Bombardeio de informações e dados de todos os lados! 🥊

No meu vídeo de  “1M” (um minuto) postado ontem  trago uma reflexão sobre o uso desenfreado e irrefletido do tempo,  da vida.  Refiro-me à imensidão de informações que consumimos TODOS os DIAS,  todas as horas,  todos os minutos da vida.

Deixar-se seduzir  impensadamente por  tantas  “coisas”, tantos supostos “atrativos” é um dos grandes ofensores da produtividade,  da falta de foco,  do desvio de atenção naquilo que é de fato  importante pra nós.

E surpreendentemente quando passamos a nos perguntar  porque estamos consumindo isto ou aquilo,  sobre a finalidade daquele tipo de informação pra nós,  iniciamos um processo imediato de seleção.  Vamos aumentando nossa consciência e melhorando nossas esCOLHAS.

Eu passei a selecionar mais meus conteúdos há alguns anos,  a pensar mais sobre eles e acerca dos porquês do meu consumo.  Hoje sigo alguns canais e trabalhos  que valorizo e que fazem sentido pra mim, para meus projetos,  minha capacitação,  e especialmente, para o meu momento de vida.  Estou também em algumas listas de transmissões de conteúdos,  no whatsapp, por exemplo,  cujo valor identifico e sou muito grata.  E você?  o que escolhe, pensa e consome?

Captura de Tela 2017-10-13 às 18.17.40.pngConfira aqui  e veja o vídeo (rapidinho) e se essa mensagem fez sentido pra você, me escreva,  interaja comigo!!!
Vamos fazer a vida melhor juntos!!

Bjo.

 

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#4touch #desenvolvimentohumano#autocoaching #autodesenvolvimento

Liderança TRANSFORMADORA!

Eu e minha querida parceira Andreia Nalesso realizamos um projeto que “adoro”,  o SOS Liderança.    Tenho um apreço especial por esse tema e há muitos anos sigo pesquisando, praticando e escrevendo sobre ele.  Aqui mesmo no blog,  tenho vários artigos nesse sentido.  E olha,  sempre descubro que há muito mais a ser aprendido, principalmente quando observo a realidade atual.

Especialmente no Programa SOS Liderança tivemos  palestrantes incríveis, que são grandes  referências em  suas áreas de atuação.    Hoje quero citar um deles:  Paulo Braune,  que nos ensinou de forma brilhante sobre a LIDERANÇA TRANSFORMADORA

De acordo com ele,   a liderança transformadora é um dos pilares que compõe  o tripé da Liderança INTEGRAL  (autêntica, inspiradora e transformadora).   É notória a relevância do tema, haja vista a carência de líderes não somente no Brasil, como também, no mundo.  Estamos assistindo aberrações  nos contextos políticos, econômicos  e sociais  no que tange aos “ditos líderes”.

Uma das características principais dos líderes transformadores compartilhada pelo Paulo é a postura e visão crítica sobre a realidade,  persistindo mediante  injustiças;  e convictos de suas crenças, princípios e valores.    Não abrindo mão deles, independente dos interesses em jogo.

Tem muito mais…  acompanhe conosco por aqui.  Veja uma “palhinha” e se inspire com a mensagem do Paulo.

 

Em breve teremos novas noticias sobre o SOS Liderança..
Me siga por aqui e tenha acesso rápido a esses conteúdos e notícias.

 

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Você escolhe o que quer ser!! Ou não?

As escolhas  (tradeoffs),  em qualquer época da vida, não são triviais e ou necessariamente fáceis.  Pense em quantas e relevantes escolhas você realizou  ao longo do seu caminho: escolher o seu curso superior,  escolher sua profissão,  sua escola/universidade,  seu trabalho,  seu chefe,  escolher a empresa para a qual trabalhar,  escolher seus amigos,   seu namorado (a),  seu marido (esposa)..  e por aí vai.

Abrir mão de algo,  fazer concessões,  optar por algumas perdas.  Compõem o processo  natural de tomada de decisões. Pressupõem  ganhos e perdas.   Se você quer ter uma trajetória profissional,  qualquer que seja a área,  precisa escolher dedicar-se, concentrar esforços,  aprofundar-se em estudos e práticas,   em detrimento de outras atividades. Isso,  óbvio,  se se pretende alcançar seus objetivos.

Já dizia um antigo conhecido meu,   “there is no free lunch“…  ou seja,  não existe almoço grátis,  tudo tem seu preço.  Prefiro até dizer que tudo tem seu valor.   Implicitamente,  as escolhas são realizadas a partir do que representam,  do que valem  para cada uma das pessoas.  Algo de muito valor para mim  não necessariamente tem o mesmo valor para você e vice-versa.

Cada ser humano carrega em si,  uma individualidade própria,  uma história construída pelas suas próprias decisões.   Saber o que não fazer, é também tão importante, quanto saber o que fazer.  Por vezes, representa uma grande parte das nossas conquistas,  já que nosso tempo é exíguo.   Como Gonzales Pecotche diz:  “tempo é vida” e por isso não podemos desperdiçá-lo    De nada adianta  “lotar” a vida de atividades,  de “prazeres”,  e não conseguir dar foco, realizar e conquistar suas metas pessoais, por insuficiência de atenção dirigida!!

