tem três.    (rs)

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E acreditem, hoje convivemos no mesmo espaço. E o mais incrível,  gosto deles!

Ao longo do tempo,  de forma consciente e pensada (por meio do controle de pensamentos),  estabeleci limites para essas reações.  Passo a passo,  diminui a força dessa  movimentação interna, desse temor quase dominador.  Comprovo com essa corriqueira experiência, que é possível criar novas realidades,  promover mudanças estruturais nos nossos mecanismos.

 

“O homem, para chegar a ser verdadeiramente dono de si mesmo, deve ter pleno domínio sobre seus pensamentos; então, também o terá sobre sua vontade.

Carlos Bernardo G. Pecotche

Assim como essa vivência, coleciono  outros ajustes,   “correções” que estão em curso. Uma lista. (rs) Sabe aqueles pontos, que sem perceber,  sem a devida consciência, registramos na herança pessoal?   Provenientes de situações que me marcaram forte e emocionalmente e me  “molestam”, de certa forma, até hoje.

Os impactos emocionais a que os seres humanos são submetidos acabam por ficar registrados, carimbados na nossa estrutura cerebral.   E são daqueles mais complexos de serem “tratados”.  Entretanto,  uma questão de  identificação adequada, foco,  empenho e  gerenciamento da mente.  Uma questão de tempo. (rs)

A neurociência ensina sobre a neuroplasticidade, uma função cerebral que promove novas construções neurais a partir de novas experiências e aprendizados.  Bem provável, que nesse caso, que compartilhei aqui com você,  tenha sido estrutural.  Só quem vive essas sensações  pode compreender a repercussão e o que representa (rs).

Obviamente, que não sou cientista do tema e portanto,  reporto aqui,  informações de leituras e pesquisas.  Sei que há muito mais por aprofundar nesse campo da ciência. Contudo, o poder que cada um tem de construir sua realidade é concreto e pode ser exemplificado por vários casos de transformações de vidas que presenciamos.

A pergunta que fica presente é:  por que muitos se acomodam e não desfrutam de todo potencial que possuem.   Nas primeiras postagens dessa série  sobre o  “supercérebro”, fiz menção a algumas das possíveis causas.

Já que o cérebro é o órgão do corpo humano que nunca para de desenvolver-se,  por que as pessoas vão se acomodando com o avançar da idade.  Esses dias tive acesso a uma palestra da Jane Fonda para o TED , – ” terceiro ato da vida “.  Apresenta um novo olhar sobre  o movimento do “envelhecer”.   Vale a pena assistir e colher estímulos para possíveis mudanças de posicionamentos.

O poder individual, em geral subutilizado,  é uma grande chave.  O caminho para abrir essa porta passa por reconhecê-lo.  Não negá-lo.  Desenvolvê-lo.

UAU!!  Já pensou?

Muito poder, “do bem”, pra vc.

Até a próxima..

Darlene

 

 

 

 

 

 

 

O que seu ego anda tirando de você? #06CC

Ainda sobre as possibilidades de criar uma nova realidade,  e utilizar melhor o  “supercérebro”…

Se o ego  é o responsável por fixar em nós, preconceitos, inclinações,  então é preciso identificar, reconhecer e minimizar ao máximo essa sua função.  Permitir,  se possível, que ele funcione mais fortemente nas fixações relacionadas a valores, por exemplo, o que é positivo.

Permita-me um parênteses,  para os que querem saber mais sobre a palavra EGO, coloquei o significado, pesquisado da internet, ao final desse post.  Passe lá.

Como o próprio nome diz.. o EGO,  representando posturas de  “egoísmo” e de abrangência pessoal, pode impedir ou limitar não somente a evolução cerebral (novas construções), como  a evolução de uma maior consciência.   Pode mascarar medos, inseguranças e impedir um crescimento super possível.  Veja pensamentos limitadores: “sei bem o que penso, não tente mudar minha opinião.”,   “outra pessoa que faça isso.”,  entre outros.

“o supercérebro é o produto da evolução com consciência. “

Ponto. Então você deve estar se perguntando…   Então o que e como fazer diante disso?

  • Primeiro,  lembrar da nossa capacidade de mudanças,  e conscientes. (descritas nas postagens anteriores dessa série rápida, inspirada no livro Supercérebro).
  • Segundo,  passe a questionar os seus padrões…  se questionar o porquê de pensar dessa ou daquela forma,  sobre os seus principais motivadores…  Dialogue consigo mesmo para tentar aprofundar na sua estrutura interna.

Esse é um caminho para abrir as portas de uma reinvenção pessoal.  Acredite!!

“Novas experiências significam novas redes neurais.

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Na visão do Dr. Chopra,  os cérebros humanos, podem ser divididos, funcionalmente quatro fases: instintiva,  emocional, intelectual e intuitivo.

A instintiva, responsável especialmente pela sobrevivência,  por nos manter alertas para muitas situações diárias.  Tem seu papel fundamental de  nos proteger, além de ser o “dono” das paixões,  do medo. Trata-se de uma parte reativa, dando origens ás nossas reações mais diversas.

A emocional, que registra todas as nossas experiências marcantes,  as boas e os traumas também.  Em qualquer fase do cérebro,  as emoções podem ser a causa de desequilíbrios, destemperos.   Os seres muito emocionais,   dado a intensidade em que ocorre,  podem perder a perspectiva e serem “orientados” pelas emoções, que podem levar a exaustão.  O sistema límbico abriga as emoções. A parte emocional, assim como a anterior, a instintiva é reativa, ou seja promove reações nos seres.

A racional  encontra a parte pensante, questionadora, tática do ser humano.  Nessa fase reside o aumento considerável de possibilidades para a vida humana.   Só o cérebro racional é capaz de afastar a mente da fase instintiva e emocional, criar soluções, caminhos, táticas.  O intelecto ajuda  o ser a lidar com seus medos, seus desejos,  suas tempestades.

A intuitiva, colocada em check pela racional,  é muito necessária… é acionada, por exemplo no processo de empatia.  Essa parte situa-se no córtex cingulado,  e em geral, é maior fisicamente nas pessoas do sexo feminino. Ela se manifesta por colaborar nas sensações observadas e estimuladas pelo contexto.

Ampliar a consciência desses mecanismos e seus funcionamentos viabiliza com que o ser humano possa enxergar perspectivas maiores. Poderá lidar melhor com seus medos, ansiedades, depressões, batalhas internas,  entre outros.

Até a próxima ..

bjo

Darlene

 

P.S – significado (dicionário)
ego – substantivo masculino
  1. 1.
    PSICOLOGIA
    núcleo da personalidade de uma pessoa.
  2. 2.
    PSICOLOGIA
    princípio de organização dinâmica, diretor e avaliador que determina as vivências e atos do indivíduo.
  3. 3.
    PSICANÁLISE
    de acordo com a segunda teoria freudiana, instância do aparelho psíquico que se constitui através das experiências do indivíduo e exerce, como princípio de realidade, função de controle sobre o seu comportamento, sendo grande parte de seu funcionamento inconsciente [As três instâncias que compõem o aparelho psíquico são o id, o ego e o superego. ].
  4. 4.
    m.q. EGOTISMO (‘apreço’, ‘tendência’).
Origem
⊙ ETIM lat. ego ‘eu’

3 caminhos ao supercérebro #04CC

Tenho escrito alguns posts relacionados ao livro Supercérebro.  Esse é o quarto deles. E para os que gostam e apreciam o tema.. mais um pouquinho…

A complexidade é um dos desafios para o uso mais efetivo do Supercérebro, segundo Chopra,  médico indiano, pesquisador da vida humana e autor de diversos livros.

” a rede neural do cérebro  é o computador do corpo,  mas também o computador da vida.

Esse misterioso computador do homem vai registrando ao longo de toda a vida,  as suas experiências, informações,  aprendizados. E esse repertório vai sendo utilizado na medida em que novas captações são realizadas, por meio de comparações. No meu entendimento,  as faculdades da inteligência estão funcionando nesse momento:  julgam, analisam, comparam, e etc.

Alguns cérebros,  com condições físicas absolutamente normais, já alcançaram resultados  de expressivo desempenho, o que leva a pensar  não ser  necessário possuir  um “modelo”  especial para atingir novos patamares de realizações.   O que nos incita a questionar sobre como então fazer para utilizar melhor esse mecanismo interno poderoso que todos tem a prerrogativa de incorporar,  e de nascença?

Três são  os grandes caminhos expostos por Chopra, para que isso possa ocorrer.  Ele, inclusive os chama de “heróis”.

a) Adaptar-se  –  Albert Einstein que se adaptava enfrentando o desconhecido.  Desenvolveu três forcas:  deixar pra la, ser flexível e manter a calma, e três obstáculos: apego a velhos hábitos,  manutenção das mesmas condições e estagnação.

Alguns sinais de que você esta se adaptando melhor:  consegue rir de si mesmo,  existe que existem outros pontos de vistas e situações que não são do seu domínio,  concessão passa a fazer parte positivamente da sua vida,  encanta-se com novas coisas que vê, entre outros.

b) Integrar-se – capacidade de integrar-se ao que acontece,  absorvendo os feebacks que o próprio corpo gera. A integração pressupõe um ciclo de troca de informações entre mente, corpo e o mundo externo.

Como fazer isso? De forma muito simplificada,  mantendo-se aberto,  não bloqueando o ciclo com crenças,  não censurando o que chega, sendo independente,  analisando outros pontos de vistas como se fossem seus, esteja disposto a se reinventar todos os dias. Obviamente que o que cada um carrega,  tende a influenciar  sua visão e a realidade.

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Cuide das três forças da integração – comunicação, equilíbrio e visão ampla.

Alguns sinais de integração:  cria um lugar onde possa ser você mesmo,  deseja se conhecer,  observa as crenças e encara a realidade,  sente -se inspirado, dispõe-se a servir os outros… entre outros.

c) Expandir a consciência – algumas pessoas levam sua consciência mais adiante.  Em geral, são pessoas de grandes propósitos. Aquele propósito que vem de dentro. “ser humano é ser consciente – a única questão é saber o quanto.”

Consciente do que tem dentro e do que tem fora de si.   Na medida que amplia-se a consciência, tem-se um maior domínio autoral do seu destino.

Como fazer isso?  valorizando o estado de alerta, estando com atenção sempre ativa, resistindo  à unanimidade,  valorizando-se,   não esperando a aprovação dos outros, questionando suas crenças,  entre outros…

Atente-se para as três forcas da expansão da consciência:   evolução,  expansão e inspiração.

Expandir a consciência passa por revisitar os  “domínios”   a que somos submetidos.   Passa por pensar sobre o que nos limita e domina na sociedade contemporânea.  Quais são os nossos principais  motivadores,  o que nos faz levantar da cama e agir no dia. Quais  são nossos desejos,  metas pessoais (consumo, tempo, vida..).

” Uma vida cheia de estresse e tristeza faz a consciencia se contrair.

Sinais de que você está mais consciente: quando consegue ser autêntico, expressar sua verdade,  perdoar mais facilmente,  sentir-se mais seguro no mundo, quando sente o  medo não ser tão mais persuasivo… entre outras..

Tenho feito um teste com meus coachees (pessoas com quem atuo  em processos de coaching)  numa metodologia criada por Richard Barrett,  que avalia, por meio dos valores, uma variável relacionada `a amplitude de consciência.  É um exercício fabuloso de auto análise e de compreensão da própria vida.

Enfim, o posicionamento pessoal mediante essas três perspectivas, a de adaptar-se, de integrar-se e a de ter uma consciência mais ampliada pode favorecer uma maior performance na utilização do super cérebro.

Isso faz bem pra saúde em geral, para a existência,.

Aprendeu um pouco mais hoje?

Até a próxima,

Darlene

 

 

 

 

Cuidado com o que pensa! #03CC

Por que as pessoas quando envelhecem tendem a ter preguiça e apatia em relação ao aprendizado? Será que só por seguir um padrão de mentalidade e conduta que se repete ao longo da história?

“À medida que envelhecemos, tendemos a simplificar nossas atividades mentais, muitas vezes, como mecanismo de defesa.  Sentimo-nos seguros com o que sabemos e evitamos aprender qualquer coisa nova.  Chopra

E como já trouxe nos posts anteriores,  se a pessoa deixa de solicitar atividades ao cérebro, ela abdica de construir mais e novas estruturas sinápticas.  O que poderia fazer semmmmpre.

Qual o segredo então?  Manter acesa a luz,  de forma consciente.  A luz que ilumina os sentimentos e pensamentos,  a luz que busca novos conhecimentos e ativa de forma criadora a evolução cerebral.  Prevenção de doenças inclusive.  “Alzheimer”    sim….  muitos lapsos de memória podem ser desencadeados pela falta de utilização da estrutura cerebral.

Como os exercícios físicos.  Se você deixa de realizá-los, minimamente,  sua musculatura muda consideravelmente e há uma perda de força física.

men-1276384_640Manter a atenção consciente,  um aprendizado que tive nos estudos logosóficos, é uma chave para a evolução e para uma vida mais realizadora e feliz. A atenção,  aliada a conhecimentos, conceitos,  favorece de forma substancial as escolhas e mais que isso,  faz o processo criativo acontecer.   Exercita o cérebro.

Algo que Deepak trouxe, e que eu nunca havia parado pra pensar é que as expectativas são um gatilho poderoso para o cérebro.  Se a pessoa pensa que vai perder a memória e tensiona sua vida com alguns lapsos, isso, muito provavelmente está interferindo na sua função de recordar.  Ou seja:  Cuidado com o que pensa !!  Isso modifica você, pode ser para o bem ou não.  De novo,  depende de sua consciência e conhecimento.

Olha essa informação:

“Biologicamente,  mais de 80% das pessoas acima de 70 anos não têm  perda significativa de memória.  Chopra

Uma lição de hoje  (inspirada pelo livro SUPERCÉREBRO que deu origem a essa série de postos)  é que tenhamos cuidado com as expectativas e afirmações que colocamos na nossa vida. De preferência que sejam  positivas,  construtivas e sem o danado, do medo.  Medo de envelhecer, medo de perder a memória,  medo.. medo.. medo…    o limitador!

Que cada um possa plantar  a força da “fé no futuro”, da  “capacidade de empreender”,  do entusiasmo genuíno na vida e nas ações dia a dia são lubrificantes importantes para o corpo.

O fator alegria,  o entusiasmo,  as emoções fortes em geral tem sido consideradas  poderosas no sentido de acumularem registros mais facilmente na memória.  São observações dessas etapas de pesquisas , e, os estudos, as pesquisas têm muito mais ainda pra contar sobre esse mistério,  o cérebro.

Está curtindo essa série de posts? Compartilhe com as pessoas que você considera que poderão se beneficiar deles. No mínimo, pra pensar, criar novas sinapses,  não é? (rs)

Até o próximo,

Bjo,
Darlene

Cérebro: uso básico & uso super. #02CC

No nosso post #01CC sobre o “supercérebro” mencionei que o autor classificou a utilização das funções cerebrais em dois grupos, o básico e o super. Recorda?  Se você não leu esse post,  recomendo, passa lá …  (aqui)

Seguindo, fiquei pensando sobre o percentual de utilização que as pessoas fazem de um (o básico) e de outro (o super). Um “e” outro.  Entendo que os dois estão a postos, o que muda é o tamanho de utilização.  Pensei sobre o “meu percentual” especificamente,  em como eu tenho me comportado na utilização desse  mecanismo sensacional que já trouxe de fábrica (rs).

Pra  tornar prática essa análise, vou colocar aqui mais características de pessoas que utilizam um ou outro.  Para que favoreça também a sua avaliação  e identificação da sua forma de agir e   consequentemente, o uso que faz do seu cérebro.

Baseado no livro de referência, estruturei nessas duas listas, veja:

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Uma coisa é fato: o cérebro vai funcionar à medida de suas escolhas, estímulos, experiências. Ponto.

