Coragem para estalar os dedos pelo mundo – grounding #2

Ouvi a palavra “coragem” com certa frequência nessas últimas semanas. Num primeiro momento me senti reconhecida por isso. Me identifiquei. Me vejo em boas lutas e modificando meus paradigmas. Parece da minha natureza. Refleti que é sobre superar e muitas vezes dar a volta por cima. Não a qualquer preço. Minha mente puxou quase que instantaneamente a palavra “medo”. Ponderei que tenho cá os meus. E como são provocativos. Indecentes até. Mas não sou complacente com eles. No papel de durona faço que não os vejo. (rs) Apenas sigo. Independente dos resultados.

Recordei de um artigo onde a Débora Zanelato menciona que “coragem nada tem a ver com invencibilidade, em nunca fracassar, mas com se colocar em movimento ainda que o resultado não seja garantido ou mesmo, tão satisfatório”. … Ainda que “coragem está intimamente ligada à tolerância de errar. Ou por que não, à capacidade de arriscar sem ter qualquer tipo de certeza se aquilo que buscamos dará certo ou não.”

Ouvindo Machado de Assis me detive na seguinte frase: “o medo é um preconceito dos nervos e um preconceito desfaz-se – basta a simples reflexão”. Pensa se gostei (rs).

Adotar esta perspectiva nos leva a estudar as causas de intrusos temores que tem a função até mesmo de desestabilizar… (rs). É preciso parar, ouvi-los e tratá-los com o devido cuidado. Para impedir que sejam paralizantes.

Dois verbos juntos colaboram para mudar essa classe de pensamentos: “ENTENDER” e “PREPARAR-SE”. Quanto mais entendo e preparada, melhor perpasso as situações. Mais êxito, mais satisfação, mais realização e menos medo.

Eu consinto que ter coragem não significa a ausência do medo, mas a forma como o encaramos e agimos. Tudo que alimentamos cresce, então me esforço para deixá-los famintos. Guiada pelo desejo de prosseguir a favor do que faz sentido, nas várias dimensões da vida.

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Faço minhas as palavras de Adélia Prado: “Meu coração vai desdobrando os panos, se alargando aquecido, dando a volta ao mundo, estalando os dedos pra pessoa e bicho.”

Lá vamos nós pra mais uma jornada…

Touché!

P.S:
De Marie Curie, cientista polonesa (prêmio Nobel de física) :

“Nada na vida deve ser temido, somente compreendido. Agora é hora de compreender mais para temer menos.” (Nothing in life is to be feared, it is only to be understood. Now is the time to understand more, so that we may fear less)

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