E você?  Como está escolhendo o que quer ser?  Ou está deixando o mundo escolher por você?

Dentre os meus vários vídeos de um minuto (disponíveis no youtube.com/darlenedutra),   destaquei um pra você, que fala de escolhas.   Me dê seu feedback -darlene@pothum.com.br.

 

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O medo do julgamento te paralisa?

Esses dias,  durante uma reunião sobre negócios digitais e sobre os novos paradigmas desse mundo em transformação,   conversava com um profissional  muito reconhecido no mundo  “analógico”.  (!?!?!)

Dono de idéias legais para novos negócios,  um dos pontos que o impede de tirá-las do papel,  de efetivamente realizar  é o medo.  O medo do julgamento dos demais. Dado que trata-se de um profissional muito respeitado,  diretor comercial  de grandes empresas e uma tremenda história profissional,   tem receios de aparecer nesse novo contexto.  Isso exigiria dele uma  exposição que ele nunca teve.  “Eu,  gravando vídeos… conversando com as pessoas em lives no facebook?  “

    – o que meus amigos iriam pensar de mim?
– que estou  precisando de dinheiro,  ou que eu  pirei de vez…

O receio de  “mudar”  ou de “abalar”  uma imagem  construída ao longo de muitos anos pode impedir as pessoas de “se jogarem” em novos paradigmas,  de experimentarem novas atuações  pessoais ou profissionais. Elas vêm as coisas, as situações,  as oportunidades com aquilo que possuem dentro delas, construído e aprendido ao longo da vida.

A menos que elas carreguem algo que transcenda os aspectos pessoais,  algo  significante em suas vidas que as façam superar esses pensamentos, em geral, permanecerão onde estão.  Tenho compartilhado alguns artigos e conteúdos sobre o propósito,  sobre viver com base em significados, sobre  viver com grandeza.      Se essa for uma das bases do posicionamento, provavelmente,   o indivíduo se deixará mostrar.  Não por ele,  mas pela causa que ele leva.  Essa é uma característica de grandes líderes,  especialmente os líderes holísticos (EXAME). 

Consinto com um posicionamento recente da Juliana Saldanha (personal branding specialist,  de Londres) sobre o João Dória, que diz:

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“A melhor marca pessoal é aquela que não aparenta – nem de longe – estar sendo manipulada para construir uma imagem. João Dória é uma pessoa sem medo da vulnerabilidade porque acredita que o que está fazendo tem importância. A opinião do outro passa a representar um risco quando há medo da vergonha que a exposição pode trazer. Só deve subir no palco quem está seguro de quem é e para que veio.”

 Juliana Saldanha 

 

Essa última frase reforça que,  quem tem um norte, uma missão e atua por ela, provavelmente não sofrerá tanto essa restrição, esse medo.

A psicologia positiva  (estudos  científicos das potencialidades humanas ) tem colocado em pauta o termo  “crenças limitantes” para aqueles pensamentos que de alguma forma, têm sido inibidores da ação  para as pessoas com essa característica ou limitação.

Aqui,  alguns exemplos dessas crenças que,   em geral as pessoas carregam com elas e que foram  “armazenadas”  durante as experiências, ao longo da vida:

“Não consigo aprender isso”
“Eu sou cabeça dura mesmo.”
“Não sou bom o suficiente”
“Não sei como resolver esse problema”
“Não tenho dinheiro para nada”
“Tudo precisa ser perfeito”
“O problema é dos outros.”
“Não consigo por conta da crise.”
“Ah,  se eu tivesse dinheiro…”
“Sou assim mesmo, não vou mudar nunca”
“Não é possível viver do que se ama”
“Deixa para o ano que vem.  Agora não dá.”
“Nunca vou conseguir alcançar meus objetivos ou realizar meus sonhos”;
“Só se consegue dinheiro se for por vias erradas. Quem trabalha direito, não ganha.”

Esses estudos científicos  reforçam ainda,  a necessária atenção e relevância das emoções positivas (alegria,  esperança,  … etc.) no sentido de promover e reforçar outros aspectos do ser humano (positivismo),  o subsidiando nas oportunidades e nas situações que se apresentam.

A Logosofia,  a ciência do autoconhecimento e do afeto,  chama de deficiências os pensamentos negativos enquistados na mente ao longo da vida.  Menciona que eles exercem uma forte pressão à vontade do indivíduo.   E como estratégia para lidar com eles recomenda  a instituição na mente,  de pensamentos anti-deficientes,   que são gatilhos criados conscientemente com a finalidade de vigiar e paralisar os pensamentos dessa índole (deficientes).

Se você está com projetos e iniciativas esperando o melhor momento para colocá-los na sua pauta,  pense e repense  sobre as reais causas que o impedem de fazê-lo mais rapidamente.  De repente,   podem ser alguns desses  “objetos” paralisantes que estão fazendo parte de você!.  Espero ter lhe ajudado a pensar um pouco mais sobre isso.

