Coragem e o mundo corporativo

 

 Tenho me impressionado com os artifícios que gestores se utilizam para não tomar decisões difíceis, potencialmente para preservar sua popularidade.  De forma implícita  a ausência de posições acaba sendo prejudicial a eles próprios. Observo que os contextos  acabam registrando, por vias subliminares essa ausência de posição, prejudicando o “conjunto da obra” e o trabalho.


Por que falta coragem?

Falta maturidade (senioridade),  auto-confiança? 
Ou é o acionamento do mecanismo de “sobrevivência ao sistema, a qualquer preço”? 

Extraido de um blog que gostei de ler: 

“O termo português “coragem” descende do francês medieval “courage”, que queria dizer grandeza de coração (coeur), no sentido de grandeza de espírito. Designa normalmente o destemor diante de situações arriscadas, perigosas ou dolorosas, aquelas em que as pessoas comuns procurariam evitar, fugir, esconder-se.

Toda virtude é distinção de caráter, quer dizer, é posse de certa qualidade, disposição e motivação específica que falta aos demais (às “pessoas comuns”) e por isso dota a pessoa virtuosa de um brilho próprio, que a torna merecedora ora da admiração, ora da inveja dos demais (aqui ambos, admiração e inveja, poderiam ser considerados dois pólos do mesmo padrão de reação diante do que lhe é superior).”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s