Repito aqui,  por puro efeito didático, uma frase do post #01 –  Tudo isso significa dizer que cada um é absolutamente responsável  por estimular a própria curiosidade, o próprio interesse.  Cada um é mestre de si mesmo.  e tem a principal função de tirar o cérebro do adormecimento, da inércia.

brain-2029391_640.pngEssa mudança de posicionamento, essa de adquirir potencia para conduzir seus movimentos cerebrais,  passa pelo conhecimento e por criar novos caminhos, hábitos, etc.  Passa também por rever algumas crenças, alguns mitos.

Olha  essa frase do Chopra:

Nosso cérebro não pode fazer o que julga não poder fazer.  (rs)

Crenças limitantes sugeridas pelo autor, que precisam ser revisitadas, repensadas:

  • Os danos ao cérebro são irreversíveis.
  • Os circuitos cerebrais são imutáveis.
  • O envelhecimento do cérebro é inevitável e irreversível.
  • O cérebro perde milhões de células por dia, que não podem ser substituídas.\\
  • Reações primitivas (medo, raiva, ciúme, agressividade) dominam o cérebro racional.

Pra mim, o grande pressuposto é o de que,  em termos de estrutura cerebral,  somos absolutamente capazes de nos auto criarmos.  E para isso, precisamos quebrar esses mitos colocados, que basicamente,  confrontam a ideia dessa possível evolução.

Se você tirou sua fotografia em relação ao básico X super,  o que encontrou?  Se puder, compartilhe comigo sobre sua compreensão e análise.

Até o próximo  cérebro-post. (rs)

bjo

Darlene

 

 

 

Você tem “supercérebro”! #01CC

Por conta do meu interesse pelas ciências cognitivas, buscando sempre maior aperfeiçoamento das minhas atividades do desenvolvimento, tenho pesquisado e lido a respeito do cérebro e afins.  Quero compartilhar com você algumas informações que considero oportunas e úteis.  Farei uma série de posts com o tema cérebro,  inspiradas pelo Deepak Chopra. Hoje é o primeiro deles.

Notório que a ciência caminha muito mais rapidamente nas descobertas relacionadas ao cérebro, à neurociência,   que no passado.  Os avanços tecnológicos  favorecem muito o desenvolvimento dessa parte incrível dos seres humanos.

“Nosso cérebro contem  100 bilhões de células nervosas, que forma de um trilhão a talvez um quatrilhão de conexões chamadas “sinapses”.”  Chopra

Elas, as sinapses estão continuamente se reorganizando com base nas nossas experiências, informações, criações  e nos nossos contextos.  Tudo que compreendemos, vemos, sentimos, tocamos, saboreamos, cheiramos não seria aprendido sem ele,  o senhor cérebro.

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“Nosso cérebro não só interpreta o mundo, mas o cria.”

Daí que precisamos utilizar esse dom que recebemos ao nascer.  Como o que fazemos todos os dias modifica nossas estruturas cerebrais,  que são dinâmicas, esse é um dos  caminhos  fundamentais na construção do futuro de cada indivíduo.

A máxima de que “pau que nasce torto morre torto” pode ser descartada,  pois o cérebro está apto a aprender  novas habilidades, independente de idade,   basta que o acionemos pra essa  prática. Ou seja, basta que queiramos isso.

Diferente de outros órgãos do corpo humano, o cérebro é um que evoluirá a vida toda. Então ele pode, aprender, aprender, aprender…   E uma das teorias  menciona que basta dedicar 10.000 horas  para adquirir qualquer competência especial. Competências, inclusive,  imputadas  unicamente ao “talento” nato.

A vida é então um campo fértil ao desenvolvimento de capacidades.  ..  Pode parecer óbvio isso.  E é.   Mas frequente do que eu gostaria, eu vejo pessoas estagnadas em seus processos de aperfeiçoamento.  Muito aquém do que poderiam conquistar.  Há uma estagnação em muitos aspectos da vida, intelectual, emocional, .. e outros.  Daí que pode ser óbvio, mas não necessariamente, consciente.

E uma das chaves para abrir essa possibilidade chama-se  curiosidade,  ou  interesse.  De acordo com Deepak Chopra,  existem dois conjuntos de características que representam a evolução ou não dessa estrutura.  Uma, o cérebro básico,  como o próprio nome diz,  exercita de forma básica as funções cerebrais  e o super cérebro, que estimula o próprio desenvolvimento.

Veja algumas das características de quem utiliza mais o cérebro básico

  1. Na medida que o tempo passa, a pessoa pára ou diminui muito a velocidade do seu desenvolvimento.
  2. Quando aprende algo, não leva adiante.
  3. Não gosta muito de mudanças  e resiste a elas.
  4. Não vai além daquilo que já é do seu domínio. Limita a expansão.

Agora algumas das características de um cérebro (supercérebro), como ele coloca.

  1. Continua evoluindo durante a vida inteira.
  2. Aprende novas habilidades e leva-as adiante, o mais possível.
  3. Adapta-se mais rapidamente às mudanças.
  4. Gosta de desafios,  se não realiza bem,  retorna e tenta de novo.
  5. Mantem-se bastante ativo,  com períodos curtos de inatividade.\
  6. Gosta de reinventar-se.
  7. Abandona crenças e opiniões.

Fica claro que  que cada um é absolutamente responsável  por estimular a própria curiosidade, o próprio interesse.  Cada um é mestre de si mesmo.  e tem a principal função de tirar o cérebro do adormecimento, da inércia.   Escolhas !!! De novo na nossa pauta.  O que cada um escolhe viver.. (rs).

Existem evidências de que manter atividade social e intelectual retarda a senilidade, o envelhecimento do cérebro. E o contrário também é um fato,  um estudo mostrou que o estresse rotineiro, interfere no cérebro, prejudica a tomada de decisões,  a avaliação de situações e a corrigir erros, rumos.

” use seu cérebro, não permita que ele o use.”

A recomendação colocada é que cada um seja auto-observadores do próprio cérebro, fazendo um papel de  “testemunha silenciosa”, para se perceber e aprender a lidar com ele.

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“A capacidade do cérebro é tão incrível que um feto prestes a nascer forma 250.000 novas células cerebrais por minuto, gerando milhões de novas conexões sinápticas a cada sessenta segundos.”

O potencial cerebral é  então ilimitado.  Há que testá-lo aos  limites.

Como você tem utilizado o seu supercérebro?

Espero que tenha curtido .. até o próximo post.

bjo

Darlene.

 

Fonte:  Deepak Chopra – Livro Super Cérebro

 

Raiva suga sua energia.👊

Observou-se enfurecido por algo, ou por alguém?

Certa vez ouvi a seguinte resposta:  “Lógico,  ou você acha que tenho sangue de barata?” Rolei.. (rss)

Humanos são assim … tem emoções,  tem “repentes”,  temperos de toda ordem e por conta de alguns desses ficam até ensimesmados  (recolhidos em si), amargando.  Por vezes,  corroem-se  por dentro de tanto ficar pensando. Tem os que adoecem. Mas não arredam o pé da emoção.  A mantêm ali firme e forte, como um sanguessuga.

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O fato é que quando você se permite embolar nesse estado emocional / mental está deliberadamente entregando seu poder a  “isso”. 

Sentir raiva consome energia. você fica mais fraco.   Tem energia de sobra?  

A vida taí chamando..  gritando!!   A-cor-da!.

Existem  inúmeras outras questões precisando de sua energia, da sua capacidade de solução.  Há que considerar se  vale a pena colocar  “a raiva” em pauta.  E certamente a pessoa/situação que provocou isso em você não está nem ai.

É hora de pensar em  seguir em frente e concentrar as suas energias onde possa realmente ter realizações construtivas, onde possa transformar, fazer a diferença no seu entorno. 

Quando você se sentir prestes a ter um ataque de raiva,  busque um pensamento que lhe ajude a cortar o mal pela raiz.

Que tal esse:

“…não é viril ficar enfurecido. Pelo contrário, gentileza e civilidade são mais humanas e, portanto, mais masculinas. Um homem de verdade não cede à raiva e ao descontentamento, e essa pessoa tem força, coragem e perseverança – ao contrário da raiva e da queixa. Quanto mais próximo o homem chega a uma mente calma, mais perto ele está da força. ” 

tradução livre do stoic diary

Vida forte que segue,

bjos,


P.S.

 

Texto do blog  “O que significa”

Sangue de Barata 

Praticamente todo mundo já ouviu e até já utilizou essa expressão: “fulano tem sangue de barata”, “acham que eu tenho sangue de barata” e por aí vai.

Mas afinal, o que o dito popular quer dizer? Relaciona-se o ‘sangue de barata’ com a falta de atitude ou que esperem que você não tenha atitude. Alguém que aceita demais, não questiona. Apático. Não se opõe, não arrisca. Alguém medroso e que não responde a qualquer desaforo.sangue-de-barata

A barata, assim como a maioria dos insetos, não tem sangue (eles tem o que é chamado de hemolinfa que não apresenta pigmentos e é transparente). Dizem que o sangue é o condutor da nossa sensibilidade ao coração, e pela falta do ‘tradicional’ sangue na barata, a pessoa com o tal sangue de barata tem essa insensibilidade que a faz agir como descrevemos acima.

Há explicação também falando que quando estamos nervosos ficamos o sangue quente, o sangue sobe e como a barata não tem sangue convencional, teria sangue frio e não se abalaria por nada.

Créditos para –  https://oquesignifica.wordpress.com/2014/02/14/o-que-significa-ter-sangue-de-barata/

 

Não aceite a “mediocridade”… 🏆

Somos o resultado das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, das ações que realizamos.

Ao ler um livro sobre “realizações”  dia desses,  me chamou especial atenção a afirmativa de que a grande maioria das pessoas acomoda-se em ser “medíocre”,  ou  “mediano”.

Embora sintam-se  não totalmente satisfeitas  em vários aspectos da vida, estão abaixo do que gostariam, aceitam isso passivamente, não se movem suficientemente ao contrário para encontrar soluções  e caminhos que as projetem  a níveis superiores.

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A questão que fica martelando é:  por que contentar-se com menos,  tendo em si o potencial de realizar mais?   Considerando a premissa de que todos nascem com as mesmas prerrogativas, então onde ficam guardadas as energias, motivações para a busca de melhores resultados?

  • Será que as pessoas não se percebem merecedoras, dignas, capazes  de terem melhores desempenhos e conquistas?
  • Será que existe uma certa comodidade em terceirizar essa responsabilidade a outros?  (pessoas, instituições)  É mais confortável apontar a outros ao invés de dedicar-se, agir?
  • Será que há uma espera por “milagres”?   Se, por exemplo,  o aluno não estuda,  não passará pelo vestibular.  É uma questão de lógica.
  • Os problemas são os outros. ?!?!? Uma das formas de reconhecermos nossos erros e acertos é pelo olhar dos outros,  pelas convivências, que expõem nossas fragilidades, nossas dificuldades e problemas.  Ora,  então os  “outros é que são o inferno”,  já dizia o pensador francês, Sartre.

Enquanto isso a vida passa ,   e rápido.

“A vida é curta demais” é repetido com frequência suficiente para ser um clichê, mas desta vez é verdade. Você não tem empo para ser infeliz e medíocre. Isso não é apenas sem sentido; é doloroso.” Seth Godin

Aprendi que  uma das grandes dificuldades para a realização das pessoas,  reside no “COMO”.  Elas sabem o que gostariam de alcançar,  o sonho, objetivo. Mas nem sempre possuem a habilidade ou o conhecimento de  “como” fazer.

Faço também uma conexão  com a cultura e a educação.  Observo que o  contexto cultural e o processo educacional pelos quais  uma pessoa passa,  exerce importante influência na capacidade para essas conquistas.

Posto isso,  quero ressaltar o “desenvolvimento pessoal” como  um cenário estratégico para  viabilização dos resultados almejados.  Do “sucesso”,  para alguns.   Adotar uma mentalidade de aprendiz,  o tempo todo,    buscando aprender o que for necessário rumo aos planos e projetos.    Seja na área de relacionamentos,  financeira,  espiritual,  emocional, etc.

“Se você quer que sua vida seja diferente,  precisa estar disposto a fazer algo diferente, em primeiro lugar. ”  Kevin Bracy

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Outro dia  comentei aqui no blog sobre  escrever um rápido diário.  Considero uma das práticas simples e rápidas para uma reflexão contínua acerca das escolhas e ações.  Poder favorecer o caminho de evolução.

Rumo ao primeiro passo?

Conte comigo.  Por meio da metodologia do coaching,  tenho ajudado as pessoas a se capacitarem,  a pensarem sobre como conquistar suas metas e objetivos.

Bjo,
Darlene

Você sabe mesmo o que te realiza?

Experimentando nesses dias um sabor de realização ao presenciar  o lançamento do livro de uma das minhas primeiras coachees  no “lifecoaching”.

Recordo como se fosse hoje, das inúmeras conversas e trocas que fizemos. Sarah teve a oportunidade de mergulhar em si mesmo,  se auto-reconhecer e criar perspectivas, caminhos novos. Alinhados às suas habilidades e principalmente, às suas afinidades.

Eu me realizao enormemente na realização das pessoas com as quais tenho a oportunidade de colaborar de alguma forma.  Daí a alegria de ver o lançamento do seu primeiro livro, um romance.   Ao identificar seu gosto por essa natureza de escritos, desenvolveu seu estilo próprio.  E o mais importante:  “partiu para a ação” efetivamente. Quantas e quantas pessoas ficam só no sonho, no desejo e não concretizam.  Seja por medo,  por insegurança ou por outros motivos.

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Por isso Sarah,  aproveite esse post para manifestar meu reconhecimento aos seus resultados. Parabéns por se organizar, sair da inércia e pelo lançamento do seu livro. Que venham muitas outras belas realizações. Sucesso!!

Bjo,

Darlene

 

P.S.

Conheçam o lançamento da Sarah  Aquino

 

Sinopse

Quem gosta de romance, com um toque de drama e um pouco de hot, vai se apaixonar pela narrativa e torcer por Sophie e Theo.

Sophie é uma jovem que sofreu o que nenhuma criança deveria sofrer no âmbito da própria família. Suportou seus traumas durante a adolescência e tornou-se uma adulta com mágoas profundas. Sophie nunca conseguiu se sentir amada.

O seu grande sonho era trabalhar no Museu de Artes Modernas, em New York. Teve que fugir do seu namorado de três anos, traumatizada com esse relacionamento. Fechada para o amor, o seu foco era o somente o trabalho. De repente, tudo pode mudar. Ela conhece Theo, um médico ortopedista lindo, cobiçado pela estudante da Pós-Graduação da Universidade de Yale.

 Será que ela vai conseguir se livrar dos seus traumas de infância? E conseguirá abrir o seu coração para viver novamente um relacionamento amoroso?

Esta história envolve, problemas famílias, traumas, solidão, mas também o prazer das descobertas, do amor e  da superação.

” Em alguns casos, a criança passa a ver aquele trauma causado como um ato de amor. Talvez ela soubesse que algo não estava certo, mas aquele gesto era uma expressão de amor. Um dia Sophie vai descobrir que não era dessa forma …’’

Gerenciando suas escolhas!🖌

Para os profissionais que estão em busca de uma formação diferenciada,   que gostam de estabelecer metas desafiadoras para si mesmos e construir novos caminhos, compartilho uma palestra realizada pelo Filipe Nunes. Engenheiro agrônomo, graduado pela Universidade Federal de Uberlandia, com parte na França,  MBA e Mestrado em Relações Internacionais nos Estados Unidos.

Captura de Tela 2018-06-04 às 11.41.31Ele, logo no inicio da vida profissional já realizava reflexões sobre o trabalho, suas implicações e oportunidades.  Decidiu investir em seu desenvolvimento pessoal e para isso precisou revisitar seus hábitos diários,  reformular a forma como utilizava seu tempo e estabelecer outras práticas. Literalmente,  fazer ESCOLHAS importantes.