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Processos de desenvolvimento assistidos… (coaching)

Você já experimentou algum desenvolvimento de forma “assistida”,  com ajuda personalizada  só para você?

Compartilho aqui  com você algumas informações sobre esses tipos de processos de capacitação individual.   Embora o termo “coaching” esteja sendo utilizado para muitas e distintas finalidades,   em um de seus  “desenhos originais”,  enquanto processo estruturado de desenvolvimento,   é uma das formas mais interessantes para trabalhar a ampliação  de competências.

Para os leitores que não estão muito habituados ao termo,   “Coach”  é um termo inglês que passou a ser usado inicialmente na Universidade de Oxford,   fazendo referência aos orientadores ou tutores particulares  que tinham como responsabilidade,   preparar os estudantes para os exames da universidade.

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Se você se deparar com a palavra “coaching”    trata-se do processo de desenvolvimento em si.   Se ouvir “coach” refere-se ao treinador, ao condutor do processo e  “coachee” à pessoa,  que está sendo orientada,  com vistas à uma evolução com objetivos definidos,   à aquisição de competências que a favoreça na obtenção de resultados.

Os líderes, especialmente no mundo corporativo,  têm se preparado formalmente para tornarem-se líderes coaches,   o que de acordo com Rhandy Di Stefano – referência no assunto – representa um estilo de liderança mais humanizada,  quando comparamos com estilos antigos.  Considera  também esse caminho mais eficiente para criar equipes e organizações de alta performance. Para que isso aconteça é necessário que seja uma estratégia da companhia e que haja formalmente essa “instituição”.

Outro caminho muito utilizado pelas organizações dentro desse mesmo contexto  é a contratação de consultores ou empresas  “externas’  especializadas em processos de “coaching”  para  realizar essa jornada de desenvolvimento e capacitação com profissionais em cargos de chefia, liderança.

Ainda,  é importante mencionar que para garantir certa padronização e uma metodologia que favorece a prestação de serviços com qualidade e eficiência, surgiram os órgãos certificadores,  muitos internacionais, inclusive.

A ICI® – International Association Of Coaching Institutes é uma escola pioneira nos seus cursos de coaching e aprovados pela International  Coach Federation (ICF).

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Existem também outras instituições com esse mesmo propósito e que podem ser pesquisadas e consultadas na própria internet. O que penso ser relevante mencionar é que,  os coaches, ao obterem as certificações internacionais passam a ser melhor reconhecidos pelo mercado, pois as empresas,  os contratantes em geral, sabem que  as certificações tem requisitos, regras e normas que visam garantir a qualidade dos serviços prestados por esses profissionais.

Se você estiver pensando em utilizar-se desses tipos de desenvolvimentos personalizados,  verifique a formação do profissional,  a experiência profissional que ele teve e a instituição em que foi certificado.  Vale a pena!

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Informações adicionais:

Para quem gosta de conhecer a origem da palavra…

Da Wikipedia – “A palavra coaching na língua inglesa (Coach) foi utilizada pela primeira vez na cidade localizada no condado de Komárom-Esztergom na Hungria, para designar as coches de quatro rodas. Essas coches começaram a ser produzidas no século XVI e tornaram-se as mais cobiçadas da época por seu conforto – elas foram as primeiras a ser produzidas com suspensão feita de molas de aço. Assim, as coches de Kocs eram chamadas de kocsiszeker. Os nativos dessa cidade também são chamados de kocsi. E é esse vocábulo que os ingleses entendiam como “coach”.[1]

Com o passar do tempo, surgiu uma metáfora. Do mesmo modo que a carruagem leva as pessoas aos diversos campos geográficos, o coach era a forma como se chamava o tutor que conduzia outras pessoas pelos diversos campos do conhecimento. Conta-se também que as famílias muito ricas, quando em longas viagens pela Europa, levavam servos no interior da carruagem, que liam em voz alta para as crianças o que elas tinham de aprender. Esse servo passou a ser chamado de coach também.

No século XVIII os nobres universitários da Inglaterra iam para suas aulas, em suas carruagens, conduzidos por cocheiros – Coachs. Por volta de 1830, o termo Coach passa a ser utilizado na Universidade de Oxford como gíria de “tutor particular”, aquele que “carrega”, “conduz” e “prepara” os estudantes para seus exames. Sendo assim, o termo coaching refere-se ao processo em si, o Coach àquele que conduz, e o Coachee à pessoa conduzida na direção do objetivo que deseja alcançar.

Porém, na atualidade novas linhas e abordagem estão surgindo, contrapondo esta ideia do coach como o profissional que leva o cliente do ponto A ao ponto B.”

O tempo e as jabuticabas

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir
estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.

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Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de ‘confrontação’, onde ‘tiramos fatos a limpo’.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo
majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: ‘as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta
com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não

foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.’

O essencial faz a vida valer a pena…
e para mim basta o essencial.”

 

Rubem Alves

 

Reputação, você tem?

