N√£o aceite a “mediocridade”… ūüŹÜ

Somos o resultado das escolhas que fazemos, das decis√Ķes que tomamos, das a√ß√Ķes que realizamos.

Ao ler um livro sobre “realiza√ß√Ķes”¬† dia desses,¬† me chamou especial aten√ß√£o a afirmativa de que a grande maioria das pessoas acomoda-se em ser “med√≠ocre”,¬† ou¬† “mediano”.

Embora sintam-se¬† n√£o totalmente satisfeitas¬† em v√°rios aspectos da vida, est√£o abaixo do que gostariam, aceitam isso passivamente, n√£o se movem suficientemente ao contr√°rio para encontrar solu√ß√Ķes¬† e caminhos que as projetem¬† a n√≠veis superiores.

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A quest√£o que fica martelando √©:¬† por que contentar-se com menos,¬† tendo em si o potencial de realizar mais?¬† ¬†Considerando a premissa de que todos nascem com as mesmas prerrogativas, ent√£o onde ficam guardadas as energias, motiva√ß√Ķes para a busca de melhores resultados?

  • Ser√° que as pessoas n√£o se percebem merecedoras, dignas, capazes¬† de terem melhores desempenhos e conquistas?
  • Ser√° que existe uma certa comodidade em terceirizar essa responsabilidade a outros?¬† (pessoas, institui√ß√Ķes)¬† √Č mais confort√°vel apontar a outros ao inv√©s de dedicar-se, agir?
  • Ser√° que h√° uma espera por “milagres”?¬† ¬†Se, por exemplo,¬† o aluno n√£o estuda,¬† n√£o passar√° pelo vestibular.¬† √Č uma quest√£o de l√≥gica.
  • Os problemas s√£o os outros. ?!?!? Uma das formas de reconhecermos nossos erros e acertos √© pelo olhar dos outros,¬† pelas conviv√™ncias, que exp√Ķem nossas fragilidades, nossas dificuldades e problemas.¬† Ora,¬† ent√£o os¬† “outros √© que s√£o o inferno”,¬† j√° dizia o pensador franc√™s, Sartre.

Enquanto isso a vida passa ,   e rápido.

“A vida √© curta demais” √© repetido com frequ√™ncia suficiente para ser um clich√™, mas desta vez √© verdade. Voc√™ n√£o tem empo para ser infeliz e med√≠ocre. Isso n√£o √© apenas sem sentido; √© doloroso.” Seth Godin

Aprendi que¬† uma das grandes dificuldades para a realiza√ß√£o das pessoas,¬† reside no “COMO”.¬† Elas sabem o que gostariam de alcan√ßar,¬† o sonho, objetivo. Mas nem sempre possuem a habilidade ou o conhecimento de¬† “como” fazer.

Faço também uma conexão  com a cultura e a educação.  Observo que o  contexto cultural e o processo educacional pelos quais  uma pessoa passa,  exerce importante influência na capacidade para essas conquistas.

Posto isso,¬† quero ressaltar o “desenvolvimento pessoal” como¬† um cen√°rio estrat√©gico para¬† viabiliza√ß√£o dos resultados almejados.¬† Do “sucesso”,¬† para alguns.¬† ¬†Adotar uma mentalidade de aprendiz,¬† o tempo todo,¬† ¬† buscando aprender o que for necess√°rio rumo aos planos e projetos.¬† ¬† Seja na √°rea de relacionamentos,¬† financeira,¬† espiritual,¬† emocional, etc.

“Se voc√™ quer que sua vida seja diferente,¬† precisa estar disposto a fazer algo diferente, em primeiro lugar. ”¬† Kevin Bracy

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Outro dia¬† comentei aqui no blog sobre¬† escrever um r√°pido di√°rio.¬† Considero uma das pr√°ticas simples e r√°pidas para uma reflex√£o cont√≠nua acerca das escolhas e a√ß√Ķes.¬† Poder favorecer o caminho de evolu√ß√£o.

Rumo ao primeiro passo?

Conte comigo.  Por meio da metodologia do coaching,  tenho ajudado as pessoas a se capacitarem,  a pensarem sobre como conquistar suas metas e objetivos.

Bjo,
Darlene

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