Conquistou, a partir de mudanças essenciais,  dedicar mais do seu tempo físico e mental para sua formação,  tendo sido aprovado em duas Universidades Americanas para cursar o conhecido MBA americano.   Optou por realizar o MBA na Wharton School,   juntamente com um Mestrado em Relações internacionais  no Lauder Institute, ambos na Universidade da Pensilvânia,  na Philadelphia.

Estive pessoalmente na Universidade e pude conhecer de perto a instituição, sua estrutura e organização, o que me impressionou fortemente.  A Universidade da Pensilvania foi a primeira universidade americana, criada no ano de 1740, por Benjamim Franklin.

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Essa palestra do Filipe foi proferida antes dele ir para os cursos que citei acima, onde ele compartilha um pouco de suas reflexões, boa parte ocorrida nesse momento de preparação.

Quer conhecer o Filipe, o que pensou, o que realizou.?

Assista no dia 11.06 – as 20 horas a reprise da palestra “Gerenciando suas escolhas” –

Basta clicar aqui e garantir sua vaga.

 

 

 

 

 

Hora da “PÁ de CAL” . 🗑

Ninguém está ileso a essa situação.  Você planeja, organiza,  constrói expectativas em um projeto,  em realizar algo e,  de repente, por questões “internas” individuais,  ou por força de circunstâncias “externas”,  precisa suspender.  Colocar no oxigênio, como diria Oscar Motomura.   Momento de colocar em ponto de espera, ou simplesmente,  momento de cancelar.  Literalmente,  jogar a pá de cal.  (rs)

Você olha longe, mas seus olhos se perdem porque não estão vendo nada à frente.  A mente toma o controle,  se atordoa, um turbilhão de pensamentos a atravessam como raios.

E agora?

Aprendi com o autor da Logosofia que não se deve colocar a VIDA dentro dos problemas e sim,  os problemas dentro da vida.   Eles são sim, obstáculos, mas que podem e devem ser superados, por meio do aperfeiçoamento.

Gosto dessa frase:

“como oxigênio para o fogo, obstáculos e adversidades se tornam combustível para o seu potencial.”

Algumas dicas:

  1. Não fique remoendo o insucesso,   o fracasso,  ou a necessidade do cancelamento do seu projeto.  Pensamentos negativos, de esmorecimento ou vitimização de  nada resolverão.  Hora de mudar os pensamentos e olhar pra frente. Levante o olhar.

    fonte: https://www.youtube.com/watch?v=D9KiJHXYqTw

  2. Desapegue-se de coisas (anotações,  materiais,  equipes),  de ações que estavam ligadas ao projeto anterior.  Elas só servirão para ficar te acordando memórias e te impedindo de ir à frente.
  3. Identifique novas oportunidades para você. O mundo é cheio delas.  Comece a realizar um exercício de abstração (abertura de visão)  e elenque tudo que lhe venha à cabeça (brainstorming).  Atenção:  nesse momento faça isso sem filtros e julgamentos.  As restrições são mestres em aparecer e nos impedir de criar. Colocamos muitos empecilhos com os modelos mentais que construímos ao longo da vida.
  4. Escolhas – Faça pesquisas e aprofundamentos,  PENSE.  Pesquise, leia,  realize investigações sobre as novas oportunidades que identificou.   Além disso, pense,  reflita sobre os prós e contras de cada uma delas.  Isso lhe ajudará fazer escolhas e  colocar foco.   Em geral as pessoas querem abraçar muitas coisas ao mesmo tempo e isso exige cuidado.  O tempo é limitado e assumir mais do que se pode realizar é pedir  para não ter resultados.

No meu post  “encerrando CICLOS‘,  comento um pouco sobre  concluir etapas relacionadas a profissão.  Se tiver interesse, dá um pulo lá..

É preciso mais que coragem par jogar a pá de cal no que não deu certo e partir para novos caminhos.

Abra espaço no seu tempo, na sua mente para o novo. Hora de adotar uma postura de “renovação”,   de novos horizontes,  de AÇÃO.  Se precisar de ajuda para isso, conte comigo. Os processos de Coaching podem ser muito úteis nessa hora.

Até sempre.

Darlene

P.S.  – a expressão popularmente utilizada “jogar a pá de cal”  refere-se ao costume antigo de  se encerrar um sepultamento com cal.  O pó ajuda na decomposição e  evitar a contaminação do solo, uma vez que absorve o liquido produzido.   Assim,  significa  encerrar, finalizar, concluir.

Estabeleça METAS !! E persiga-as!!!🎯

A gente tem muita “querência”.

“Quero isso, quero aquilo e também aquilo outro.”  São inúmeras as cenouras na nossa pauta de “desejos”,  de “desafios a conquistar”.

Mas não necessariamente dedicamos tempo para estabelecer uma organização mínima desses nossos objetivos e principalmente, para estabelecer metas a serem conquistadas ao longo do tempo.

Muitas pessoas querem emagrecer.  As segundas feiras são sempre dias de declarações enfáticas e novas promessas de condutas nesse sentido – “essa semana será diferente”. Entretanto,  nem bem é terça feira e o esmorecimento prepondera.  Assim, elas continuam querendo,   mas  debilitadas em sua vontade esperam as soluções milagrosas ao invés de estabelecer um plano e medidas realistas para que isso aconteça.

Daí que nada acontece.

Ao pensar sobre a formulação dos seus objetivos e metas, leve em consideração a ferramenta SMART,  desenvolvida para favorecer esse processo.  Ela nada mais é do que um guia para você não deixar de pensar em nenhum desses pontos.   Entenda um pouco mais o que cada uma das letras significa com a figura abaixo.

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Defina bem  o seu objetivo e o que pretende alcançar em termos de metas.  A falta de clareza prejudica a realização,  e pode lhe fazer  desviar-se do caminho. O desafio estimula a conquista, então, seja ESPECÍFICO.

Se for definir um objetivo corporativo, por exemplo,  que visa o desenvolvimento de pessoas, equipes. Não basta definir  “desenvolver os colaboradores”.   Recomenda-se detalhar um pouco mais essa necessidade.  Perguntas cabíveis: desenvolver em quê,  por que,  para atender qual necessidade de capacitação,  para  cumprir com quais  objetivos estratégicos da organização?  Note que essa última parte faz uma conexão com os objetivos estratégicos da empresa. As iniciativas, projetos e objetivos precisam estar alinhados aos caminhos de futuro desenhados para a organização.  Isso para garantir que todos esforços estão sendo canalizados numa mesma direção.

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Se for um objetivo pessoal,  que visa um plano de formação profissional, pense nas finalidades das formações em pauta. Elas são elencadas para atender qual necessidade e visão de futuro na sua vida?

O que você definir carece ser mensurável, quantificável, para que você possa acompanhar sua evolução.  Medir é muito necessário, para que possa gerenciar sua execução.

“O que não é medido, não é gerenciado”. Adaptado de Edward Deming

Atenção aos motivadores, aos porquês dos seus objetivos. Que sejam relevantes, para que você encontre os estímulos que precisa para realizá-los.  Já ouviu a frase que diz “O que não te desafia, não te transforma”?

Escolha dedicar seu tempo, sua vida aos projetos desafiadores,  mas cuide que sejam também exequíveis, alcançáveis.   O inalcansável desmotiva,  desmobiliza.

Por fim,  é preciso ter um horizonte temporal para a implementação, para a realização do propósito, do objetivo.

Algo que li recentemente num livro muito especial sobre liderança é que nós, os homens, somos orientados visualmente.   Em geral queremos “ver pra crer”.  Ja ouviu isso antes?  Então,  isso reafirma a importância de “registrar”,   de   “escrever”  nossas metas  para materializá-las.   Há uma certa verdade nisso, veja:

“Se você não passar suas metas para o papel,  não vai cumpri-las”.

A probabilidade de atingi-las, ao manifestá-las,  descrevê-las,  especificá-las, aumenta.

“Cada ponto de nossa jornada é uma oportunidade para sentir que estamos progredindo rumo a algo que é maior do que nós. “

Concluo aqui reforçando a necessidade de pensarmos mais sobre o que nos move,  o que move nossos liderados,  o que move nossos filhos,  o que nos faz levantar estimulados da cama e partir para a ação. Que sejam estímulos construtivos e duradouros. Que sejam metas de significado pra você

Ah… um lembrete –  não pense só,  escreva (rs).

Até mais,

Darlene

 

Hora de escrever uma história diferente! Acende a luz! 🖌

Por ocasião de uma das certificações internacionais em Coaching tive acesso a uma diversidade de informações interessantes  e úteis,  que ampliaram ainda mais minhas referências sobre os seres humanos,  seus comportamentos e oportunidades.  Esses conhecimentos  me ajudaram a revisitar meus próprios paradigmas. Hora de dar o crédito ao Rhandy,  e aproveitar para ser grata a ele por esse insight.

Quero compartilhar com você uma delas, de forma muito simplificada, obviamente, mas que represento aqui pela imagem de um interruptor.   Isso,  um interruptor,  que se você  pressionar,   obterá mais clareza,  terá luz.

Mais luz pra você, mais luz para seu espaço, mais luz  pra sua vida.

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Os seres humanos  (eu, você e todo mundo)   crescem cercados de rótulos, de conceitos encaixotados. Na grande maioria das vezes, assimilamos isso como nosso.   Esses rótulos ou “embutidos” acabam por incorporar  aos nossos comportamentos,  nossos pensamentos e  às nossas histórias.  Vou te dar alguns exemplos:
“Mané é agressivo”,
“Fátima é ciumenta.”,
“Joãozinho se irrita facilmente.”,  “Pedro não é confiável”.

Mas é exatamente aí que mora a oportunidade.  Essas características representam apenas  rótulos.  Não são as pessoas.

Repetindo, que é pra ligar a luz (rs).  São rótulos, não são as pessoas.

Se não se der conta do potencial disso na vida,  poderá passar a vida toda carregando esses bonecos e fazendo e refazendo suas histórias com eles.  A oportunidade aqui é desencadear a possibilidade de escrever novas histórias.  Só que,  SEM  os embutidos.  Sem eles, os rótulos.  Não parece simples?  Só parece.  O processo para identificar esses  “incorporados”  não é tão óbvio e fácil e exige uma vontade interna importante para auto-observação, para a revisão necessária e para promover a mudança.

Hoje, especialmente estava refletindo sobre um rótulo que incorporei por conta de uma experiência infeliz que vivi.  É como se essa vivência tivesse criado uma ferida e pior,  passou a fazer parte de mim, das minhas histórias.   Me pego observando a “repetência”. Se estivesse na escola, teria repetido o ano.  (bombado). Por isso a importância de criar um ferramenta pra fazer isso mudar.  O papel do coach é muito esse, de ajudar a realizar as mudanças que as pessoas precisam.

TEORICAMENTE  parece simples.  Mas não é.  No papel,  nas palavras.. pode até  ser.

Na prática, na realidade,  são  necessários,  além da identificação dos rótulos,  os esforços concentrados para remoção.  E a teoria nem sempre anda junto com a prática.

O grande de tudo é que “você pode escrever uma história diferente”  e não ficar preso aos modelos passados,  embutidos e inculcados ao longo do caminho percorrido.

Liga o interruptor ….   a história tá só começando…

bjo

Darlene

 

Prática simples e útil pra ser mais produtivo! Yeah!!! 💪

Em tempos de grandes desafios  por maior concentração (foco), mais clareza de propósitos, gerencia do tempo, resultados e equilíbrio entre as várias áreas da vida, ressurge a recomendação por “escrever”por estabelecer uma rotina diária de registros. Pode favorecer a vida.

Quando pensa-se em  “diário”,  logo vem à mente aquele conceito tradicional do caderno onde se relata tudo… detalhes, memórias, lembrança.    Não é o caso aqui.   Nessa perspectiva, essa proposta não trata de escrever TUDO…   Refere-se à organizar melhor os conteúdos da sua vida.

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Um dos caminhos sugeridos por alguns autores é ter  dois registros ao dia:
a) um  pela manhã, contendo uma vista para o dia que se inicia e;
b) um registro ao final do dia,  com as conclusões e relevâncias, reflexões.

Num de meus posts sobre “mindset” mencionei sobre estar atento aos aprendizados do dia.  Sobre perguntar-se sempre,  o que aprendi hoje?  O quê, de novo,  acrescentei na minha vida?  São perguntas propícias para o final do dia.

Aprendi com Pecotche uma outra medida fabulosa…  simples e funcional.  Ao deitar, já elabore mentalmente o seu dia seguinte,  as atividades que estão programadas,  o que gostaria de viver.  Assim, quando acordar, já estará com esse planejamento prévio “pensado”.   Experimente!!

Uma das maiores tenistas mundiais, com uma coleção de prêmios, Martina Navratilova,  revelou,  numa entrevista  recente para o economista Tyler Cowen,  que o uso do diário  lhe ajudou a ter maior eficácia na vida e na carreira. Contribuiu para que pudesse canalizar esforços para seus objetivos de longo prazo, mas olhando o curto.  O dia a dia.  De acordo com ela,  essa prática te ajuda a se manter centrada nos seus projetos,  propósitos, nos seus objetivos primordiais.  Te mantem na “linha”.

Chamo a atenção também para  a necessidade de segmentar os projetos,  particionar as iniciativas,  alocando atividades menores na agenda, nos dias.  (sprints)

Enfim,   absolutamente  necessário “botar reparo” no seu dia,  em quê você investirá seu tempo,  seu esforço e por que.

Os benefícios da adoção dessa prática simples e útil podem ser ainda maiores.  Por exemplo, ao escrever,  trabalha-se mais a organização de ideias, a estruturação mental do tema.  Outro,  você terá possibilidade de utilizar o mecanismo para medir sua evolução.  As anotações vão favorecer sua visão sobre o caminho percorrido e seu cumprimento,  as distâncias para conquistar o que almeja.  Me lembrou uma frase muito conhecida no contexto de negócios – Você não consegue gerenciar,  o que você não mede. Consinto. Ponto.

“Os dias são caros. Quando você gasta um dia, você tem um dia a menos para gastar. Então tenha certeza de que irá gastar cada dia sabiamente.”

Jim Rohm

Bjo,

Darlene

Postergou algo muito importante?⏱

Postergou algo muito importante??

Cuidado.

Certifique-se, absolutamente, que conseguirá cumprir com esse intento em data futura.  Garanta.

Sabe por que ?

Porque o tempo passa muito rápido e quando a gente se dá conta,  já foram semanas, meses e anos até,   como muito bem diz a poesia do Mário Quintana.  (anexada aqui)

 Deixamos pra trás muitos sonhos, projetos e ideias porque priorizamos a chamada “urgência” do agora.   Esse agora que carrega um saco de dificuldades.

  • Agora não dá,  tenho que juntar mais dinheiro.
  • Agora não dá,  precisa ser nas férias.
  • Agora não dá, tenho que acudir lá em casa.
  • Agora não dá, ainda não tenho diploma.
  • Agora não dá, preciso aprender melhor o inglês.
  • Agora não dá, não consigo tempo pra planejar isso.

Não Agora Não Depois??    É isso que vejo acontecer inúmeras vezes.  Projetos dentro da gaveta do criado mudo,  ou na do trabalho,  esperando uma atenção especial do dono –  “quando der vejo isso”.      Final do ano,  ele aparece um pouco na pauta,  nos votos para o novo ano, mas em seguida,  quase que imperceptivelmente, se apaga novamente.

Sinto te informar… agora já foi.

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Se isso não ocorre com você, receba meus efusivos e sinceros cumprimentos…  !!!!

Quer ver?  Tudo requer tempo  e ele está lá,  passando junto, inexoravelmente.   Pense, por exemplo,  no seu corpo físico.  Como ele mudou e responde bem diferente  à medida que você acumula algumas dezenas na idade.  Um corpo de vinte anos tem respostas  bem diferentes do corpo de cinquenta.