Essa palavra tem sido muito mais utilizada  após a expansão valiosa da internet e das redes sociais.    O acesso e a democratização das informações e dados,  promovido pelo belíssimo desenvolvimento tecnológico,  tem criado novas reflexões nesse sentido.   As pessoas ficam muito  “mais expostas”,   e se apresentam a partir do que publicam,  seja por meio de fotos,  seja por meio de seus escritos e posicionamentos.  Essa exposição, modela de certa forma, o  “perfil da pessoa”,   reconhecido a partir dos seus leitores, visualizadores. Às respostas a esses “desenhos”  chamamos de reputação.  É a percepção, ou mesmo, o sentimento que os demais seres têm em  relação ao que observam.   Então, o que você diz, escreve, e mesmo,  faz,  diz muito sobre você.

Os outros reputam algo à você,  pelas características que eles lhe observam. Compostas por variáveis  que intrinsecamente (e na visão deles) estão qualificando você.

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Envolve desde suas preferências, opiniões, condutas,  …. entre outros.

Obviamente que tudo depende do “olhar” do observador e do que ele tem de conceitos e conhecimentos diante da vida.

“As pessoas vêm a partir do que têm dentro de si mesmas.”

A soma de muitos desses  “olhares”, percepções e observações constroem um perfil,  um desenho,  que promove ou não uma vinculação de confiança.   As pessoas de boa reputação possuem a confiança dos demais.

Grande parte das pessoas recorrem  às redes para tudo que querem saber,  pesquisar, e ou estudar atualmente.  Essa imensidão de dados  disponíveis têm subsidiado uma série de contextos pessoais e profissionais.

No contexto profissional, por exemplo:  muitas organizações incluíram no seu processo de recrutamento e seleção,  uma etapa de visitação aos sites sociais dos candidatos.

Então…

Você já parou pra pensar sobre “qual imagem você tem passado às pessoas?” ,  ou  “como está sua reputação?”

Uma nova especialidade tem ajudado as pessoas  a  realizarem uma melhor gestão de sua imagem.  Trata-se do “Personal Branding” ou “Gestão de marca e reputação”.   Uma disciplina que cresceu também junto com esse aumento das “exposições”.

No 4TOUCH,  um programa de autodesenvolvimento que idealizei,  trago a tona essa reflexão,  num dos seus primeiros módulos.  Para que os alunos possam estar atentos a essa questão e aos seus posicionamentos.  Para ampliar a visão conto ainda com a preciosa parceria da especialista no assunto,  a Juliana Saldanha, que nos ajuda sempre a entender melhor sobre isso e trabalhar a nossa reputação.

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crédito das imagens utilizadas aqui – > https://www.federateddigitalsolutions.com/reputation-tool/

Quando a experiência fala alto…

Os apreciadores de esportes e os amantes do tênis tiveram a  oportunidade de assistir emocionantes partidas no US OPEN dos EUA,  em Nova York, esses dias.   Uma partida em especial me fez pensar sobre o valor da experiência em qualquer campo da vida.

Del Potro, argentino,  (foto), um jogador experiente,  cheio de febre por conta de uma gripe forte dos últimos dias,  conseguiu mesmo após um início difícil,  virar o jogo, de uma forma sensacional, contra  Thiem, jovem tenista austríaco,  e seguir para as etapas finais desse  Grand Slam norteamericano.

Por mais que estivesse debilitado por conta da saúde,   o jogador demonstrou que sua experiência,  sua trajetória nessa modalidade foram cruciais.

Muito estuda-se e analisa-se acerca das diferenças entre as gerações,  a necessária convivência entre níveis de maturidade e experiências distintas, do surgimento de conflitos e do jeito de pensar peculiares.   Só o desdobramento desse parágrafo daria um livro (rs), mas não é esse meu propósito.

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Esse jogo em especial  me fez pensar sobre como a experiência,   a maturidade,  o caminho percorrido fazem a diferença em alguns momentos,  trazendo à tona a necessária confiança, segurança para a ação com alta performance.   Alguém que passou repetidas vezes pelo mesmo caminho e teve resultados significativos, acumulou um repertório importante que pode ser “sacado”  em situações críticas e tensas onde os nossos limites são colocados à prova.   Se o componente “inteligência emocional” estiver presente então,  melhor ainda.

Desenvolver competências pressupõe entrar em ação.  Repetir, repetir, repetir práticas… Aprender com elas, lapidar, corrigir,  e principalmente, persistir, continuar.  É inócuo abarcar só e brilhantemente a teoria.  Seria como aprender tudo no manual de “como dirigir um carro”  e não tê-lo guiado.   A experiência prática,  a vivência,  os erros e acertos constituem  o acervo e esse, por sua vez, favorece grandemente a ação.

“A batalha que você tem que ganhar hoje
é a força que você precisa para vencer a guerra amanhã.”
Lanzelotte

O programa 4TOUCH ajuda as pessoas a percorrerem de forma autônoma e independente, de acordo com sua disponibilidade,   uma jornada de autodesenvolvimento,  com vistas a ampliar seu poder de ação.  Principalmente para as pessoas que não podem, por questões financeiras ou de disponibilidade de tempo, percorrer um processo de “coaching” individualizado.  Indico fortemente esse treinamento online.  Acesse aqui e conheça mais ou entre em contato comigo.

