Prometo (Maria)

Gugelhupf, Cake, Bowl Cake, Pot Pie

Se eu pudesse te mandaria um bolo de côco.
Côco daquele original, da Bahia.
Tão gostoso, que vai lhe fazer esquecer teus revezes….
“Rapidinho. Com jeitinho!
Vai sem cartão, sem aviso, sem recado mesmo.
Mas saberás… que fui eu.
Disso não terás dúvidas, afirmo.
Fico de cá torcendo.. pra que ele te encha a alma.
De sabor… de humor…
De delicadezas sublimes inerentes aos bons.
Prometo… irás degustar cada um dos ingredientes,
Sutis que sejam.
E tanto quanto eu…
Divertidamente…
As passagens simples da vida carregam esse dom…
De nos quebrar por dentro….. fazer brotar sentimentos.
Rirás muito, talvez até a barriga doer.
Hoje, amanhã e sempre….
Porque rir, já disseram, é um santo remédio..
E com um bolo desse…. Ahhh se não cura!

Maria

Resultado de imagem para rir até a barriga doer frases"

IA – o futuro passa por ai…

A série “Black Mirror” apresenta episódios imperdíveis, pra não dizer pertubadores. Estimula reflexões importantes sobre vários dilemas alusivos ao uso das tecnologias substituindo ou reposicionando as habilidades humanas, e seus riscos e perigos. São verdadeiros exercícios mentais de ordem prospectiva que apresentam elementos formidáveis para conceber futuros. Pensar o futuro, literalmente.

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Os desafios que o desenvolvimento tecnológico têm despertado são adimensionais. Há pouco tempo escrevi uma postagem – O que você anda fazendo nas redes – com a intenção de iluminar alguns riscos no uso indiscriminado das redes. Infelizmente a maioria de nós não se imagina como vítima de ataques e problemas digitais. É preemente ampliar a atenção para esse tema.

Um dos autores mais lidos da atualidade, o israelense Yuval Noah Harari – autor de best-sellers internacionais – esteve no Brasil recentemente apresentando suas ideias sobre temas relevantes, e este é um deles. Suas falas e textos reforçam sobremaneira aspectos relacionados à mudanças na vida dos indivíduos e a necessidade de estar melhor preparados para tal. Essa frase dele, do último livro nos convida a pensar:

Em 2018 a pessoa comum sente-se cada vez mais irrelevante. Um monte de palavras misteriosas são despejadas freneticamente em TED Talks, think tanks governamentais e conferências de alta tecnologia — globalização, blockchain, engenharia genética, inteligência artificial, aprendizado de máquina —, e as pessoas comuns bem podem suspeitar que nenhuma dessas palavras tem a ver com elas. A narrativa liberal era sobre pessoas comuns. Como ela pode continuar a ser relevante num mundo de ciborgues e algoritmos em rede? ”

Yuval Noah

A inteligência artificial já é uma realidade. Promove evoluções brilhantes e necessárias à sociedade. Cito, por exemplo, um dos lados positivos: uma pesquisa realizada pela consultoria americana DuckerFrontier (a pedido da Microsoft) e publicada pela “The Shift”, que menciona que o uso da IA (Inteligência artificial) em vários setores da economia pode promover crescimento (CAGR) do PIB – Produto interno bruto, para 7,1% ao ano, até 2030. Entretanto, é inegável a diversidade de propósitos e finalidades com a sua utilização. É sobre o bem e o mal.

A dominação de indivíduos por meio da tecnologia, em vários aspectos da vida, seja na influência velada para o consumo, seja na interferência para tomada de decisões de carreira, e outras, acende sinais de alerta. Fazer frente a essas questões pressupõe ampliar conhecimentos, mergulhar profundamente no entendimento de quem somos, sobre nossas reais necessidades e sobre o contexto em meio aos “aparatos” todos. (algoritmos, robôs, neuromarketing, etc).

A série que comentei no início dessa postagem pode ser um caminho divertido e prático para essa ampliação de consciência sobre o assunto e para elaboração mental de novas visões a respeito. Proponho esse dever de casa… rs. Se topar, compartilhe comigo suas elaborações, reflexões a respeito. Vou gostar.

Até sempre,

Da

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“Embora os desafios não tenham precedentes, e as discordâncias sejam intensas, o gênero humano pode se mostrar à altura do momento se mantivermos nossos temores sob controle e formos um pouco mais humildes quanto a nossas opiniões. “

Yuval Noah

Sozinho, não há.

Em determinado momento pensei que ela fosse desabar, desmanchar-se em prantos. Embora estivesse na “tpm” e mencionasse a sensibilidade aflorada, segurou o desconforto de forma valente. Sim, me pareceu engolir em seco algumas vezes, sinal de que todo aquele mergulho interno promovia repercussões internas, as mais diversas.

E, afinal, esse era o objetivo. Um grupo de amigas e amigas das amigas, realizando uma mentoria coletiva. Esta é uma prática valiosa ao desenvolvimento humano e de negócios., mas há que se registrar a potencial turbulência, principalmente àquelas pessoas que estão verdadeirametne abertas e se deixam perscrutar.

Ahhhh!!! Processo belíssimo! De ver brotar insights, dificuldades, oportunidades e o melhor, perspectivas!!

Estivemos juntas, ao longo de ininterruptas três horas e meia. Um tempo que parecia passar difernte daquele do relógio. Penso que pelo prazer da colaboração e das interações de toda ordem. Um verdadeiro pout-pourri de elementos entrelaçados: visões, sentimentos, percepções, e pensamentos críticos. Tudo junto e misturado com muito afeto e respeito humano.

O valor de experiências coletivas nesse nível, com conexões genuínas e verdadeiras é inexprimível. A gente fica muito melhor a partir do olhar do outro. Sozinho, não há “jogo”.

Stadium, Football, Viewers
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“Há tantas coisas que não sabemos que não sabemos, que ignoramos a respeito de nós mesmos, coisas que fazemos automaticamente, como se seguíssemos determinado programa executado em nossas mentes. Coisas em nós mesmos que requerem olhar para o outro para nos vermos de verdade, e o que a gente acaba descobrindo na imagem refletida pode ser muito bom ou muito difícil, mas acho que o resultado compensa.”

Cavalcanti, Sérgio. Sorte na vida . Editora Morena. Edição do Kindle.