Certa vez li um livro chamado “Meu pescoço é um horror”,  de uma roteirista americana. Uma leitura leve, bem-humorada  e com muitas mensagens sobre o avançar a idade.   Até emprestei esse livro, mas nem sei mais pra quem.. (rsss).  Será problema de memória? (rss)   A autora disse algo muito simples e verdadeiro: depois de determinada idade,  os tempos são diferentes e a  gente precisa reservar mais boras na agenda pra  “manutenção”.   Eu interpretei assim… manutenção do físico,  da família,  das amizades,  dos relacionamentos,  das atividades, da energia,  da saúde…  etc. etc. etc.

É a mais pura REALIDADE.    Assim como as outras máquinas,  a máquina física,  utilizada a vida toda (sabe-se lá como)  começa a apresentar sinais provenientes do “uso”: a queda na produção dos hormônios,  dos cabelos,  as articulações começam apresentar por vezes, sinais de cansaço,  entre outras outras coisitas mais.

Mas .. o intuito aqui,  não é abordar os impactos do envelhecimento,  é ACORDAR as pessoas para a vida que têm nas mãos  e para que não deixem de abrir a gaveta, o criado “mudo”  e  tirar pra fora todos os seus projetos adormecidos.  Pensar, elaborar e criar condições para realizar  as experiências que anseiam viver.   Não postergue,  não protele,  não deixe guardado…

Porque quando vê … já foi.

bjo,

Darlene

 

O Poema de Mario Quintana, conhecido como  “O Tempo”, tinha um outro nome no seu original,  “Seiscentos e Sessenta e Seis”,  cuja publicação data de 1980 – na obra Esconderijos do Tempo.  Ele o escreveu aos setenta e quatro anos,  numa idade madura e cheia de sabedoria sobre a vida.

SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS

A vida é uns dos deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

 

Encerrar CICLOS 🕹

Em que ciclo profissional você se encontra?

Quando fiz meu MBA na Fundação Getúlio Vargas tive a honra de ter uma aula inaugural com o professor Brandão.  Ele nem deve se dar conta do nível de contribuição que ele faz nesses momentos para os alunos, especialmente quando os leva a pensar sobre a necessidade de preparar-se para viver vários ciclos profissionais, com tipos de atuações diversificadas, inclusive.

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Dado que a expectativa de vida do brasileiro aumentou,  essa necessidade ampliou-se ainda mais.  Afinal,  outras oportunidades profissionais,   remuneradas ou não,  serão mais viáveis e possíveis.

Já ouvi várias vezes que no sistema e modelo atual das corporações brasileiras ( pelo menos para a maioria delas )  o profissional tem “data de validade”.   Você, que está aqui lendo, pode duvidar disso, mas é uma realidade.  Basta olhar os processos seletivos da iniciativa privada e constatará que a maioria das vagas abertas tem um limite de idade.  As empresas buscam por profissionais mais jovens, com experiências acadêmicas mais recentes,  com outras mentalidades,  etc.  etc.  etc….

Não obstante a isso,  percebo uma nova onda de atividades surgirem no país,  novos trabalhos, novas profissões,  utilizando ou não o ecossistema maravilhoso das redes sociais,  viabilizadas pela internet.  Os encontros  com muitas outras  possibilidades deram um SALTO gigantesco.  E coloca à disposição das pessoas que realmente querem,  um mar de oportunidades,  de conteúdos e aprendizados novos.   Basta QUERER.

Vejo o MEDO, a INSEGURANÇA permear a mente das pessoas e impedi-las de  concluir  ciclos “vencidos”  para dar lugar e tempo à outras e  novas experiências.   Seja por questões financeiras, seja por questões emocionais ou por características individuais mesmo.  O fato é que as pessoas tem dois caminhos:

  1.  podem escolher o seu momento de concluir, encerrar um ciclo para abrir outro;  ou
  2. serão convidadas pelos seus empregadores,  ou pelo seu mercado,  a realizar essa mudança.

Se você encarar esses ciclos de forma  absolutamente naturais,  certamente estará mais aberto para vivê-los. Melhor até. Você vai querer vivê-los e até mesmo planejá-los, criá-los na sua vida.

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Para isso,  não deixe de consultar a pessoa mais importante – VOCÊ.  Escute bem seus movimentos internos,  o que diz sua alma, seu coração,  sua mente.  Esse autoconhecimento vai fortalecer ainda mais suas novas perspectivas e te ajudar a construir novos caminhos,  novas visões.

Aproveite os ciclos,  não perca essa oportunidade de vivê-los.

bjo,

Darlene

 

P.S.  – Hoje , depois de meditar um pouco,  encerrei duas iniciativas que havia iniciado no marketing digital,  porque absolutamente não me trouxeram o que eu gostaria em termos de resultados esperados.  Sem medo de ser feliz….  cortei do meu portfólio de projetos.   Depois escrevo um pouco mais sobre elas pra você.  Minha experiência pode ser útil e economizar o seu tempo, caso tenha planos similares.

Adiciono aqui,  o comentário e elementos importantes trazidos por  Daniela Pelosi – Desenvolvimento de Pessoas e Organizações.  

Adorei o texto Darlene Dutra! Muitas vezes as pessoas tem mesmo muito medo de encerrar ciclos já vencidos. E por razões diversas, que não nos cabe julgar.

Mas o fato é que a carreira e possibilidades profissionais são muito amplas, precisamos conseguir enxergar isso e dar vazão. Engana-se também quem pensa que estar fora do universo formal corporativo é “uma temporada vivida por necessidades pessoais ou falta de opção”.

Hoje empreender e ter carreira solo é sim é uma opção de carreira, que se for da escolha do profissional, se torna também sua opção de vida. As possibilidades são muitas e diversas.

#valerefletir #carreira #ciclos#empreendedorismo #escolhas #possibilidades

Liderar com sensibilidade 🤺

Numa pesquisa realizada recentemente sobre felicidade, pelo Economista Richard Layard,   demonstra que as pessoas preferem sozinhas a ter que interagir com seus líderes. As pessoas se reconhecem muito felizes ao lado de famílias,  amigos.  O líder vem por último.

Olhem essas impressionantes informações.
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Ainda,  as pessoas que sofrem com seus líderes tem desenvolvido doenças complexas,  estresse, depressão,  síndrome do pânico,  o que as tem afastado de suas atividades profissionais com muita regularidade.  A cobrança intensa e não necessariamente adequada por resultados cada vez maiores  e mais rápidos  faz crescer o nível do estresse que por sua vez,  pode transformar-se em doenças piores, como a depressão.   Além de serem uma das causas dos distúrbios de humor e de ansiedades.

Já se tornou um dos grandes motivos de afastamentos do trabalho,  conforme informações dos órgãos responsáveis.

Para alguns “chefes”,  com letras minúsculas, subordinados não têm o direito de ter família,  e tampouco,  problemas particulares,  familiares e situações emocionais.  São uns verdadeiros aniquiladores, do “ideal”, do sentido positivo do trabalho em si.

Colaboram para aumentar o conceito “depreciativo” que o trabalho carrega por conta da sua própria história.   Não é à toa que muitos o encaram como castigo e não como um prazer,  como uma oportunidade para aprender,  para crescer e ser produtivo.  E pensar que mais de 60% das satisfações permanentes dos seres humanos provêm das atividades produtivas !! (AHHH)

Captura de Tela 2018-03-02 às 20.01.27.pngNão seja um líder (ou melhor chefe) redutor  do desejo de trabalhar dos outros.

Naquele dia profissional inusitado entrei  na minha “baia” ou área de trabalho num estado deplorável. Vergonhoso! De um jeito, nunca antes ocorrido nos meus mais de trinta anos de trabalhos profissionais no mundo corporativo. Super abastecida de uma emoção negativa, de um sentimento de desrespeito. Não, daquela forma,  eu NUNCA havia sentido. Um nó na garganta e aos prantos! Literalmente.  Me deixei levar pela emoção negativa. Lembro como se fosse hoje, porque cenas como essas,  não são tão fáceis de esquecer.

Havia recebido os meus primeiros cumprimentos de pêsames pelo falecimento do meu pai, sem que ele nem mesmo tivesse ainda falecido. Eu havia mencionado que o caso dele era crítico e que provavelmente não haveria mais recursos médicos.  Junto com os pêsames,  a mensagem de que estaria fora do projeto porque eu “estava vivendo uma situação difícil na esfera particular” (meu pai estava na UTI,  em fase terminal).  Não cabe detalhes, que certamente,  estava coberto de muitas outras variáveis.  Foi uma crueldade!

Por merecimento,  ou por lei de correspondência fui recebida e amparada por uma colega de trabalho,  sensível e solidária, que me aconchegou.   Somente ela presenciou e soube dessa minha passagem histórica.

A morte dele,  do meu querido pai,  ocorreu  poucos dias depois.Captura de Tela 2018-03-02 às 20.02.45.png

Sempre alimentei o pensamento de aprender com o que me acontece. Analiso, penso e estabeleço medidas.  Há sempre lições a serem capturadas  e especialmente nesse episódio não foi diferente.   Essa e outras tantas ocorrências  ajudaram-me  a reafirmar os meus propósitos por trabalhar para projetos e iniciativas conectadas ao ser humano, à vida.    Ao colaborar  com o desenvolvimento de pessoas posso contribuir na formação de novas mentalidades, mais humanas, mais dispostas a compreender as emoções uns dos outros,  mais sensível à integralidade dos indivíduos.   O profissional não pode ser considerado, tratado uma “coisa”,  um “recurso” a serviço dos resultados. É gente.  Bom, era assim que eu gostaria de ter sido tratada naquele momento.

Importante fazer ainda uma consideração:  uma pessoa, um único chefe não representa com suas atitudes,  a totalidade de uma organização.  Ou seja,  ter “uma” pessoa assim na sua trajetória profissional não necessariamente destitui o valor que você tem da organização. E posso afirmar que tive um imenso prazer em atuar nas empresas pelas quais passei e sou-lhes muito agradecida.

Mas como nada acontece por acaso,  e sempre para o nosso bem e crescimento, daquele dia em diante, um pensamento,  uma decisão começou a crescer comigo  internamente… EU PRECISO MUDAR!!!  Não posso permitir-me ser tratada, desrespeitosamente. NUNCA MAIS.  Qualquer tipo de dependência que eu tivesse naquele momento precisaria ser trabalhada, para criar condições de realizar. mobilizar um futuro diferente.

Aprenda a lidar por isso…

Antes que você veja sua auto-estima dizimada por essas questões, por esses fatores  propulsores  de emoções negativas, busque desenvolver estratégias e caminhos que te alimentem positivamente.

Você pode se deparar com situações muito legais e novas perspectivas de atuação, em contextos emocionalmente mais favoráveis, protegendo sua saúde e bem estar.  Ou mesmo,  descobrir razões fortes que ampliem suas motivações e engajamento no trabalho, mudando então o foco, reduzindo os impactos das relações negativas, tóxicas

Dizem que escrever é um santo remédio.  Ajuda a “aclarar” as ideias,  a tirar de dentro o que não nos faz bem,  e a ampliar as compreensões que temos.. Escrevo, porque, depois de tantos anos considero essa emoção negativa dissipada.    Penso que ao transferir em  palavras e compartilhar, posso ajudar outras pessoas a atuarem melhor em situações similares.

Não quero isso mais em mim. Ponto!

“que o perdão seja sagrado,  que a fé seja infinita, que o homem seja livre, que a justiça sobreviva.. aiai ”

Até sempre..

Darlene

Emoção não pede licença! 😡

A busca por mais consciência,  por uma vida em estado de atenção plena,  por ampliar a capacidade interna de resolução,  por decisões mais acertadas, por mais satisfação e  felicidade tem despertado a atenção de estudiosos, de cientistas que  realizam pesquisas das  variadas facetas do comportamento humano.
As emoções sempre foram temas instigantes, porque, assim como os pensamentos, surgem impulsivamente,  sem pedir licença,  sem dar aviso prévio,  sem qualquer autorização ou “burocracia”, por vezes, sem lógica.   Chamadas também de “sentimentos” e de “deficiências” (pelo caráter negativo) são involuntárias. Quando você vê,  já foi, ela se apresentou e está sentada no melhor lugar  da sua sala de visitas.   Provê ao ser humano,  um aviso, um movimento de cuidado,  para ajudar-lhe também em situações  críticas e de perigo.    O próprio nome já diz.  Emoção,  que vem do  latim  “emovere”  significa “por em movimento”.
Vamos trazê-las à mente…:
  • O mal comportamento do outro é motivo para que você desista?
  • Ao considerar atos de  desrespeito ou mesmo uma injustiça,  o que te move?
  • Ao irritar-se  por condutas alheias,  qual a sua reação imediata?
  • Foi, de alguma forma, traído por alguém de sua confiança?  Como lida com isso? O que isso movimenta em você?
Eu, você, nossos amigos,  nossos familiares…  Ninguém está ileso. Todos vamos viver essas situações hora ou outra.
Certa vez, há muitos anos atrás,  um desses episódios ocorreu-me no mundo corporativo.  Recordo que senti a presença da “Dona Raiva”,  do “Senhor medo”,   e me privei de continuar num projeto muito importante e totalmente vinculado à área que eu dirigia  (que eu curtia muito), para não submeter-me  a um

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profissional verbalmente ameaçador (“não quero saber, faça o que eu mando ou te mando embora daqui”),  fisicamente agressivo (fisionomia e com fortes tapas na mesa) e que tinha o papel de proceder, teoricamente, ao contrário.  Detinha, além da oportunidade,  a responsabilidade de criar um belo resultado, por meio de um conjunto de profissionais de alto nível, muitos executivos, inclusive.   Ao me ver naquela situação, já tendo percorrido longos anos na carreira executiva e vivido muitas experiências complexas,  tinha dúvidas sobre o caminho correto a seguir.  Sentia-me desrespeitada pessoal e profissionalmente, além de considerar  uma baita  “injustiça”  com as pessoas do conjunto.
Minha reação foi de compartilhar, de forma discreta, com as pessoas “responsáveis”,  ou em posições que carregavam essa “responsabilidade”. Mesmo para a direção de recursos humanos (em geral atenta a essas questões humanas) mas eu talvez eu não tenha sido eficaz,  ou mesmo “bem vista”.  O fato é que nada foi feito.A conduta comum mais observada é o acatamento pelo medo e a uma confortável passividade.  (omissão é sempre um caminho mais fácil e cômodo).  E para quem recebe a informação é difícil ouvir e mais difícil ainda  “tratar”,  encaminhar ações  em ambientes organizacionais.  São muitas variáveis de contexto envolvidas: cultura, política, estrutura organizacional, interesses de toda ordem, etc.
Na minha ótica,  eu não poderia assistir tudo aquilo inerte,  desconsiderando e omitindo-me. Estaria traindo meu jeito de ser. Isso não fazia parte do meu “skill“,   do meu repertório natural de ações na época.   Era literalmente um “tradeoff” – um tema do Programa SOS Liderança e do Programa 4TOUCH,  que trata sobre a necessidade de fazer escolhas.
Aprofundando um pouco mais…
Por várias vezes pensei:
* Covardia minha?.   Me respondi:  Não,  preciso me dar ao respeito.
* Mudar de direção estrategicamente,   fazer escolhas alinhadas aos seus princípios  é ser covarde?  Nesse momento entra em jogo os conceitos de vida,  os valores e o que se quer ser e viver. O respeito começa por si mesmo,  nas suas escolhas.  Assim,  eu perdi a oportunidade de um projeto importante, mas ganhei uma paz interior inigualável. FEITO!
* Mas “o que é” e “o que não” é covardia?  Fui ao  conceito da palavra:
comportamento que denota ausência de coragem; atitude, gesto que se caracteriza pelo temor, pelo acanhamento, pela falta de ousadia, pela raiva ou por sentimento de injustiça.
Recentemente,  anos depois desse ocorrido,  li num dos estudos sobre neurociência, sobre emoção  raiva –  que em geral tem um componente de maldade, mas que pode ser também um caminho para exprimir uma indignação legítima diante de uma injustiça.  “Ela contém aspectos de clareza, atenção e eficácia que, em si mesmos,  não são perniciosos. ” Me fez acordar essa experiência e revisitá-la em perspectiva e análise.
Alegria, tristeza, raiva, irritação
Diante de obstáculos,  insatisfações,  expectativas não atendidas, ausência de reciprocidade, injustiças, seja no pessoal,  profissional,  social ou política, o que você faz com esse movimento  que,  sem pedir licença,  simplesmente “brota” dentro de você?
As relações humanas nos desafiam  e  ensinam a todo momento: namorados,  maridos/esposas,  filhos,  familiares,  amigos,  colegas de trabalho, chefes e superiores,  subordinados,  políticos,   etc.   Diria que são os nossos propulsores de emoções. (ou combustão rs).
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Além das relações humanas em si,  as nossas atividades diárias nos expõem:  o trânsito,  a carência de tempo,  a pressão do trabalho,   as necessidades de sobrevivência financeira,  os sonhos não realizados.
TODOS,  todos os seres humanos passam por elas,  mas nem todos estão conscientes ainda,  são capazes de gerencia-los adequadamente e principalmente agir de forma positiva, construtiva. São tantas as repercussões desses momentos que o  querido “equilíbrio”  tão necessário,  muitas vezes, passa longe.
As emoções são  as  “matérias primas”  da  “inteligência emocional”,  tema que se desenvolve-se progressivamente e ganha espaços e pesquisas desde 1995, com o lançamento do conceito no livro de mesmo nome,  do Professor de Harvard, Daniel Goleman.
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Identificá-las, qualificá-las e saber lidar com elas passa ser uma competência.   Torná-las movimentos positivos internos é um processo de desenvolvimento.   Para os líderes, especialmente, esse tema tem um significado crucial,  dado que um de seus importantes papéis é lidar com as pessoas e consequentemente com a emoções delas.  Isso  faz uma grande diferença.    Em 2011 escrevi um artigo que está aqui no site,  onde apresentei o conceito de liderança primal,  lidando com a sensibilidade e eficácia.  Se tiver interesse em mergulhar um pouco mais messe conceito acesse aqui ->  Liderança PRIMAL.
Também citei as bases da  ‘inteligência emocional”  no ebook,  “Segredos na arte de se relacionar”. 
Esse tema tem uma conexão direta com a neurociência, porque depende das aptidões mentais do indivíduo. Razão e sensibilidade (emoção) andam de mãos dadas.  Então não há como falar de emoções,  sem trazer à tona as  capacidades mentais.  Muitas conexões pela frente !!
Emoções – Aprender a lidar com elas,  treinar seu auto-controle,  desenvolver-se é um caminho viável e factível.  Quem quiser pode percorrer  e existem muitas ferramentas  e “tecnologias” disponíveis.  Cito o mindfulness,  por exemplo.    Como todo processo de capacitação, exigirá esforço,  paciência,  atenção, tempo.   Mas asseguro,  vale a pena!
Até sempre,
Darlene