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Liderança holística, acompanhando o mundo em transição (Exame.abril.com.br)

Compartilho com você um artigo escrito por Luah e Danilo do Walk & Talk Brasil .  sobre uma nova visão do papel da liderança nos tempos atuais –  a tão necessária liderança holística.  Fiquei feliz em contribuir nesse tema, que gosto muito!!!

Transcrevo o artigo, na íntegra,  do site EXAME:
http://exame.abril.com.br/blog/o-que-te-motiva/lideranca-holistica/

O mundo está mudando para um cenário cada vez mais autêntico e múltiplo. Vivemos a era da macromudança.

E a liderança, como fica diante dessa transição?

O mundo está mudando, rumando para um cenário cada vez mais autêntico e múltiplo – diferente de todas as épocas anteriores. Como diz o filósofo, cientista interdisciplinar e prêmio Nobel da Paz Ervin Laszlo em seu livro “Um Salto Quântico no Cérebro Global”:

“Defrontamo-nos com uma nova realidade, tanto individual como coletivamente. A mudança se dá porque o mundo humano tornou-se instável e não mais sustentável. Mas a revolução da realidade abriga uma oportunidade única: essa é a primeira década da história que nos oferece a escolha entre ser a última de um mundo desvanecente e obsoleto, ou a primeira década de um mundo novo e viável. A realidade emergente é radicalmente nova, intrinsecamente surpreendente e anteriormente imprevista. Vivemos a era da macromudança.”

O livro, excelente por sinal, é um tratado sobre os tempos modernos e os papéis da economia, política e da sociedade frente ao novo contexto. Diante desse cenário tão disruptivo, escolhi conversar sobre o papel da liderança, que acredito, também deva romper com paradigmas obsoletos e avançar para um formato mais autêntico.

Mas afinal, quais os contornos da nova da liderança? Vamos tatear juntos?

Vejo no horizonte uma nova onda se formando, acredito que o foco da liderança, hoje em gestão de pessoas, vai começar a dividir o palco com a gestão holística. É isso aí, a “liderança holística” começa ganhar espaço em estudos, metodologias e novas ferramentas de governança.

O interessante é que muita gente ainda trata o holismo com um certo preconceito, atribuindo a tudo que é “holístico” falsas percepções. Legal então definirmos o termo antes de seguir: A palavra holístico foi criada a partir do termo “holos”, que em grego significa “todo” ou “inteiro”. Já o conceito holismo foi criado por Jan Christiaan Smuts em 1926, que o descreveu como a “tendência da natureza de usar a evolução criativa para formar um “todo” que é maior do que a soma das suas partes.” Já a visão holística é a visão global, oposta à lógica mecanicista que é compartimentada, causando a perda da visão total.

Abro novas aspas para Ervin Laszlo: “Chegou a hora de mais uma mudança: de uma civilização de Logos (Razão) para uma civilização de Holos (Todo).

Atingir uma civilização de Holos significa passar por uma transformação que é única na História, mas que é mais rápida do que qualquer transformação que tenha ocorrido no passado. Por causa da velocidade com a qual a macromudança global de hoje está se desenvolvendo, muitas pessoas não conseguem acompanhar essas transformações: para eles, uma civilização de Holos parece utópica. No entanto, há pessoas para quem a cultura holística já é norma. E há muito mais dessas pessoas do que podemos imaginar.”

Uma vez que o holismo está alinhado à uma visão global e sistêmica, a liderança holística é a promessa de um modelo mais autêntico e integral, com olhos no futuro e nos desdobramentos da macromudança. Pedi reforço com o tema e entrevistei a consultora Darlene Dutra – diretora do Instituto POTHUM e idealizadora dos Programas 4TOUCH, TI Talento e SOS Liderança.

A primeira coisa interessante a citar é que quando trago a palavra liderança, gostaria de ampliar o foco para além dos líderes corporativos ou políticos, e Darlene me ajuda nessa expansão, contextualizando os líderes e a liderança dos novos tempos:

“Líderes não são apenas aqueles em posição de gerência, coordenação, supervisão ou chefia, mas todos que de alguma forma, seja através do conhecimento, da atitude ou forma de ser, lideram pessoas, ideias e atividades.

A liderança está em uma importante fase de transição. Hoje o acesso à informação foi amplificado, tornando a liderança mais exposta, e seu papel ainda mais desafiador. O aumento considerável da complexidade que envolve os tempos modernos – representada pela revolução tecnológica, globalização econômica, diversidade cultural, etc, convida a liderança a transcender as fronteiras de seu modelo tradicional e se reconstruir para atender essa nova realidade.”

