O valor da diversidade cultural!


O advento das redes IPs e o acesso cada vez mais facilitado á tecnologias de  comunicação intensifica  as relações entre negócios e pessoas, independente da sua localização geográfica, nacionalidade.   O autor Harold Sirkin  comenta ser a “globalidade” ,  uma evolução da era globalização, tão estudada –  “Os negócios estão se espalhando por todas as direções, e as empresas estão perdendo seus centros de atuação. Nenhum mercado é pequeno demais ou remoto demais em termos de recursos, vantagens em custos ou oportunidades”.

Tenho refletido sobre as convivências, cada vez mais frequentes,  entre culturas distintas (às vezes muito distintas), seus reflexos e seu valor para quem a experimenta de forma efetiva. 

Em geral as pessoas reputam às diferenças culturais vividas no cotidiano dessas oportunidades como divergências. Penso que elas são saudáveis na medida em que promovem o crescimento de todos envolvidos.   Também tenho visto que os resultados conquistas em grupos com essas características são distintos. Não somente os resultados de trabalhos, mas também resultados pessoas.  São mais complexos,  na sua produção e conquista, porém diferentes e até mais valiosos a todos  ao final. 

A beleza deste tido de oportunidade somente será percebida quando as pessoas se  permitirem abdicar de “deficiências”  e  preconceitos adquiridos ao longo da vida, aguçando o “ouvir” para o diferente.  Passa pela compreensão de que,  estão nas diferenças, nas desigualdades,  uma das fontes de melhoramentos humanos.  Parece simples,  mas não é.   Precisa perceber,  precisa entender e querer!

Gosto muito da mensagem do Amir Klink quando diz.. 

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.  Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.”  

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