Não vale largar tudo, entregar-se!!!🤦🏻‍♂

Uma dificuldade, um problema,  uma situação ruim,  uma separação, uma demissão,  qualquer que seja “o grau” da questão  … não representa motivo para fugir,  sumir,  entregar-se.

Muitas vezes,  a resposta automátela nao aceitaica diante dos obstáculos é fugir deles ao invés de enfrentá-los,  superá-los.  Em geral,  as pessoas preferem escolher pelo caminho  mais fácil,   o que dá menos trabalho,  os caminhos de poucos esforços,  reflexões e empenho.

Entretanto,  todavia, contudo, .. (rs)   a realidade não é assim.  Estaremos sempre deparando-nos com esses tipos situações durante a vida toda,  ocasiões para as quais não temos alguma habilidade específica, não temos o conhecimento necessário  ou que exigirá uma saída estratégica  da zona de conforto.

Hoje mesmo,  pela manhã,  recebi uma mensagem de uma seguidora da minha página no facebook,  perguntando sobre os objetivos dos cursos digitais que temos disponíveis, pois estava precisando de uma ajuda.   O Guinada Profissional  trabalha exatamente nisso,  ajudando as pessoas a se reposicionarem, inclusive emocionalmente,  para criarem novos caminhos de atuação profissional.  Essa pessoa, que mencionei, sentia-se péssima por não ter sido a escolhida num processo seletivo.  Mas isso não quer dizer que ela não é boa.  Talvez aquela posição não fosse compatível com o perfil dela,  ou com seus planos para o futuro.

Além disso, é preciso tomar cuidado com as influências “subliminares”  a que somos submetidos pelo mundo digital.   Veja:  Queremos o trabalho “dos sonhos”,   o relacionamento “dos sonhos”,   a viagem “dos sonhos” e é tamanha a ilusão construída que turva nossa visão e acaba por gerar expectativas irrealizáveis.    As redes sociais e a forma como muitas coisas e vidas são  apresentadas alimentam ainda mais as ilusões pois representam verdadeiros “paraísos” que atraem a mente dos automáticos de plantão.

ACORDA!!! 

A – cor – dar  –  Significa dar a cor.   Ampliando um pouco,  podemos interpretar como  olhar diferente,  como criar  seu próprio mundo sem se deixar influenciar pela  “inundação” de informações e imagens que nos atropelam todos os dias.

A maneira de encarar as situações difíceis e os obstáculos que encontramos depende muito do nosso “olhar”.   Podemos olhar com olhos de vítima (óh céus,  óh vida,  óh destino)  ou podemos considerar uma oportunidade para aprender,  para exercitar outras visões, para realizar um melhoramento pessoal, para sair mais preparado e mais fortalecido depois.

Certa vez ouvi de um amigo uma frase, que nunca mais esqueci:

 “Apelou, perdeu!”.

Ou seja, se fugiu, desistiu,  já perdeu uma oportunidade de fazer diferente.

Coragem é uma palavra que cabe bem nesse momento,   coragem para assumir nossas imperfeições e inabilidades, coragem para lidar com o outro, com a situação.

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O passado está escrito,  feito e não tem como mudar. Agora o  futuro??  Ahhh .. esse sim, eu, você,  NÓS todos temos o “PODER”  de criar,  de escrever a nossa  história.

Não tem como “ganhar” fugindo…  desistindo …

Então, peito aberto,  e vamos a  luta!!!!

Abraços,

Darlene

 

P.S.  Para as pessoas que estão em transição e carreira e que querem construir novos olhares e criar seus próprios cenários de trabalho e atividade,  não deixem de visitar o site Guinadaprofissional.com .    Trata-se de um programa que ajuda as pessoas que estão nessa condição, seja porque escolheram sair dos seus empregos para desenvolverem-se em novos trabalhos, seja porque foram demitidos pelos seus empregadores.

Passe lá e conheça um pouco mais!!!

 

Satisfação!!! Cadê? 👩🏻‍🎓👩‍🍳👨🏾‍🌾👨‍🚀👩🏾‍🔬👩‍🎤👨‍💻

A fonte de verdadeira satisfação  provém,  em torno de 60% ou mais,  de atividades produtivas, e também de realizações do trabalho.  Quando tive acesso a essa informação,  me veio à tona,  a busca incessante das pessoas,  por prazeres de todo tipo e em toda parte,  para “aproveitar a vida”.   Daí que acabam encontrando boas sensações, entretanto,  aparecem como fugazes.  Obviamente que não se pode generalizar,  existem casos e casos.

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Entretanto,   e o mais legal  é  considerar que o trabalho,  “maldito” por muitos,  por ser “penoso”,   “difícil”  e  até mesmo  “um castigo” –  predicados que aprendemos ao longo da vida –    é fonte de muitas realizações positivas e duradouras.

Certa vez,  faz muitos anos,  assisti um show do Toquinho, num encontro anual de executivos,  promovido pela empresa e algo que  ele disse ao final,  me marcou  e  tenho comigo até hoje:

“Estou fazendo a coisa que mais gosto,  música.   E ainda ganho dinheiro pra isso.”

Pensei comigo,   que privilégio poder ganhar dinheiro com a realização de gostos, de prazeres da vida.  Muitos anos depois,  participei de um evento em São Paulo,  com o Rick Jarow,   o autor do livro “Criando o trabalho que você ama”.,   e mais uma vez essas reflexões vieram  à tona.

  • É possível trabalhar com o que se ama?  Ou é uma utopia?
  • Será um privilégio para poucos,  como o Toquinho?
  • Fazer o que se gosta,  o que se ama, nem sempre “dá dinheiro”.

O fato é que a gente para muito pouco pra pensar no que “de fato”, no que  “realmente” gostamos, no que realmente somos.   Inundados por influências,  por modelos pre-concebidos,  muitas vezes “achamos” que gostamos.  Vez ou outra,  uma voz interna cochicha o contrário.  Parece nossa consciência ou nossa alma querendo um espaço pra respirar (rs)…

Lendo a Revista Vida Simples,  um texto(capa),  assinado pela querida e editora  Ana Holanda,  entitulado “Como encontrar o trabalho dos sonhos” me deparei de novo com essas mesmas questões.   Palavras afetuosas e que me fizeram pensar  novamente nas motivações que nos impulsionam a agir na vida.   Mais especialmente a agir para o trabalho.    Ela adiciona o elemento “alma”…  qual o trabalho sua alma quer?.   E menciona:

“E essa escuta,  a da alma, é algo que a gente demora a apurar. “

Arrisco dizer que muitos não chegam lá (rs).  Lembrei daquele número que mencionei no início desse artigo, que repito,  “em torno de 60%”  das realizações com satisfação verdadeira provêm de  atividades produtivas. Conectei com a frase citada na revista,  do filósofo Albert Camus,  que gostei muito:

˜Sem trabalho, toda a vida apodrece, mas, quando o trabalho é desprovido de alma, a vida sufoca e morre.

Encontrar o que nos motiva,  o que realmente nos mobiliza à realizações profundas e positivas  requer o exercício do autoconhecimento.  Requer parar pra pensar,  requer fazer escolhas.  Quando desenvolvi o 4TOUCH,   um programa destinado ao desenvolvimento pessoal,   que ajuda as pessoas a saírem da inércia e serem mais realizadoras,  eu mantinha essas reflexões cultivadas por anos,  como pano-de-fundo. Logo instituí o primeiro módulo voltado ao autoconhecimento. Para estimulá-las a pensarem sobre si mesmas,  seus valores,  seus gostos pessoais,  suas habilidades, suas motivações,  seus propósitos e significados.

Esses caminhos de descobertas,  de diálogos internos podem ser muito valiosos,  seja para confirmar os caminhos já escolhidos, seja para decidir por outros.   O fato é que,  ampliar o nível de consciência do que se é favorece muito a conquista de uma vida mais plena, com mais significado e porque não dizer,  mais feliz?

Até sempre,

Darlene

 

 

 

Liderança TRANSFORMADORA!

Eu e minha querida parceira Andreia Nalesso realizamos um projeto que “adoro”,  o SOS Liderança.    Tenho um apreço especial por esse tema e há muitos anos sigo pesquisando, praticando e escrevendo sobre ele.  Aqui mesmo no blog,  tenho vários artigos nesse sentido.  E olha,  sempre descubro que há muito mais a ser aprendido, principalmente quando observo a realidade atual.

Especialmente no Programa SOS Liderança tivemos  palestrantes incríveis, que são grandes  referências em  suas áreas de atuação.    Hoje quero citar um deles:  Paulo Braune,  que nos ensinou de forma brilhante sobre a LIDERANÇA TRANSFORMADORA

De acordo com ele,   a liderança transformadora é um dos pilares que compõe  o tripé da Liderança INTEGRAL  (autêntica, inspiradora e transformadora).   É notória a relevância do tema, haja vista a carência de líderes não somente no Brasil, como também, no mundo.  Estamos assistindo aberrações  nos contextos políticos, econômicos  e sociais  no que tange aos “ditos líderes”.

Uma das características principais dos líderes transformadores compartilhada pelo Paulo é a postura e visão crítica sobre a realidade,  persistindo mediante  injustiças;  e convictos de suas crenças, princípios e valores.    Não abrindo mão deles, independente dos interesses em jogo.

Tem muito mais…  acompanhe conosco por aqui.  Veja uma “palhinha” e se inspire com a mensagem do Paulo.

 

Em breve teremos novas noticias sobre o SOS Liderança..
Me siga por aqui e tenha acesso rápido a esses conteúdos e notícias.

 

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Você escolhe o que quer ser!! Ou não?

As escolhas  (tradeoffs),  em qualquer época da vida, não são triviais e ou necessariamente fáceis.  Pense em quantas e relevantes escolhas você realizou  ao longo do seu caminho: escolher o seu curso superior,  escolher sua profissão,  sua escola/universidade,  seu trabalho,  seu chefe,  escolher a empresa para a qual trabalhar,  escolher seus amigos,   seu namorado (a),  seu marido (esposa)..  e por aí vai.

Abrir mão de algo,  fazer concessões,  optar por algumas perdas.  Compõem o processo  natural de tomada de decisões. Pressupõem  ganhos e perdas.   Se você quer ter uma trajetória profissional,  qualquer que seja a área,  precisa escolher dedicar-se, concentrar esforços,  aprofundar-se em estudos e práticas,   em detrimento de outras atividades. Isso,  óbvio,  se se pretende alcançar seus objetivos.

Já dizia um antigo conhecido meu,   “there is no free lunch“…  ou seja,  não existe almoço grátis,  tudo tem seu preço.  Prefiro até dizer que tudo tem seu valor.   Implicitamente,  as escolhas são realizadas a partir do que representam,  do que valem  para cada uma das pessoas.  Algo de muito valor para mim  não necessariamente tem o mesmo valor para você e vice-versa.

Cada ser humano carrega em si,  uma individualidade própria,  uma história construída pelas suas próprias decisões.   Saber o que não fazer, é também tão importante, quanto saber o que fazer.  Por vezes, representa uma grande parte das nossas conquistas,  já que nosso tempo é exíguo.   Como Gonzales Pecotche diz:  “tempo é vida” e por isso não podemos desperdiçá-lo    De nada adianta  “lotar” a vida de atividades,  de “prazeres”,  e não conseguir dar foco, realizar e conquistar suas metas pessoais, por insuficiência de atenção dirigida!!

E você?  Como está escolhendo o que quer ser?  Ou está deixando o mundo escolher por você?

Dentre os meus vários vídeos de um minuto (disponíveis no youtube.com/darlenedutra),   destaquei um pra você, que fala de escolhas.   Me dê seu feedback -darlene@pothum.com.br.

 

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Processos de desenvolvimento assistidos… (mentoring, coaching)

Você já experimentou algum desenvolvimento de forma “assistida”,  com ajuda personalizada,  feito só para você?

Compartilho aqui algumas informações sobre esses tipos de processos de capacitação individual.   Embora o termo “coaching” esteja sendo utilizado para muitas e distintas finalidades,   em um de seus  “desenhos originais”,  enquanto processo estruturado de desenvolvimento,   é uma das formas mais interessantes para trabalhar a ampliação  de competências.

Para os leitores que não estão muito habituados ao termo,   “Coach”  é um termo inglês que passou a ser usado inicialmente na Universidade de Oxford,   fazendo referência aos orientadores ou tutores particulares  que tinham como responsabilidade,   preparar os estudantes para os exames da universidade.

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Se você se deparar com a palavra “coaching”    trata-se do processo de desenvolvimento em si.   Se ouvir “coach” refere-se ao treinador, ao condutor do processo e  “coachee” à pessoa,  que está sendo orientada,  com vistas à uma evolução com objetivos definidos,   à aquisição de competências que a favoreça na obtenção de resultados.

Os líderes, especialmente no mundo corporativo,  têm se preparado formalmente para tornarem-se líderes coaches,   o que de acordo com Rhandy Di Stefano – referência no assunto – representa um estilo de liderança mais humanizada,  quando comparamos com estilos antigos.  Considera  também esse caminho mais eficiente para criar equipes e organizações de alta performance. Para que isso aconteça é necessário que seja uma estratégia da companhia e que haja formalmente essa “instituição”.

