O oriente médio – grounding #8.1

Não guardava muitas expectativas em relação à península árabe.  Diferente de outros países e regiões que me acordavam alvos e interesses específicos.   Mas percorrendo cada um dos lugares, conhecendo suas histórias e me aproximando das suas realidades sintetizo em uma palavra:  SINGULAR. Gosto de escolher uma palavra que represente os lugares. rs

O petróleo, como grande fonte de renda, foi o responsável pela grandiosa alavancagem econômica e social daquela região.  Ao longo das últimas décadas construíram lugares totalmente novos,  com um nível sofisticação e design que impressionam.  

Os Emirados Árabes especialmente (capital Abu Dhabi) abriu-se ao mundo.  Demonstrou uma visão de futuro e de longo prazo.  Vislumbrou um projeto ousado (e “abu”sado – uma apologia a Abu Dhabi) capturando competências externas ao seu país. Empreendimentos deste porte (grandes e rápidos) necessitaram de muitas equipes e contribuições. Gente de muitos países (mais de 150)  moram e trabalham ali.  

Do deserto à imponente modernidade.

Se formos extrapolar a análise para o  sistema político,  geografia de decisões,   hierarquia de poderes e desafios sociais, certamente teremos conteúdos para vários livros.   Rs. Não é o foco aqui.

De forma “simples e compacta”  elenco alguns aspectos que me chamaram a atenção.   A concentração de decisão aliada ao poder econômico,  a visão de futuro, a estratégia de longo prazo  e capacidade de realização. Todos aspectos extraordinários do que presenciei.   Ouso traçar um paralelo com as organizações.  Quando crescem muito rápido acumulam alguns impactos e conhecidas “dores do crescimento”. 

Talvez os maiores desafios desses resultados e conquistas não sejam físicos, pois já demonstraram uma competência fantástica,  sejam ligados aos “humanos”.  Especialmente aos direitos das mulheres.  Algumas regiões estão mais transformadas que outras, mas ainda assim, dependendo do país, existem restrições e diferenças nas tratativas entre gêneros e escolhas individuais.     

A abertura  e  atrativos para atrair força de trabalho, por exemplo nos Emirados Árabes,  é inquestionável.  Entretanto,  ainda apresentam diferenciações na tratativa das pessoas. Por exemplo:   as placas de carros identificam se os proprietários são da região (nativos), se são da família real ou se são estrangeiros.   Conheci algumas pessoas que estão trabalhando nos Emirados há muitos anos. Relataram que   ‘gostam muito’ .   Pretendem permanecer pelas excelentes condições de vida e oportunidades que oferecem.  “Um país estruturado como este, que oferece este tipo de qualidade de vida, trabalho, segurança, educação;  de tudo para as pessoas,  é raro.”.  Estas são palavras de Lorena, uma mexicana, que mora há oito anos e não mede os elogios.

Enfim…  grandes aprendizados. Valeu muito a pena..

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