Me chamou de caipira… e daí?

“Você é caipira mesmo…  “

Escutei isso, certa vez,  de um ex-namorado paulista (sem preconceitos,  somente para contextualizar a cena),  quando almoçávamos num restaurante em São Paulo e tentava falar de outro tema, que não o trânsito, o percursos para alguns lugares,   a logística de deslocamento,  algo tão recorrente e pura realidade nessa minha cidade eleita  (Diga-se de passagem, cidade que adoro!). Pensei comigo mesma:  se for porque não quero falar disso, faço ainda mais questão de ser caipira. (rs) . Foi Demais!!!

Naquele momento,  talvez minha reação interna fosse de desagrado,  pela deselegância que constatei na atitude dele.  Mas tal feita (o desagrado) não durou muito  até  eu concluir, dialogando comigo, que havia gostado de ouvir isso.  Porque era uma evidência concreta de que eu estava sendo eu mesma, autêntica. Além de transparente, eu estava,  polidamente escolhendo e me manifestando sobre o que eu gostaria ou não!!!

Por que estou contando isso? Porque este, pra mim, é um exemplo sobre características, condutas, costumes de determinados grupos de pessoas (de determinados locais). E quero trazer um pouco sobre cultura: o jeito de pensar,  de falar, de agir de um grupo de pessoas. Simplificando o conceito,  o jeito de “ser” de determinado “povo”, de determinada “gente”.

É um tema que me enche o peito de oxigênio, respiro com gosto,  por conta da humanidade que envolve!!! É essa minha mania de aguçar os vários sentidos,  pra olhar,  ouvir,   pra desfrutar e aprender com as belezas das diferenças.

Definitivamente um apreço pelo conhecer,  pelo complemento,  pelo novo… pelo OUTRO.

Esse “gosto” pela diversidade cultural  nem sempre foi assim.   Vem se desenvolvendo por vários motivos: pelas minhas viagens a diversos países com diferentes culturas, pelos meus estudos logosóficos,  pelos meus mergulhos no autoconhecimento e outros.

Em um mundo altamente conectado pelas redes, onde as diferenças culturais  são mais expostas e escancaradas,  vale a pena estar preparado para lidar com isso, compreendendo, respeitando e encarando como uma interessante oportunidade de crescimento,  aprendizado.  No 4Touch – a jornada da realização, inseri um módulo que trata especificamente sobre mindset (mentalidade – forma de pensar),  onde trabalho o  “aprender a aprender”,  a mentalidade de crescimento para a realização.

Por exemplo:  se você for interagir com uma pessoa de origem asiática,   vale a pena considerar que eles apreciam pausas (silêncios) durante uma conversa.   Eles entendem que a fala do outro é uma oportunidade para reflexão, evitam atuar impulsivamente.  É considerado uma atenção com o outro,  uma atitude respeitosa.

Outro exemplo:  alguns países  lidam com  “presentes”  de forma diferente.   Entendem não ser adequado abri-los na presença de outras pessoas,  para evitar constrangimentos para o doador.

Mais um:  os orientais,  quando a trabalho,  entregam um cartão de visitas,   esperam que a pessoa que o recebe,   o faça com as duas mãos  e o façam com certa reverência,  valorizando o momento de apresentação.

Existem muitas bibliografias sobre características culturais.  Se você for se conectar com alguém de outro país,  ou mesmo de outras regiões do Brasil, sugiro pesquisar e se preparar para  APROVEITAR esse momento, seja para aprender,  ou para  ser  “elegante” em sua conduta.

Recentemente tive a prerrogativa de voltar ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina,   onde a cultura  local é muito bonita,  a forma como as pessoas te recebem,   a preservação e valorização das  tradições regionais.   Gosto de dizer que temos vários “brasis”  culturais dentro do Brasil, tamanha a diversidade e vultuosas diferenças.   A d  o  r  e  i   passar por lá  e retomar esse tema!!!

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Quanta riqueza temos no Brasil!!!! Quantas maravilhas culturais!!

Sejamos sempre, todos,  muito caipiras, muito autênticos.  Valorizando sempre,  o que temos de melhor, nossa história, nossos lugares,  nossa gente!!!

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Bjos caipiras diretamente do interior das Minas Gerais!!!

Darlene

 

P.S. 1

“Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro.”

do site http://www.significados.com.br

P.S. 2

Caipira é um termo de origem tupi que designa, desde os tempos coloniais brasileiros, os moradores da roça. A designação alcançou, sobretudo, populações da antiga capitania de São Vicente (posteriormente capitania de São Paulo) que hoje são os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Rondônia. O termo “caipira”, no entanto, costuma ser utilizado com mais frequência para se referir à população do interior dos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. Corresponde, em Minas Gerais, ao capiau (palavra que também significa “cortador de mato”), na região Nordeste, matuto[nota 2], e na região Norte (Pará) caboco (termo derivado da palavra caboclo, mas que perdeu seu sentido original).

do site wikipedia.com

P.S. 3

Diversidade cultural são os vários aspectos que representam particularmente as diferentes culturas, como a linguagem, as tradições, a culinária, a religião, os costumes, o modelo de organização familiar, a…

do site significados.com.br

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