Outro caminho muito utilizado pelas organizações dentro desse mesmo contexto  é a contratação de consultores ou empresas  “externas’  especializadas em processos de “coaching”  para  realizar essa jornada de desenvolvimento e capacitação com profissionais em cargos de chefia, liderança.

Ainda,  é importante mencionar que para garantir certa padronização e uma metodologia que favorece a prestação de serviços com qualidade e eficiência, surgiram os órgãos certificadores,  muitos internacionais, inclusive.

A ICI® – International Association Of Coaching Institutes é uma escola pioneira nos seus cursos de coaching e aprovados pela International  Coach Federation (ICF).

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Existem também outras instituições com esse mesmo propósito e que podem ser pesquisadas e consultadas na própria internet. O que penso ser relevante mencionar é que,  os coaches, ao obterem as certificações internacionais passam a ser melhor reconhecidos pelo mercado, pois as empresas,  os contratantes em geral, sabem que  as certificações tem requisitos, regras e normas que visam garantir a qualidade dos serviços prestados por esses profissionais.

Se você estiver pensando em utilizar-se desses tipos de desenvolvimentos personalizados,  verifique a formação do profissional,  a experiência profissional que ele teve e a instituição em que foi certificado.  Vale a pena!

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Informações adicionais:

Para quem gosta de conhecer a origem da palavra…

Da Wikipedia – “A palavra coaching na língua inglesa (Coach) foi utilizada pela primeira vez na cidade localizada no condado de Komárom-Esztergom na Hungria, para designar as coches de quatro rodas. Essas coches começaram a ser produzidas no século XVI e tornaram-se as mais cobiçadas da época por seu conforto – elas foram as primeiras a ser produzidas com suspensão feita de molas de aço. Assim, as coches de Kocs eram chamadas de kocsiszeker. Os nativos dessa cidade também são chamados de kocsi. E é esse vocábulo que os ingleses entendiam como “coach”.[1]

Com o passar do tempo, surgiu uma metáfora. Do mesmo modo que a carruagem leva as pessoas aos diversos campos geográficos, o coach era a forma como se chamava o tutor que conduzia outras pessoas pelos diversos campos do conhecimento. Conta-se também que as famílias muito ricas, quando em longas viagens pela Europa, levavam servos no interior da carruagem, que liam em voz alta para as crianças o que elas tinham de aprender. Esse servo passou a ser chamado de coach também.

No século XVIII os nobres universitários da Inglaterra iam para suas aulas, em suas carruagens, conduzidos por cocheiros – Coachs. Por volta de 1830, o termo Coach passa a ser utilizado na Universidade de Oxford como gíria de “tutor particular”, aquele que “carrega”, “conduz” e “prepara” os estudantes para seus exames. Sendo assim, o termo coaching refere-se ao processo em si, o Coach àquele que conduz, e o Coachee à pessoa conduzida na direção do objetivo que deseja alcançar.

Porém, na atualidade novas linhas e abordagem estão surgindo, contrapondo esta ideia do coach como o profissional que leva o cliente do ponto A ao ponto B.”

Reputação, você tem?

Essa palavra tem sido muito mais utilizada  após a expansão valiosa da internet e das redes sociais.    O acesso e a democratização das informações e dados,  promovido pelo belíssimo desenvolvimento tecnológico,  tem criado novas reflexões nesse sentido.   As pessoas ficam muito  “mais expostas”,   e se apresentam a partir do que publicam,  seja por meio de fotos,  seja por meio de seus escritos e posicionamentos.  Essa exposição, modela de certa forma, o  “perfil da pessoa”,   reconhecido a partir dos seus leitores, visualizadores. Às respostas a esses “desenhos”  chamamos de reputação.  É a percepção, ou mesmo, o sentimento que os demais seres têm em  relação ao que observam.   Então, o que você diz, escreve, e mesmo,  faz,  diz muito sobre você.

Os outros reputam algo à você,  pelas características que eles lhe observam. Compostas por variáveis  que intrinsecamente (e na visão deles) estão qualificando você.

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Envolve desde suas preferências, opiniões, condutas,  …. entre outros.

Obviamente que tudo depende do “olhar” do observador e do que ele tem de conceitos e conhecimentos diante da vida.

“As pessoas vêm a partir do que têm dentro de si mesmas.”

A soma de muitos desses  “olhares”, percepções e observações constroem um perfil,  um desenho,  que promove ou não uma vinculação de confiança.   As pessoas de boa reputação possuem a confiança dos demais.

Grande parte das pessoas recorrem  às redes para tudo que querem saber,  pesquisar, e ou estudar atualmente.  Essa imensidão de dados  disponíveis têm subsidiado uma série de contextos pessoais e profissionais.

No contexto profissional, por exemplo:  muitas organizações incluíram no seu processo de recrutamento e seleção,  uma etapa de visitação aos sites sociais dos candidatos.

Então…

Você já parou pra pensar sobre “qual imagem você tem passado às pessoas?” ,  ou  “como está sua reputação?”

Uma nova especialidade tem ajudado as pessoas  a  realizarem uma melhor gestão de sua imagem.  Trata-se do “Personal Branding” ou “Gestão de marca e reputação”.   Uma disciplina que cresceu também junto com esse aumento das “exposições”.

No 4TOUCH,  um programa de autodesenvolvimento que idealizei,  trago a tona essa reflexão,  num dos seus primeiros módulos.  Para que os alunos possam estar atentos a essa questão e aos seus posicionamentos.  Para ampliar a visão conto ainda com a preciosa parceria da especialista no assunto,  a Juliana Saldanha, que nos ajuda sempre a entender melhor sobre isso e trabalhar a nossa reputação.

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crédito das imagens utilizadas aqui – > https://www.federateddigitalsolutions.com/reputation-tool/

Quando a experiência fala alto…

Os apreciadores de esportes e os amantes do tênis tiveram a  oportunidade de assistir emocionantes partidas no US OPEN dos EUA,  em Nova York, esses dias.   Uma partida em especial me fez pensar sobre o valor da experiência em qualquer campo da vida.

Del Potro, argentino,  (foto), um jogador experiente,  cheio de febre por conta de uma gripe forte dos últimos dias,  conseguiu mesmo após um início difícil,  virar o jogo, de uma forma sensacional, contra  Thiem, jovem tenista austríaco,  e seguir para as etapas finais desse  Grand Slam norteamericano.

Por mais que estivesse debilitado por conta da saúde,   o jogador demonstrou que sua experiência,  sua trajetória nessa modalidade foram cruciais.

Muito estuda-se e analisa-se acerca das diferenças entre as gerações,  a necessária convivência entre níveis de maturidade e experiências distintas, do surgimento de conflitos e do jeito de pensar peculiares.   Só o desdobramento desse parágrafo daria um livro (rs), mas não é esse meu propósito.

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Esse jogo em especial  me fez pensar sobre como a experiência,   a maturidade,  o caminho percorrido fazem a diferença em alguns momentos,  trazendo à tona a necessária confiança, segurança para a ação com alta performance.   Alguém que passou repetidas vezes pelo mesmo caminho e teve resultados significativos, acumulou um repertório importante que pode ser “sacado”  em situações críticas e tensas onde os nossos limites são colocados à prova.   Se o componente “inteligência emocional” estiver presente então,  melhor ainda.

Desenvolver competências pressupõe entrar em ação.  Repetir, repetir, repetir práticas… Aprender com elas, lapidar, corrigir,  e principalmente, persistir, continuar.  É inócuo abarcar só e brilhantemente a teoria.  Seria como aprender tudo no manual de “como dirigir um carro”  e não tê-lo guiado.   A experiência prática,  a vivência,  os erros e acertos constituem  o acervo e esse, por sua vez, favorece grandemente a ação.

“A batalha que você tem que ganhar hoje
é a força que você precisa para vencer a guerra amanhã.”
Lanzelotte

O programa 4TOUCH ajuda as pessoas a percorrerem de forma autônoma e independente, de acordo com sua disponibilidade,   uma jornada de autodesenvolvimento,  com vistas a ampliar seu poder de ação.  Principalmente para as pessoas que não podem, por questões financeiras ou de disponibilidade de tempo, percorrer um processo de “coaching” individualizado.  Indico fortemente esse treinamento online.  Acesse aqui e conheça mais ou entre em contato comigo.

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Há vida lá fora!

Acredite!  Grande parte das  horas diárias das pessoas são gastas em comportamentos absolutamente automáticos. Dentro do táxi, do metrô, do ônibus, do carro, … Podem passar por paisagens lindas, porém,  sem de fato vê-las,  apreciá-las,  desfrutá-las.knight-122838_640

Ao final de um período (dia, mês, ano) constatam  o sentimento de insatisfação por não terem feito o que gostariam. Permeia  a sensação de que poderiam ter feito mais ou de forma diferente.   Com tantos desenvolvimentos tecnológicos, inovações,  modernos padrões de vida as pessoas ainda estão abarrotadas de atividades, sem tempo para muitas outras que gostariam de realizar. Não parece contraditório?

Estamos correndo atrás do que mesmo?  

Se a resposta for “da felicidade”,   será esse o caminho?   Dedicamos uma enormidade de tempo na busca, do que  “achamos”  que nos fará mais felizes e ainda assim nos sentimos insatisfeitos,  infelizes até.  Se esse não é o seu caso,  tiro o meu chapéu pra você e o cumprimento efusivamente.

Ao assistir  cenas,  imagens  de pessoas  se acotovelando,   “loucos pra comprar”  num desses dias de black friday,  a famosa data de promoções fantásticas,  “pasmei”.  O que move tamanho desejo pelas compras, pelo consumo desenfreado?  Por que tantas pessoas querem ter mais e mais,  a qualquer custo?  Compulsivas por conquistar sempre mais e melhor, movimentadas pelos modelos e “padrões” divulgados incessantemente pelo marketing.  Estão tentando comprar a felicidade?

O que mais tem movido as pessoas? 

Gosto muito do projeto Walk & Talk – Histórias que Inspiram  realizado pela Luah e o Danilo,  projeto onde visitaram 28 países em 5 continentes ouvindo as pessoas sobre o que as motivavam viver.   Trata-se de um conteúdo que nos convida a pensar sobre essa questão:  o que nos move e  motiva?  O que te faz levantar da cama e agir ?

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fonte: Walk & Talk – Histórias que Inspiram

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Existem muitas pessoas que são teoricamente “bem sucedidas”, que têm tudo que gostariam (coisas), viagens, carros, casa confortável, status social, um trabalho que as remunera de forma diferenciada.  E por que,  ainda assim, não se sentem plenas, satisfeitas  ou felizes.

Olham pra dentro de si mesmas e  não conseguem encontrar as respostas para esse sentimento de “falta”  que mora ali.   Comprar coisas,  ter coisas,  não resolve isso. Viver para receber o salário e gastá-lo simplesmente não é o suficiente.

O que estou trazendo aqui pode soar  meio utópico, meio romântico.  Falar de sentimentos,  de realidades internas desatendidas não é usual à maioria.   E pode parecer fraqueza (para muitos).   Mas não é. Assisto movimentos significativos ao redor do mundo que retratam exatamente essa busca por uma vida de maior significância e menos “coisas”.   Veja:

a) Simplicidade voluntária,  de acordo com a wikipedia, e que transcrevo aqui, a  “Vida simples ou simplicidade voluntária é um estilo de vida no qual os indivíduos shoes-2465908_640conscientemente escolhem minimizar a preocupação com o “quanto mais melhor”, em termos de riqueza e consumo. Seus adeptos escolhem uma vida simples por diferentes razões que podem estar ligadas a espiritualidade, saúde, qualidade de vida e do tempo passado com a família e amigos, redução do stress, preservação do meio ambiente, justiça social ou anticonsumismo, enquanto outros escolhem viver mais simplesmente por preferência pessoal ou por razões econômicas – embora a vida simples seja essencialmente uma escolha e nada tenha a ver com “pobreza forçada”. A pobreza é involuntária e debilitante, a simplicidade é voluntária e mobilizadora, adverte Duane Elgin, autor do livro Simplicidade Voluntária. Significa fazer um esforço consciente para descobrir o que realmente é importante e abrir mão do que é supérfluo, descobrindo assim que uma vida mais frugal exteriormente pode ser muito mais rica e abundante interiormente. “

b) Downshifting – termo frequentemente utilizado para descrever um movimento quenote-415143_640 promove a redução da velocidade (diminuir a marcha),  redução da intensidade no nível de atividades e  que promove uma mudança no estilo de vida,  de maior para menor consumo. Um fenômeno que envolve renúncias voluntárias de cargos de chefia e de trabalho em prol do auto-desenvolvimento  ou de uma auto-realização baseada em outros fatores, culturais,  familiares,  de relações.   É desencadeado, por vezes,  nos momentos de alto stress no trabalho,  seja pelas péssimas condições oferecidas pelos empregadores, seja por trabalhar em algo que desgosta, por obrigação ou por despender muito mais tempo ao trabalho do que gostaria (problemas de trânsito, deslocamentos, etc.).

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c) Minimalismo,   é uma  palavra muito utilizada atualmente por pessoas que decidiram reduzir seu consumismo e voltando sua atenção para outros aspectos da vida. Aqueles que o dinheiro não pode comprar. Significa uma revisão geral no estilo de vida, no emprego inteligente do tempo  (tempo é luxo)  e na aplicação otimizada de recursos (financeiros ou não). Pode ser bem representado pela frase:  “o menos é mais”.

As pessoas que estão, de certa forma,  se familiarizando com esses movimentos privilegiam  mais a “qualidade” dos seus momentos de vida,  desfrutando com intensidade de suas relações,  aportando um valor mais real  e justo à outras variáveis,  que não só o trabalho.  Escolhem viver fora do “modelo automático”  do  “ganha-gasta”.

As dezenas de histórias que tenho tido contato no mundo moderno,  os seres que percorreram caminhos como esses – hoje mais conhecidos por conta do acesso fácil à informação – ajudam os demais a ampliar a visão acerca de escolhas e fazem pensar sobre caminhos alternativos e bem possíveis.    Arrisco dizer que acabam contribuindo para acordar medos guardados em gavetas e levar as pessoas  a assumirem mais as próprias inquietações internas a favor de mudanças.

Defendo a busca peloequilíbrio  entre as várias dimensões da vida.  No 4TOUCH, por meio de um processo “autocoaching” digital,  estimulo as pessoas a pensarem em seus vários cenários:  pessoal, família, trabalho, sociedade, etc.  O melhor dos mundos é ter um  trabalho que se desfrute e se curta muito,   que permita ser  uma pessoa produtiva sob condições razoáveis,  preservando a qualidade de vida,   permitindo uma conciliação com diversos  outros interesses.

Citado pelo Walk & Talk, e dito pelos gregos:

“as pessoas que encontram seus talentos e fazem aquilo que amam são mais entusiasmadas e motivadas que as demais. “

Manter-se sempre em atividades é fundamental,  sejam elas quais forem.  E se essas forem remuneradas, melhor ainda.  Já dizia Confúcio:  “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.”   Afinal, precisamos sobreviver – alimentação, vestuário,  saúde,  mobilidade, etc –   suprir nossas necessidades físicas minimamente.  (lembrei de Maslow rs).

Recordo de uma frase minha,  que  utilizava por ocasião das  férias,  durante minha estada no mundo corporativo, e que fui entender mais profundamente muito, muito tempo depois.

“Há vida lá fora.”

Ela denotava um certo desequilíbrio que eu vivia entre as várias dimensões da vida. Nessas ocasiões  representava pra mim a possibilidade, mesmo que temporária,   de  “ter o domínio,  a liberdade de gerenciar  o meu tempo”.

Ser capaz de sentir a vida com a calma necessária, capturando as delicadezas, as sutilezas dos momentos, saboreando as experiências é algo encantador.