E emenda “Nos novos tempos, os líderes são e serão ainda mais reconhecidos por seus princípios e valores – não negociáveis, e pela maior consciência de si e da missão que carregam. Holísticos por apresentarem uma visão muito mais ampla da organização ou do contexto em que estão inseridos, levam em consideração a interdependência entre os aspectos econômicos, humanos, sociais, ambientais e políticos. Suas decisões consideram variáveis que transcendem os negócios e efetivamente seus lucros, preocupam-se verdadeira e estrategicamente com a sustentabilidade social, ambiental e com os efeitos coletivos que promovem, tanto para essa geração quanto para as futuras. Estão atentos não somente aos resultados em si, mas como estes são obtidos.”

Fica fácil de perceber o alargamento de visão característico da liderança holística. Quando se amplia a conexão consigo e com o outro, a totalidade – característica primordial do holos – começa a se manifestar. A equipe passa a ser vista como um conjunto equânime onde todos tem seu valor e são interdependentes. Na visão holística, não existe uma área, parte ou grupo mais relevante, o que importa é o conjunto harmônico e o despertar do protagonismo de cada um dos envolvidos. Podemos comparar o líder holístico com um maestro que enxerga o todo e afina cada um de “seus instrumentos” para que toquem harmonicamente a melodia.

Questionei Darlene Dutra sobre quais são as características que estão presentes nos agentes dessa nova liderança. Achei mais prático distribuir as respostas em tópicos:

  • Uma das características mais relevantes é ser seu próprio exemplo. São primeiramente líderes de si mesmos.
  • Não basta parecer, é preciso SER.
  • A coerência entre o que se é e o que se pratica torna-se base fundamental.
  • Possuem uma maior consciência de suas próprias emoções e clareza sobre seus objetivos.
  • Atuam especialmente em causas e missões de interesses coletivos e não de interesses particulares.  
  • Tem o poder de articular e facilitar a realização das missões e propósitos que dirigem.  
  • São donos de uma visão crítica e de um grande senso de justiça. 
  • Os líderes para o agora e para o futuro tem o importante papel de inspirar os demais. Despertam nas pessoas o que elas tem de melhor, considerando suas necessidades e suas emoções.

Se você já exerce um papel de liderança, está em transição para cuidar de um time, pensa em se empreender ou até mesmo liderar melhor sua vida, vale a pena refletir sobre cada um dos pontos citados pela Darlene, eles ajudam na construção de uma gestão mais atual, inovadora e sistêmica.

Em todas as organizações, desde as mais simples como o lar, o bairro, uma associação, passando pelas pequenas empresas até as grandes corporações, a estrutura baseada no holos tem uma tendência mais assertiva para acompanhar as macromudanças já presentes em nossa sociedade e no mundo.

Laszlo comenta em seu livro: “A mudança de realidade que experimentamos hoje se refere à maneira como nos relacionamos uns com os outros, com a natureza e com o cosmos.” Portanto, todas as nossas interações também passam por um refinamento e a liderança não podia ficar de fora. Ela também reajusta sua rota, aprimorando a maneira de se relacionar com o outro e com o meio. Percebo também um aumento considerável de líderes buscando por caminhos de autoconhecimento e práticas relacionadas ao equilíbrio e harmonização, como Yoga, Mindfulness, Meditação, etc…, dividi essa minha observação com a Darlene e perguntei se ela considerava que os líderes praticantes desses caminhos geravam algum impacto em suas atividades profissionais.

Ela comenta que hoje existem inúmeras ferramentas, tecnologias e técnicas disponíveis para aqueles que desejam aprimorar-se. “O mergulho no “eu interior” pode sim fazer uma grande diferença, tanto ampliando a consciência sobre responsabilidades e oportunidades, como ajudando no desenvolvimento de novas capacidades. O autoconhecimento é uma alavanca sensacional, podendo conectar líderes à grandes objetivos de transformação”. E faz uma ressalva: “O simples fato de conhecer técnicas, não pressupõe seu alcance. É necessário um engajamento muito próprio e profundo afim de colocá-las em prática.”

Lembro aqui de uma curiosidade super interessante que descobrimos em nosso projeto Volta ao Mundo…

Quando passamos pelo sítio arqueológico de Tikal (Guatemala), descobrimos ao escalar a maior das pirâmides do complexo, que no topo da construção se encontrava uma plataforma quadrada de pedra coberta, com uma enorme “janela panorâmica” na frente. Perguntamos sobre a função daquela plataforma e nos contaram que era um local próprio para que o líder do clã Maia pudesse olhar a cidade como um todo (holos) e meditar sobre as decisões importantes a serem tomadas.

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E as descobertas seguiram adiante. Os descendentes dos governantes Maias ao nascer passavam por um processo de alargamento do crânio. Muitos citam que esse procedimento na região superior da cabeça e da testa tinha como finalidade aproximá-los ao formato da espiga de milho – alimento considerado sagrado pelos povos indígenas da América Central. Mas outra corrente conta que tal alargamento tinha como finalidade a abertura do terceiro olho, e assim, o despertar da intuição, da ampla visão, da consciência, enfim, do olhar holístico.