Reconheço a complexidade e as dificuldades  para mudança nos padrões de comportamentos,  para quebra de modelos e sistemas transmitidos por gerações.  Isso requer um conhecimento apurado de si mesmo (autoconhecimento) e uma boa dose de coragem.  Sempre que divulgo essas reflexões,   várias pessoas curtem, comentam  e colaboram com elas.   Confirmam assim esse existe um  desejo latente em viver diferente,  transformar,  mudar o “status quo”.   Feliz por isso! Afinal,  há vida lá fora. (rs)

Se você tem o vírus do incômodo positivo,  da inquietação por uma vida mais plena, pense nisso.  Se gostou desse tema – desse “dedo de prosa”,  como dizem os mineiros do interior –  me escreva contando sua história.    Vou adorar conhecer.  darlene@pothum.com.br

Indicações:

Filme  Alike (youtube)

Projeto Walk & Talk – Histórias que Inspiram

A difícil decisão de empreender …

Você é uma dessas pessoas que analisam, analisam,  analisam muuuito antes de tomar uma decisão?  Ou você precisa de poucas análises e informações mínimas para iniciar seus projetos?  Qual seu estilo para tomar decisões?

Há um estilo de pessoas que “super” refletem antes de uma tomada de decisão necessária para implementação de projetos, para  entrar literalmente em ação.  Mergulhados num  “mar” de informações,  conteúdos,  produções científicas, críticas especializadas…  e tudo mais –  incrivelmente à disposição nas redes –  não é  fácil consolidar cenários e estruturar o racional que sustente a decisão.

Na verdade, em muitos casos, ocorre a tão conhecida “analysis paralysis’  (paralisia da análise).

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Cá pra nós, tomar decisão nesse mundão de dados e informações ficou bem mais complexo.  Tem muita ciência envolvida. “

As pessoas não querem errar,  e mais,  elas querem ser reconhecidas por bons resultados,  por realizações bem sucedidas. Esse comportamento (de enormidade de análises), quando  em “graus elevados”,   faz  manter  os projetos no papel.

Nas minhas pesquisas e trabalhos voltados à realização humana (Programa 4Touch) identifiquei que esse é um dos fatores inibidores da partida para ação.  Chamo a atenção para o MEDO:  o MEDO da incerteza,   o MEDO de não ser capaz de lidar com o novo,  o MEDO de errar,  o MEDO do FRACASSO. E esse medo,  por vezes, não declarado e até mesmo não identificado,  pode paralisar.

Gosto da frase de Nelson Mandela:

Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.

Por outro lado…

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Devido ao momento crítico na economia do país,  às condições de menor consumo do mercado brasileiro, e do aumento progressivo do número de desempregados, há uma onda de  novos negócios,  de  novos empreendimentos. A coragem para criar novos caminhos, nesse caso,  tem sido fomentada pela necessidade.

Uma quantidade significativa de pessoas está empreendendo e especialmente no mundo  digital.  Boa parte delas por estar sem trabalho,   outra parte por apostar na tão sonhada carreira solo ou para tirar da gaveta uma idéia guardada há tempos.

Enfim,  deram a largada.

De acordo com Cristina Junqueira, co-fundadora do Nubank,  numa apresentação recente, esses momentos de recessão,  de crise econômica,  são propícios para empreender, porque é quando as pessoas “estão procurando alternativas e soluções diferentes, o que torna mais propício o crescimento de startups”.

Coragem e arrojo  à parte – e diga-se de passagem,  são qualidades que admiro –    é importante ter um mínimo de análise preliminar de forma a ampliar as chances de sucesso da iniciativa.  Um kit mínimo de variáveis precisa ser estudado para que esse projeto,   esse empreendimento tenha boas perspectivas.

O Brasil abre muitas empresas,  mas tem fechado muito mais nos últimos anos.  E não me refiro à taxa de mortalidade de novas empresas que é historicamente grande, mas  refiro-me ao fechamento de empresas com maior tempo de operação.  Em 2016, por exemplo, o número de empresas que pediram falência subiu 12%, se comparado ao ano anterior.  (Folha de S.Paulo).

O que fazer nesses momentos de decisão?

Se você pensa em alçar vôos nesse sentido…  sugiro avaliar  qual o seu estilo  para tomar decisões.  Ao se identificar busque um equilíbrio entre o ser “extremamente detalhista”  e não implementar e o  ser  “muito arrojado e até impulsivo” e implementar sem alguns cuidados mínimos.

Se quer conhecer algumas dicas chaves que podem favorecer sua a tomada de decisão  e evitar várias armadilhas,  fique de olho por aqui.

Não me refiro a procedimentos e atividades corriqueiramente necessários à abertura de empresas.  Nem sobre como fazer contratos,  negociações ou estudos estratégicos  e planos de marketing.  Esses tipos de conhecimentos e orientações você poderá obter em sites específicos, Sebrae por exemplo e ou outros. São inúmeras as fontes para obter essas informações.  Vou  trazer pra você recomendações de outro gênero. que lhe ajudem a tomar uma decisão com maior confiança. Fique ligado aqui e veja mais nos meus próximos posts.

Te convido também para se cadastrar na nossa REDE,  e receber informações diretamente no seu email.

 

Gostou das informações que trouxe aqui?  Quer interagir a respeito? Basta me enviar mensagem no meu email darlene@pothum.com.br

#cinema – Sobre Nise, o coração da loucura

Hoje eu trouxe como panorama de análise,   o filme considerado um “drama-biográfico”  –   Nise, o coração da loucura.  Um parênteses: eu “adoro” filmes e a sua utilização na didática em geral.   A história é contada no contexto do Hospital Psiquiátrico  do Engenho de Dentro  subúrbio do Rio de Janeiro,  e a atuação brilhante da Psiquiatra Nise da Silveira.

Como dizem por aí,   “botei reparo” em  vários pontos de reflexão e que podem ser tranquilamente transpostos a outros contextos e objetos de nossa análise e aprendizado.

Algumas lições importantes:

a) o inconformismo positivo: aquele incômodo necessário a todos nós,  que nos move rumo ao progresso, à  evolução,  que nos  faz saber que pode-se  mais,  que nos faz saber que é possível ser diferente.   Um inconformismo que leva à ação.

b) a riqueza da discordância: a mentalidade de  que não é necessário concordar com o “status quo”,  com os sistemas vigentes e que existe sempre outras alternativas para os problemas.  Sim, requer valentia,  coragem e disposição para contrapor colegas de trabalho, ter persistência,  autoconfiança  e transformar. Quebrar padrões vigentes,  mudar a transmissão de comportamentos de épocas,  é sim, possível.

c) o respeito ao humano:  independente das condições físicas, mentais, econômicas e sociais,  buscar o respeito ao ser humano, acima de tudo.  Em todas as situações, privilegiar a opção por medidas, métodos  e tratamentos humanizados e  acima de tudo, respeitosos.

d) o machismo:  demonstrou claramente como as restrições nas relações de trabalho entre os gêneros eram mais escancaradas (época em que as mulheres eram para casar, somente).  A realização de um trabalho sob esse prisma  pressupõe a necessidade de um esforço dobrado e sem contar com a inexistência de parcerias e apoios.  A desigualdade nesse quesito era ainda mais gritante, pra não dizer,  gigante.

e) estilo de liderança:   uma mulher,  que preserva suas características femininas e se mostra naturalmente  forte em atitudes, com posicionamentos firmes  e ao mesmo tempo docente e afetuosa na convivência.   Conseguiu,  mantendo  seu estilo próprio,   liderar mudanças significativas,  sem ser autoritária,  sem impor sua posição.  Me fez recordar uma frase da  Margareth Thatcher,  “Ser líder é como ser uma dama:  se você precisa provar que é,  então você não é. “

E você,  qual legado está deixando?

 “Há dez mil modos de ocupar-se da vida e de pertencer a sua época… Repetindo, há dez mil modos de pertencer à vida e de lutar por ela.” (Nise da Silveira)

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Fonte: da Wikipedia

 

No 4TOUCH – a jornada da realização,  ajudamos as pessoas a avaliarem seus propósitos. Clique no link e saiba mais detalhes desse programa e seus módulos.

Até sempre
Darlene

Professor de alta performance

Características Principais do Professor de Alta Performance 

Ser professor num país que não valoriza esse tipo de profissional é um desafio e tanto – mas existem pessoas que realmente se sobressaem quando o assunto é dedicação à sua profissão.

Ser um profissional da educação é mais do que planos de aula e correção de provas – esse é apenas o básico que se espera e que se amontoam dentro das instituições de ensino do nosso país e é o modelo que você, que já atua na área ou pensa em atuar lidou enquanto estudava na sua escola.

Esqueça o velho método dos professores arcaicos e seja um professor de alta performance – torne suas aulas atrativas e eficazes no processo de aprendizagem e seja referência na sua área de atuação.

Quer saber como? Papel e caneta na mão para que você possa conhecer as características de um professor de alta performance e dicas que farão você se tornar um profissional bem-sucedido.

O Perfil de um Professor de Alta Performance

Emery_A__29.jpg Um professor de alta performance é aquele que está antenado com o seu tempo e sabe transformar o que acontece no dia a dia em matéria para estimular os seus alunos – é o professor pesquisador, que consegue enxergar contextos para incrementar a sua aula e torna-la produtiva e dinâmica.

Além disso, é sempre motivado e sabe do valor que a sua profissão tem – inclusive investindo em conhecimento para valorizar-se cada vez mais no mercado, transformando o seu tempo em algo precioso e digno de ser assistido.

Este profissional é aquele que não para no tempo e está sempre atento tanto ao que a sua área está oferecendo como também se utiliza largamente de novas tecnologias para facilitar o seu dia a dia. 

Como Posso me Tornar um Professor de Alta Performance?

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 Como você deve imaginar ser um profissional da educação é uma função que demanda tanta responsabilidade quanto parece, o que nos leva refletir sobre o quanto um professor deve estar atualizado com o seu tempo e com novas técnicas para transformar a mente e, quem sabe o futuro dos seus alunos.

Entre as opções disponíveis para que você venha a se tornar um professor de alta performance estão:

Investir em uma pós-graduação: a pós geralmente leva estudantes a almejarem voos mais altos – como por exemplo, ensinar em faculdades, cursando mestrado, doutorado ou mesmo cursando uma especialização.

Mas você já pensou em implementar os conhecimentos adquiridos em sua especialização ou em seu mestrado nas salas de aula?

As escolas valorizam muito o currículo de um professor com uma especialidade a mais e valorizam mais ainda se este professor é qualificado o suficiente para aplicar esses conhecimentos na sala de aula e não somente como algo feito para enfeitar o currículo.

Por isso procure na instituição que você estudou se existe algum programa de pós-graduação ou mesmo em outras faculdades ou universidades da sua cidade, como metodologia de ensino, por exemplo.

Esteja sempre atualizado:

Não só com as novidades da sua área de ensino, mas também com notícias e novidades que você possa utilizar para sair um pouco do material didático fornecido pela escola.

Apesar de ser de fundamental importância na hora de fazer um plano de aulas, o livro didático corre o risco de se transformar em uma âncora que vai lhe impedir de progredir e de transformar sua aula em algo mais rico em conteúdo.

Além disso, não abra mão da utilização de materiais diferenciados para transformar a sua aula em algo mais dinâmico e de fácil acesso – ilustrações, infográficos, vídeos e notícias relacionadas à matéria de estudo.

Siga essas dicas e procure transformar as suas aulas em um momento único de aprendizagem que são as características essenciais de um professor bem-sucedido!

E aí, curtiu essas dicas? Deixe nos comentários abaixo. Não esqueça de compartilhar em suas redes sociais e marcar os seus amigos! Até a próxima!

 

Se você se interessa por ampliar suas competências por meio do seu autodesenvolvimento, conte comigo.  Tenho um programa, o 4TOUCH, que pode te ajudar a acelerar seus objetivos e resultados.

Pode me enviar uma mensagem por aqui ou se cadastrar na nossa REDE para receber nossas informações regulares.

Seja um Professor de Muitos Resultados e Conquiste Novos Projetos

Sabemos que atualmente o momento não é dos mais favoráveis para nenhum profissional, mas, quando se trata da área da docência, parece que há sempre um agravante histórico que acaba por deixar o professor num limbo que o divide geralmente em três momentos: formação, docência e aposentadoria.

Mas, com os avanços constantes em todas as carreiras, até mesmo uma profissão tão tradicional como a da docência necessita de um upgrade de vez em quando para que assim você possa gerar resultados e conquistar novos projetos.

Ser um professor bem-sucedido envolve muitos pontos, os quais vão além de ser competente naquilo em que atua, mas, estar sempre à disposição de novos cursos e especializações vão tornar você em um profissional cada vez mais motivado e criativo dentro da sua área.

Por isso este artigo está aqui para mostrar para você, que é ou quer ser um professor, como conquistar novos projetos e ser um profissional bem-sucedido em sua área de atuação, levando consigo cada vez mais conhecimento para a sala de aula.

Divida o seu Tempo Adequadamente

Muitos professores trabalham em mais de uma instituição em horários e turnos diferentes – na intenção de elevar um pouco mais os ganhos do final do mês ( porque como sabemos tem muito trabalho a ser feito e a remuneração, bem, já dizia o mestre Chico Anysio em sua Escolinha “e o salário, oh”).

E pouca coisa mudou desde então.

Mas um professor que se desdobra entre escolas, turmas e turnos diferentes precisa encontrar um tempo para investir em qualidade de vida e, principalmente em atualização.

O bom profissional precisa sempre estar por dentro das últimas notícias tanto do mundo quanto de sua própria área de atuação – o profissional que acaba dedicando a maior parte do seu tempo apenas ao trabalho acaba por estagnar em relação ao mercado.

O resultado é que o seu trabalho, por mais que você goste, acaba por se tornar um automatismo enfadonho. 

Investimento em Pós-Graduações

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Em geral, os estudantes das instituições depois que terminam as suas licenciaturas acabam em dois caminhos: o primeiro o da atuação nas escolas particulares ou nos concursos públicos que acabam por ser o destino da maior parte de algumas turmas.

Poucos são os estudantes que decidem se aventurar em uma especialização ou em outras formas de pós-graduação e mesmo assim continuar atuando em escolas.

A maioria visa projetos de pesquisa ou mesmo lecionar em faculdades.

Se você é professor de escolas é sempre bom investir em alguma forma de pós-graduação, ou cursos correlatos – dessa maneira, além de se manter atualizado intelectualmente você se tornará um profissional mais motivado a incrementar novas práticas de ensino. 

Oportunidades

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Instituições públicas e privadas são fontes de oportunidades das mais diversas para quem está querendo ser um professor bem-sucedido.

Esteja atento a agências de fomento como o Capes, o CNPQ, ou mesmo o próprio Ministério da Educação e o Programa de Bolsas do Santander.

Estas instituições oferecem incentivos e oportunidades para professores aprimorarem as suas habilidades, realizarem um curso no exterior, cursar uma especialização há muito tempo adiada e, ainda, oferecem financiamento para pesquisas científicas.

Basta ficar de olho em editais e outras chamadas que podem ser as responsáveis por alavancar a sua carreira e dar aquele já comentado upgrade na sua carreira de professor.

Lembrando que é sempre importante que você esteja por dentro das novidades da sua área de atuação: seja através de sites de notícias ou através de portais que são voltados a este fim.

E não esqueça de ter um tempo livre para poder se dedicar a si mesmo.

 

E aí, curtiu esse artigo? Já está pensando no que investir para se tornar um profissional qualificado? Deixe nos comentários e compartilhe em suas redes sociais! Até a próxima!

Você pode mais…. sempre!

Sempre tive um interesse especial pelas questões humanas e pela gestão de pessoas nas experiências que vivi. Sei que podemos ser mais realizados e felizes do que normalmente somos… E isso me estimulou a realizar vários trabalhos nesse sentido!

Quem não deseja viver a realidade de relacionamentos pessoais e profissionais saudáveis, tornando sua vida mais plena? …mas o que isso significa?

Tenho aprendido que algumas das grandes bases da existência humana estão sustentadas no “coletivo”, ou seja na vida de relações: na família, nos amores, nos amigos, nos colegas, no trabalho. Na medida que cuidamos bem dessas bases podemos enriquecer a nossa trajetória, modificar nossa história.

O que vejo e é comprovado por vários estudos é que cada vez mais, estamos ficando individualistas, por várias razões.

De acordo com Bauman, um grande e respeitado sociólogo polonês, as relações escorrem pelo vão dos dedos. Ele disse ainda:

“Em nosso mundo de furiosa individualização, os relacionamentos são bênçãos ambíguas. Oscilam entre o sonho e o pesadelo, e não há como determinar quando um se transforma no outro. Na maior parte do tempo, esses dois “avatares” coabitam – embora em diferentes níveis de consciência. No líquido cenário da vida moderna, os relacionamentos talvez sejam os representantes mais comuns, agudos, perturbadores e profundamente sentidos da ambivalência.”

SABER LIDAR COM ISSO É MESMO UM DESAFIO DO NOSSO TEMPO.

Uma das fontes de recursos para nos sairmos melhor nessas empreitadas é o autoconhecimento. Ele pode ser considerado o ponto de partida para um diálogo interno com maior profundidade e para que possamos promover as mudanças que gostaríamos de ver na nossa vida!

Daniel Goleman menciona claramente a necessidade de nos capacitarmos nas matérias da inteligência emocional, para nos administrarmos bem e também administrarmos nossos relacionamentos. Esse caminho pressupõe conhecer as próprias emoções e as dos demais, além de saber lidar com elas.

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Esse e outros temas eu trato na Jornada da realização, o 4TOUCH, um treinamento digital que idealizei para ajudar as pessoas.

Também tenho parte desse conteúdo no meu  ebook que chamei de   “Segredos de se relacionar”.  

 

Para receber informações das próximas turmas do 4TOUCH e receber o ebook, basta se cadastrar aqui e participar da nossa REDE!! 

Quero entrar na REDE do 4TOUCH e receber o EBOOK.

Será muito bom ter você na rede!!!

até sempre,

Darlene

 

 

Viver com significado, com propósito.

Hoje vou escrever sobre PROPÓSITO, o que chamo de viver com base em significados.  Mesmo que este vocábulo esteja,  por vezes,  ficando repetitivo e até maçante. 

O propósito pra mim é  uma força, uma inspiração, razão pela qual busca-se engrandecer a vida, torná-la mais significativa.  É algo UNICAMENTE SEU,  é o que TE desenha e o que  TE distingue, enquanto ser humano.   “Sim!  Isso é VOCÊ, é a sua cara!”

#video1_Propósito

Tenho entendido que todos  nascem com a prerrogativa de evoluir,  mas nem todos têm a consciência disso e por vezes, passarão toda a vida,  sem nem mesmo pensar  ou anelar algo nesse sentido.  São dominados e submetidos a automatismos dos contextos em que estão inseridos.

O autoconhecimento,  as inquietudes existenciais e espirituais  colaboram para a busca de um sentido pra viver. Todos nós, conscientemente ou não, carecemos de significância. Precisamos descobrir qual o nosso propósito na vida, qual o nosso papel nesse mundo, qual legado nós vamos deixar,  o que temos feito de importante para a humanidade…  Senão por que teremos vivido…

O autoconhecimento ajuda nesse caminho de descobertas.  Na medida que você estabelece um profundo diálogo consigo mesmo,  com seus pensamentos, sentimentos, reações, anelos,  começará a identificar as sensações reais que te enchem de alegria,  que te fazem vibrar diferente, que te comovem intensamente.  Diz Gonzalez Pecotche, autor da Logosofia  que:

“… e é tal a sensação de grandeza que o invade, que a própria vida pareceria transformar-se, adquirindo inesperada transparência.”

Tenho entendido que é nessa profusão que ocorre a “luz”,  ou o “click”… aquele  seu momento de descoberta.

No  curso 4Touch – a jornada da realização, que tenho realizado em ambiente digital, trabalho alguns conteúdos sobre o autoconhecimento e o exercício de “propósito” no primeiro módulo.    Isso porque acredito sinceramente que ser um realizador de sonhos próprios e profundos é muito diferente de  ser um realizador de projetos alheios,  de terceiros  ou emprestados.   Quando se tem um propósito, um sonho próprio o SABOR da REALIZAÇÃO é outro.

Quando o ser se envereda por essa trilha, por pouco que seja, começa a pensar e utilizar seus recursos mentais, refletir mais detidamente, assim,  amplia a sensação de liberdade,  adquire mais confiança para construir e implementar ações dirigidas  ao futuro, sustentadas, obviamente, por essa essência,  por esse “querer” maior e pela consciência.

“Pensando respiramos vida,  respiramos mentalmente, permitindo assim que todos os recursos mentais funcionem com normalidade, sem deficiências e, quando se tem a segurança de que se é  consciente em todos os instantes do que se pensa, do que se faz e de tudo quanto se foi, isto é,  algo indefinido, que se vive sem pensar, para tornar-se algo em que se vive pensando e que proporciona com isso a consciência  do que se vive”.  Pecotche.

Como é algo individual,   dependerá de cada um, da sua medida, da sua velocidade, da sua sensibilidade e  desenvolvimento, entretanto,  tal empreitada pode se tornar  uma alavanca propulsora de grandes escolhas  e realizações na vida.

Produção de momentos de abundâncias… gotas de felicidade…

Estamos vendo e assistindo,  as revoluções da indústria,  da tecnologia, da informação,  do conhecimento.. O progresso rápido com as soluções high-tech,  pesquisas maravilhosas em vários campos da ciência,  empresas se sobressaindo e com altos níveis de lucratividade, consumos e mercados novos,  inovações de toda ordem, entretanto,  constata-se também uma certa “intoxicação” e uma desatenção perigosa com a dimensão humana.  Há uma necessidade de reequilíbrio,   um maior foco na “humanidade” que todos nós temos. Daí um pouco do meu propósito como Consultora em Humanização, um dos porquês de ter escolhido trabalhar em projetos que amplifiquem as questões humanas.

Os seres estão acordando,  estão sentindo falta desta centelha divina individual. Estão buscando assim maior equilíbrio entre todas as dimensões da vida.  Atualmente muitos dão preferência para trabalhos que estejam sustentados nesse contexto, com propósitos humanos reais, principalmente as novas gerações. Sempre digo que “quem faz o que ama, vai mais longe”.   Ter a oportunidade de trabalhar com o que se ama, com o que conecta a própria essência é fantástico!!!

È bem isso que desejo a todos!!

“Ser ninguém além de si mesmo num mundo que está fazendo tudo que pode, noite e dia, para torná-lo igual aos demais, significa lutar a batalha mais difícil que qualquer ser humano pode lutar.  E nunca parar de lutar.”

 E.E. Cummings

Compreender mais claramente o que nos motiva aumenta de forma significativa a nossa capacidade para atingir grandes resultados e metas.

Um abraço e

Até sempre.

Darlene

 

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Foto final dos vídeos

Humanização na escrita

Sabe quando você está lendo um texto ou está ouvindo a narração de alguém (Mônica Cunha, por exemplo, dona de uma voz poderosa!!)   e você se sente transportada para dentro daquela cena,  dentro daquela foto e começa a se solidarizar,  se  “empatizar” com os sentimentos daquelas pessoas?  Se comove,  se emociona e se pega consentindo (sentindo com) com eles, como se estivesse sentado ali,  do lado deles,  vendo suas fisionomias  e compartilhando a tristeza,  a angústia e até  mesmo a decepção?

Foi exatamente assim que me vi,  ao ouvir a leitura de um relato jornalístico contando a história  de uma mãe,  que perdeu a vida,  ou melhor,  se entregou literalmente, por não ter forças para lutar,  tão triste estava pela perda de um filho assassinado por policiais.

Aquele escrito,  aquele texto,  tinha “gente” como protagonista,  tinha as pessoas como foco principal  e nos ensinou muitas coisas.  Ensinou sobre sentimentos,  injustiças,  julgamentos, impunidades,  perdas,  sobre  gente.   E mais .. ensinou como escrever.

Foi exatamente isso que o me ocorreu no curso de escrita criativa e afetuosa com a Ana Holanda,  escritora, jornalista e editora chefe da Revista Vida Simples.   É um curso que, literalmente,   ensina a “humanização na escrita”,  ensina  a trazer à tona o ser humano, as pessoas. Ensina tocar, afetar o outro através do poder das palavras.  Não somente o ser humano da história,  presente no relato,  mas principalmente o ser humano que está dentro de cada um dos escrevinhadores.

Turma da Escrita

Belíssima oportunidade para rever o papel da escrita,  que agora,  se ampliou,  (de arte a terapia, rs) dando vazão a novos olhares e novas paisagens,  ajudando as pessoas de várias formas,  de vários jeitos.

Atualmente estou como  Consultora em Humanização e muitas pessoas me perguntam sobre  o que significa essa minha atuação.  Esse,  foi um dos meus projetos, a viabilização de um curso dessa extirpe… desse calibre…  dessa fundura.  Tenho certeza que tocou muitas pessoas e as colocou mais em contato com a  “humanidade”,   que existe dentro de cada um de nós.  Feliz por isso!!!

Recomendo demais o curso! Muito grata a você Ana,   Beijo especial!!

Até sempre,

Darlene

 

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Histórias que inspiram !!

Hoje vou escrever sobre um casal que gostei muito de conhecer.  Primeiro surfando na internet.  Chamou-me a atenção  o nome,  a natureza ou grandeza dos projetos  e senti que aquela história  tinha muita experiência e  valor.    De alguma forma meus projetos voltados à humanização,  à diversidade cultural  se conectavam com esse achado.

Fui aprofundar um pouco mais e me deparei com walk & talk  –  “Histórias que Inspiram”..  resultados de uma viagem ao mundo. Frutos de um projeto realizado com o coração  e que nos  viabilizou conhecer visões,  sentimentos,  motivações de várias pessoas em vários países e continentes.  Me encantei!

Sabe aquele “porque”  que te faz levantar da cama todos os dias? Veja alguns deles:  (fonte site walkandtalk.com.br)

Comecei a citar esse trabalho numa de minhas aulas no  4TOUCH – a jornada da realização, especialmente no módulo que trato sobre o autoconhecimento  e sobre criar significados e propósitos para a vida. Nessa lição recomendo aos alunos que visitem e conheçam  “Histórias que inspiram” e capturem insights,  reflexões.

Recentemente fiz contato com os dois, Danilo e Luah,  idealizadores dos projetos e marcamos um bate papo pela internet.  Sabe aquele contato leve,   vestido de autenticidade e de uma forma absolutamente generosa!!! Foi bem isso..   AMEI..    #gratidão

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http://walkandtalk.com.br/

Para essa semana,  indico a você que acesse, navegue por esses conteúdos e se INSPIRE também.  Segue o link pra você.

Histórias que INSPIRAM – por Danilo e Luah

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Será bom demais ter você aqui comigo..

Até sempre,

Darlene

Me chamou de caipira… e daí?

“Você é caipira mesmo…  “

Escutei isso, certa vez,  de um ex-namorado paulista (sem preconceitos,  somente para contextualizar a cena),  quando almoçávamos num restaurante em São Paulo e tentava falar de outro tema, que não o trânsito, o percursos para alguns lugares,   a logística de deslocamento,  algo tão recorrente e pura realidade nessa minha cidade eleita  (Diga-se de passagem, cidade que adoro!). Pensei comigo mesma:  se for porque não quero falar disso, faço ainda mais questão de ser caipira. (rs) . Foi Demais!!!

Naquele momento,  talvez minha reação interna fosse de desagrado,  pela deselegância que constatei na atitude dele.  Mas tal feita (o desagrado) não durou muito  até  eu concluir, dialogando comigo, que havia gostado de ouvir isso.  Porque era uma evidência concreta de que eu estava sendo eu mesma, autêntica. Além de transparente, eu estava,  polidamente escolhendo e me manifestando sobre o que eu gostaria ou não!!!

Por que estou contando isso? Porque este, pra mim, é um exemplo sobre características, condutas, costumes de determinados grupos de pessoas (de determinados locais). E quero trazer um pouco sobre cultura: o jeito de pensar,  de falar, de agir de um grupo de pessoas. Simplificando o conceito,  o jeito de “ser” de determinado “povo”, de determinada “gente”.

É um tema que me enche o peito de oxigênio, respiro com gosto,  por conta da humanidade que envolve!!! É essa minha mania de aguçar os vários sentidos,  pra olhar,  ouvir,   pra desfrutar e aprender com as belezas das diferenças.

Definitivamente um apreço pelo conhecer,  pelo complemento,  pelo novo… pelo OUTRO.

Esse “gosto” pela diversidade cultural  nem sempre foi assim.   Vem se desenvolvendo por vários motivos: pelas minhas viagens a diversos países com diferentes culturas, pelos meus estudos logosóficos,  pelos meus mergulhos no autoconhecimento e outros.

Em um mundo altamente conectado pelas redes, onde as diferenças culturais  são mais expostas e escancaradas,  vale a pena estar preparado para lidar com isso, compreendendo, respeitando e encarando como uma interessante oportunidade de crescimento,  aprendizado.  No 4Touch – a jornada da realização, inseri um módulo que trata especificamente sobre mindset (mentalidade – forma de pensar),  onde trabalho o  “aprender a aprender”,  a mentalidade de crescimento para a realização.

Por exemplo:  se você for interagir com uma pessoa de origem asiática,   vale a pena considerar que eles apreciam pausas (silêncios) durante uma conversa.   Eles entendem que a fala do outro é uma oportunidade para reflexão, evitam atuar impulsivamente.  É considerado uma atenção com o outro,  uma atitude respeitosa.

Outro exemplo:  alguns países  lidam com  “presentes”  de forma diferente.   Entendem não ser adequado abri-los na presença de outras pessoas,  para evitar constrangimentos para o doador.

Mais um:  os orientais,  quando a trabalho,  entregam um cartão de visitas,   esperam que a pessoa que o recebe,   o faça com as duas mãos  e o façam com certa reverência,  valorizando o momento de apresentação.

Existem muitas bibliografias sobre características culturais.  Se você for se conectar com alguém de outro país,  ou mesmo de outras regiões do Brasil, sugiro pesquisar e se preparar para  APROVEITAR esse momento, seja para aprender,  ou para  ser  “elegante” em sua conduta.

Recentemente tive a prerrogativa de voltar ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina,   onde a cultura  local é muito bonita,  a forma como as pessoas te recebem,   a preservação e valorização das  tradições regionais.   Gosto de dizer que temos vários “brasis”  culturais dentro do Brasil, tamanha a diversidade e vultuosas diferenças.   A d  o  r  e  i   passar por lá  e retomar esse tema!!!

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Quanta riqueza temos no Brasil!!!! Quantas maravilhas culturais!!

Sejamos sempre, todos,  muito caipiras, muito autênticos.  Valorizando sempre,  o que temos de melhor, nossa história, nossos lugares,  nossa gente!!!

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Bjos caipiras diretamente do interior das Minas Gerais!!!

Darlene

 

P.S. 1

“Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro.”

do site http://www.significados.com.br

P.S. 2

Caipira é um termo de origem tupi que designa, desde os tempos coloniais brasileiros, os moradores da roça. A designação alcançou, sobretudo, populações da antiga capitania de São Vicente (posteriormente capitania de São Paulo) que hoje são os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Rondônia. O termo “caipira”, no entanto, costuma ser utilizado com mais frequência para se referir à população do interior dos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. Corresponde, em Minas Gerais, ao capiau (palavra que também significa “cortador de mato”), na região Nordeste, matuto[nota 2], e na região Norte (Pará) caboco (termo derivado da palavra caboclo, mas que perdeu seu sentido original).

do site wikipedia.com

P.S. 3

Diversidade cultural são os vários aspectos que representam particularmente as diferentes culturas, como a linguagem, as tradições, a culinária, a religião, os costumes, o modelo de organização familiar, a…

do site significados.com.br