Acho que as descobertas na Guatemala são apenas um exemplo sobre esse anseio por uma visão mais consciente que o homem já buscou inúmeras vezes ao longo da História. E como conclui Laszlo no final de seu livro:

“A conexão entre uma mudança na consciência e uma mudança na civilização foi imaginada por diversas culturas nativas, incluindo a cultura dos Maias, Cherokees, Hopis, Incas, Mapuches, etc… É provável que a conquista da consciência transpessoal promova o progresso rumo a uma civilização baseada na empatia, na confiança, na solidariedade, uma civilização de Holos.” 

Que assim seja!

(Agradeço imensamente a Darlene Dutra pela contribuição.)

Por Luah Galvão

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Idealizadores do Walk and Talk, Luah Galvão e Danilo España, realizaram 3 projetos. O primeiro foi uma Volta ao Mundo por mais de 2 anos em que visitaram 28 países nos 5 continentes – para entender o que Motiva pessoas das mais variadas raças, credos e culturas. O segundo foi caminhar os 800 km do Caminho de Compostela na Espanha, entrevistando peregrinos sobre o sentido da Superação. E recentemente voltaram da Expedição Perú, onde o sentido da resiliência foi a grande busca do casal. Agora que estão de volta ao Brasil compartilham suas descobertas através de textos e histórias inspiradoras para esse e outros veículos de relevância, assim como em palestras e workshops por todo o Brasil.
Descubra mais sobre o projeto: www.walkandtalk.com.br. Conheça também a página no Facebook.

Há vida lá fora!

 

Acredite!  Grande parte das  horas diárias das pessoas são gastas em comportamentos absolutamente automáticos. Dentro do táxi, do metrô, do ônibus, do carro, … Podem passar por paisagens lindas, porém,  sem de fato vê-las,  apreciá-las,  desfrutá-las.knight-122838_640

Ao final de um período (dia, mês, ano) constatam  o sentimento de insatisfação por não terem feito o que gostariam. Permeia  a sensação de que poderiam ter feito mais ou de forma diferente.   Com tantos desenvolvimentos tecnológicos, inovações,  modernos padrões de vida as pessoas ainda estão abarrotadas de atividades, sem tempo para muitas outras que gostariam de realizar. Não parece contraditório?

Estamos correndo atrás do que mesmo?  

Se a resposta for “da felicidade”,   será esse o caminho?   Dedicamos uma enormidade de tempo na busca, do que  “achamos”  que nos fará mais felizes e ainda assim nos sentimos insatisfeitos,  infelizes até.  Se esse não é o seu caso,  tiro o meu chapéu pra você e o cumprimento efusivamente.

Ao assistir  cenas,  imagens  de pessoas  se acotovelando,   “loucos pra comprar”  num desses dias de black friday,  a famosa data de promoções fantásticas,  “pasmei”.  O que move tamanho desejo pelas compras, pelo consumo desenfreado?  Por que tantas pessoas querem ter mais e mais,  a qualquer custo?  Compulsivas por conquistar sempre mais e melhor, movimentadas pelos modelos e “padrões” divulgados incessantemente pelo marketing.  Estão tentando comprar a felicidade?

O que mais tem movido as pessoas? 

Gosto muito do projeto Walk & Talk – Histórias que Inspiram  realizado pela Luah e o Danilo,  projeto onde visitaram 28 países em 5 continentes ouvindo as pessoas sobre o que as motivavam viver.   Trata-se de um conteúdo que nos convida a pensar sobre essa questão:  o que nos move e  motiva?  O que te faz levantar da cama e agir ?

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fonte: Walk & Talk – Histórias que Inspiram

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Existem muitas pessoas que são teoricamente “bem sucedidas”, que têm tudo que gostariam (coisas), viagens, carros, casa confortável, status social, um trabalho que as remunera de forma diferenciada.  E por que,  ainda assim, não se sentem plenas, satisfeitas  ou felizes.

Olham pra dentro de si mesmas e  não conseguem encontrar as respostas para esse sentimento de “falta”  que mora ali.   Comprar coisas,  ter coisas,  não resolve isso. Viver para receber o salário e gastá-lo simplesmente não é o suficiente.

O que estou trazendo aqui pode soar  meio utópico, meio romântico.  Falar de sentimentos,  de realidades internas desatendidas não é usual à maioria.   E pode parecer fraqueza (para muitos).   Mas não é. Assisto movimentos significativos ao redor do mundo que retratam exatamente essa busca por uma vida de maior significância e menos “coisas”.   Veja:

a) Simplicidade voluntária,  de acordo com a wikipedia, e que transcrevo aqui, a  “Vida simples ou simplicidade voluntária é um estilo de vida no qual os indivíduos shoes-2465908_640conscientemente escolhem minimizar a preocupação com o “quanto mais melhor”, em termos de riqueza e consumo. Seus adeptos escolhem uma vida simples por diferentes razões que podem estar ligadas a espiritualidade, saúde, qualidade de vida e do tempo passado com a família e amigos, redução do stress, preservação do meio ambiente, justiça social ou anticonsumismo, enquanto outros escolhem viver mais simplesmente por preferência pessoal ou por razões econômicas – embora a vida simples seja essencialmente uma escolha e nada tenha a ver com “pobreza forçada”. A pobreza é involuntária e debilitante, a simplicidade é voluntária e mobilizadora, adverte Duane Elgin, autor do livro Simplicidade Voluntária. Significa fazer um esforço consciente para descobrir o que realmente é importante e abrir mão do que é supérfluo, descobrindo assim que uma vida mais frugal exteriormente pode ser muito mais rica e abundante interiormente. “

b) Downshifting – termo frequentemente utilizado para descrever um movimento quenote-415143_640 promove a redução da velocidade (diminuir a marcha),  redução da intensidade no nível de atividades e  que promove uma mudança no estilo de vida,  de maior para menor consumo. Um fenômeno que envolve renúncias voluntárias de cargos de chefia e de trabalho em prol do auto-desenvolvimento  ou de uma auto-realização baseada em outros fatores, culturais,  familiares,  de relações.   É desencadeado, por vezes,  nos momentos de alto stress no trabalho,  seja pelas péssimas condições oferecidas pelos empregadores, seja por trabalhar em algo que desgosta, por obrigação ou por despender muito mais tempo ao trabalho do que gostaria (problemas de trânsito, deslocamentos, etc.).

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c) Minimalismo,   é uma  palavra muito utilizada atualmente por pessoas que decidiram reduzir seu consumismo e voltando sua atenção para outros aspectos da vida. Aqueles que o dinheiro não pode comprar. Significa uma revisão geral no estilo de vida, no emprego inteligente do tempo  (tempo é luxo)  e na aplicação otimizada de recursos (financeiros ou não). Pode ser bem representado pela frase:  “o menos é mais”.

As pessoas que estão, de certa forma,  se familiarizando com esses movimentos privilegiam  mais a “qualidade” dos seus momentos de vida,  desfrutando com intensidade de suas relações,  aportando um valor mais real  e justo à outras variáveis,  que não só o trabalho.  Escolhem viver fora do “modelo automático”  do  “ganha-gasta”.

As dezenas de histórias que tenho tido contato no mundo moderno,  os seres que percorreram caminhos como esses – hoje mais conhecidos por conta do acesso fácil à informação – ajudam os demais a ampliar a visão acerca de escolhas e fazem pensar sobre caminhos alternativos e bem possíveis.    Arrisco dizer que acabam contribuindo para acordar medos guardados em gavetas e levar as pessoas  a assumirem mais as próprias inquietações internas a favor de mudanças.

Defendo a busca peloequilíbrio  entre as várias dimensões da vida.  No 4TOUCH, por meio de um processo “autocoaching” digital,  estimulo as pessoas a pensarem em seus vários cenários:  pessoal, família, trabalho, sociedade, etc.  O melhor dos mundos é ter um  trabalho que se desfrute e se curta muito,   que permita ser  uma pessoa produtiva sob condições razoáveis,  preservando a qualidade de vida,   permitindo uma conciliação com diversos  outros interesses.

Citado pelo Walk & Talk, e dito pelos gregos:

“as pessoas que encontram seus talentos e fazem aquilo que amam são mais entusiasmadas e motivadas que as demais. “

Manter-se sempre em atividades é fundamental,  sejam elas quais forem.  E se essas forem remuneradas, melhor ainda.  Já dizia Confúcio:  “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.”   Afinal, precisamos sobreviver – alimentação, vestuário,  saúde,  mobilidade, etc –   suprir nossas necessidades físicas minimamente.  (lembrei de Maslow rs).

Recordo de uma frase minha,  que  utilizava por ocasião das  férias,  durante minha estada do mundo corporativo, e que fui entender mais profundamente muito, muito tempo depois.

“Há vida lá fora.”

Ela denotava um certo desequilíbrio que eu vivia entre as várias dimensões da vida. Nessas ocasiões  representava pra mim a possibilidade, mesmo que temporária,   de  “ter o domínio,  a liberdade de gerenciar  o meu tempo”.

Ser capaz de sentir a vida com a calma necessária, capturando as delicadezas, as sutilezas dos momentos, saboreando as experiências é algo encantador.

Reconheço a complexidade e as dificuldades  para mudança nos padrões de comportamentos,  para quebra de modelos e sistemas transmitidos por gerações.  Isso requer um conhecimento apurado de si mesmo (autoconhecimento) e uma boa dose de coragem.  Sempre que divulgo essas reflexões,   várias pessoas curtem, comentam  e colaboram com elas.   Confirmam assim esse existe um  desejo latente em viver diferente,  transformar,  mudar o “status quo”.   Feliz por isso! Afinal,  há vida lá fora. (rs)

Se você tem o vírus do incômodo positivo,  da inquietação por uma vida mais plena, pense nisso.  Se gostou desse tema – desse “dedo de prosa”,  como dizem os mineiros do interior –  me escreva contando sua história.    Vou adorar conhecer.  darlene@pothum.com.br

 

Indicações:

Filme  Alike (youtube)

Projeto Walk & Talk – Histórias que Inspiram